Simple Love escrita por Katy Clearwater


Capítulo 17
Capítulo dezesseis





Capítulo dezesseis:


Jacob


Bella ainda estava desacordada quando despertei de um cochilo perturbado. Josh dormiu encolhido aos pés da maca da mãe. Foi uma metade de noite mal dormida e perturbada para nós dois, nem mesmo a enfermeira que veio checar Bella durante a madrugada teve coragem de tirá-lo de perto da mãe.

– Bom dia. – Leah sussurrou pela fresta que abriu na porta mostrando apenas seu rosto.

Eu sorri apenas. O dia não estava bom, na verdade estava péssimo. Só teria algo bom quando Bella acordasse e eu não sei quando isso irá acontecer.

– Eu trouxe café. – ela disse entrando no quarto e sentando no braço da poltrona que eu ocupava. – Quando cheguei ao seu apartamento você já tinha vindo para cá, achei que você precisava de um tempo por isso não vim ontem à noite.

Ela se desculpava com os olhos, mas tinha toda razão. Eu precisei mesmo de um tempo sozinho para encarar tudo isso. Depois que Josh dormiu só pude chorar por horas a fio, eu não queria fazer isso na frente dele porque eu era seu último porto seguro. Eu já tinha passado fraqueza no apartamento, não queria passar mais.

Mas com a Leah ali eu pude relaxar por alguns instantes. Deitei minha cabeça em seu colo e terminei de chorar o que eu já tinha chorado durante a noite. Não eram tantas lágrimas quanto antes, mas ainda eram muitas.

– Ela vai ficar bem.

– Eu não sei. Eu nem sei quem fez isso com ela. Eu deveria ter estado lá, não devia tê-la deixado sozinha. – era isso. Eu me culpava. E de alguma forma era minha culpa.

Bella tinha uma vida totalmente diferente. Era mais uma sobrevida, mas era tudo que ela conhecia. Eu a arranquei do mundo dela e pus no meu como se isso fosse simples, como se ela fosse uma peça. Eu tinha errado com ela. Eu.

– Jake isso não é sua culpa. Você salvou a Bella de tudo de ruim que ela passava. Tenho certeza que ela não culparia você de forma alguma. – Leah sempre lia as minhas expressões e sabia o que eu pensava de algum jeito.

– Você lê mentes agora?

– Acho que já está melhor. Até as ironias estão voltando. – ela sorriu um sorriso triste. – Tem uns policiais lá fora, os idiotas quase não me deixaram entrar.

Levantei do colo de Leah e a encarei. Ela tinha um misto de preocupação e prazer estranho no olhar. Parecia aborrecida e feliz com a notícia que estava para me dar.

– Eles disseram algo? – perguntei ansioso.

– Não diretamente. Mas fizeram questão de me perguntar sobre a Barbie Satanás.

Ela não precisava dizer mais nada. Eu sabia a quem ela se referia. Agora eu vou ter mais essa culpa, deveria ter esbofeteado aquela cara quando tive chance.

– Sabe dela?

– Não.

Eu ia fazer mais perguntas, mas batidas na porta me interromperam. Josh se mexeu devagar e abriu os olhos apenas o bastante para se localizar. O detetive Thomson entrou e sorriu ao ver Josh se sentando na cama e agarrando os pés da Bella. Era um ato de proteção, ele estava acostumado a tentar cuidar da mãe, me senti um pouco mais inútil com a cena.

– Eu tenho uma filha da idade dele. Crianças são super interessantes, elas acham que podem tomar conta da gente também. – o detetive Thomson parecia mais pensar alto do que falar comigo. – Bom dia, Sr. Black.

– Bom dia, detetive.

– E a senhorita é...

– Leah Clearwater. Fui eu que recebi os policiais no escritório.

– Ah claro. Senhorita Clearwater. Muito Prazer. – ele sorriu educadamente e segurou a mão da Leah. – Sr. Black, podemos conversar lá fora?

