D.N.A Advance: Nova Ordem do Século escrita por Sensei Oji Mestre Nyah Fanfic


Capítulo 41
A Luz vence as Trevas


Notas iniciais do capítulo

ÚLTIMO CAPÍTULO DA SAGA
Acabou, encerrou,finalizou, concluiu,,, chegamos ao final parcial da corrida e só estamos na metade do caminho.
Quero agradecer a todos os leitores, feedbacks que recebo, às recomendações que me deram, aos favoritos... a tudo. A fanfic só foi boa porque os leitores são bons. Mas tudo que começa tem fim, então este é o fim, não da fic, mas do primeiro arco que envolveu a primeira trama. Obrigado mais uma vez, leiam e depois vejam as notas finais.



– Vocês estão bem? - perguntou Paulo chegando ao templo e vendo os amigos se recuperando do golpe anterior.

– Sim. Aquele desgraçado pegou a gente de surpresa - respondeu Lúcia escorando em Lucas.

– Paulo, o Gennai está lá dentro. É melhor irmos ajudá-lo - falou Lucas.

– Tem razão - disse Mia indo ao seu encontro. - Precisamos nos unir mais do que nunca.

Paulo assentiu, ajudou os outros amigos e foi ao encontro de Gennai.

Linx sorriu ao perceber que o plano do seu colega deu certo. Tudo se encaminhou conforme ele prevera, mesmo que ninguém soubesse. Ajudou os outros membros do conselho que estavam caídos.

– Chegou o seu fim, Barbamon. Pensou mesmo que conseguiria concluir esse absurdo de destruir o planeta a fim de fazer outro? Enganou-se quanto a isso. Quais são as suas últimas palavras?

KaiserBarbamon ficou calado.

Os digiescolhidos chegaram a tempo de presenciarem o fato. Édenmon pediu para que se afastassem, pois poderia ser muito perigoso caso algo desse errado.

– Aquele velho vai ter o que merece. Vamos entrar nessa luta também - disse Ruan.

– Ruan, não. O Gennai sabe o que faz. Agora sei que ninguém mais pode nos deter - impediu Jin.

– KaiserBarbamon, acabou. Apesar de ter sido uma ótima luta, eu prefiro que você acabe junto com a sua inveja.

– Édenmon, eu posso ter sido enganado, mas disse que nunca perderia. Tudo o que fiz não será desfeito aqui.

– Do que está falando? Você está só. Não há mais saída.

O vilão começou a rir descontroladamente. Ninguém entendeu o real motivo de tanto riso.

– Por que está rindo tanto? - perguntou o guerreiro.

– Ahummm... Ahummm...

– O que está fazendo? - perguntou Gennai.

– Ahummm... eu te achei... agora venha, garotinho.

Algo estava errado; o vilão parecia estar tranquilo. Freddy apareceu na frente do digimau diante dos olhos de todos; o garoto foi teletransportado de fora do templo para dentro por causa do poder psíquico de Kaiser.

– O quê?! Como isso foi possível? Freddy!

– Não se mova, caso contrário eu o matarei.

– Não pode ser, que vacilo meu - indignou-se Gennai consigo mesmo.

Todos ficaram sem reação, pois o inimigo segurava o jovem escolhido e o fez de seu refém.

– Agora retire esse aparelho e jogue-o no chão - a princípio Gennai relutou. - Vamos, se não quiser ver um digiescolhido morto à sua frente. Desta vez eu me encarregarei para que ninguém o ressuscite, pois destruirei seu corpo também.

O homem não teve outra escolha a não ser entregar o aparelho. Kaiser destruiu o objeto, mas não libertou o cativo. Freddy se debatia, contudo era em vão.

– Você conseguiu o que quis, solte-o.

– Édenmon, o que aconteceria... caso eu possuísse o corpo do garoto.

Todos ficaram chocados com tais palavras.

– Desisti de continuar com este corpo. Possuirei o corpo deste menino e assim não ter o risco de ser atrapalhado por vocês. Possessão Demoníaca!

Édenmon não soube o que fazer. KaiserBarbamon simplesmente se desintegrou em dados e se fundiu com Freddy. O guerreiro quis puxar o seu parceiro de volta, mas um escudo se formou ao redor deles. No fim os que ficaram no salão puderam presenciar mais uma façanha do inimigo.

– Não pode ser. Isso é...

Édenmon não encontrou palavras para descrever o que estava vendo. Freddy estava pálido, com olhos vermelhos, cabelos brancos e uma aura negra ao seu redor. Era uma outra pessoa, era o próprio Barbamon.

– Não pode ser verdade. O Freddy está possuído? - indagou Mia.

– O que vai acontecer agora, gente? - Rose, por mais que perguntava, não obtinha respostas.

– E então Édenmon, o que vai fazer? Eu possuí o corpo do seu parceiro que você tanto estima. Agora eu sou ele e ele sou eu. Agora faça o que eu ordeno: mate-se ou mate-me.

