D.N.A Advance: Nova Ordem do Século escrita por Sensei Oji Mestre Nyah Fanfic


Capítulo 97
Um Réquiem para SlashAngemon


Notas iniciais do capítulo

Oi caralhow! Olha eu aqui de volta 2017 com mais postagens. Desculpem pela demora, mas me deu uma preguiça e não estava inspirado esses dias, mas ainda é janeiro né, gente. Tem um aviso no fim do capítulo.

Boa leitura.



Lampmon estava prestes a matar Paulo, Mona, Linx e os outros quando teve a maior surpresa da sua vida, Wesley apareceu num portal entre o Elísio e o Digimundo. O homem foi com tudo para cima do vilão e, com um soco bem dado, golpeou-o fortemente que o fez ser arrastado por centenas de metros, sair da cidade e cair na Pirâmide. Mona-sama gostou do que viu e não esperou nada menos dele. Paulo, Lúcia, Lucas, Neymar e os Pagumons ficaram de queixo caído. Um inimigo quase invencível foi facilmente atingido.

— Vi... Viram aquilo? Ele deu um murro no governador tão facilmente! — exclamou Goburimon que ainda não estava acreditando.

— Até parece que ele está bem mais forte — disse Lucas.

— Ele não parece que está, ele está com certeza. Djinn não era derrotado nem nunca foi ferido nem mesmo por digimons na fase extrema. Algo aconteceu — disse Mona.

— Se ele está mais forte, como ficou? Eis a questão — disse Linx.

— Não interessa. Só sei que ele é o homem que eu mais admiro e é o meu pai. Ele vai vencer esse governador — respondeu Paulo.

Beelzebumon ficou admirado com o poder que adquiriu durante aquele ano em que teve que suportar um duro treinamento. Conseguir atingir o rosto do algoz era uma maravilhosa sensação. Agora estava pronto para a verdadeira batalha.

Quilômetros dali, nos escombros da Pirâmide, Djinn tentava entender o que realmente houve. Ele estava deitado no chão, com os braços cruzados, um rosto bastante sério e o lado esquerdo da cara vermelho por conta do soco.

— Uma criatura insignificante como aquele Beelzebumon não poderia estar escondendo um poder oculto esse tempo todo. Ele estava completamente encurralado. O que poderia ter acontecido? — ele lambeu os lábios.

Beelzebumon desceu até onde os outros estavam. Ficou muito feliz pelo parceiro e filho ter se recuperado completamente da doença. Soube por meio de Linx que estava sendo bem cuidado por Mona e os demais.

— O que vocês fazem aqui?

— Mona-sama pretende fazer alguma coisa para acabar com o governo. Por isso ela veio para cá — respondeu Lúcia.

— Vocês não entendem ainda. Eu só preciso que você chute muito o traseiro daquele filho da mãe e o faça ficar com uma puta raiva. Ele vai ser o estopim para a queda definitiva desse maldito governo — respondeu ela.

— Me diz aí, como você ficou tão forte?

— Ah, Paulo, não posso falar nada. Algo que você não entenderia ainda. Apenas saiba que eu dei duro para ficar forte. Só isso. E quanto aos outros? Eles estão lutando?

— Ruan e Andromon estão lutando sozinhos, o Jin e a Rose fizeram dupla e Mia com Aiko também. Todos eles estão dando duro para derrotarem todos os inimigos — disse Lúcia.

— Espero que sim. Bom, preciso estar preparado porque o governador acabou de ficar com muita raiva de mim, apesar de não demonstrar tão facilmente.

Linx ficou observando Beelzebumon. Tentou descobrir por si só como ele ficou tão confiante e forte de uma hora para outra.

Uma forte ventania tomou conta de boa parte da cidade. Soldados, carros, digimons e tudo que estava no caminho foi arrastado. Um raio caiu próximo à árvore e surgiu Lampmon que estava com o semblante dessa vez mais sério. Goburimon deu um grito de medo ao ver o demônio do vento bem perto dele.

— Neymar, deixa de ser cagão — repreendeu sua mãe.