O detetive encarou Josh que me olhou num suplica silenciosa.

– Sr. Black dessa vez acho realmente necessário conversarmos a sós. – Josh pareceu zangado com a posição do detetive, mas nada disse.

Levantei da poltrona e Leah me acompanhou mesmo sem ser convidada. Quando passei pela cama toquei levemente no rosto de Bella. Ela ainda estava lá, eu podia sentir. Mas faltava muito dela, isso era claro também.

Quando chegamos ao corredor entendi o que Leah quis dizer. Havia dois policiais na porta do quarto, assim como ontem à noite, porém no corredor havia mais dois e na saída do elevador mais um.

– Porque esse policiamento todo? – perguntei observando a cena.

– Sr. Black acessamos as câmeras de segurança do prédio e vimos o momento da entrada e saída da suspeita. Bate com a hora do crime.

– Suspeita? – Leah perguntou.

– Suspeita. – o detetive confirmou.

– Eu sabia! – a afirmação de Leah colocou em ebulição todo ódio que eu estava tentando controlar.

– Leah cuida do Josh para mim. – sai andando em direção ao elevador, mas fui contido por um aperto firme.

– Sr. Black não faça nada que possa se arrepender depois.

– Eu só vou fazer algo que já deveria ter feito há muito tempo.

O elevador chegou, mas ele ainda me segurava.

– Isso é problema da policia, Sr. Black. Nós vamos resolver.

– Eu vou resolver. – disse com firmeza, soltei meu braço e entrei no elevador.

Leah e o detetive Thomson ficaram me olhando enquanto as portas do elevador fechavam. Eu deveria saber que a Nessie não merecia minha moral ou meus princípios. Isso era só para Bella. Eu ainda tinha coisas a acertar com Nessie e eu ia acertar de um jeito ou de outro.


Josh


Porque as coisas nunca dão certo para mim? Nos filmes e nos desenhos é nessa hora que aparece o: felizes para sempre. Eu tinha a mãe, um pai novo, uma casa nova, tudo era legal agora, mas aí vem alguém para tirar minha mãe de mim. Acho que eu não sou uma criança boa e por isso essas coisas ruins acontecem, não pode ser outra coisa.

A morena alta que trabalha com Jake voltou. Ela não disse nada. Só sentou lá na poltrona e me deixou aqui deitado com a minha mãe. Cadê o Jake? Será que ele me deixou aqui? Será que vão me deixar ficar aqui? Não quero que me levem embora. Quero ficar com a minha mãe.

Me lembro de um menino na escola que caçoa de mim, ele diz que um dia vai vir alguém me levar para uma casa de crianças sem pais, mas eu tenho minha mãe e eu quero ficar com ela. Não quero que me levem embora. Cadê o Jake? Porque ele me deixou aqui com pessoas estranhas e minha mãe doente? Será que ele não gosta mais de mim? Também não tem muito que gostar... Fiquei triste em pensar que o Jake não quer mais a gente por perto.

A morena ficou me olhando enquanto eu queria esconder que chorava. Eu não gosto que me olhem chorando, não gosto de chorar sozinho, mas é melhor que com as pessoas te olhando. Minha mãe sempre chorava quando achava que eu estava dormindo, acho que era para ninguém ver. Então deve ser errado chorar na frente dos outros, essa moça está me deixando com vergonha me olhando assim. Eu queria que o Jake estivesse aqui, dele eu não tenho vergonha.

– Está com fome? – me assustei com a voz dela.

A morena tinha uma cara zangada então me assustei com sua voz mansinha. Ela me deu um sorriso quando a olhei de rabo de olho. Um sorriso aberto e grande. Ela tinha um sorriso bonito. Parecia sorriso de gente legal. Fiz que sim com a cabeça, ela concordou e levantou.

– Quer ir na lanchonete comigo? – ela perguntou chegando perto da cama.

– Quero ficar com a minha mãe. – apertei os lençóis perto de mim. Sabia que não podia apertar a mamãe, ela estava doente.

