Tempo De Estrelas escrita por Hanna Martins


Capítulo 16
O inimigo de meu inimigo é meu aliado


Notas iniciais do capítulo

Depois de uma semana super mega hiper tensa, em que eu realmente não sei como sobrevivi, venho aqui com mais um capítulo. Peeta e a sua vingança rsrsrsrs



As gravações do clipe terminam sem mais nenhum incidente. Tratamos de ser os mais profissionais possíveis. Já são quase onze horas da noite, quando Plutarch grava a última cena.

Vou para o camarim e troco de roupa. Peeta aparece no camarim. Ele vai até banheiro e se troca.

– Está pronta, Katniss? – diz, saindo do banheiro.

– Pronta para quê?

– Para darmos uma lição em seu ex-namoradinho! – olha no espelho. – Sorte dele, que não fiquei com hematomas! Vai dizer que se esqueceu da festa de Cato?

A verdade é que eu nem lembrava mais desta festa. Por que Peeta tinha que inventar de convidar Finnick para esta festa?

– Katniss, você está me devendo isto. No restaurante eu te ajudei a fazer ciúmes no seu ex-namoradinho, agora é a sua vez de me ajudar.

– Ei, eu não estava provocando ciúmes no Finnick, eu só queria fazê-lo ficar irritado.

– Ciúmes ou não, isso não me importa. Agora chegou minha vez de me vingar dele. Aquele cara me deu três socos! E aí, vai ou não vai me ajudar? – me encara.

Peeta está falando minha língua agora. É obvio que quero me vingar daquele panaca, não posso desperdiçar nenhuma chance. Ganhei um aliado inesperado nesta vingança.

– Conte comigo! – respondo.

– Vamos? – sorri, me estendendo a mão.

– Vamos – sorrio também, pegando em sua mão.

Procuramos por Finnick e o encontrarmos conversando com Plutarch.

– Aqui está você! – diz Peeta, sorrindo. – Vamos para a festa?

– Sim, vamos – responde Finnick.

– Até mais – diz Plutarch.

Vamos para o estacionamento, onde o porsche de Peeta está estacionado.

– Quer uma carona? – pergunta Peeta.

– Não precisa. Sigo vocês em meu carro – ele vai até seu carro.

– O que você está pretendendo? – pergunto, entrando no carro.

– Você vai ver, Katniss. Esse babaca vai pagar por cada soco que ele me deu! Você está disposta a fazer tudo para se vingar deste imbecil?

– Você ainda pergunta? – sorrio.

Ficamos em silêncio durante o trajeto. De vez enquanto observo o carro de Finnick, pelo retrovisor, nos seguindo.

Chegamos a uma enorme mansão, a humilde moradia de Cato. Todos os astros do cinema parecem ter uma casa igual a estas, a casa de Peeta é outro exemplo de casa de astro de cinema. Já nem me impressiono mais com isso. Descemos do carro, Finnick se aproxima de nós, vamos até a porta. É Cato quem vem nos receber na porta.

– Peeta! Estava esperando por você! – fala de modo animado.

– Trouxe companhia, espero que não se importe!

– Mas é claro que não, quanto mais pessoas, melhor! Oi, Katniss, e... – olha para Finnick de modo interrogativo.

Peeta olha para Finnick com um discreto sorriso, saboreando cada momento. Noto que Finnick não gostou nenhum um pouco de não ser reconhecido por Cato. É claro, o senhor sou uma celebridade odeia não ser reconhecido.

– Este é Finnick Odair – apresenta Peeta, depois de um tempo. Ele realmente gosta de torturar Finnick.

– Espero que se divirtam – fala Cato.

Entramos na casa. Uma música, ligada no último volume, toca. Percorro meus olhos pelo local, há uma verdadeira pista de dança no centro da sala, e até uma espécie de um bar com um barman e tudo em um canto. Há muitas pessoas, reconheço algumas celebridades.

O braço de Peeta vai parar em meus ombros.

