D.N.A Advance: Nova Ordem do Século escrita por Sensei Oji Mestre Nyah Fanfic


Capítulo 127
É a vez do M... M de MetalSeadramon


Notas iniciais do capítulo

Depois de procrastinar um pouquinho, consegui enfim postar duas vezes este mês. Boa Leitura.



Tactimon caminhou calmamente entre a confusão generalizada naquele país. Sequer foi interrompido por uma amazona. Viu os incêndios nas casas causados pelos soldados que começaram a atear fogo em tudo.

BanchoLeomon aguardou o seu oponente no mesmo lugar em que acertara Sanzomon. O leão humano puxou a espada e ficou aguardando o espadachim se aproximar.

— Tem muita coragem de ficar me esperando. Realmente deve ser um indivíduo formidável.

— Eu digo o mesmo para você.

— Sabe, percebi que a nossa força vai além do que todos aqui. Até mesmo o Leviatã é inferior a nós. Então por que não se junta a mim e ao Chanceler Merukimon?

Gaia sorriu da falácia do vilão. Negou veementemente trabalhar para um digimon cruel e tirano como o Chanceler.

— É uma pena. Você poderia ser o meu colega. É tão bom chegar numa cidade, num país, num vilarejo e acabar com todos... PENSA RÁPIDO! — O vilão soltou uma rajada de vento pela mão, bastante rápida. Bancho conseguiu desviar com facilidade.

Tactimon parabenizou o oponente. Agora tem a certeza de que o outro é bem forte. O espadachim fez uma proposta de luta. Ambos lutarão num outro lugar, mais espaçoso e sem obstáculos.

— Aceito.

— Siga-me — disse Tactimon correndo numa velocidade incrível, sendo seguido por Gaia.

Paulo ficou atrás de um carro, vendo alguns soldados invadirem as casas. O rapaz usou um binóculo para ver se o caminho estava limpo ou não. Falou com Nashi pelo legacy. O japonês, escondido numa loja com Dinohumon segurando Shutumon, saiu com a ajuda das amazonas. Chegaram ao local onde Paulo estava.

— Seguinte, o caminho para o esconderijo é por aqui. Aqueles soldados estão ali e não saem de jeito algum.

— Não tem problemas. Vamos lutar contra ele, enquanto isso vocês passam escondidos. Babamon, ajude-os.

Elas correram pela rua onde os soldados estavam atacando. Houve um confronto direto das duas partes. Babamon guiou-os para a base da montanha onde servia de bunker.

— Eles estão conosco. Precisamos levá-la para a doutora que deve estar aí dentro — falou a velha, convencendo as guardas a abrirem a porta de aço.

— Cuidem dela. Foi muito ferida — disse Nashi entregando a digimon para uma das guardas.

— Eu ficarei com ela. Boa sorte, digiescolhidos — disse Babamon, acompanhando Shutumon.

O portão fechou mais outra vez. Nashi pediu que dessa vez o seu parceiro evoluísse para Knightmon, pois poderiam lutar. Paulo, por sua vez, ficou preocupado com a demora de Mia e companhia. Precisava da ajuda deles na luta contra os digimaus.

Knightmon ajudou as amazonas a derrotar os soldados do mal. Alguns tritões se juntaram e atacaram o cavaleiro de armadura. Utilizaram lanças e flechas para atacar. Knightmon se defendeu com o seu escudo.

— Precisamos acabar com eles. Estão no alto daquelas casas — disse Nashi atrás do seu parceiro.

Paulo não aguentou ficar dependendo dos seus amigos. Correu para dentro de uma casa sem a devida proteção. Ele subiu as escadas e foi para o teto — que era uma laje — e viu dois tritões atacarem os seus amigos. O brasileiro utilizou a luz dos dois legacys para atordoar os vilões. Ambos caíram no chão, sendo derrotados pelas amazonas.

— Te peguei — disse um soldado, segurando o rapaz por trás.

Kazemon apareceu bem na hora e deu uma voadora no inimigo, salvando o digiescolhido.

— Você é aquela que me ajudou.

— Ainda bem que está vivo. Fiquei preocupada desde que fora levado para a floresta por ordem da minha mãe.

