Um amor inglês escrita por Marvin


Capítulo 8
Capítulo 8


Notas iniciais do capítulo

Hey... Esperou muito tempo? Desculpas T-T... Posso dizer que mil coisas aconteceram comigo, incluindo ficar sem internet por 2 meses, começar as aulas, ter o HD do meu computador queimado (Esse foi especialmente doloroso) o que me fez ter que reescrever muitas coisa. Mas sei que são meras desculpas, então prometo que não negligenciarei mais a historia... Enfim, aproveite a historia *u*



Andy acordou radiante.

Ele gastara boa parte da noite passada, em sua cama, pensando na garota que declarara seu amor. Apesar disso, acordara disposto, como se o simples pensamento de poder vê-la de novo nessa manhã, o provesse energia.

Levantou-se desligando o despertador do celular, que indicava serem 7 horas.

Em meia hora ele deveria estar na escola para a aula. Foi direto para o banheiro, sem se importar de andar pela casa apenas de cueca. Seus pais novamente não estavam em casa e a empregada provavelmente não havia chegado ainda.

Ligou o chuveiro devagar esperando a água morna tocar em seu corpo agora desnudado. Quando o liquido escorreu por seus cabelos, percorrendo os seus ombros e cintura, passando por sua virilha e finalmente descendo até as pontas dos seus pés ele pôde sentir como se todas as suas magoas e incertezas fossem embora junto. Há muito tempo não se sentia assim, totalmente livre, como se pudesse realizar qualquer façanha, ultrapassar qualquer barreira, ter qualquer coisa que desejasse...

Terminou sua limpeza alguns minutos depois, ainda rindo – Ok, agora pode parar Andrew – Repreendeu a si mesmo em seus pensamentos – Não tenha tantas expectativa, você pode acabar se decepcionando.

Apesar disso continuou com seu sorriso bobo na cara, como se a sua face estivesse cansada da sua usual pose de tristeza e quisesse ter o seu momento de paz finalmente.

Voltou para seu quarto com uma toalha enrolada em sua cintura e pegou sua farda no guarda-roupa para poder vesti-la. Teve alguma dificuldade na hora de colocar outra cueca, pois estava excitado demais para que conseguisse cobrir sua virilha.

Ficou embaraçado com a sua própria situação, já que, há segundos atrás, estava pensando na noite passada e na silhueta do corpo seminu de Emy. Mas parou então de pensar nisso, não queria macular a sua visão da garota com uma imagem erótica desta mesma.

Terminando sua árdua tarefa ele ouviu seu celular tocar. No visor indicava o nome de Emilly, junto com uma foto que tirara dela para por especialmente nos contatos. Ela sorria na imagem.

– Hey – Ele cumprimentou animado.

– Hey Sweetie – Ele levantou as sobrancelhas enquanto a garota falava, esse apelidou era novo. Hey docinho.

– Já está arrumada? Já chego à escola daqui a pouco.

– Na verdade... Eu liguei exatamente para você vir aqui.

– Você quer que eu vá aí te buscar? Serio? A sua casa é mais próxima do colégio do que a minha.

– Hum... É por isso mesmo. Por favor, eu quero te ver de novo.

– Poderíamos nos ver – Pausou suspirando - Mas está bem, já que você insiste... Saiba que você vai nos atrasar.

– Vem logo. Você não vai se arrepender... Bye.

– Tchau – Mas ela não chegou a ouvir, pois já desligara do outro lado.

Pegou a sua mochila em cima da mesa do computador, verificando antes se todos os materiais estavam presentes, então correu para a porta, apenas parando para fechar com suas chaves pelo lado de fora.

Não via a necessidade de ir à casa da garota, já que eles se veriam em pouco tempo. Mas se direcionou até lá de qualquer jeito.

Achou engraçado que ultimamente havia aceitado tudo que ela dizia como se estivesse cego para o mundo. Mas se convenceu de que deveria ser uma consequência de se estar amando, então não viu o porquê de achar isso errado.

