(Nem) Todo Mundo Odeia a Emily escrita por May_Mello


Capítulo 52
Todo mundo odeia mudanças (literalmente).


Notas iniciais do capítulo

OOOOOOLHAAAA QUEM VOLTOUUU! *sambando*
Será que ainda tem alguém por aqui? rsrs
Eu disse que nunca ia abandonar, não é? Ainda mais que a história já está na reta final agora :/ *chora*
Vim com o penúltimo capítulo e por favor me perdoem pela demora. É que a faculdade estava sugando minha alma, e aconteceram outros probleminhas também. Eles sempre acontecem, não é?


Enfim.... Espero que gostem desse capítulo. E me digam o que acharam! E me digam também se estavam com saudades hahaha



—Emily, como vãos os trabalhos que- - Minha mãe cortou a frase no meio assim que entrou no meu quarto. Ela tinha acabado de chegar do trabalho. – Meu Deus, você está horrível, Emily!!!

Fiquei o dia todo na cama, vegetando, xingando a vida...

—Você andou chorando? – Minha mãe segurou meu rosto e eu me esquivei da mão dela.

—Lógico que não. Olha as ideias.

—Emily do céu, você está parecendo uma mendiga! E olha esse quarto, que chiqueiro! – Minha mãe passava a mão pela testa, indignada. – E ainda por cima andou chorando! Emily, eu estou começando a me preocupar com você. E muito!

—Que bom. – Me joguei de volta na cama mesmo com meu corpo já doendo de tanto ficar deitada. Eu ouvi em algum lugar que quem está com depressão só quer saber de dormir porque mesmo que o corpo esteja descansado a mente tá exausta. É, vou morrer. Não tem jeito.

—Levanta já dessa cama e vai tomar um banho Emily! – E dizendo isso ela puxou minhas cobertas. – Você não pode ficar triste ou confusa pra sempre. – Posso sim! Lógico que posso!  – Vá tomar um banho que eu e você vamos sair!

—Eu não quero sair, mãe. Me deixa em paz! – Me agarrei no meu travesseiro.

—Sem desculpas, Emily. Eu e você vamos dar uma volta, jantar em um lugar bacana... Vai ser bom pra você. – Ela falou e provavelmente ficou esperando uma resposta minha. Eu só fiquei quieta, pensando na proposta. –Anda logo! Não me obrigue a chutar você dessa cama!

—Ok, ok, Sr. Evans. – Me venceu pelo cansaço.

—X_

—Você está doente? – Minha mãe me perguntou toda séria, vendo que eu mal tocava no meu hambúrguer.

—Só não estou com fome. – Mexia em uma batatinha murcha e sofrida. Tipo eu na vida, e nem é drama, beleza?

—Por isso mesmo, Emily! Como assim você não está com fome? Estou começando a ficar muito preocupada com você, minha filha.

—Logo passa, mãe.

—Só come, ok?

—Tá. Vou fazer esse sacrifício. – E dei uma mordida no meu hambúrguer.

Depois de comermos e jogarmos conversa fora nós fomos embora. A única coisa ruim é que eu estava sem sono, e já estava prevendo: ficaria mais um tempo meditando sobre a minha vida injusta e pensando no quanto eu era burra. E no quanto eu gostava do Thomas. Sim, gostava mesmo, e daí?

Quando voltamos eu já estava subindo as escadas quando meu celular tocou. Eram o Gregory e o Anthony em uma ligação compartilhada, me amolando e perguntando como estava.

—Gente, eu tô bem. Pelo amor de Deus. Por que todo mundo fica me perguntando isso agora? – Falei enquanto abria a porta do meu quarto que estava um breu.

—É PORQUE VOCÊ É A MULHER DO BANDO, ORAS. É SEMPRE A MAIS FRÁGIL! – Gregory gritava.

—Mentira. Foi porque sua mãe disse que você tava meio mal. – Anthony, sempre realista.

