The woman I love escrita por luud-chan


Capítulo 2
✩ Pata de camelo


Notas iniciais do capítulo

Oie! :B

XEEEEEEEEEENTE! :OOOOOO Preciso dizer, com toda a sinceridade, que eu JAMAIS esperava receber tantos reviews em um capítulo só. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK Eu fiquei com o queixo no chão por ter sido tão bem recebida e tão elogiada (não que eu esperasse ser recebida às pedradas, mas cês me entenderam, eu acho).

Muito obrigada, de coração! *-* Vocês são uns amores e isso só me faz ter mais vontade de voltar a assistir OP e escrever várias coisas dessa categoria. ♥ Agradecimentos especiais a Akemihime e a Batmina, duas lindas que me incentivaram BASTANTE a participar e, sem elas, provavelmente essa fanfic não existiria. :') bjs, gatas.

Aqui está a segunda história. Se eu ganhei moral com a primeira, ela vai ser completamente destruída com essa. AUHAUHAUHAUHAUHAH /foge/ E vocês vão entender o porquê, mas de alguma forma, NÃO REGRETTO NADA.
BJS

Prompt #3: Universo Alternativo

Boa leitura e até as notas finais.

ps: tem um hiperlink, que é uma música, cliquem, pls. AUHAUHAUAH
ps2: vou ali capotar e amanhã quando voltar do cursinho termino de responder os reviews! Prometo! Não fiquem bolados comigo, pls. :)



The Woman I Love

#

Pata de camelo

Nami tinha o hábito de ir à academia todas as quartas e sextas. Seu trabalho como banqueira, exigia demais de si e sempre acabava descontando o estresse acumulado da melhor forma possível: comendo. Às vezes se odiava por isso, mas como parecia ter virado uma mania que não podia ser consertada, ia fazer exercícios para manter o corpo em forma.

Já estava completando seus trinta minutos na esteira quando deu falta de Vivi, sua personal trainer adorável, que tinha o costume de aparecer toda vez que ela estava terminando de correr. Parou e secou o suor que começava a acumular em sua testa e pescoço com a toalha que carregava.

Voltou a procurar Vivi com os olhos, mas não a viu em lugar algum. A única pessoa que conseguia ver, era Zoro, que estava atrás do balcão da recepção, parecendo bem interessando em algo no computador. Andou até ele, atraindo alguns olhares para si, o que era absolutamente normal, levando em consideração, caham, sua beleza natural.

Zoro levantou o olhar para ela assim que notou sua presença:

— O que foi, demônio? — perguntou.

— Você não deveria falar assim com sua cliente mais rica, idiota. — Estalou a língua, desviando o rosto para o lado contrário.

Ele revirou os olhos.

— Nunca te pedi para se inscrever na minha academia, não aja como se eu tivesse mendigado — disse e voltou a olhar algo na tela do computador.

Nami deu um cascudo nele com força.

— Estúpido. Não sei como somos amigos — reclamou e ignorou os outros resmungos dele. — Mais importante do que tudo isso: Cadê a Vivi? Não estou vendo ela por aqui.

— Está doente — explicou.

— Ah! Como eu não fiquei sabendo disso? — murmurou para si mesma, inconscientemente roendo a unha do polegar. Sua atenção voltou-se para ele mais uma vez depois de despertar dos seus devaneios: — Ei, quem vai me ajudar a treinar então?

— Você é criança por acaso? Faça isso soz... — parou quando ela ameaçou dar-lhe outro cascudo. Aquela mulher-demônio podia ser assustadora. — Espere, vou chamar o Luffy pra te ajudar. Ele está substituindo a Vivi enquanto ela não melhora.

— Luffy? Quem é esse? — Franziu o cenho.

— Você não o conhece. Ele costuma ficar no turno da tarde, como você só vem de noite, então... — Deu de ombros. — Vou chamá-lo.

— Tá. — Suspirou, observando-o sumir.

Apoiou os cotovelos no balcão e nos poucos minutos que passaram, ficou imaginando que tipo de pessoa o tal de Luffy seria. Alto? Grande? Musculoso? Feio? Bonito? Admitia estar um tanto curiosa.