Chegando ao prédio dela, ficou meio chateado de não vê-la esperando no portão da frente.

Você vai nos atrasar – Pensou.

Ele olhou para o porteiro que o reconheceu de imediato e o deixou entrar. Nunca falava muito com ele, mas agradecia por ele sempre acobertar seus encontros às escondidas com Emy.

Subiu sem temor pelas escadas, pois sabia que Oliver estaria no trabalho agora. Tocou a campainha.

– Hey – Ela abriu a porta animada.

Ela estava vestida praticamente da mesma forma de quando Andy viera pela primeira vez a sua casa. Usando um rabo de cavalo e com uma camiseta branca e apertada, só que dessa vez usava uma saia preta muito curta. Ele pôde sentir pela segunda vez nesse dia o volume em sua virilha aumentando.

Mas havia uma coisa errada, que ele não pôde notar inicialmente por estar muito ocupado olhando para os seios da garota...

– Cadê a sua farda? – Ele perguntou meio nervoso e ansioso ao mesmo tempo.

– Entre – Ela disse e sem esperar sua reação, puxou-o pelos braços, ficando de costas para a porta e girando a chave.

– Serio Emy, sem brincadeiras. Vá vestir sua farda logo que estamos atrasados – Disse puxando a gola de sua camisa, como se fosse ajuda-lo a respirar melhor. Deixou sua mochila cair no chão, encostada na parede.

– Ah, mais eu não estou a fim de ir – Ela disse dengosa empurrando-o gentilmente para o sofá.

– Emy!! – Ele resmunga ao cair no sofá – A aula começará em 5 minutos.

– Hum... Tá – Ela disse fazendo biquinho – Mas... Só se você me ajudar a me trocar.

– Não... – Parou, ficando vermelho – Uh... Nós... Ontem...

– Há há há, seu bobo. Você acha mesmo que eu te chamei aqui só pra me levar a escola? – Ela disse enquanto sentava em seu colo e acariciando os magros ombros do garoto – I would like to finish what we started yesterday. Eu gostaria de terminar o que começamos ontem.

– Emy – Ele suspirou jogando a cabeça para trás – Eu pensei no que a gente fez ontem, a noite inteira...

– Eu também – Ela interrompeu avidamente – E cada vez mais eu tenho certeza de que é isso que eu quero.

– Não é muito cedo para isso? Quer dizer, eu estou com medo do que pode acontecer.

– Nunca vamos estar realmente prontos para isso. Então é melhor fazermos quando ambos tivermos coragem.

– Mas eu li uma vez que...

– Xiuu – Ela colocou o dedo indicador nos lábios úmidos dele – Eu quero fazer isso não importa o que aconteça.

Ela o beijou ternamente e depois retirou sua boca esperando uma resposta do seu companheiro.

Ele ficou parado, pensando se aquilo seria o certo a fazer.

Então ele delicadamente retirou a garota de cima e se levantou. Estando em pé ele se apoiou suas costas na parede, pensando ainda sobre a garota que deixara deitada e carente no sofá ao seu lado.

– Venha... – Ela disse mordendo os lábios enquanto ainda deitada de bruços, deu alguns tapinhas no espaço vazio ao seu lado.

Andy deu um passo para o lado, ainda encostado na parede, mas agora a poucos centímetros da porta. Sua mente entrou em um conflito de proporções nucleares enquanto tentava decidir qual era a escolha mais sábia.

Deu mais um passo para a direita e dessa vez ficou com a porta logo atrás de si. Sua mão esquerda agarrou a maçaneta com ferocidade. Se saísse agora, Emy talvez deixasse de confiar nele por algum tempo, mas se ficasse poderia fazer algo que se arrependesse depois. O que fazer?

Ele lentamente girou a maçaneta e descobriu, com pouca surpresa que estava trancada. Suspirou.

– Ok – Ele falou direcionando seus olhos para a garota que estava esperando no sofá – Quando é que seu pai vai chegar?