Não acendi a luz, e tentava tirar meu casaco fazendo manobras radicais pra não deixar o celular cair.

—É, faz um tempinho que você está esquisita. – Gregory comentou.

—Eu tô de boa tá, gente. – Joguei meu casaco em cima da cama.

—É só por causa do seu pai que você tá assim? – Anthony perguntou.

—É, é só por causa do lance do meu “pai”, que na verdade nem meu “pai” é.

—Mentirosa. Aposto que nem é só por isso. A gente percebe as coisas.

—É! A GENTE PERCEBE! JÁ DEVE TÁ APAIXONADA DE NOVO! – Gregory completou gritando.

—Mulheres... – Anthony suspirou, e eu até podia ver ele daqui balançando a cabeça.

—Ai, seus idiotas. – Ri. – Pelo amor de Maria mãe de Cristo, eu tô bem. E não tô apaixonada por ninguém, falou?

—Se você diz... Amanhã a gente vai aí de novo. – Anthony pareceu concordar.

—É. ATÉ AMANHÃ EMILY!

—Tá legal. Tchau seus bobocas. – Ri enquanto desligava o celular e acendia a luz.

—Então você não tá bem? E quando é que ia me contar sobre o “lance” com seu “pai”?

Opa...

Deixei o celular cair no chão. Não pelo susto de ver que ele estava ali encostado na parede ao lado da sacada, mas justamente porque era ele ali.

—Pela milésima vez: você não pode entrar assim no quarto das pessoas. – Falei toda séria, enquanto catava meu celular.

—Você é que não pode deixar a sua porta da sacada do jeito que está. Quando eu me mudar você vai ter que pedir pra colocarem uma trava.

—Quando você se mudar, Thomas, isso não vai ser necessário. Ninguém vai entrar no meu quarto por aí mesmo. – Dei de ombros, jogando o celular sobre a cama. – O que está fazendo aqui? Veio me torturar um pouco mais? – Suspirei. Acho que estava séria demais.

—Estou te torturando? – Ele arqueou uma sobrancelha.

—Sim. – Respondi seca e desviei meu olhar.

—Por quê? – Ele se aproximou um pouco e parou na metade do caminho entre nós. Mas eu não olhava pra ele de jeito nenhum.

—Porque está.

—Como é que eu posso estar te torturando, se sou o único nesse quarto que vai sofrer quando eu for embora? – Ele se aproximou um pouco mais agora. Bastante, eu diria. Estava de frente pra mim, enquanto eu encara meus pés. – Ou estou... errado? – Ele encostou em meu queixo e fez com que meu olhar subisse até ele.

Meu Deus do céu. É agora! É agora que eu desmaio né.

—Se você escutou bem a minha conversa no celular, você sabe está completamente errado. – Falei quebrado o clima e ele deu um risinho de canto. – Mas você não parece estar sofrendo tanto assim. – Reparei e comentei.

—É que eu não posso fazer nada, Emily. Aliás, eu só vim aqui pra te trazer isso. – Ele se afastou um pouco pra me mostrar o que tinha em mãos.

E mais uma vez: ai não!

Quem adivinhar o que era ganha um dólar.

O outro pé do meu all star da sorte que ele roubou, há muitos e muitos séculos atrás.

Alguém ainda lembra desse pobre e sofrido all star? Achei que nunca mais o veria.

—Onde é que você tinha escondido? – Perguntei, avançando em sua mão para pegá-lo.

—Coloquei dentro de um saco plástico e enterrei no quintal. – Deu de ombros.

—Quê? Você tem tendência a ser psicopata.

—Tô brincando. – Ele riu de leve. – Estava no meu quarto mesmo.

Eu suspirei mais uma vez, deixando minha ficha cair.

—É. Então vocês estão realmente indo...

Ele demorou um tanto bom com cara de paisagem pra murmurar um “é”. Esse menino tá estranho. E eu acho que não aguento ficar olhando pra ele por muito tempo.

