Marvel vs DC -Duelo de titãs escrita por Pudinzinho 007


Capítulo 2
Batman


Notas iniciais do capítulo

Olá meus Pudim, finalmente voltei não é? Hahaha.
Bom estabeleci algumas regras para a Fic. E agora eu postarei um ou dois capítulos por semana! E se eu conseguir claro que postarei mais!
Peço desculpas por minha demora.
Espero que gostem deste capítulo narrado pelo querido Batsy.
Beijos e boa leitura ♥
~Rainha do Pudim~



Convoquei todos para comparecerem ao tribunal, não espero nada de ruim vindo desta cerimonia, mas admito que me preocupo com o temperamento forte dos membros de minha equipe.

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Todos estavam em com seus uniformes e roupas, todos sentamos ao lado esquerdo do salão, Os Vingadores e o resto de sua equipe ocuparam-se do lado direito. Eu encarava o homem com traje azul e escudo com a falha tentativa de reconhecê-lo. 

Os juízes entraram na sala e se colocaram em seus lugares, todos se encaravam e ficavam espantados com a quantidade de heróis em um mesmo local, estavam acompanhados de seguranças e militares armados bem atentos para qualquer movimento em falso. Um senador se levantou para se pronunciar e alguns dos soldados se colocaram em posição de ataque.

— Hoje, é o dia da verdade, um dia para descobrirmos do que esses seres são capazes. Em nome da falecida senadora Finch nós os convocamos. Precisamos saber o que eles defendem, nos precaver para a proteção de toda a humanidade, pois este tipo de poder é muito perigoso. Cidades foram devastadas, milhões foram mortos. Seres com poderes sobre humanos. Não podemos aceitar este comportamento compulsivo, as pessoas vivem com medo, temos que controlá-los, eles fazem o trabalho da polícia e nós não os conhecemos, como podemos confiar em pessoas mascaradas? Eles acham que estão á cima da lei, mas nós não podemos mais tolerar isto, estes alienígenas são ainda mais perigosos, como vamos saber que irão seguir as regras a partir de agora? Eles não devem ser chamados de heróis e sim, de criminosos... 

Nos chamar de criminosos, consegui ver que Damian havia ficado irritado e teria que impedir que ele levasse um tiro.

— Senador, gostaria de falar. – O sangue corria pelas minhas veias com fervor, todas aquelas palavras me deixavam com raiva, mas tinha que tomar controle da situação. 

— Sim, claro, prossiga Batman.

— O governo determinar que somos criminosos é um pouco hipócrita, sempre que qualquer um de nós salvamos alguém, a imprensa produz uma matéria enaltecedora e os membros do governo nos apoiam, quando salvamos o mundo de o que quer que seja, alienígenas ou até mesmo robôs, fazem a mesma coisa, só que depois nos culpam pela destruição da cidade, nós salvamos as pessoas sem querer nada em troca, nunca pedimos nada a ninguém, mas agora peço que todos confiem em nós. Todos os dias tiramos os criminosos da rua, vocês devem temer os vilões e não os heróis.

— Eu gostaria de intervir – um homem aparentemente novo com uma prótese se pronunciou. Me lembrava dele. — Você diz que temos que temer os vilões, mas vocês os trouxeram até nós, eu vi coisas, talvez o Superman tenha servido de exemplo para eles voltarem das sombras. Embora muitas pessoas os vejam como heróis, há quem prefira o termo "justiceiro". Vocês agiram com poderes ilimitados e sem supervisão, o mundo não tolera mais isso. Vocês começaram isso e agora têm que pagar. A partir de hoje, não queremos nenhum de vocês nas ruas, deixem o trabalho para a polícia não queremos mais nada de vocês.

Olhares de todos os lados foram direcionados até mim como se eu fosse o grande culpado de irritar o júri, isto não ficaria assim, eles não veem as consequências, alguns podem se irritar e prejudicar o resto de nós, só espero que ninguém seja idiota o suficiente para isto. Serei obrigado a criar minha famosa lista para certos heróis. 

— Me desculpe senhor Harrison – li em sua placa de identificação — Mas se me permite queria dizer para se acalmar, eu me lembro do senhor. Eu o salvei quando um tivemos um ataque ao banco principal.