– Tudo bem, volto num minuto. – a moça não brigou comigo. Que bom.

Ela estendeu a mão, pensei que fosse me bater. Meu outro pai fazia muito isso. Falava manso e depois dava um tapa na mamãe. Mas ela só fez carinho no meu cabelo e saiu do quarto. Parece que as pessoas agora gostam de fazer carinho na minha cabeça. Eu também gosto.

Sentei na cama. Mamãe ainda dormia. Não gosto quando ela dorme tanto, tenho medo que não acorde. Tenho medo de ficar sozinho.

O Jake está demorando. Será que não vai voltar mais? Será que ele me deixou aqui com a mamãe doente? Acho que não, o Jake é legal. Mas ele pode ser como meu outro pai, primeiro parece legal e depois dá um tapa... Não acho que o Jake seja assim. Eu não quero que ele seja assim.

A morena voltou. Ela trouxe um embrulho e um refrigerante de lata. Fiquei feliz com o refrigerante, mamãe não me deixa tomar refrigerante de manhã.

– Gosta de sanduíche de frango?

– Gosto. – respondi animado e ela sorriu quando me deu o embrulho.

Eu estava com muita fome e aquele pão estava tão bom. Comi tudinho como mamãe sempre manda. Ela não acordou, nem o Jake voltou, a morena começa a olhar para o relógio, eu não queria que ela fosse embora.

Depois de um tempão veio um médico ver minha mãe. Ele brigou com a enfermeira por eu estar na cama, a morena gritou com ele. Gostei dela. Ela não deixou me tirarem dali.

– Senhorita Clearwater, isso é totalmente contra as regras do hospital. Uma assistente social tem ser chamada para cuidar desta criança e encaminhá-la para uma Instituição até que...

– Acho bom o Sr. calar a boca enquanto eu ainda te deixo ter língua.

– Eu vou chamar a segurança.

– O Sr. conhece a família Black?

O médico parou na porta e ficou calado. Olhou de cara feia para morena.

– Eu espero que entenda que...

– Bella está bem? – ela não deixou mais o médico falar.

Ele disse que minha mãe estava melhor, mas que ainda precisava dormir mais. Fiquei mais triste. Quero que ela acorde. Quero voltar para casa, também queria que o Jake voltasse.

– Josh? – a morena me chamou depois que fiquei muito tempo olhando minha mãe. – Você vai ter que vir comigo para o meu apartamento.

Desviei de sua mão. Não, eu não quero ir embora. Mamãe não pode ficar sozinha. O Jake ainda não voltou.

– Josh se você ficar aqui sozinho vão vir pessoas te levar para um lugar onde você não vai poder ver nem sua mãe e nem o Jake por um bom tempo.

– Eu não quero ir para esse lugar. – encostei na mamãe, mas logo soltei. Sabia que não podia.

Eu queria o Jake. Porque ele me deixou aqui? Eu fiz alguma coisa errada? Será que ele estava zangado porque eu corri ontem e não me amava mais?

– Josh, temos mesmo que ir. Prometo que trago você para ver sua mãe logo.

– Quando?

– Logo.

Quando adultos dizem logo não é muito rápido. Jake disse que minha mãe ia ficar boa logo e ela ainda dorme. Agora eu tenho que ir embora com essa moça estranha. Eu não quero ir, quero ficar com a minha mãe, quero que ela acorde e me veja aqui. Quero ver se ela está boa mesmo ou se mentem para mim.

A moça ainda estava esperando, tive que segurar sua mão. Desci da cama. Não quero ir embora, mas tenho que ir. E sem a mamãe. Fiquei parado. A moça não brigou e nem gritou comigo. Voltei na cama para dar tchau. Mamãe ainda dormia. Beijei seu rosto e sussurrei no seu ouvido.

– Acorda logo, estou com saudades.