– O que achou da festa? – pergunta Peeta para Finnick.

– Achei legal... – responde.

– Que bom! Quer tomar uma bebida? – pergunta, caminhando em direção ao bar.

É claro que Peeta me arrasta junto com ele, Finnick nos segue. Peeta pede para o barman duas bebidas, ele me olha maliciosamente.

– Minha girl on fire não vai beber hoje! – ri, me dando um beijo na bochecha.

– Girl on fire? – Finnick me olha interrogativamente.

– É assim que eu chamo ela – pega a bebida que o barman entrega.

– Girl on fire – enfatiza a palavra. – Quer saber o porquê, Finnick? – fala de um jeito malicioso. – É porque...– me aperta contra seu corpo. – Acho melhor eu não dizer...– pisca um dos olhos para mim. – É nosso segredinho...

Sorrio para Peeta, se ele quer brincar com Finnick também quero brincar.

– É, Peeta, melhor você não revelar o nosso segredinho para... estranhos – olho para Finnick, algo em sua expressão me diz que ele ficou furioso ao escutar a palavra “estranho”. Sim, é isso o que você é para mim, Finnick, um completo estranho.

– Eu não sou um... – porém, não completa a frase.

Peeta se inclina e mordisca a minha orelha. Eu encosto minha cabeça em seu peito e passo minha mão sobre seu peitoral lentamente. Aliás, mesmo com a camiseta ainda consigo sentir completamente cada músculo dele.

– Minha girl on fire já está...

– Sim, já estou – digo com uma voz melosa. Seja lá o que Peeta quis dizer com isto.

– Ela não me dá uma folga! – pisca um dos olhos para Finnick.

– Com licença, vou dar uma volta por aí. Vejo vocês mais tarde – Finnick sai.

Eu e Peeta nos olhamos.

– Ele ficou...

– O cara está furioso, Katniss – ri. – Estava vendo a hora em que ele iria saltar sobre mim e me bater.

Peeta me solta e bebe um pouco da bebida que tem em suas mãos.

– Mas o que eu falei sobre beber, é verdade. Nada de bebida para você – diz sério.

– E quem disse que eu gosto de beber? – o encaro.

– Só estou dizendo que não quero acabar esta festa todo vomitado.

Bufo. Só foi uma vez, e nunca mais faço de novo.

– E além disso, preciso de alguém sóbrio, já que eu bebi, para me levar para casa.

– Eu vou ter que te levar para sua casa?

– É claro, e não vejo nada demais nisto, eu vivo te levando para sua casa, e nunca reclamei.

– Nunca reclamou? – falo sarcasticamente.

Peeta bebe toda a bebida que tem nas mãos, e pede outro copo para o barman.

– Você vai ficar bêbado?

– Mas é claro que não. Diferente de cercas pessoas – me olha. – Tenho bastante resistência à bebidas.

– É claro – falo ironicamente. – Só acredito vendo! Olha, se você ficar bêbado, quero que saiba que não vou ser sua babá!

– Ei, o quê você está falando? Da última vez que você ficou bêbada, eu tive que ser sua babá.

Odeio o fato de que Peeta está... um pouco certo.

Peeta já está terminado o segundo copo de bebida quando vejo Finnick conversando com uma bela ruiva em um canto.

– Mas aquela não é a Foxface? – pergunto, olhando para a ruiva.

Foxface, a sensação do momento. Com apenas dezessete anos, Foxface é uma cantora que encanta o país, todas as adolescentes querem se vestir como ela, usarem o mesmo penteado, querem ser ela.

– Agora ele deu uma de Cato e resolveu pegar as garotas menores de idade? – falo, notando como ele tenta jogar todo o seu charme em cima da garota.

– Cato! – chama Peeta, ao ver Cato passar perto de nós. – Você convidou a Foxface?

– É convidei... – sorri, esse sorriso me diz que ele tem muitas intenções, e não são intenções puras.

– Acho que é melhor você usar seus dotes de sedutor agora, porque... – olha sugestivamente para a direção em que Foxface e Finnick estão.