— Impossível, pessoas como vocês não se importam com os outros, se importam apenas com si mesmos, dizem salvar as pessoas, mas não tenho dúvida que fazem isso pela fama... – O interrompi. Ele sabia a verdade, sabia que eu estava lá, porém se recusa a admitir.

— Pense bem senhor Harrison, se fizéssemos pela fama acha que não mostraríamos nossas verdadeiras identidades? Estaríamos por aí salvado pessoas pela fama? Me desculpe, mas isso não faz sentido algum. No banco, a bomba explodiu próximo ao senhor o que te fez sangrar muito, não perdeu apenas a mão. – Ele me observava com surpresa, então prossegui. — Se eu não tivesse feito um torniquete e te tirado de lá rapidamente para que os médicos te dessem atenção teria morrido e não morresse, teria perdido muito mais.

Ele nada disse, apenas fez um sinal com a cabeça e se sentou, olhou para os lados e sussurrou algo no ouvido do senador.

— O senhor Harrison alega os fatos, ele está agradecido por ter salvo sua vida, porém não é com isso que estamos preocupados. Vamos prosseguir com as acusações.

Nada pude fazer depois daquilo, tentei ao máximo impedir diversos processos, mas o governo estava totalmente disposto a nos encurralar, nada tinha funcionado e fomos acusados, mas agradeci mentalmente que minha equipe era racional e não tentariam alguma besteira.  


Ao fim do tribunal, Diana dirigiu-se a mim, com uma expressão peculiar.

 — O que foi? 

— Não pude deixar de perceber a forma que tentou nos ajudar, mas eu sabia que daria nisso. Bruce o que vamos fazer? Cruzar os braços e obedecer? Não podemos deixar se salvar as pessoas, eu procuro paz desde a minha vinda e quero continuar procurando e não vou encontrar se parar de ajudar esse mundo. – Falava baixo para que ninguém percebesse nossa conversa, eu conseguia notar o olhar de decepção e teimosia em Diana, mas ela estava certa, não podíamos deixar de salvar as pessoas por causa de uma proibição do governo. 

— Eu darei um jeito. Teremos que ser mais discretos em relação a isso, todos sabem o quem tem que fazer. 

— Estou preocupada em relação aos outros. – Apontou com a cabeça para um dos últimos membros dos Vingadores sair de dentro da sala. — Nós não sabemos do que são capazes, se são do bem ou não, a feiticeira de vermelho e o irmão mataram inocentes, lá dentro disseram que eles eram inimigos e depois se juntaram para o bem; mesmo tentando eu não consigo confiar neles, temos que nos precaver de alguma forma.

Eu ouvia tudo atentamente, ela estava certa em cada palavra.

— Já sei o que fazer. Vou procurar dados sobre eles.  Apareça na mansão para me ajudar e para conversar, não acho bom conversarmos aqui.

— Claro, nos encontramos depois.

Entrei no Batmóvel pensativo, teria que bolar um plano para que tudo dê certo.  

∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞

— Alfred onde você está? Preciso que me ajude a pesquisar um pouco.

— Que pesquisa precisa patrão Bruce? – Alfred apareceu rapidamente atrás de mim, curioso para saber o que eu estava planejando. 

— Novas informações, preciso descobrir as identidades de novos heróis. 

— Como foi o tribunal? – Mudou de assunto para ter certeza de que meu pedido repentino tinha algo com isso.

— Me pareceu suspeita. Não foi nada bom, algo de ruim está vindo, consigo sentir.

— Gostaria de uma pesquisa completa? – Alfred só precisava daquilo para confirmar sua pergunta que tinha feito segundos atrás.  

— Sim, nome, pontos fracos, motivo de ter se tornado herói.... Tudo e mais um pouco.

— Pode dizer os nomes agora, estou anotando.

— Certo, procure tudo sobre Hulk, Viúva Negra, Nick Fury, Homem-Aranha, Homem-Formiga, Gavião Arqueiro, Falcão, Homem de Ferro, Pantera Negra, Visão, Mercúrio e Feiticeira Escarlate. De acordo com as notícias eles foram os responsáveis pela destruição de um aeroporto recentemente.  

— Verificarei e trarei os resultados em breve. Aranha, Formiga, Gavião.... Vejo que todos gostam de animais parece que se inspiraram em você patrão.