Jacob


Eu sabia que Nessie não estava na mansão. Era muito óbvio até mesmo para ela e sua inteligência limitada. Cinco anos é o bastante para conhecer os hábitos das pessoas.

O prédio era discreto e na zona oeste da cidade. Era nosso refugio no inicio do namoro, um tempo onde eu ainda acreditava que Nessie poderia se tornar a esposa ideal. Eu tentei amar a Nessie, tentei de todas as formas, mas o destino já sabia que Bella estava lá para mim em algum lugar e fechou meu coração para Nessie. Ou talvez de alguma forma eu soubesse que ela era essa víbora em pele de cordeiro e me fechasse involuntariamente.

Estacionei o carro duas quadras antes, um processo habitual também. Uma rotina abandonada, mas ainda sim rotina. O processo de repetição deixa tudo automático em sua mente quando dei volta já estava na porta do apartamento. Abri com a minha chave, não sei por que ainda tenho essa chave, mas veio a calhar.

Abri a porta devagar, sabia que ela estava lá e eu não podia matá-la. Não de inicio.

Eu não errei. Sentada num poltrona no meio de uma sala decorada com moveis simples estava Nessie. Encolhida como uma bola e vestindo apenas uma camisa velha e esquecida aqui por mim. Ela sentiu minha presença e levantou o olhar.

– Jake...

Sua voz soou com esperança, com aquele jeito de me chamar depois de irritar profundamente com alguma manha. Mas isso era mais que qualquer manha. Ela tinha tentado matar alguém, e para agravar esse alguém era a razão de toda minha vida.

– O que passou pela sua cabeça? – encostei-me à soleira da entrada.

Eu não precisei completar a pergunta. Ela sabia o que era.

– Eu... Eu... Não sei.

– Está chorando porque se arrependeu ou porque foi descoberta? – ela me encarou séria e virou o rosto. Não respondeu.

Eu sabia que era por ter sido descoberta, mas eu queria que ela dissesse. Queria ouvir dela.

– Responde Nessie. – meu grito despertou seu ódio.

– Quer mesmo saber?

A resposta estava ali, sem mais nenhuma necessidade de emendas. O arrependimento era o de ser descoberta e nada mais.

– Vou te levar num lugar. Levanta. – sem lhe dar chance de correr ou contestar a puxei pelo braço para fora do apartamento.

– Jake, me solta! Ou...

– Ou o que? – apertei seu braço com tanta força que eu tinha total conhecimento de que poderia quebrá-lo a qualquer momento.

– Aonde vamos? – ela perguntou quando a joguei no carro.

– Vou te deixar num lugar bem legal para policia te achar.

O caminho foi curto. Quando sentiu para onde íamos ela tentou sair do carro, mas não conseguiu.

– Jacob, você não pode me deixar aqui. Olha o que eu estou vestindo! Vão me estuprar assim.

– Eu realmente não me importo. – disse com ironia – Na verdade conto com isso. – falei com um pouco mais de amargura.

Todos em Nova York tinham um enorme orgulho de sua cidade, mas ninguém gostava dos arredores das docas. Por trás de uma cena comercial muito bonita havia um espaço dominado de drogados a beira do abismo e prostituição decadente. Era uma enorme lixeira humana e não poderia existir lugar melhor para Nessie ficar.

– Anda, sai do carro.

– Jake, pelo amor de Deus, são uns cinco quilômetros até ter algum lugar decente. Eu não posso ficar aqui. – agora ela chorava sinceramente.

– Você não merece nenhum lugar decente. Agora desce do carro.

– Eu não vou descer.

Eu não ia perder tempo com esse tipo de discussão. Desci do carro e abri a porta.

– Sai. – falei com a porta aberta.

– Jake, por favor...

– Sai! – meu grito a fez tremer e ela saiu do carro.

O tempo estava ameno, mas para ela que estava descalça e só com uma camisa estava quase um dia de inverno. Assim que ela desceu do carro uns caras se aproximaram.

