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Aluada nível 1
ID: 1004
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  • 09/11/2006

  • Você está com problemas na sua conta? Não consegue postar, não tem a categoria? Alguém supostamente te plagiou? Você pode até tentar mandar uma MP, mas eu já lhe aviso que posso ficar meses sem abrir minha caixa de mensagens. Então, que tal se garantir e mandar um pedido para o Suporte? :)

     

    Há quatro anos inexatos levo esta conta comigo... e hoje será marcado como o dia em que finalmente falei aqui efetivamente sobre mim!

     

    Meu nome é Bruna, mas me chame de Aluada, por favor (se eu já tiver falado com você pelo msn, o que significa que temos um mínimo de intimidade -- ou o quanto a internet assim o permitir --, pode ser Alu). Estudo Letras já há três anos por paixão (ironicamente não pela Literatura, mas pela Linguística) e Jornalismo há um ano por, admito, falta de opção (eu queria mesmo Editoração, pra nunca mais ter de tirar o nariz dos livros). Devo dizer que penso seriamente em ser professora... (vocês são minhas cobaias nas aulas, mwahahaha!)

     

    Tenho 20 anos, dos quais 13 dedico à leitura e à escrita (só não antes "graças" à tia Maricota, que não me alfabetizou antes). Escrevi meu primeiro-único livro aos 9 (e você nunca o lerá) e minha primeira fanfic aos 11 (ela passará por um remake ainda). Ela foi de Harry Potter, assim como a estonteante maioria daquelas que você encontra abaixo -- totalmente cult para uma estudante de Letras, se querem mesmo saber. Eu estudo (sim, estudo!) Harry Potter também no meu espaço como colunista do Potterish.

     

    Meu processo criativo atual é deveras lento (escrevo "Borboletas na Lua" há um ano, e ainda estou na metade), porém gosto mais dele assim. Sinto que meu trabalho hoje é mais bem entalhado e refletido. Também hoje sou mais capaz de lidar com gêneros que me pareciam muito intransponíveis (romance, por exemplo), embora eu continue os tingindo com um tom dramático ou infeliz. Acho importante e pertinente esta presença nos meus textos, afinal a vida tem mais destes que de outros.

     

    Não quero dizer da trivialidade da morte, mas da fragilidade da vida.

     

    É isto, aliás, que movimenta minha escrita. Isto, e a arte de Elizabeth Bishop.

     

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    Elizabeth Bishop - One art

     

    The art of losing isn't hard to master; so many things seem filled with the intent to be lost that their loss is no disaster, Lose something every day. Accept the fluster of lost door keys, the hour badly spent. The art of losing isn't hard to master. Then practice losing farther, losing faster: places, and names, and where it was you meant to travel. None of these will bring disaster. I lost my mother's watch. And look! my last, or next-to-last, of three beloved houses went. The art of losing isn't hard to master. I lost two cities, lovely ones. And, vaster, some realms I owned, two rivers, a continent. I miss them, but it wasn't a disaster. -- Even losing you (the joking voice, a gesture I love) I shan't have lied. It's evident the art of losing's not too hard to master though it may look like (Write it!) a disaster.

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