— Você é muito bom para mim Alfred, não sei o que faria sem você.

— Nem me fale, já chega a me arrepiar, ser bom para o senhor é o meu trabalho, mas seria bom se escutasse meus conselhos de vez em quando. 

 Alfred sai apressado da sala fazer sua parte da pesquisa enquanto eu me dirijo até o escritório para começar a fazer a minha. A forma que Capitão agia me chamou atenção, ele estava atento a tudo o que falavam e sempre defendia seus parceiros, o que me fez julgar de que ele é o líder do grupo. 

Comecei a procurar fotos e vídeos para descobrir seu padrão de ataques. Pelos movimentos certeiros e calculados, julgo que era um militar, não teria como ainda ser, se fosse não teria sido chamado para o julgamento. Capitão tem uma força maior e eu teria que descobrir como atingi-lo de forma correta sem me ferir. Atingir as pernas e os braços podem facilitar meu trabalho, mas corro um sério risco de me cansar mais rápido, pois presumo que ele também possua uma resistência maior que a minha.

Passaram cerca de uma hora e finalmente encontro algumas coisas valiosas. A primeira coisa é o seu nome verdadeiro e uma foto que me chama atenção, a foto não é dos dias atuais, sim, a data estava no ano de 1945, fim da Segunda Guerra Mundial, diferente de Diana que estava em meados de 1918, último ano da Primeira Guerra Mundial. Um jovem franzino que atinge o pico da perfeição humana após aplicar um soro experimental com o intuito de ajudar os Estados Unidos contra as potências do Eixo. Perto do fim da guerra, ficou preso no gelo e sobreviveu em animação suspensa até que foi revivido nos dias atuais. Usa um escudo feito por uma liga de Adamantium com Vibranium. Ele foi congelado a sessenta anos, então familiares já morreram. Talvez se eu descobrisse o nome de algum ente querido ou alguém importante para ele eu poderia tentar retirar informações sobre ele.

Ao continuar a pesquisa mais a fundo ouvi meu celular tocar, era uma mensagem de Diana.
 

“Bruce, estou a caminho. Peguei algumas informações do Capitão, tenho certeza que ele é o primeiro de sua lista, por isso tomei a liberdade de pegar algumas informações.”

Li a mensagem com um leve sorriso, Diana sabia muito bem o que eu estava pensando, era exatamente a mulher mais inteligente que eu já conheci. Com toda certeza a informação que ela irá me passar será perfeita e crucial. Então comecei a confeccionar minha lista sobre tudo o que sabia sobre ele.

Capitão América:

Nome verdadeiro: Steve Rogers

Armas: Escudo e Punhos.

Habilidades: Artes marciais, força aumentada, agilidade aumentada.

Pontos Fortes: Força, agilidade e inteligência.

Pontos Fracos:  Desconhecidos

Pessoas importantes: Desconhecidas

Faltavam aquelas categorias, se eu soubesse eu poderia estar mais preparado. Sou interrompido de meus pensamentos quando Diana vem em minha direção acompanhada de Alfred.

— Desculpe eu não tinha percebido que estava aqui. Você é rápida.

— Sei disso. Vamos começar? – Sentou-se ao meu lado abrindo seu laptop já me indicando algumas informações, mas não eram nada além das que eu já possuía, com a exceção do ponto onde eu mais precisava, as pessoas importantes. Tinham dois nomes, Peggy Carter e Sharon Carter.

Eu e Diana conversamos sobre as mulheres, Peggy Carter tinha falecido e Sharon está escondida pelo mundo com a segurança da S.H.I.E.L.D. Poderíamos encontra-la, mas não tínhamos tal tempo, porém ainda sim, pegamos seus dados e os deixamos arquivados para necessidades futuras. Ainda a informação mais necessária nós ainda não obtivemos.

— Qual você acha que seria seu ponto fraco? – Vi que a morena ao meu lado não tirava os olhos de fotos e vídeos do homem de azul, ela analisava cada ponto com cautela e segurança. Com certeza ela estava tão determinada quanto eu para encontrarmos informações. — Acha que o próprio escudo pode ser uma delas?

— Sim. - Ela suspirou pensativa — Tem algo a mais. Percebi que ele tem uma ótima defesa e quando ataca, os golpes são surpreendentemente fortes e bem executados.