– O quê? Demorei séculos para conseguir que ela viesse a uma de minhas festas, não vou deixar que ele ninguém se aproveite de meu esforço – ele vai em direção aos dois.

– Pronto, problema resolvido – Peeta ri. – Finnick não vai sair ganhando nada desta festa. Cato nunca deixa uma garota escapar de suas garras.

Observo Cato conversando com Finnick e Foxface, jogando todo o seu charme para cima desta. Finnick parece aborrecido. Sorrio, Cato pode ser bem útil às vezes, acho que não me arrependo mais de ter arriscado minha pele para salvá-lo. Finnick olha em nossa direção, desvio rapidamente meu olhar dele.

– Ele está nos olhando – abraço Peeta.

– Katniss, quer me ajudar a dar uma pequena lição em Finnick? – sussurra em meu ouvido.

– É claro.

Peeta me segura entre seus braços e me leva até um pequeno sofá que fica em um canto afastado, é claro que antes de irmos até lá, passamos perto de Finnick.

– Katniss, sobe no meu colo – diz, sentando-se no sofá.

– O quê? Mas todo mundo vai ver!

– Não, ninguém vai ver. Todo mundo está ocupado. O único que vai ver é ele.

Peeta tem razão, as pessoas ao nosso redor estão bem ocupadas... Algumas se pegam na pista de dança e outras, mais discretas, se agarram em algum canto mais escuro.

Lanço um discreto olhar em direção a Finnick, constato que ele nos olha, parece nervoso. Foxface está totalmente envolvida na conversa de Cato, e eu estou junto com o príncipe da nação, título, que tenho certeza, ele pensa que deve ser dele. É, Finnick, sua noite não está sendo nada boa, e pode ficar ainda pior.

Olho para Peeta e decido seguir seu plano. Sei que é loucura, eu não deveria fazer isto, mas Finnick já me fez tão mal. Tenho que me vingar de todo o mal que ele me fez. Estou muita irritada com que aconteceu mais cedo... Acho que vale a pena fazer isto, se for para dar uma pequena lição em Finnick.

Sento-me no colo de Peeta. Coloco minhas pernas em torno de sua cintura. Peeta puxa meu corpo contra o seu corpo. Aproxima sua boca de minha orelha, ele me dá uma leve mordida, seus lábios começam a percorrer meu pescoço, descendo até meus ombros. A blusa que estou usando é uma regata, Peeta afasta um pouco uma das alças. Sinto um escalafrio quando os lábios de Peeta tocam minha pele. Seguro os cabelos de Peeta com força, os puxando. Seus lábios vão até a minha boca. Recebo os lábios de Peeta, que se encaixam perfeitamente nos meus, abro meus lábios permitindo que a língua de Peeta entre na minha boca. Sua língua dança com a minha. Fazemos um verdadeiro balé, em que ele me conduz.

As mãos dele percorrem minhas costas. Peeta está me deixando completamente sem fôlego. Ele retira seus lábios dos meus, me dando tempo para respirar. Porém, volta rapidamente para meus lábios, ainda mais intenso, Peeta suga meu lábio inferior, isso foi tão... bom. Foco, Katniss, você está atuando. Ele me dá uma leve mordida em meu lábio inferior, solto um gemido. Me aperto ainda mais contra seu corpo quente. Minha mão percorre pelo peitoral de Peeta, sentindo seus fortes músculos que se ajustam perfeitamente em sua camiseta. Fico sem fôlego novamente, minha respiração está ofegante. Peeta separa seus lábios dos meus, me acerco de sua orelha, lhe dando uma mordida, enquanto os lábios de Peeta percorrem meu pescoço e meus ombros. Minhas mãos percorrem seus bíceps. Sinto um calor enorme, quem elevou a temperatura do ar condicionado? E uma vontade gigantesca de me espremer ainda mais contra Peeta, como se estar agarrada com Peeta, como se não houvesse amanhã, não fosse suficiente. Katniss, isso já passou dos limites se você continuar assim, sabe-se lá onde isso vai parar.