— Pois é. Pra você ver que o mundo dá voltas. Você me salvou mais uma vez. Obrigado.

Kazemon ficou envergonhada.

— Nã... não precisa agradecer. Eu só achei que era o certo a ser feito. E o seu parceiro digimon?

— Ainda estou esperando ele chegar.

Enquanto isso, a luta entre Sanzomon e Xena começou quente. As duas inimigas do passado resolveram se enfrentar desde que Shutumon fora facilmente vencida pela sacerdotisa. A imperatriz de Vênus jamais perdoará o que a vilã fizera com a sua filha.

— Espero que esteja pronta para a sua derrota. Mexeu com a minha filha, por isso vou com tudo para cima de ti.

— Haha. Isso é uma piada de tão mau gosto. Como uma humana vai conseguir superar uma digimon? Humanos não têm poderes.

Sanzomon desdenhou da condição de Xena. Esta se concentrou, avançou muito rápido e acertou um chute contra a inimiga. Sanzomon caiu longe, mas, antes de cair com as costas no chão, teve tempo de ficar em pé. Depois tentou acertá-la com a espada, porém a sacerdotisa desviava de cada golpe. Era muito fácil para a general desviar daqueles golpes.

— Eu sabia que você só tinha coragem. A força cadê? — Ela transformou o escudo de energia em uma lança de energia.

A vilã utilizou a ponta afiada da lança para furar Xena. Esta desviava com dificuldade, mas em algum momento ficou com um corte superficial na cintura. Logo, as duas travaram uma luta com armas. Xena e sua espada, Sanzomon e sua lança.

— Cansei dessa luta ridícula.

Sanzomon, cansada daquele duelo, jogou a lança. O objeto foi com tudo na direção da humana. Ela conseguiu segurar a arma, bem na ponta, e foi arrastada por vários metros até chegar na fachada de uma loja, destruiu o vidro e entrar com tudo. Xena, com muita dificuldade, desvencilhou-se. A lança continuou perfurando a parede até passar pelo outro lado.

Sanzomon aumentou o tamanho das bolas do rosário. Ficaram mais ou menos do tamanho de uma bola de basquete cada uma! Os objetos ficaram voando até ela fazer um gesto com a mão e lançá-las contra o pequeno prédio da loja. A destruição foi certa, pois as bolas caíam como meteoritos numa velocidade incrível. Sobrou apenas escombros.

— O quê? — ela olhou para cima e viu uma das Angewomons segurando a humana.

— Ainda bem que cheguei a tempo, senhora. Está bem?

— Sim. Mas da próxima vez não se intrometa numa luta minha. Eu ainda tenho uma carta na manga.

Angewomon foi atingida nas costas pela lança de energia. Sanzomon havia usado a telecinese para trazer a arma de volta e depois lançar. Angewomon despencou com Xena e tudo para o chão. A lança voltou para a vilã.

— Angewomon! Não pode ser!

— Desculpa... imperatriz. Eu tinha que pro... tegê-la.

— Droga, Valhala. A sua irmã gêmea não pode te perder.

A Angewomon, conhecida como Valhala, morreu nos braços de Xena, e virou um monte de dados brilhosos que iluminaram o lugar.

— Eu derrotei duas Angewomons no mesmo dia. Duas anjinhas com uma cajadada só.

— Eu juro pela honra do meu país e das mulheres que vivem aqui que vou acabar contigo.

Sanzomon chamou Xena, provocando-a.

O Cérbero criado por Reaper atirou bolas de fogo por toda a parte. Ocorreram muitos incêndios nas casas, muitos carros e outros transportes pegaram fogo. As amazonas retrocederam assim que viram que não dava mais para atacar.

— Meh he he... O que foi? Não conseguem mais revidar? Ainda nem comecei a me divertir. — O Reaper controlou o monstro, que soltou várias rajadas de fogo no céu. Em instantes, as bolas de fogo desceram como meteoritos incandescentes. À medida que caíam pelo país, o estrago era muitas vezes maior.

Em algumas partes de Vênus, o chão começou a criar fendas e buracos. O asfalto ficou irregular, como num terremoto. Aos poucos o país mais fechado do Digimundo era exposto ao caos e destruição.

...