— Nunca levei um golpe no meu corpo e nem em um milhão de anos imaginaria alguém me acertar no rosto com essa potência. Você aprendeu o Chikara, com certeza. Ou já sabia e resolveu expô-la agora.

— Ficou com medo de me enfrentar, brisa?

— Pelo contrário, estou muito animado. Pensava que passaria a minha vida toda com o tédio de lutar contra um lixo como aquele SlashAngemon. Eu estava errado quanto à você. Escolha um lugar para lutar, homem. Eu como anfitrião desta ilha deixarei o meu oponente escolher.

— Olha só... Que tal irmos para um lugar mais ermo. Talvez mais próximo das minas que ficaram abandonadas.

Lampmon assentiu o que o seu oponente disse e avisou que estaria esperando por ele para dar início à luta. Ele foi na frente. Beelzebumon pediu para que Paulo, Lúcia e Lucas fizessem o que Linx e Mona-sama dissessem e para não se separarem, pois a cidade estava perigosa. Paulo pediu ao seu pai que ganhasse a luta, ele deu a certeza que ganharia. O digiescolhido retirou a foto dele do bolso da sua calça.

— Se cuida...

Wesley sobrevoava a floresta logo atrás do governador. Os dois pousaram num campo bem espaçoso, logo ao norte estava as minas e mais alguns quilômetros dali estava a cidade de Azalea. Por um momento houve um silêncio avassalador, com apenas o barulho do vento batendo nas árvores. Até que o próprio governador resolveu falar.

— Não interessa se aprendeu o Chikara ou se já sabia. O que importa é que você não sabe com quem está lidando. Eu posso ser muito perigoso, cuidado.

— Obrigado pela mensagem, mas pode vir com tudo pra cima de mim. Ou não me diga que não é lá essas coisas?

Djinn se transformou em vento e desapareceu. Beelzebumon fechou o punho e socou o ar que atingiu mais uma vez o rosto de Djinn. Este ficou se transformando em vento a fim de tentar se aproximar do outro, mas a guarda de Wesley era extremamente boa. O governador levou mais dois golpes, um na barriga e outro nas costas. Ele sentiu um pouco de dor, mas não parava de rir.

— Dah ahaha com certeza você está muito diferente de antes. Essas técnicas amadoras não funcionarão mais contigo. Portanto, a verdadeira luta vai começar.

Djinn começou a gemer. Seu corpo soltava uma fumaça parecida com vapor por todo o seu corpo. Ele usaria seu próprio corpo na luta, e não golpes especiais com o vento.

Os dois voaram um contra o outro. Uma onda de choque ocorreu fazendo as árvores caírem. Ambos lutavam fisicamente cada qual com suas próprias forças... forças avassaladoras. Cada golpe era um poder tremendo. Beelzebumon se separou do outro e foi para o chão, Djinn deu um chute no ar formando uma lâmina que foi até Beelzebumon. Este, utilizando o escudo de dados, afastou a lâmina que logo cortou pela metade a maior montanha de toda a ilha. O pedaço com mais de quinhentos metros caiu da própria ilha e foi em direção ao chão causando um grande estrago no lago que ficava em baixo. Muitos digimons que aguardavam a vez para entrar na ilha correram para fora do raio da fronteira. Foi um transtorno.

— O que achou do meu chute? Posso dar mais forte hehehehe.

Beelzebumon pegou as duas pistolas, apontou para as árvores e atirou. Lampmon não entendeu o que estava acontecendo até olhar para cima e ver centenas de árvores flutuando sobre sua cabeça.

— Minhas pistolas estão aprimoradas. Ela possui mais de um poder agora, e agora estou usando a arma da gravidade que faz aumentar ou diminuir a atração gravitacional dos objetos. Prepare-se!

As árvores caíram tão rápidas quanto uma bala. Djinn aparentemente foi atingido, porém, Beelzebumon quis se certificar. Djinn apareceu por trás dele e soltou uma rajada de vento, o outro virou-se imediatamente e se defendeu com suas próprias pistolas que soltaram um raio poderoso que conseguiu parar o ataque do vilão.