– Carne nova no pedaço. – um velho sujo e bêbado passou a mão no cabelo dela.

– Não põe a mão em mim. – ela gritou e estapeou a mão do cara.

– Divirtam-se. – assim que eu disse vi os amigos do primeiro bêbado se aproximarem dela.

– Jake, não faz isso comigo. Jake! – Nessie bateu nos vidros do carro enquanto eu saia com ele.

Pelo espelho vi o cara a puxar com força pelo braço. Ela bateu nele de novo e levou um tapa em troca. Uma parte da minha moral estava começando a acordar e eu quase dei meia volta para pegá-la, mas meu telefone tocou interrompendo essa ideia. Era Leah.

– Oi.

– Oi. – a voz de Josh surgiu no lugar da de Leah.

– Oi campeão? Aconteceu alguma coisa?

– Não me deixam ficar com a minha mãe. Quando você vai voltar? – sua voz triste tomou qualquer espaço no meu coração, esqueci completamente de Nessie.

– Estou indo buscar você. E então resolvemos o assunto da sua mãe. A Leah está sendo legal com você?

– Sim. Ela me deu refrigerante de manhã. – mesmo com a voz triste seu tom travesso me fez sorrir.

– Eu já estou chegando ok? Comporte-se.

– Tá bom. Vem logo.

Antes de me deixar responder ele desligou. É claro que eu iria logo, só precisava fazer uma parada antes.

Eu tinha esperança de chegar e encontra-la com aquele sorriso de que tudo vai ficar bem, mas ela ainda estava com os olhos fechados e naquele sono profundo que chega a incomodar.

– Eu vou cuidar do Josh até você ficar bem.

Beijei seu cabelo e sai do quarto. Eu não podia desmoronar ainda. Tirei o cartão do meu bolso e disquei o número devagar, não queria fazer isso muito rápido mesmo.

– Detetive Thomson.

– Boa tarde, detetive. Aqui é Jacob Black.

– Em que posso ajudá-lo, Sr. Black? – a pergunta soava mais surpresa do que solicita, mas não me importei.

– Vou mandar o endereço de onde pode encontrar Rennesme Cullen.

Houve apenas silencio na linha. Eu ainda ouvia sua respiração, mas nenhum som vinha com ela.

– Sr. Black espero que não tenha feito nada de que se arrependerá. – a voz calma era uma ameaça velada, eu sabia.

– Eu não tenho esse habito detetive. Mandarei o endereço por SMS, apenas faça seu trabalho.

Encerrei a ligação. Sim, uma parte de mim se sentiria eternamente maléfica por ter feito isso com Nessie, mas não era um arrependimento real. Eu nunca me arrependeria de nada feito para proteger minha família.



Notas finais do capítulo

N/A: Ok ok, fui vencida. Parece que ninguém quer que a Bella vá para o saco rsrsr. E que tal o Josh? (calma, calma, é brincadeirinha. Não teria coragem de matar o baby fofo). Vocês acreditam que isso era para ser uma short fic? E olha onde eu estou kkkkk. Tudo bem né, agora é sério. Estou para fechar essa fic então não perca os últimos caps (propaganda de novela mode on). Se quiser ainda dá tempo de recomendar, eu não ligo não. Olha eu bem pidona (velhos hábitos nunca morrem) kkkkkk.
Bjks, Katy Clearwater
.
N/B: *Dancinha* Se Fu... Eu achei foi pouco, o monstro mereceu. Mas se eu fosse o Jake, eu teria dado uns bons tapas nela antes de levá-la aquele lugar.
Eu quero minha Bella de voltaaa... Fico com medo dela assim meio que morre-não-morre, tanto tempo assim pode levar a katy cair em tentação e matar a bichinha. Gente não deixa, mandem reviews para a katy ficar feliz, assim ela não fica com vontade de matar ninguém que não mereça claro, se for a Nessie dou todo apoio!kkkkk
Bjs e até o próximo capítulo, Estou ansiosa!
Alemorais



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