Base Secreta de Gennai

O líder da resistência ficou preocupado desde a partida de Gaia à procura de Weiz. Tanto que esquecera de coisas mais importantes.

— Tudo bem, eu vou buscá-lo — disse Linx.

— Não, preciso de você aqui comigo. Slash, você e Monodramon poderiam ir atrás do ovo do Hagurumon do Ruan?

— Claro, Gennai. Pode contar conosco, não é, parceiro?

— Isso mesmo.

Slash e Monodramon saíram da sala de operações. Desceram um elevador para a base do esconderijo. Muitos digimons e humanos trabalhavam com tecnologias de ponta. No térreo, um robô permitiu a ida dos dois depois de passarem por uma catraca. Havia uma rampa numa das saídas que levava para um rio logo à frente. Vários barcos ficavam atracados. Muitos deles sendo do exército da resistência.

A base secreta que Gennai possui desde os primórdios do Digimundo, é uma árvore gigantesca e fossilizada. Com mais de trezentos metros de altura e oitenta de largura, a grande árvore parece mais uma montanha sem nenhuma folha no seu topo. Ela fica dentro do Vale de Midas, um local cercado por uma cadeia de montanhas que protegem toda a base do exterior. Serve como uma pequena cidade com mais ou menos dez mil habitantes morando.

— Qual barco vamos usar?

— Não vamos usar barco — disse o homem apontando para o aparelho em seu pulso.

— Ah não, Paulo. Eu tô cansado de ficar dentro desse digivice.

— Mas assim fica mais prático. Prometo que quando estivermos perto da nova cidade dos bebês eu te solto.

Monodramon assentiu, um pouco relutante no começo.

Slash utilizou o poder do anel para vestir-se com a sua armadura tecnológica. A mesma roupa que ele usara quando conheceu Linx. Pôs o capacete.

— Vai querer algum barco, senhor? — perguntou um digimon parecido com um ciborgue.

— Não. Eu consigo andar pela água. Valeu.

Slash fez com que suas botas utilizasse uma propulsão. Ele correu sobre as águas do rio até ir ao outro lado onde havia o vilarejo com os civis. Ligou o par de asas com uma turbina atrás e saiu voando. Atravessou o campo de proteção que dava a invisibilidade ao terreno, como era na antiga casa de Gaia.

— Parece que a cidade está há quase mil quilômetros. Vai demorar, hein?

— Tudo isso? Vamos levar umas quatro horas de ida e quatro de volta.

Slash voou para fora do vale e foi em direção à nova cidade dos digimons renascidos.

— Para que me quer, Gennai?

— Estou te achando um pouco... relutante. Desde que veio da ilha Windows, ficou mais apática.

— Impressão sua.

Gennai percebeu algo de estranho no comportamento de Linx.

Nos arredores da ilha Sand, Astamon encontrara-se com Trojamon Galdino. Os dois, subordinados de Shadowking, entraram num acordo. Contudo, o próximo governador estava esperando eles entrarem na ilha.

A arca de prata parou sobre as dunas do deserto. Splashmon e sua gangue de piratas ficaram no navio.

— Uau. Essa explosão realmente foi grande. — Astamon viu uma parte da ilha destruída.

— Utilizamos a mãe de todas as bombas para fazer uma explosão num raio de 500 metros. Os digiescolhidos estavam no subterrâneo quando a detonamos. Acredito que numa hora dessas eles são apenas dados vagando por este mundo.

— Um arsenal incrível.

— É, mas nem se compara um mito de uma caixa pequena que guarda o pai de todas as bombas. Dizem que é a caixa de Pandora. Quem abrir, será o primeiro a morrer. Mas é só um mito.

Astamon pensou na caixa que pegara ainda na ilha Atlântida.

Um dos subordinados chegou para perto do aligator antropomórfico e explicou a pior notícia possível: não foi encontrado o Code Crown. Galdino deu um grito de raiva,estremecendo o soldado. Astamon ficou se perguntando o que raios era um "code crown".

O governador de Sand observava os passos dos visitantes. Viu a arca de prata. Viu dentro dela que os digiescolhidos estavam presos.

— Excelente oportunidade para acabar com os digiescolhidos antes dos outros. Lady Mummymon?