— Ei, Nami! — Virou-se com a voz de Zoro. — Esse aqui é o...

Por alguns segundos ela perdeu o fôlego. O coração acelerou e as mãos ficaram suadas. Sentiu a garganta ficar seca.

Ele era totalmente o seu tipo!¹

Viu-o balançar a cabeça — parecia que tudo estava em câmera lenta, com direito a música de entrada — o cabelo negro molhado, fazendo as gotas se espalharam, depois ele passou os dedos entre os fios e abriu um sorriso tão branco, que ela acreditou que a cegaria. Os olhos negros e atentos — oh, inocente! Ele continuou andando em sua direção, e Nami suspirou quando percebeu o quão musculosas suas pernas eram. E os músculos definidos se estendiam pelos braços e peitoral, com aquela camisa grudada ao corpo pelo — provável — recém-banho, ela conseguia visualizar tudo.

Quase tudo.

Iria enfartar. Tinha certeza que ia.

Ah... Só poderia estar sonhando...

E como em um piscar de olhos, toda a magia foi desfeita assim que ele chegou perto o suficiente, com um ato e uma simples frase:

— Pata de camelo! — Sorriu com o dedo mindinho enfiado no nariz.

Ela não entendeu porque Zoro começou a rir, mas ele escapuliu antes que fosse questionado.

— Pata... Que? Espera... Quê?! — Colocou as duas mãos na cintura e inclinou-se ligeiramente para frente.

— Você está com pata de camelo — explicou.

Mas o que raios é isso?” Nami pensou, totalmente perdida.

Como se tivesse lendo os pensamentos dela, o rapaz acrescentou, explicando:

— Sua calça está enfiada na sua periqu...

Antes que ele terminasse de falar, ela se deu conta e deu um grito, interrompendo-o. Nami tinha praticamente certeza que todo o seu sangue tinha subido para o seu rosto — sem chance de volta — e que aquele era o momento mais constrangedor de toda a sua existência.

Definitivamente não era um sonho, era um pesadelo dos piores.

Quando finalmente tinha pensado achar um pretendente do seu tipo, algo assim tinha que ter acontecido?

— Tarado! — gritou e deu um soco no nariz dele com tanta força, que o apagou na mesma hora. — Pata de camelo! Inacreditável!

Ela marchou para fora, ainda vendo Zoro, inutilmente, tentando abafar as gargalhadas atrás do balcão, enquanto uma pequena multidão começava a se formar em volta do desacordado Luffy, imaginando o que teria acontecido.

A pior parte de toda a história, é que depois disso, ela ficou conhecida como: Nami Pata de Camelo.

Jurou para si mesma que não pisaria naquela academia jamais — mesmo depois de ter espancado Zoro de leve — e que não queria encontrar o tal de Luffy nas próximas cinquenta vidas.

Ironicamente, a vida os juntou e eles se casaram. Sete anos depois, Luffy deu uma pata de camelo de mentira, apenas para provocá-la sobre como tinham se conhecido — o que deixou os amigos, com exceção de Zoro, extremamente confusos. O que resultou apenas em uma dormida no sofá com o couro — completamente — quente.

A lição que Nami tinha aprendido era que histórias de amor nem sempre começam de forma romântica.

A lição que Luffy tinha aprendido era que é uma má ideia cutucar a onça com vara curta — ou com uma pata de camelo falsa.

(Mas ao menos lhe rendera boas risadas “shishishishsishi”).



Notas finais do capítulo

¹Sabem aquelas músicas top de balada quando um personagem sexy aparece? Essa foi minha falha tentativa de fazer isso, pela visão da Nami. AUHAUAHUAHU

Zerei minha vida de ficwriter com essa oneshot. AUHAUHAUAHU /sai voando/ Admito que estou envergonhada, mas ao mesmo tempo, uuuh... hehehehe

Ai, torimd de mim mesma, sou idiota, eu sei. Espero que alguém se divirta com isso, do mesmo jeito que me diverti escrevendo, AUHAUAHUH xDDDDD

Obrigada pelo apoio, cês são demais! ♥ Até o próximo prompt! :*