– Acho que já está bom! – sussurro em seu ouvido.

Peeta pare de beija meu pescoço e me olha.

– Acha que isso já foi suficiente para torturar seu ex-namoradinho e deixá-lo irritado?

– Tenho certeza – saio do colo dele.

Lanço um discreto olhar em direção a Finnick, que nos olha com uma expressão enigmática.

– Ótimo. Seu ex-namoradinho precisa ficar bem irritado para que a segunda parte do plano dê certa... Ele precisa ter a pior noite da vida dele... – sorri de uma maneira bem sugestiva. – Eu já volto, fique aqui.

Acompanho Peeta com meus olhos, porém logo o perco de meu campo de visão. Percebo que Finnick não para de olhar em minha direção. Isso está me assustando. Ele vem até mim. Oh, não, o que fiz para merecer isso?

– Katniss... – olho para ele.

– Finnick – sou salva por Peeta que aparece em minha frente. – Espero que esteja se divertindo! – fala animadamente, se sentando no sofá e me abraçando. – Porque eu e a Katniss estamos! E como!

Finnick nos olha furiosamente, ele abre a boca para dizer alguma coisa. No entanto, as palavras não saem de seus lábios, pois uma belíssima loura, daquelas que costumamos ver em capas de revistas, dá um esbarrão nele derramando toda sua bebida em sua camiseta.

– Oh, perdão! – fala a loura com um sorriso sedutor. – Derramei todo o meu whisky em você.

– Tudo bem, não foi nada.

– Como não foi nada? Eu preciso dar um jeito nisto, eu fui uma garota muito má – o que é isso? A loura acaba de dar em cima do Finnick?

Olho para Peeta, que observa a cena com um discreto sorriso no rosto. Algo me diz que este esbarrão não foi acidental.

– Vem, vou dar um jeito nisto – a loura pega no braço de Finnick e o arrasta sem que ele possa dizer nada.

– Peeta? – o olho, interrogativa, esperando que me explique o que está acontecendo aqui.

Ele apenas sorri e levanta-se.

– Aonde você está indo?

– Falar com Cato – responde simplesmente. – Você não vem?

Cato não está mais conversando com Foxface, ela acabou de sair da festa. Agora ele está conversando com um grupo de garotas, acho que são modelos ou algo do gênero, pois todas são magras, altas e tem aquele ar de quem não come há dias. Acompanho Peeta até onde Cato está.

– Cato, você não conquistou a garota? – pergunta maliciosamente Peeta.

– Quase – pisca um dos olhos para Peeta. – Mas ela é difícil na queda – ri.

Peeta olha para seu celular, alguém acaba de lhe mandar uma mensagem. Ele sorri.

– Cato, você não quer mostrar a sua nova piscina? Acho que as garotas vão adorar, não é, garotas? – pergunta a modelos.

– É claro – respondem elas em coro.

– Você não vai negar isto as garotas, vai?

– É claro que não – responde Cato.

Vamos até a piscina de Cato que fica nos fundos da imensa mansão. Não estou entendo qual é objetivo de Peeta com tudo isto. Mas ele faz cada coisa maluca que decido não questionar.

A piscina é enorme, tem até uma espécie de cachoeira! Nunca vi uma piscina assim.

– Cato você deveria fazer uma festa na piscina! – sugere uma das garotas.

Peeta se aproxima de mim. O olho, interrogativa, ele faz uma gesto para que eu acompanhe seu olhar, meus olhos vão parar na cachoeira da piscina, na verdade em um canto, e lá quase imperceptível está... Finnick. Mas o quê? Peeta sorri. Não estou entendo nada, como Finnick foi parar lá? E por que ele não sai? Ele está tentando se esconder de nossos olhares. Eu sei que invadir uma piscina sem que o dono saiba é bem vergonhoso, mas se esconder? Não seria mais fácil ter saído da piscina. Aliás, no que Finnick estava pensando quando pulou na piscina? Está fazendo frio, por que raios ele foi inventar de pular na piscina? Eu sei que a piscina de Cato é realmente irresistível, mas está frio! Sinto minha pele ficar arrepiada com o vento gelado que sopra. Finnick perdeu o juízo de vez.