– Não muito cedo, eu prometo – Ela disse sorrindo afetuosamente – Sabia que você não iria embora.

– Sabia? Como? Eu fui bem convincente aqui.

– Sim, mas você esqueceu sua mochila aqui do lado.

Andy suspirou, amaldiçoando sua estupidez.

Ele foi com os ombros caídos ao encontro da garota, mas apesar disso, se sentia um pouco feliz. Estendeu suas mãos para levanta-la do sofá e depois as levou até seus ombros para pressiona-la contra a parede. Ela respirou surpresa, mas aceitou a boca de Andy quando este se aproximou para beija-la.

Como agora não tinha mais volta, ele resolveu fazer o seu trabalho da melhor maneira possivel. Por isso, não se surpreendeu quando deixou sua mão cair até a coxa direita da garota, agarrando-a gentilmente, porém com firmeza e depois a levantando, prendendo-a a sua cintura. Sua boca virou um tornado, que percorreu toda a extensão do rosto e do pescoço de Emy, deixando pequenas marcas vermelhas de destruição inócua. A garota exalava um ar de felicidade e excitação, junto com um pequeno odor de juventude, que só aqueles que já sentiram os hormônios na flor da pele poderiam entender.

Ela nada mais pôde fazer, além de aceitar a caricia faminta e devolver em dobro. Assim ambos passaram por breves momentos até que Andy passou a ficar hesitante.

– Han... Emy – Ele falou parando seus beijos pouco a pouco e percorrendo os olhos pela sala – Vamos... Vamos para o seu quarto. Não aguentou ver esse cara grande me observando de todos os cantos.

Ele falou das fotos que estavam espalhadas pelos cantos e em algumas delas estava o pai de Emilly. Andy ficou desconfortável em ver aqueles olhos castanhos o encarando de volta, como se estivessem realmente ali.

– Sim – Ela riu - Está realmente estranho aqui.

Emy deu leves tapinhas nas mãos atrevidas do garoto, que foram obrigadas a se retirar, e puxou o pulso de Andy novamente, dessa vez em direção ao quarto. Ele foi tropeçando, mas feliz. Como se aquilo já tivesse virado um jogo.

O pequeno quarto de Emilly nunca parecera tão aconchegante quanto nesse momento. A janela coberta com cortinas brancas localizada no lado esquerdo da cama da garota lançava para o resto do quarto, tremulas luzes esguias e hesitantes, deixando o cômodo levemente clareado, mas não o suficiente para incomodar os olhos. Notou que além de um guarda-roupa, havia uma pequena mesa que continha um notebook e vários livros espalhados desorganizadamente, curiosamente Andrew pensou em Entropia e viu que podia usar esse conceito para o que Emilly estava fazendo com sua vida, só que de uma forma boa. Sorriu.

Ele sentou na cama, que nesse dia estava coberta por um lençol rosa com bege.

– Bom... Por onde paramos? – Ela perguntou retoricamente enquanto tirava sua camiseta.

Seu sutiã agora era preto, e os seios da garota pareciam ainda maiores na luz do dia.

– Sobre ontem... Seu mamilo... Ficou doendo? – Andy questionou, relembrando a mordida que dera sem querer.

– Ah, um pouco. Tive que passar gelo enquanto papai estava dormindo. Quer ver?

Ela tirou agora o sutiã. Não sentia mais a vergonha da noite passada, principalmente depois de seu namorado ter mordido o seu mamilo acidentalmente. Achava que isso já elevava o grau de intimidade o suficiente.

Andy pôde notar que o mamilo esquerdo estava um pouco mais vermelho do que o direito. Ele ficou embaraçado por ter feito isso.

– Ainda dói?

– Um pouquinho. Mais como dizem aqui nesse país? “Com um beijinho passa” – Falou sorrindo.

Andrew não pôde evitar gargalhar. Então resolveu acatar o pedido de sua namorada, beijando seu mamilo machucado.