— Mais uma vez seus brinquedinhos te salvaram. Até quando vai ter essa sorte?

— Até eu ver sua cara na lona.

Eles mais uma vez foram um na direção do outro. A luta era intensa e não havia nada que iria pará-la.

Enquanto a luta principal se desenrolava, Andromon também lutava contra Kazejinn. Os telhados das casas explodiam com os golpes dos dois. Andromon usava seu poder da espada e os mísseis, Kazejinn girava o seu bastão para produzir uma forte rajada de vento.

— Ohhhhhh você vaaaai morrer...

— Esse cara é escorregadio. Não consigo atacá-lo com mais precisão.

Kazejinn foi até ele e, com o bastão, desferiu golpes. Andromon se defendia com seus braços. Os dois estavam próximos à Árvore da Vida.

Ruan ainda estava distante de todos os outros. O rapaz mexia no drone que Mona-sama lhe confiou. O adolescente, excelente em jogos eletrônicos, achou fácil mexer naquilo. A questão era o motivo pelo qual Mona-sama pediu isso. Era um mistério, haja vista que ela continuava a fazer mistério. Ele mexia no controle remoto e observava o que se passava na luta principal.

Andromon bateu as costas no tronco maciço da árvore. Kazejinn fez um ataque com o bastão, mas o androide conseguiu finalmente segurar o objeto. Os dois ficaram disputando força durante alguns segundos até que o parceiro de Ruan conseguiu quebrar o objeto fazendo Kazejinn recuar.

— Ooooooo meu bastão! Não poooooode ser!

Mona-sama observava as horas quando pediu para que todos ajudasse ao máximo os moradores da cidade. A mulher queria provar que os próprios digiescolhidos nunca foram uma ameaça real, e sim o próprio governador que se disfarçava de bondoso, mas que na verdade era um ser cruel. Paulo, Lúcia, Lucas, Neymar e Linx concordaram. Eles se expalharam em dois grupos a fim de ajudarem os digimons que estivessem feridos.

Paulo, Goburimon, Mona e os Pagumons formaram um grupo, Linx, Lucas e Lúcia formaram outro. Paulo viu um Pyomon preso nos escombros de uma casa quando resolveu ajudá-lo. O digimon percebeu que era o digiescolhido, assim começou a pedir socorro. O rapaz apenas soltou o digimon que saiu correndo, mas os soldados do governador vieram em peso.

— Parece que será um caminho longo para convencer os moradores — disse Linx.

— Precisamos fazer isso custe o que custar. Mesmo assim temos que chutar e muito a bunda desses desgraçados — disse Mona.

Os soldados correram até eles. Mona-sama e Linx usavam armas de fogo para atirarem neles, Goburimon usava seu porrete para atacá-los e Paulo conseguiu lutar mano a mano com uns mais fracos. Goburimon saiu voando até cair numa caçamba de lixo.

— O que foi isso, porra?

— Mãe, aquele cara é muito forte.

Um soldado de três metros apareceu. Todos os outros soldados se afastaram para que ele passasse. Mona encarou o homenzarrão, apesar de ser 1 metro e 30 menor que ele.

— Comece a rezar, velhinha.

— Vai pagar caro por ter me chamado de velhinha, seu porra!

O homem ameaçou bater nela, mas a mulher se abaixou e deu um soco nas partes baixas dele. O cara gemeu feito uma mocinha e dando margem para Mona atacá-lo com várias coronhadas na cabeça dele.

— Não sou velha, sou uma pessoa privada de mais juventude. Seu merda!

— Ela... não admite o óbvio... — disse Neymar antes de levar um cascudo na cabeça e ficar com um galo enorme.

— Vamos continuar, cambada. Não temos muito tempo.

No grupo de Mia...

A luta na água aparentemente chegou ao fim, só que não. Seadramon usou seu poder congelante para congelar o lago e a Suijinn. Por algum tempo parecia que a luta estava ganha, porém a gênia de água conseguiu derreter o gelo com a própria água e voltar ao normal.

— Shwarrr... Vocês vão pagar por isso. Agora fiquei furiosa!