— Sim, mestre? — Uma nova espécie de digimon. É a forma feminina de um Mummymon, com seios e um cabelo branco assanhado até a altura dos ombros.

— Quero que vá para aquele navio e mate os digiescolhidos que lá tiverem. Use a forma que achar necessária.

— Sim, mestre.

O governador continuava dentro do sarcófago.

Um lugar desconhecido.

Jin, Mushroomon, Freddy e Gokuwmon caíram num lugar totalmente diferente daquele deserto escaldante da ilha Sand. O cenário era neve por todos os lados. O quarteto, que não estava preparado para o clima, logo sofria com a temperatura abaixo de zero. Freddy analisou o mapa do legacy. O lugar era algo parecido com uma ilha um tanto "esticada".

— Estou com tontura — reclamou Mush. Jin foi ajudá-lo.

— O ar daqui é rarefeito. Por que isso? — perguntou Jin, também sentindo-se mal.

— Precisamos procurar um abrigo antes que morramos congelados.

Gokuwmon olhou para o céu e ficou espantado. Avisou aos outros, que viram e também ficaram surpresos.

— Que lugar é este? — indagou Freddy.

No céu, dava para ver praticamente a escuridão do universo, as estrelas, a Lua. Pelo horário, já era mais de sete da manhã. Onde eles estão?

...

Gaia e Tactimon partiram para um local mais sossegado para a luta. Correram sobre as casas, saíram da cidade e foram para um campo cheio de flores.

— Aqui está bom pra você?

— Ótimo.

Tactimon foi bastante rápido e fez o primeiro movimento com a espada. Cortou o ar, que foi na direção do herói. Este se defende com a sua espada. Tactimon se afasta.

— Vamos aos fatos. Será uma perda de tempo lutarmos seriamente aqui. Provavelmente estamos no mesmo nível e, se lutarmos a sério, poderemos destruir esta cidade. O que acha de me deixar capturar o digiescolhido? Juro que faço o Leviamon sair daqui com todos os soldados.

— Que besteira. Eu não me importo com esta cidade. Eu tenho algo muito maior para me preocupar.

Tactimon riu do que o Gaia disse. Logo utilizou uma técnica para cortar o ar com a espada e assim formar um vento cortante na velocidade do som. Gaia teve tempo de desviat. Um pouco do seu cabelo foi cortado. O golpe abriu uma fenda no campo de pelo menos vinte metros de comprimento.

— Isso é parte do meu poder, meu querido. Quero ver agora se vai dar conta.

O vilão cortou o ar umas três vezes, formando um tipo de triângulo cortante. Por sorte o herói era bastante rápido. O golpe arrancou dezenas de árvores.

— Esse cara tá um saco — murmurou Gaia.

Do outro lado do país, a luta entre Xena e Sanzomon entrou num momento crítico quando uma das amazonas fora morta por uma lança. A imperatriz não perdoou pelo que a sacerdotisa fez. Jurou vingança.

— Que decepção — disse Sanzomon aparentemente derrotando a imperatriz. — Pensei que a sua vingança seria plena. Agora estou convencida de tomar este país para mim.

— Nunca deixarei que tome este lugar.

— Você não está em posição de falar nada. Contente-se com a sua derrota. — Sanzomon fez com que as bolas do rosário girassem ao redor da outra, impedindo-a de sair dali.

Sanzomon pediu para ela aguardar um pouco enquanto ia atrás dos digiescolhidos. A imperatriz tentou de tudo sair daquela armadilha, mas o movimento dos objetos era rápido demais.

Fora do país...

A nave que Romena pilotava finalmente chegou perto de Vênus. Antes de irem para lá, tiveram que dar uma volta longa e aterrissaram bem longe onde Leviamon estava.

— Qual vai ser o plano? — perguntou Mia.

— A nossa prioridade é encontrar o Paulo. Mia e Betamon, podem ajudar com os inimigos maiores?

— Sem problemas — respondeu Betamon.

— Quem fica: a princesinha, o barqueiro e a Conceição. O resto vem comigo lutar.

— Droga. Só porque eu queria salvar o meu Paulo. Meu amor.

Mia bufou ao ouvir aquilo.