Depois que viu que ela não sentira dor, manteve sua boca naquele local, passando sua língua, mas tentando ao maximo ir devagar. Enquanto isso, sua mão direita tocava no outro mamilo da garota, massageando-o devagar.

– Você ainda está vestido? - Ela censurou depois de alguns segundos apreciando o toque.

Andy notou que ainda estava com sua farda. Apressou-se a retira-la, expondo seu peitoral magro. Depois tirou os sapatos com os próprios pés, para poder se deitar na cama.

Ficaram os dois seminus deitados, tentando se preparar para o que estava por vir.

– Andy? – Emy perguntou após ter notado que o garoto continuava a usar a pedra no pescoço igual ao dia anterior – Eu queria te perguntar desde ontem...

– Sim? – Ele respondeu ansioso, se apoiando em seu braço.

– Essa sua corrente... – Tocou com sua mão no objeto - Por que você usa essa pedra?

– É uma ametista. Dizem que traz sabedoria e harmonia.

– Você não parece ser do tipo que acredita nesse tipo de coisa.

– E não sou – Falou pausando para pensar – Mas acho que gosto do que representa... Que tem a ver comigo... Além do mais, me lembra de épocas em que eu era ingênuo e acreditava que a vida era mais simples.

– Ela pode não ser simples – Sussurrou Emy tocando em seu queixo – Mas não significa que não valha a pena.

Ela o beijou de novo, o que deu um sereno conforto ao garoto. Mas enquanto isso, sua mãos desceram até a virilha dele, sentindo o volume desajeitadamente e tentando desabotoar o vinculo que mantinha a calça de Andy ainda presa ao seu corpo.

– Hey – Disse parando as mãos da garota – Eu estava aqui abrindo meu coração pra você e você tenta tirar vantagem?

– Não estamos aqui na minha cama pra conversar, não é? – Comentou ironicamente, mas ao notar que parecera muito dura, adicionou - Aliás, eu vi você chorando e achei que precisasse de algum consolo – Ela mordeu os lábios enquanto seus olhos brilhavam divertidos.

Andy suspirou. Ele nunca conseguia argumentar com Emy, parecia que ela tinha resposta para tudo, então deixou suas mãos continuarem.

Rapidamente ela conseguiu abrir o botão da calça de Andrew, mas ficava para ele o trabalho de retirar o resto. Ela se apoiou no cotovelo e sorriu vendo a tentativa desajeitada do garoto de retirar a peça. Primeiro tentou agilizar o processo usando apenas as pernas, mas fracassando Andy fora obrigado a usar as mãos, elas também se revelaram inúteis quando a calça ficou presa enquanto estava em suas canelas. Após alguns minutos humilhantes, ele jogou a calça para longe, meio irritado e com o rosto vermelho. Da mesma cor do seu rosto, era sua cueca, que rubra, denotava um volume especialmente acentuado na parte da frente.

A garota gargalhou por uma ultima vez, enquanto se apoiava pelos joelhos e abaixava a saia, com a facilidade que se tem para revirar os olhos. Esse gesto simples e extremamente sedutor deixou Andy ainda mais vermelho. Ele olhou para a calcinha da garota, que de tão apertada, quase pedia para ser retirada. Era de uma cor escura, que combinava com seu sutiã já jogado ao chão. Ela fez uma pose, fingindo estar envergonhada com seu estagio quase completo de nudez, apesar de que por dentro, realmente sentir um pouco de insegurança.

Ambos agora estavam com apenas duas roupas intimas os separando de ficarem juntos. Emiily transpirava nervosa enquanto olhava Andy respirar rápido demais.

Andrew sabendo que já estava parecendo um retardado parado ali como uma estatua, foi o primeiro a tomar coragem. Levou suas mãos até a cintura da garota e começou a beija-la. Eram beijos tímidos, daqueles que estão mais para um pedido não verbal, de colaboração.