Suijinn aumentou o volume da água fazendo o lago transbordar. A água pegou Mia, Aiko e Geogreymon que foram arrastados para longe. O digimon dinossauro e Aiko conseguiram se segurar para não serem arrastados pela correnteza, porém, com mia foi diferente. A água retornou e a garota foi com tudo para dentro do lago que ainda estava gelado.

— Mia! — disse Seadramon.

— Shwarrr... ela vai se afogar... e ninguém vai salvá-la.

Mia afundava cada vez mais. Suijinn impedia de Seadramon salvá-la. Aiko pulou imediatamente no lago. Ela estava um pouco distante, mas conseguiu agarrá-la. Suijinn tentou atrapalhá-lo com um redemoinho, mas a surpresa maior foi o legacy da garota brilhando.

O corpo de Seadramon pulsava. Ele nunca mais sentiu aquela sensação: a sensação de super evoluir.

— Seadramon super digievolui para... MegaSeadramon!

O parceiro de Mia ficou bem maior e mais forte. Voltou a ser o velho MegaSeadramon de sempre. Suijinn não ficou assustada, mas mal sabia que seriam seus últimos momentos.

Djinn fez aparecer vários tornados ao mesmo tempo na ilha inteira. Estava bastante difícil escapar do governador assim, porém Beelzebumon ainda não havia levado golpe. Os dois estavam bastante empatados. Por um lado o homem atirava com suas pistolas causando grandes impactos, por outro, o governador criava lâminas de ventos que fatiavam a ilha. A luta estava tão séria que até quem estava bem longe da ilha Windows conseguia ver a nuvem escura que Lampmon formou.

— Nunca me diverti tanto numa luta. De fato você não é um fracote como o SlashAngemon. Mas vai aguentar até quando?

— Até quando eu acabar contigo.

— Cuidado. Os governadores são poderosos, mas possuímos cartas nas mangas.

Os dois foram de encontro um com o outro.

...

Enquanto isso na base secreta de Gennai, Nashi e Kotemon finalmente retornaram depois de uma missão fracassada. Eles perderam a chance de ficarem com o núcleo para um dos capangas do Chanceler.

— Foi um fiasco, não deu certo. Aquele gordo acabou com as nossas expectativas — disse ele para LinK.

— Fica assim não. O mais importante é não deixar que todos os núcleos caiam nas mãos dele. Se pelo menos um núcleo faltar, os outros não serão viáveis.

— LinK, para que o Chanceler quer tanto eles?

— Não é o Chanceler quem quer, é o imperador. Aquele homem possivelmente quer os núcleos para...

— Senhor, localizamos o senhor Gennai. Ele está chegando na ilha de Firewall que fica a muitos milhares de quilômetros daqui — disse um soldado.

— Veremos o que o chefe aprontará. Eu já vou.

A nave de Gennai percorria todo o oceano e estava se aproximando no arquipélago de Firewall. O clima da ilha era tropical e bastante agradável, porém uma muralha com mais de duzentos metros cercava boa parte da ilha. Era uma parede impenetrável. O homem, que já conhecia sobre a região, foi para os portões principais. Haviam duas enormes estátuas de Buda na entrada do portão mestre onde grandes embarcações entravam.

— Pra entrar terá que pagar 100 dólares — disse uma anciã baixinha que ficava num tipo de guarita baixa perto da entrada.

Gennai retirou o dinheiro, um Nanimon foi até ele e pegou o dinheiro. A mulher agradeceu a ele e permitiu a sua entrada. Era como ele pensava, uma linda ilha paradisíaca com vários habitantes felizes. O ruim que seria difícil encontrar o núcleo naquele ambiente.

Nave do Chanceler

Strabimon ficava olhando entediado o sol começar a se por. Ele estava sentado e bebendo algo numa taça quando um dos seus soldados o interrompeu para dar um recado. Era Sanzomon que queria falar com ele. O Chanceler permitiu que sua subordinada ficasse na linha.

— Senhor, tenho um sério problema para falar.

— Fala.

— O Fatmon foi morto, senhor. Um homem com um digimon se transformaram num digimon e o venceu facilmente. Não sou párea para ele...