— Quer dizer que ele luta na defensiva e tenta acabar o mais rápido possível com a luta. – Eu estava entendendo exatamente o que ela queria dizer, caso eu precise lutar com ele eu terei que ser rápido e executar os golpes perfeitamente. — Deu para ver que quando deram um golpe nele, ele demorou um pouco para recuperar a consciência.

— Considerando estes pontos, pode-se dizer que a resistência dele é baixa. Então se tirarmos o escudo e socar bem forte, ele irá cair.

Sim, ela estava certa. Em meus pensamentos anteriores disse que ele teria uma resistência maior que a minha, mas com estas observações claramente eu estava errado.

— Dei uma olhada na ficha deste cara e queria saber da foto que você tem aí. É realmente o que estou pensando?

— Sim, é uma fotografia da segunda guerra mundial e ele estava lá.

— Então ele não é humano? – Sua curiosidade havia sido despertada. 

— Ele é humano, ele foi congelado na época e depois descongelado.

— Não consigo entender, ele é humano, foi congelado, mas mesmo assim ele não envelhece. 

— O soro implantado pela Hydra é a razão, eu sinceramente não sei o que eles usaram para fazê-lo, mas sei que isto tem poderes mais que especiais. Esta é a razão dele não envelhecer. 

— O efeito deve ser mesmo eficaz, parece que a cada foto mais recente ele fica mais revigorado. – Diana olhava todas as fotos procurando algum resquício de velhice no homem. 

— Olhe pelo lado bom, você não é a única idosa por aqui. – Assim que fiz a brincadeira, me arrependi. Vi Diana me encarar com fúria e por um breve momento achei que iria morrer. — Foi uma piada para quebrar o gelo, desculpe. 

— Vamos voltar ao assunto. – Se virou mais calma. 

— Bom, ele luta com um escudo, como você, sabe de algo que possa ajudar a pegar?   

— Bem na verdade não, dá para ver que sua única arma é o escudo. Nesse caso sua vantagem se quiser pegar é quando ele abrir mão para poder lutar. Quando usamos escudos não podemos deixar que nada nos atrapalhe, o escudo é nossa proteção, temos que mantê-lo firme. 

— Ou então quando o escudo for arremessado para longe e até mesmo ele ficar preso em algum lugar. Aqui por exemplo, o escudo dele ficou preso em uma van enquanto ele lutava com o tal do soldado Invernal. – Indiquei exatamente o ponto que eu tinha notado.

Continuamos a pensar mais como atingi-lo e as únicas alternativas foram estas. Seus únicos pontos fracos são o próprio escudo e sua baixa resistência e se eu me preparar bem eu não terei tantos problemas, mas nunca é bom subestimar seu alvo.

— Eu também encontrei algumas informações sobre Thor. – Ela diz me encarando, mudando de héroi. — Na verdade foi quase tudo. De todos aqueles caras ele foi o que mais me chamou atenção, já que eles o denominam como um Deus.

— Você não é a matadora de Deuses? - Brinquei depois de lembrar de sua história.

— Mesmo assim estou preocupada, ele parece ser forte, eu nunca os subestimo Bruce. – Ignorou minha piada completamente voltando a encarar a tela do computador. — Mesmo eu sendo a matadora de Deuses, não sei como é seu poder, mas é claro que nem é comparado ao meu. – Piscou para mim com um sorriso respondendo minha brincadeira de antes.

— O que você tem aí? – Minha curiosidade foi despertada com a pesquisa.

— Thor veio para terra pela primeira vez em 2011 ele foi encontrado pela cientista Jane Foster, Erik Selvig e Darcy Lewis, foi levado para o hospital, onde bateu em vários médicos e depois fugiu. Causou um grande caos depois que insistiu em tentar empunhar o martelo. Diziam que Thor foi banido de seu reino por Odin, por isso na primeira vez não conseguiu o martelo, mas depois teve seu poder restaurado e lutou contra Destroyer, uma espécie de guardião do cubo cósmico conhecido como Tricerat e uma parte da cidade foi destruída.

— Então foi esta a razão da S.H.I.E.L.D ficarem tão apreensivos com Thor. Um cara maluco dizendo que era um Deus e depois provou que era um.