Ela entendeu o gesto e passou as suas pernas pelo colo do garoto, agora com seus membros perigosamente pertos. Ela virou um pouco de lado a cabeça e esboçou seu melhor sorriso inocente.

– Você prefere começar então? – Ela sorriu ironicamente, depois o beijou em retorno.

Ele incentivado, começou a subir com suas mãos, indo parar rapidamente pelos seios da garota. Ela soltou um arquejo esperançoso, com a possibilidade de outra massagem por vir, Mas depois as mãos se deslocaram para o lado. Elas obrigaram os braços de Emilly a se levantarem enquanto passavam por suas axilas, cotovelos e indo parar nos pulsos.

Ele deitou a garota abaixo de si, quase como se fosse uma boneca de porcelana. Então fechou cada mão nos punhos de Emy e afundou-as na cama, deixando ela presa e suas bocas próximas – Emy, antes de fazer isso, precisamos estabelecer algumas regras...

– Ok, quais? – Ela disse divertida, beijando o garoto a cada palavra – Do tipo, não toque na minha bunda? Ou... Não me arranhe com essas unhas afiadas?

– Não, sua boba. Quero dizer sobre... Pera, de onde você tirou isso? – Ele se interrompeu surpreso.

– Ah, deixa pra lá – Ele continuou após ver Emy gargalhar – O importante é que eu não quero te machucar de novo.

– Você está falando serio, não é? – Disse ela, dessa vez com um ar menos divertido.

Andy assentiu com a cabeça.

– Não iria me perdoar, se algo acontecesse... – Ele retrucou.

– Então fale – Ela se ajeitou melhor e fingiu concentração – Estou a todos ouvido.

– Bom... Primeiro, quero que me avise caso eu faça algo de seu desagrado. Ou que... Bem, você sabe... Você sinta dor – Ele disse isso abaixando os olhos, como se houvesse feito um crime.

– Você não vai fazer nada disse meu docinho – Amenizou ela, sorrindo.

– Certo... – Ele concordou sem muita convicção - Segundo, por favor, não ria de mim, mas... Eu não sei muito como eu devo agir... Quer dizer, eu sei o que tenho que fazer... – Ele disse corando cada vez mais – Mas não sei como. Então gostaria de sua cooperação...

– Mas que besteira – Ela comentou sorrindo, mas complementou quando notou que Andy ficara magoado – Eu também não faço a mínima ideia do que fazer, mas é por isso que estamos aqui. Para descobrir uma ao outro – Ele beijou sua bochecha como uma forma de apoio.

– Sim, você tem razão – Ele sorriu aliviado – Então terceira e ultima...

Ele notou o olhar expectativo e apressado que a garota o lançava, sorriu pra si mesmo. Ela era tudo que ele sempre procurara.

– ... Cale a minha boca antes que eu estrague mais o clima – Confessou rindo.

– I’ll do it with pleasure – Emilly sussurrou com seus braços já libertos de sua prisão. Farei isso com prazer.

O momento que se seguiu foi uma mistura de ataque de beijos apaixonados e uma briga de pequenas mordidas sensuais, que durou apenas meio minuto, já que ambos haviam ficado sem folego. Eles riram enquanto se recompunham.

– Enfim... – Andy agora já seguro de si, se debruçou por cima da garota. Sua mão esquerda estava no pescoço dela, segurando delicadamente. A outra desceu cada vez mais, aproveitando a suavidade da pele lisa e alva de Emilly. Um pequeno obstáculo se interpôs diante de sua caricia, enquanto chegava à calcinha. Mas ele, não se incomodou muito, apenas bastou adentrar seus dedos por uma das alças e continuar descendo, carregando-a junto...



Notas finais do capítulo

Achou bom??? Tem alguma sugestão ou critica?? Está tão constrangido quanto eu depois de ler isso? Comente!!!
Não estou cobrando, é claro, mas faz bem um pequeno incentivo kkk.
PS - Meio dificil de escrever nos ultimos tempos hahaha, espero que me perdoe... Algum dia sai kkk



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