— Já entendi. Pode voltar imediatamente — ele desligou. — Quero uma conexão com meu palácio.

— Sim, senhor.

Apareceu o holograma do mordomo.

— Mestre, o que deseja?

— Quero que fale com o comandante e peça-o para vir me ajudar imediatamente. Eu devia ter te escutado e levado ele junto desde o começo.

— Sim, mestre.

Ilha da Neve

Passos caminhavam em meio à neve espessa. A pessoa estava supervisionando a tropa recolher os impostos dos cidadãos dos vilarejos quando recebeu uma ligação do mordomo.

— Pode falar...

O mordomo repetiu tudo o que o Chanceler falou. O ser largou o serviço imediatamente para se concentrar na sua nova tarefa.

— Primeiro Wisemon e agora Fatmon. Nosso governo está começando a ficar em caos, por isso não entendo a tranquilidade do Chanceler. Irei imediatamente para o Digimundo interior.

...

Enquanto isso na batalha dos digiescolhidos contra Suijinn...

Mia foi sugada pelo lago, porém foi salva por Aiko que mergulhou para salvá-la de ser afogada. Suijinn pressionou ao tentar acabar com os dois, mas Seadramon, sentindo a pressão do momento, conseguiu evoluir para a sua forma perfeita, MegaSeadramon. O parceiro de Mia agora estava confiante que venceria aquela luta.

— Aiko, retire Mia para longe daqui. O poder que soltarei poderá matá-los. Vão!

— Certo. Vamos, Agumon — ele a carregava no ombro.

MegaSeadramon aguardou todos saírem.

— Shwarrr do que está falando? Só porque super evoluiu, ainda não é páreo para mim.

— O poder que vou soltar irá acabar contigo num minuto, mas eu também vou sair ferido. Melhor arriscar agora.

— Swwarrr Shwarrr e qual o poder que vai soltar? Gelo? Shwarr.

MegaSeadramon fez o seu chifre brilhar intensamente. Os raios começaram a cair e a se acumularem no chifre dele. O parceiro de Mia ficou sentindo muito poder vindo até soltá-lo.

— Dardo do Trovão!

A rajada elétrica atingiu o lago e eletrocutou Suijinn que não acreditava que estava sendo derrotada. A gênia das águas se transformou em boneco logo depois.

Aiko caminhou para perto do lago e viu Betamon quase desmaiado. O rapaz o segurou no braço.

— A Mia está bem?

— Ela vai ficar bem.

— Que bom.

Ainda a luta entre Beelzebumon e Lampmon continuava disputada e não havia como definir quem venceria. Ambos estavam em seus auges no combate e poucos erros aconteciam.

Beelzebumon pousou no chão, Lampmon também. Os dois ficaram se encarando o tempo todo até que o governador aliviou a tensão.

— Dah ahaha essa luta não vai levar a nada. Estamos empatados e não há como sabermos quem vencerá, certo?

— É o que parece.

— DAHHH AHAHAHAHA é o que você pensa. Eu acabei de falar algo que você pensa. Beelzebumon, acha que estamos empatados, mas o fato é que eu já venci essa luta.

— Não sei como. Está blefando.

— Será? Nós governadores somos poderosos e considerados deuses neste mundo não só porque somos forte fisicamente e com grandes poderes especiais, mas possuímos truques que está além da compreensão de reles seres inferiores.

Beelzebumon sentiu uma pressão forte ao seu redor. O ar começou a ficar quente de uma hora para outra. Era como estivesse no deserto do Saara de uma hora para outra sem explicação alguma. Sua respiração ficou mais pesada, sua visão começou a ficar turva.

— O que foi isso?

— Olha aí a prova do que estou falando daha ahahaha. Eu não só controlo os ventos, mas também a temperatura do ar. Posso aumentar e diminuir em qualquer espaço, pequeno ou grande.

— Droga!

O ar ao redor dele ficou gélido imediatamente, depois ficou quente. A mudança brusca de temperatura afetou totalmente Beelzebumon que estava indefeso.

— A luta foi boa, mas está na hora de acabar com isso.