Barbamon usou sua telecinesia para buscar a espada de ouro que Linx havia deixado cair quando foi atingida contra à parede. O vilão entregou o objeto ao guerreiro que ficou sem reação. Édenmon apenas segurou a arma, com o semblante caído, sem dizer nada. Lágrimas caíram sobre a lâmina.

– O que foi, guerreiro? Não me diga que virou um covarde e que não vai fazer o que eu ordenei? - ele se aproximou do digimon.

– Todos esses anos protegendo o meu parceiro. Participamos juntos em muitas empreitadas neste digimundo afora; rimos juntos, choramos juntos, divertíamos juntos e erramos juntos. Eu prometi que iria defendê-lo custe o que custar, até dar a minha vida. Acabei me sacrificando pelo meu parceiro, por isso ninguém, nem mesmo você, tem o direito de fazer isso conosco.

– Além de covarde é chorão. Já que não quer me matar, enfie essa espada no seu peito; destrua o poder da pedra sagrada e deixarei o seu parceiro vivo.

Édenmon não escutou mais nada. Lembrou-se dos velhos tempos em que conhecera o seu parceiro.

Flashback

Três anos antes...

Freddy entrou por um portal criado a partir de uma mensagem via email do seu computador. O rapaz caiu sobre um galho de uma árvore a 10 metros do solo;depois que viu o sufoco no qual se meteu não teve outra saída a não ser descer. Tudo era novidade ao humano, pois nunca tivera contato com o mundo digital, apesar de já ter ouvido falar.

– Droga, talvez eu tenha sorte e caia - murmurou.

Alguém observava o jovem, de longe. O olhar curioso entre as folhas das árvores acusava a presença de um ser que queria ter a certeza que aquele à sua frente era mesmo o seu parceiro.

O garoto, ainda com seus 10 anos, desceu destemido até pisar em uma palha. Ao virar percebeu o seu erro, pois havia pisado num ninho muito grande. Observou a quantidade de ovos coloridos que ali estavam e foi mexer.

Um Tortomon bebia a água da correnteza de um rio, quando sentiu um faro. Retirou-se dali e foi apressadamente até o seu ninho. Foi aí que encontrou o humano mexendo nos seus ovos. Em poucos segundos o garoto correu até uma pequena caverna e entrou nela. Tortomon ficou golpeando com a cabeça assustando o jovem.

– Socorro! Socorro!

Passado alguns minutos, Tortomon parou de atacar. O menino foi verificar se o monstro havia saído; ao sair viu o corpo do dinossauro caído.

– Não se preocupe, ele está apenas desmaiado.

Freddy olhou pra trás e caiu assustado. Viu um homem, ou melhor um digimon, com feições de primata usando roupas humanas como por exemplo uma jaqueta e calça e portando um bastão.

– Quem é você?

– Não precisa ficar assustado, eu não mordo - estendeu a mão. - Agora está a salvo. Eu sou Gokuwmon, sou seu parceiro digimon. Olhe o seu digivice.

O garoto pegou o objeto do bolso da bermuda e se lembrou daquilo ter aparecido no seu quarto, dias antes.

– Finalmente nós nos encontramos. Pode confiar em mim, a partir de agora eu vou te proteger com a minha vida...

Flashback

– Entende agora que eu não posso fazer isso? Jurei que iria protegê-lo com a minha vida, por isso eu não vou permitir que ninguém o faça mal, muito menos você!

– O que é isso? - perguntou Barbamon.

Édenmon começou a brilhar tão intensamente que ninguém conseguia ficar de olhos abertos.

– Não pode ser. Essa luz está me queimando! - gritou o demônio.

Uma sombra saiu das costas do garoto, que caiu desacordado ao chão. Édenmon olhou para cima e viu uma sombra gigantesca no teto do templo. Era uma visão aterrorizante.

– Mas o que é aquilo? - perguntou Paulo, assustado.

– Aquilo é o Barbamon sem seu corpo físico - respondeu Linx.

– Como algo assim existe? Pensei que só os digimons vampiros podiam viver em forma de espectro - falou Mia.

– Talvez porque não seja limitado apenas à classe dos vampiros. Barbamon provou para todos nós que foi o maior inimigo que enfrentamos, e não será nada fácil derrotá-lo - respondeu Jin.

Gennai olhou o teto e viu o espectro; no mesmo instante retirou o aparelho do seu bolso - o verdadeiro digivice com o portal do mar das trevas. Apertou alguns botões e o portal se abriu.

Édenmon segurou a espada, concentrou o poder da pedra no objeto e jogou contra o espectro.

– Vá para o inferno - disse após ter jogado.

A espada atingiu o espectro, que explodiu em seguida. Gennai concluiu a abertura do portal e assim o espectro foi sugado. Selou o portal para que o vilão não pudesse retornar futuramente.