—Eu pensei muito deipois que você me disse que estão se mudando. E... Eu acho que vou sentir sua falta. – Wooow... Eu disse realmente isso? Eu só não queria dizer pra ele que gostava dele, pra evitar futuras decepções pra ele mesmo. Aposto que ia chorar lá na Alemanha lembrando de mim. Certeza.

—Pensei  que você não ligasse tanto assim pra mim. – É impressão minha ou ele está se aproximando de novo?

—E você está errado. De novo. Pra va-

 Eu acho que não preciso dizer que fui interrompida. POR UM BEIJO! Thomas me lascou um beijo do nada e foi um choque tão intenso que passou pelo meu corpo todo.

Eu já não conseguia pensar em mais nada, somente que aquela sensação era uma das melhores do mundo. Eu não o afastaria de mim nem se quisesse.

A eletricidade que passava pelo meu corpo, o toque quente de suas mãos (uma pousada em minha cintura e a outra no meu rosto), o perfume bom que ele tinha, o beijo mais suave e ao mesmo tempo mais intenso do mundo.... Eu iria morrer. Era fato.

Parecia que iria desmaiar de tão moles que minhas pernas estavam. Mas eu não queria parar o beijo de jeito nenhum.

Eu deixei o all star cair da minha mão e levei-a até a nuca dele. Esse estava sendo o nosso primeiro beijo direito e certinho. O primeiro beijo dele que eu correspondia também.

E eu fiz uma coisa que queria há muito tempo, mesmo que não soubesse que queria ou admitisse: mordi o lábio inferior dele com força antes do beijo parar.

Olhei pra ele, que agora  tinha os lábios rosados e risonhos.

—Eu gosto de você, tipo muito! E eu não quero que você vá embora! – Declarei do nada. Toda afobada e super nervosa. Foi a intensidade do momento que me fez revelar isso. Certeza.

—Eu sei, Emily. – Ele fez um carinho na minha bochecha e ainda tinha aquele sorrisinho espertinho  nos lábios.

—Você... O que? – Err... oi?

—E eu gosto de você também. Pra valer.   – E abriu um sorriso tão grande que parecia que ia morrer de feliciade. Me abraçou do nada também, como se eu tivesse deixado. E eu retribuí o abraço. Ele era tão macio e cheiroso, sei lá. Acho que estou ‘apaixonadinha’, porque na minha cabeça, esse era o momento mais perfeito e feliz da minha vida. – Promete que me desculpa?

—Desculpar do que? – Empurrei ele de leve pra olhar na cara dele. – O que você fez Thomas?!

—Primeiro me deixa segurar suas mãos. Estou feliz demais pra morrer. – E segurou meus pobres bracinhos bem de leve, enquanto ria.

—Desembucha!!! – Vociferei.

—Eu sinto muito por ter te deixado triste e morrendo por mim um dia inteiro. – Nem se acha esse menino né? – Mas quem vai voltar pra Alemanha é o meu padrasto, e somente por uns dois meses. Eu te disse que estava indo embora porque não suportava ver que você tinha se afastado de mim depois que eu te disse aquelas coisas e me declarei. E se eu estivesse certo, eu só queria que você visse que também gostava de mim, entende? – Ok, vai levar umas dez horas para eu começar a entender. – Eu sinto muito, muito mesmo. E eu não queria ter te deixado mal.

Momento de silêncio.

Então era por isso que ele estava todo estranho quando eu perguntava alguma coisa.

—EU VOU MATAR VOCÊ ATÉ SEM BRAÇOS THOMAS SCHULTZ!!!

Eu avancei pra cima dele, e ele aproveitou que segurava meus braços e me virou de costas, enquanto eu espernegava.

—EU NUNCA MAIS VOU FALAR COM VOCÊ!!! – Gritei. Meu Deus, deixa eu me acalmar senão é já que minha mãe vem ver quem morreu.

—Vai sim, eu te obrigo.

—Você não pode obrigar ninguém se estiver morto!!! – Tentava me acalmar enquanto recuperava o fôlego. – Eu te odeio! – Isso porque eu acabei de falar que gosto do cara.