Djinn formou uma grande concentração de ar e começou a diminuí-lo do tamanho de uma bola de basquete. Era o ataque mortal dele que estava sendo feito, e ainda mais forte que o anterior.

— Dessa vez eu vou ter certeza que você vai para o inferno. Dah ahahaha.

SlashAngemon, que estava observando a luta todo esse tempo, percebeu que Beelzebumon era o único que poderia vencer o governador, porém naquele momento estava completamente sem defesa. Ele foi imediatamente proteger o outro.

— Big Bang F6!

A energia explodiu tão forte quanto uma bomba nuclear. Obviamente Lampmon virou vento para não ser pego. Beelzebumon foi atingido pela onda de choque fortíssima, porém não foi mortal. Isso porque SlashAngemon ficou na frente dele, assim levando o golpe com tudo. O homem viu chocado a cena do anjo guerreiro se sacrificando para salvá-lo. Os dois foram arrastados.

A onda de choque foi bem mais poderosa que a anterior e foi sentida na ilha toda. Os habitantes tiveram suas casas destruídas, todas as árvores foram arrancadas e lançadas no céu, a gigante árvore da vida foi um pouco arrancada, pois dava para ver a sua raiz. A ilha se partiu em duas e caiu completamente no grande lago que ela flutuava. A confusão se espalhou não só lá, mas no digimundo. As árvores foram parar tão longe que uma chegou a cair próximo à casa de Diana, a ilha caiu no lago criando tsunami que arrastou muitos que estavam perto... Até mesmo o impacto foi sentido na segunda ilha.

Entre os escombros, Beelzebumon saiu machucado, mas não grave. Quem estava para morrer era SlashAngemon que estava com a armadura estraçalhada. Wesley segurou o outro no braço.

— Ei! Ei, você está bem?

— Não... acho que isso foi demais pra... cof...

— Não faça esforço. A árvore da vida pode ajudá-lo, não?

— Hehehe... não dá tempo... e mesmo que desse, o governador iria atrás de nós... Escute, escute com atenção... Eu tentei de tudo para proteger... o... Digimundo, mas Djinn me venceu várias vezes. Agora que encontrei alguém à altura dele... não podia deixá-lo morrer. Você aprendeu o Chikara que eu queria tanto aprender...

— Não se esforce!

— ... aprendeu com aquele cara misterioso do Elísio. Eu queria tanto esse poder, mas ele me negou... Chegou o momento de fazer a minha parte por este mundo... Por favor, deixe que eu me funda com você... assim a minha força será sua...

— Não. Se for assim nunca mais irá renascer neste mundo e ficará fadado a viver no Elísio para sempre.

— Não me importo... Por favor...

— Tudo bem, SlashAngemon.

— Obrigado — SlashAngemon virou dados e seus dados foram parar no corpo de Beelzebumon.

Djinn começou a bater palmas.

— Dah ahahaha, gostei disso. Menos um verme no mundo. Vou até sentir falta daquele inútil, porque eu sempre dava umas boas surras nele. É uma pena ter se sacrificado, poderia ter fugido. Beelzebumon, você pode perceber que seres inferiores se sacrificam em vão assim como gados indo para o abate.

— Você não tem a mínima noção do que é ter bom sentimentos — disse com a voz baixa e a cara fechada.

— De fato a sua sorte é inacreditável, mas quero ver até quando. Dahahaha

— Nunca vou te perdoar. Eu juro — uma energia começou a ficar em volta de Beelzebumon. Ele estava muito quieto e com o semblante bastante sério.

— Hum, o que está acontecendo com esse fraco?

Beelzebumon começou a ser tomado pelas trevas. Paulo ficou com um mau pressentimento. E agora, o que vai acontecer?

CONTINUA...



Notas finais do capítulo

O aviso é simples: tenho uma nova fanfic! É de GTA San Andreas. Quem gosta do game, joga SAMP, é fã do CJ ou por curiosidade, vale a pena ler. Está no começo, mas será boa.

Fanfic boa e fanfic feita por mim já é redundância kkkkkkk

Bom ano novo a vocês.



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