— Sim, e tem mais, o Tricerat foi usado pelo irmão de Thor, Loki, para agradar a Thanos e dominar a Terra, mas Loki foi detido pelos Vingadores. Podemos dizer que é considerado uma arma de destruição em massa se não for usada corretamente. 

— Então o esta arma foi  a grande causa da destruição de Nova York. – Tudo os poucos se encaixava, mas de repente prestei atenção à um detalhe que Diana acabara de dizer. — Thanos? 

— Oh, sim. De acordo com depoimento de Loki ele é um dos seres mais poderosos do universo e que possui uma arma poderosa, as manoplas do infinito, mas isso é um boato já que Loki não queria ser preso pode ter inventado qualquer coisa.

— Um boato, claro. Esse tal Thanos e o cubo são armas. Certo. Já temos a causa da destruição de Nova York, mas qual foi a causa da destruição das outras cidades? 

— Tony Stark senhor – Alfred chega com duas pastas das que eu o pedi. 

— Como?

— Tony Stark foi a causa, Stark queria criar uma máquina de inteligência artificial chamada Ultron que protegeria as pessoas enquanto os heróis estivessem ocupados em outras coisas...

— Então o projeto fracassou.

— Pelo contrário senhor. O projeto deu muito certo, mas Ultron desenvolveu uma inteligência tão avançada que conseguiu dominar os outros robôs e convencê-los de que os Vingadores eram os grandes vilões por isso a guerra foi travada. 

— Mas a feiticeira poderia ter impedido e Stark também. 

— Aí que está o problema, a feiticeira e seu irmão estavam lutando contra os Vingadores e depois se uniram a eles. Ultron era poderoso e dominou a principal fonte de inteligência de Tony Stark, por isso não tinha como desligar. 

— Mesmo assim a culpa foi dele, ele deveria cuidar disso de forma correta. Óbvio que daria errado, na verdade isso poderia dar certo se ele tivesse levado mais tempo nisso tudo. 

— Quando tempo ele demorou para fazer isso? – Diana se manifestou. 

— Cerca de alguns meses.

— Então está certo, a pressa dele o acabou levando para a destruição de seu projeto muito bem pensado. Pense nisso, se tivesse dado certo, vidas poderiam ser poupadas mais rapidamente. Foi uma ideia inteligente. – Ela concluiu. 

— O que mais você trouxe? – Mudei de assunto já farto da bobagem que Stark tinha cometido. 

— Os dados do Aranha e do Stark. Foram as pesquisas mais simples que já fiz em todos estes anos, agora, se me der licença tenho outras para fazer. – Alfred se vira deixando as pastas na mesa e se dirige de volta para concluir seu trabalho. 

— Diana, eu estou fazendo uma lista, esta lista será muito importante para nossa segurança. Analisarei todos os pontos fracos de cada um deles e escrever como eu os mataria se fosse necessário.

— Talvez não precise. – Me olhou, eu conhecia aquele olhar, era um olhar de aviso, ela não tinha certeza se concordava comigo. 

— Não podemos confiar, sabe que estou certo, se algo errado acontecer precisamos nos precaver, eu faço isso com todos, inclusive fiz com você. Tenho um certo problema em confiar nas pessoas. Se tiver um por cento de chance deles se tornarem nossos inimigos, temos que considerar certeza absoluta. 

— Qual a razão de ter meu nome na sua lista? Acha que sou tão burra assim? Se eu quisesse eu poderia te matar agora mesmo, ninguém me impede de fazer nada.

— Sim, eu sei, e é por isso que eu tenho seu nome, mas enfim, obrigado pela ajuda aqui. 

— Bruce, não faça nada que vai se arrepender depois. – Diana juntou suas coisas e se levantou, estava prestes a ir embora. Eu conseguia ver o  nervosismo em seu rosto, suas feições estavam claras, precisava mostrar a ela que não deveria se preocupar. 

— Não se preocupe, eu só farei quando não tivermos mais nenhuma alternativa, mas aquele que ousar nos incomodar ou cruzar meu caminho. Morre.



Notas finais do capítulo

É isso Pudins, espero que tenham gostado e novamente peço desculpas pela demora
Beijos e fiquem bem!
~Motoqueira Fantasma~



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