—Desculpa. Desculpa. Desculpa. – Ele dava beijinhos no meu pescoço e ria depois de pronunciar cada “desculpa”.

Pensando bem, se ele não tivesse feito isso eu nunca admitiria que gostava dele. Lerda do jeito que sou talvez eu nem tivesse me dado conta.

—Me desculpa? – Ele virou de frente pra ele de novo e tinha aquele olhar de cachorrinho sem dono. – Eu nunca mais vou fazer isso de novo.

—Hum. – Fiz bico e cruzei os braços. – Quero ouvir mais desculpas ainda. É muito cedo pra te perdoar.

—A gente tem tempo. Eu ainda vou te atormentar muito, muito mesmo. – Ele beijou minha testa de um jeito tão carinhoso que levou o resto da minha raiva embora.

—Espera... – Parei pra raciocinar. – Então você não está indo embora? Você...

Meu Deus! Quer notícia mais boa do que isso? Vou dançar lambada em cima da mesa da cozinha depois de saber disso!

Cara, não acredito. Sem palavras pra minha felicidade nesse momento.

—Eu não vou a lugar nenhum. – Falou sussurrando, todo espertinho e chegando mais perto de mim.

Depois disso eu agarrei ele e beijei. Qualé?

Depois de muitos beijos ele finalmente lembrou do lance da carta do meu “pai” e me fez contar. Eu estava tão feliz que parecia que minha preocupação com essa história tinha desaparecido. E talvez eu tivesse contado pra ele sobre isso sorrindo. Vai saber. Eu estava muito feliz!

Mal posso acreditar que demorou tanto tempo pra que ficássemos juntos. Pra que eu pudesse sentir a felicidade que estou sentindo nesse momento.

—X_

—Quem disse que essa tal de Izabela merecia a vida de rica que tinha? – Exclamei.

Literatura Inglesa, o amor da minha vida. E lá estávamos eu e Thomas na sala da minha casa estudando pra minha recuperação. Ou tentando estudar não é?

Já fazia uns três dias desde que fui atormentada no meu quarto e acabei revelando pra ele que também gostava dele. Não houve pedido formal de namoro mas acho que nem precisava, não é? A gente já estava mais do que namorando e eu já estava mais do que feliz. Não sabia que podia existir um nível acima da felicidade. Não sei nem explicar.

—Por que você está me olhando com essa cara de besta? –Ele estava rindo de mim e eu nem havia percebido.

—Cala boca. E eu te fiz uma pergunta.

—O autor. Agora termina essa resposta logo, bestinha.

 Nem tinha reparado o quanto eu era sortuda de ter o Thomas comigo. Ele me irritava tanto e ao mesmo tempo me fazia tão feliz. É como se na mesma hora que eu quisesse estrangular ele eu quisesse agarrar, dar uns beijos e fazer carinho. Talvez isso seja amor.

—Eu não consigo terminar com você me olhando assim... – Amoleci. – Mas eu aceito o desafio. – Fiz cara de séria e focada.

—Continua. – Ele riu.

—Tá, tá. Amolação.

Encostei a caneta no papel quando o telefone tocou. E me levantei pra atender enquanto Thomas revirava os olhos por ter algo me interrompendo.

—Alô.  – Atendi e não houve resposta. – Alô?

Emily? – Finalmente alguém disse alguma coisa.

—É. Quem fala? – Fiz cara de “mãe de quem?”.

Sou eu, Josh. Estou te ligando porque você não me escreveu de volta e eu pensei que-

 

Paft. O telefone fez um barulho estalado quando eu soquei ele de volta no suporte.

 

—O que aconteceu, Emily? Por que você desligou o telefone desse jeito? – Thomas veio até mim.

—Era o meu pa- Quer dizer, o Josh. – Falei chacoalhando a cabeça, ainda não acreditando.

—E você desligou na cara dele?