– Sabiam que dá para controlar a temperatura da água? – fala Peeta se aproximando de uma parede e mexendo em alguns botões. – Ah, Cato, acho que apertei o botão da água gelada, e agora? Não sei como desligar isto!

– Eu também, não – Cato ri. – Deixa isto aí, Peeta, amanhã resolvo!

– É uma pena que não podamos ter uma festa na piscina com este frio – lamenta uma das garotas.

– Juro que faço uma assim que estiver calor! – promete Cato.

As garotas riem, e voltam para dentro da casa junto com Cato.

– Peeta? O que você fez? – pergunto, quando ficamos um pouco mais para trás do alegre grupo.

Só agora percebi que tudo isto foi um plano de Peeta.

– Nada – sorri. – Só estou devolvendo os socos que aquele babaca me deu.

– Mas como ele foi parar na piscina?

– Tive ajuda da Hilary – aponta para a garota loura que conversa despreocupadamente com outra garota. – E o panaca caiu direitinho – ri.

– Mas por que ele não saiu da piscina?

– Ele não pode – dá mais uma gargalhada.

– Ahã?

– Está do jeito que veio ao mundo e a Hillary, deu um jeitinho de sumir com as roupas dele.

Começo a rir, a ideia de ter Finnick completamente nu na piscina, debaixo da água fria, é muito cômica.

– A única coisa que ele vai encontrar em toda aquela piscina semelhante a roupa é uma toalhinha de rosto, já que eu não sou uma pessoa totalmente cruel... – ele ainda ri.

Neste instante, três garotas entram na casa gritando.

– Tem um louco no seu jardim, Cato! – grita uma das garotas.

– Ele estava pelado, só com uma toalha de rosto, correndo pelo jardim – acrescenta a outra garota.

– O quê? – Cato está perplexo. Ele vai até a janela. – Tem um maluco pulando o muro só de toalha – fala como se não acreditasse nas próprias palavras.

Todos vão até a janela, a única coisa que se vê é um ser quase nu pulando o muro. Neste momento, todos na festa, todos mesmo, começam a gargalhar.

– Isso me lembra da vez que fiz algo semelhante em Paris – comenta Cato entre gargalhas. – Estava com uma mulher, e ela era casada, só fui descobrir quando o marido chegou, tive que pular o muro da casa dela só de toalha. Mas não estava frio, e nem era uma toalha de rosto, este cara me superou!

Outras pessoas começam a contar suas histórias, nunca pensei que ouviria tantas histórias relacionadas a pessoas peladas em um só dia. Não consigo parar de rir. Peeta foi cruel em seu plano maligno, acho que preciso tomar cuidado para que não aconteça algo semelhante comigo.

– Quero só ver se ele consegue pegar um táxi ou chamar alguém nestes trajes – fala Peeta em meu ouvido. – Já que a Hilary está com as chaves do carro e o celular dele.

– Você é mau, Peeta!

– Eu não sou mau, só estava fazendo ele pagar – ri. – E além disto, nem foi tão cruel, só divertido. O máximo que ele vai conseguir será um resfriado daqueles, e uma vergonha terrível... Agora, ele vai pensar duas vezes antes que se meter com Peeta Mellark, na próxima vez, posso não ser tão bonzinho assim.

Ele ri. Também rio, não consigo esquecer a cena de Finnick pulando o muro quase totalmente nu, com apenas uma toalhinha para se cobrir, além de ter ficado naquela água gelada com este frio que está fazendo.



Notas finais do capítulo

O que acharam do capítulo? E da vingança de Peeta foi maquiavélica? Não foi? O Peeta foi bonzinho ou foi mau como um pica-pau?