Sonhos se tornam realidade 2 escrita por Cherry


Capítulo 11
Capítulo 12


Notas iniciais do capítulo

Oi, mais um capítulo ♥, aproveitem.
—Boa leitura!



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Fred se afasta de Katie desesperado, não acreditava no que acabará de fazer:

—M-me D-desculpa.

—V-você me deu um susto!

—D-Desculpa e me desculpa de novo, é que eu ainda era BV então...

—Tranquilo eu também sou, quer dizer, era.

—Eu acho que é tarde pra fazer uma dancinha da vitória.

—É. – Ela sota uma risada.

—Katie, tá tudo bem, filha? –Chama a mãe dela batendo na porta.

—Tá sim, mãe. – Disse gritando.- Eu acho que é melhor você ir embora, me encontra amanhã ás nove da manhã pra gente conversar melhor.- Sussurrou a última parte.

—Onde?

—Na praça da cidade.

—Fechado, tchau. – Disse o moreno dando um beijo em sua bochecha.

—Fred! - Gritou baixo.

—Desculpa, não resisti.

O garoto desceu pela escada e pulou o muro, sendo o tempo certo para a mãe de Katie entrar no quarto:

—O que tá fazendo na varanda nesse frio?

—Olhando as estrelas.

—E essa escada?

—Sei lá, tava ai.

—Katie!

—O que foi, mãe?

—Por que essa escada está aqui?

—Já disse que não sei caramba, dá pra me deixar em paz?

—Não.

—Sai do meu quarto!

—Tá bom, já to saindo.

A mãe da garota foi em direção da porta saindo do quarto, quando a mesma saí, Katie, começou a dar pulinhos de alegria e falar baixinho “Perdi o BV”.

A garota se deitou e acabou adormecendo.

Fred foi até sua casa e não seus pensamentos não eram outros além deste “O que eu tenho na cabeça? Eu beijei a Katie. Eu tenho algum problema mental?”.

Ficou pensando nisso até chegar em casa, seu pai assistia a um jogo de futebol (Não irei dizer os times para não causar intrigas), ouvia seu pai gritando:

—Vai, timão. – Não estou insinuando nada a fala do meu av.... do pai do Fred.

—Oi, pai.

—Eai, filhão, como foi com sua crosh.

—É crush, pai.

—Enfim, como foi com ela?

—Digamos que... acho que eu passei do limite.

—O que você fez?

—E-eu...

—Desembucha.

—Eu beijei ela, pronto.

—Perdeu o BV? Bate aqui.

—Pai, você tá agindo como alguém da minha idade!

—E eu não posso ter quarenta anos e agir como um jovem?

—De qualquer jeito fica estranho.

—E o que aconteceu depois disso?

—Nada, a gente se separou do beijo e íamos conversar a respeito, mas ela achou melhor nos falarmos melhor amanhã.

—Então vai dormir, você tem um encontro amanhã, moleque.

—Não é um encontro.

—Mas acho que vai ser.

—Acho melhor eu ir dormir mesmo, boa noite.

—Boa noite.

Fred demorou um pouco pra dormir, mas caiu no sono e teve um sonho, com minha av... sua mãe que conversava com ele.

—--Sonho ON----

—Mamãe?

—Olá, meu filho.

Fred correu em sua direção e deu na mãe um belo de um abraço:

—Mãe, você não sabe como sinto saudade!

—Eu também sinto, Fred, mas deixe isso de lado, me conte sobre a Katie.

—Como sabe disso?

—Eu sempre sei de tudo.

—Sei disso, dona Alice.

—Conheço cada pedacinho de sua vida, como não saberia dela.

—Mãe, é tudo muito confuso, nunca senti algo assim.

—Você é igual eu quando era pequena, Fred, achava tudo estranho e sempre duvidava se iria dar certo.

—É normal se sentir assim em algum momento da vida?

—Eu me sentia assim quando estava perto de seu pai, é totalmente normal.

—Queria que você sempre estivesse ao meu lado. – Disse abraçando a mãe novamente e começando a chorar.

—Sabe, filho, toda vez que puder, virei lhe visitar em seus sonhos!

—V-ve-verdade?

—Claro, você é a coisa mais especial pra mim! Agora tenho que ir, se possível, voltarei amanhã.

—Não me deixe, mamãe!

—Adeus...

—--Sonho OFF----

—Mamãe! – Disse acordado assustado, percebendo que chorava de verdade.

Já era de manhã, olhou no relógio, que marcava oito horas, lembrou- se de sue combinado com Katie e pôs-se a se arrumar.

Vestiu uma camiseta preta e uma calça jeans, pois estava frio.

Saiu de seu quarto e foi para a cozinha, seu pai havia lhe deixado um bilhete na mesa que dizia:

“Fui trabalhar, tem panquecas na geladeira, bom dia, filho”

Fred soltou uma risada, abriu a geladeira e realmente tinha panquecas lá, as colocou no microondas e que em dois minutos apitou.

Ele comeu as panquecas, escovou os dentes e foi em direção a praça da cidade, onde Katie já o esperava:

—Oi... – Disse o garoto coçando a nuca.

—Oi, quer falar sobre ontem? – O garoto assentiu com a cabeça, sentido que já estava vermelho. – O que deu em você?

—Sei lá, fui dar uma de Romeu e Julieta e deu ruim.

—Resumindo, agiu por impulso.

—Na verdade meu pai que me deu a ideia, eu acho que sou mais maduro que ele.

—Vou ter que concordar com você.

—E o que vamos fazer a respeito disso?

—Não sei.

—Esquecer?

—Isso não, a gente perdeu o BV e vai esquecer? – Fala a garota desesperada.

—Mas ou é essa opção ou...

—Ou?

—Também não sei, eu consigo dominar as matérias na escola, mas eu não tiro dez em romance.

—Muito menos eu.

—Pensa, tem que haver outra solução!

—Ter tem, mas só temos catorze anos, é difícil descobrir.

—Acredito que sim.

—Meu Deus, que dia é hoje?

—Você vai mudar de assunto agora?

—Mais ou menos, mas é sério, que dia é hoje?

—Dia quinze de janeiro, por quê?

—Aí não, tá chegando março e minha mãe já organizou minha festa de quinze anos, que inclusive, eu não queria, mas eu não arranjei ninguém pra valsa, Fred, você pode me ajudar nessa?

—Tá louca? Se sua mãe me ver dançando valsa com você, ferrou pra nós dois.

—Eu sei, mas olha, ela nunca viu você e o vai ser um baile de máscaras, ela nunca vai saber.

—Você sabe que isso não vai dar certo e de um assunto você puxou pra outro.

—Mas se eu não arranjar um par ela provavelmente vai me mandar pra Itália!

—Como assim?

—Minha mãe é louca e ela é capaz de tudo porque eu não fiz uma coisa que ela pediu, por favor, Fred, você é minha última esperança.

—Tá legal.

—Fechado. Vai ver que assim, minha mãe esquece dessa rivalidade tola e deixa a gente ficar junto.

—Agora a conversa tá ficando interessante.

—Ótimo, agora tenho que voltar pra casa, nos falamos por mensagem, tá? Tchau.

Ela se despede dando um beijinho na bochecha do garoto, que cora na hora (Rimou!) ela saí deixando ele sozinho na praça, dizendo:

—Até...


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Notas finais do capítulo

Capítulo pequeno, mas dando spoiler dos próximos, espero que tenham gostado.
Obrigada por ler!
—Beijinhos de cereja!



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