—Sim. Eu delisguei sem pensar. Sei lá. Eu me assutei muito. – Ainda estava atordoada. – E como é que ele tem o número daqui de casa?

Thomas se aproximou e o telefone tocou de novo.

—Então você não quer saber dele? – Thomas me perguntou.

—Acho que não. Não tô preparada pra isso.

E o telefone tocou até cair na secretaria eletrônica. Primeiro ouvimos a voz da minha mãe dizendo para deixar uma mensagem.

Emily? Desculpa se te assustei... Sinto muito. É que você não respondeu a minha carta, então eu pensei em ligar. Eu entendo que não queira falar comigo, talvez tenha sido uma má ideia.

 

—Péssima ideia. – Falei enquanto gravação estava sendo feita. Pena  que ele não pode ouvir.

Mas eu queria que soubesse que alguma coisa mudou em mim. Eu não sei, Emily. Eu quero uma chance pra tentar redmir meus erros, pra te encontar.

 

—Ok. Já chega. – Eu não sei de onde veio a minha coragem misturada com um pouco de raiva, mas eu peguei o telefone e mais uma vez atendi, interrompendo a gravação. – Eu nem sequer te conheço, ok?! E eu nao quero te encontar, você me abandou. Por que não deixa a gente em paz?!

Emily... – A voz do outro lado tentou me interromper.

—Você nunca vai ser o meu pai! Eu nem ao menos te conheço!!! – E desliguei o telefone pela segunda vez no dia.

—Emily. – Thomas me olhava com uma cara séria, super assustado. E passaram-se alguns segundos pra que ele continuasse a frase:  – O que foi isso?

—Eu queria era ter dito mais! Eu não aguento mais esse tormento na minha cabeça. E você me ouviu, ele nunca vai ser meu pai. Por que conhecer ele agora? Ele nem sequer mora nesse estado e... Eu acho que vou desmaiar... Meu coração é frágil demias pra aguentar tanta palhaçada! – Minhas mãos até tremiam. Talvez eu morresse, e nem é drama.

—Até parece que você vai fazer isso comigo! – Thomas me segurou em um abraço e depois de um tempinho me levou até o sofá.

Eu me aconcheguei no peito dele e ficamos quietos.

—Isso foi muito... Como posso dizer, corajoso. – Depois de um tempo Thomas declarou. – Você tá bem?

—Tô. Nem foi nada demais. Foi só a adrenalina correndo no meu sangue desnutrido. – Dei um sorriso e Thomas começou a rir da minha cara. – Tá legal. Para de rir. Vamos voltar pro momento sério da coisa.

—Ok. – Ele se fingiu de sério e depois de um tempo ficou sério de verdade. – Eu acho que você tem razão. E se não conhecer o cara foi sua decisão, eu vou apoiar.

—Algumas coisas são melhor do jeito que estão. Eu não preciso de mais um tormento na minha vida. Você já é muito. – Brinquei.

—Para de brincar, Emily. Você tá bem mesmo?

—Melhor impossível. E eu espero que ele nunca mais me procure.

Thomas me olhou por alguns segundos, arqueando as sobrancelhas, como se estivesse avaliando o que eu disse como verdade ou mentira. E eu simplesmente sorri, mostrando pra ele que era verdade. 

De repente eu percebi mesmo que não fazia sentido algum conhecer esse cara. Mesmo ele me procurando, eu acho que nunca ficaríamos de boa. Minha mãe foi tudo pra mim em todos esses anos, e se ele escolheu me procurar só agora, eu também escolho não aceitar que ele me procure. Ponto final.

É, algumas coisas são melhores do jeito que estão.



Notas finais do capítulo

Finalmenteeeee esses dois desenrolaram!
Comentem bastante tá? E me digam o que acharam!
Quanto mais vocês comentarem mais rápido eu posto o próximo, que já está a caminho. Tenho que aproveitar minhas férias né?

Bjos&Qjos pra vcs :*
E muito obrigada pelo carinho :*