O Cérbero avançou sobre as casas e soltou mais bolas de fogo. Uma rajada de gelo congelou o monstro instantâneamente, quebrando-se em vários pedaços. As amazonas não entenderam aquele ataque, muito menos o Reaper.

— Um outro monstro? — falou assim que viu a figura de MegaSeadramon apareceu na sua frente.

Mia, um pouco afastada, via MegaSeadramon derrotar um inimigo, congelando-o. Ela falava com o seu parceiro pelo legacy, que tinha essa tecnologia.

— Ora, ora, uma cobra gigante poderosa apareceu do nada. Vou me aproveitar para transformá-la numa mutante. — Ele fez surgir fios das suas mãos. Beelzebumon apareceu e cortou os fios.

— Beelzebumon? Devia estar ajudando o Paulo.

— Se não fosse por mim, aquele cara iria te manipular. Muito cuidado.

— Ah, obrigado pela ajuda.

Reaper ficou confuso com a aparição de Beelzebumon. Nunca imaginou que um digimon como ele fosse parceiro de um dos digiescolhidos.

Bunker

Dentro do bunker, milhares de moradoras se abrigaram. Era o último local que procuraram para se protegeram da guerra lá fora. Por dentro era feita de aço e concreto e havia muitas salas enormes que podem abrigar milhares de pessoas.

Mona-sama e os seus Pagumons ficaram numa das salas, aguardando as notícias do exterior. Viu uma movimentação esquisita vinda do corredor lá fora. Viu as amazonas levando Shutumon nos braços, e Babamon acompanhava tudo.

— Precisamos chamar uma médica.

— O que houve com a princesa?

— Não sei.

— Ela perdeu uma luta contra um general do Chanceler — respondeu Babamon.

Sanzomon chegou na rua onde Paulo e os outros lutaram. Contudo, o lugar já estava vazio. Apenas os soldados derrotados eram vistos. Ela sabia do bunker. Foi até a montanha.

— Parada aí! Quem é você? — disse uma das amazonas que vigiavam a porta de aço.

— Quem eu sou? — Abaixo daquela máscara na boca havia um sorriso maligno.

Paulo, Nashi, Knightmon e Kazemon se encontraram com Panjyamon, Romena e LinK.

— Quer dizer que o outro digiescolhido era você? Como conseguiram convencer a imperatriz das amazonas? — falou LinK, impressionado.

— Quando se tem um exército do mal atacando o seu país, as divergências ficam para o segundo plano. Bom, pelo menos a minha motivação inicial era salvar a Mona-sama e os Pagumons. Agora eu quero acabar com o grupo do Leviatã.

Romena tomou um susto com uma informação que Paulo falara. Todos estranharam a reação desconfortável da moça.

— Essa Mona-sama... ela é a minha mãe — disse impassível.

Paulo praticamente gritou "o que" quando ouviu aquilo. Romena é a filha de Mona-sama?

Leviamon sentiu a presença dos digiescolhidos. Sabia perfeitamente que tentariam algum jeito de escapare e salvar o amigo. Levantou-se e ficou em pé com as duas patas traseiras. Observou pela primeira vez a destruição que o seu exército fez na cidade. Pensou que fizeram o que tinha que ser feito, por isso não se importaria de matá-los junto dos digiescolhidos.

MegaSeadramon viu Leviamon voar pelo céu. Os outros também viram o grande réptil agir pessoalmente.

— O que ele pretende? — indagou Sanzomon.

Mia se comunicou com o seu parceiro. Chegou o momento que tanto aguardavam. Colocar em prática a relíquia da escama. O artefato em forma de card que fora o primeiro a ser achado, desde que ainda estava na posse de Wisemon.

— Tá na hora de acabar com essa guerra — ele disse abrindo sua enorme bica. Um raio vermelho saiu de dentro e foi na direção do centro do país.

— Aquele poder... vai explodir como uma bomba atômica no meio da cidade. Que loucura! — disse Beelzebumon.

O raio poderosíssimo passou pelas nuvens e foi com tudo. Parecia que nada poderia detê-lo até que um raio azul impediu a catástrofe acontecer.

— Quê? Quem interceptou o meu ataque?

Um brilho sobre o parceiro de Mia. Quando acabou, todos puderam ser testemunha da aparição de MetalSeadramon.

Continua...





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