Édenmon segurou o seu parceiro nos braços e sorriu quando ele acordou.

– Vencemos?

– Pode apostar que sim.

Gennai sorriu aliviado. Sempre se precavia e isso ajudou e muito a dar a vitória sobre o vilão. Agora eles nunca mais seriam perturbados por Barbamon...

...

Ogremon abriu os olhos depois que outra árvore caiu perto de si. Assustou-se com a visão que estava tendo: a destruição da Ilha Arquivo. A montanha central havia desaparecido por completo. Deixou para entender mais tarde, agora era ter que fugir para não morrer. Tentou procurar a sua arma, mas não a encontrou; foi então que ele viu Leomon jogado ao chão. Olhou para o seu rival com desprezo, tentou ir embora, porém parou por um pouco.

– Não há mais tempo. Vamos sair todos daqui! - exclamou Aiko.

Não havia mais tempo mesmo. Metade da ilha estava sumida e a outra metade sumindo. O último digimon, Elecmon, havia atravessado com seus filhotes e as digitamas dentro de uma rede de pescar. Centarumon se desesperou ao perceber que Leomon ainda estava na ilha.

– Droga, o Leomon ficou para trás - disse ele.

– Não pode ser. O que estava pensando quando entrou ali? - perguntou Meramon.

– Não, esperem. Olhem ali - disse Elecmon.

Eles olharam a silhueta de dois digimons. Ogremon conseguiu passar, carregando o corpo de Leomon nos ombros. Ninguém acreditou que o ogro havia feito.

– Isso é um milagre ou uma miragem? O Ogremon salvando a vida do Leomon - a ficha de Meramon ainda não caiu.

– Esses dois já estavam amigados há algum tempo, por isso que o verdão salvou o amarelão - todos olharam para Elecmon. Este ficou sem jeito. - Ei, não me olhem assim. Foi algo no passado que uniu esses dois.

Ogremon largou Leomon no chão.

– Idiota pesado - foram suas únicas palavras.

Todos olharam para a Ilha Arquivo e deram-na adeus. Em pouco tempo tornou-se dados e sumiu de seus olhos.

– Pronto. Tudo está concluído do jeito que deveria ser. Todos estão a salvo - Dynasmon concluiu. Os digimons comemoraram.

Aiko olhou para Dynasmon com alegria. Agumon cutucou o parceiro.

– Aiko, estou com fome.

– Tudo bem, Agumon. Voltaremos para casa... puta merda! O trabalho da faculdade que eu esqueci. Já deve ser quase meia noite de sábado!

– Meu Deus! A Márcia vai me matar!

...

Após a suposta derrota de Barbamon, os digiescolhidos se reuniram do lado de fora do templo. Teriam que voltar para o mundo dos humanos o mais rápido possível, pois o digimundo estava completamente mudado. As artimanhas do inimigo em destruir as pedras sagradas resultaram num colapso no tempo e espaço. Tempo: o tempo no digimundo voltou a ser mais rápido que o da Terra; espaço: ocorreram distorções nos portais. Possivelmente alguns digimons puderam passar pelos portais.

– HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... Por que estão comemorando uma falsa vitória?

Os digiescolhidos observaram no céu um portal se abrir. Inacreditavelmente era o mar de Dragomon que foi aberto. Todos ficaram boquiabertos quando viram Barbamon surgir na sua forma normal.

– Isso é impossível! Eu selei o portal! - Gennai estava atônito.

Não só Gennai, mas os demais que ali estavam. Era algo inacreditável até mesmo para Édenmon.

– Acharam mesmo que se livrariam de mim assim, fácil?

– Como conseguiu sair do mar das trevas selado e com essa facilidade?

– Acho que quando eu possuí o garoto criei novas habilidades. Voltei a minha forma normal assim que eu entrei lá. Conseguiu abrir este portal de volta. E agora eu vou destruir todo o digimundo com uma mega explosão.

Os ali presentes ficaram espantados.

– Já que eu não vou conseguir vencê-los lutando, pelo menos me autodestruindo. Explosão Barbatos! - Barbamon começou a inchar.

– Ah, é um monstro. Ele vai acabar com todos nós - disse Linx. Os outros membros do conselho ficaram sem palavras.

– Não se eu puder fazer algo - Édenmon olhou para Freddy e entregou o seu bastão. - Escuta, chegou o momento. Você precisa ser forte. Eu vou impedir que ele se destrua.

– Não Édenmon, por favor...

– Freddy, confie em mim. Eu disse que te protegeria arriscando até minha própria vida. Chegou o momento, o momento de acabar logo com isso.

Édenmon chegou perto do velho e o agarrou por trás.

– O que está fazendo?

– Impedindo que você faça isso. Não entendeu ainda que já foi derrotado?

Édenmon soltou a sua aura dourada que logo os envolveu. Olhou o seu parceiro pela última vez.

– Adeus Freddy, continue sendo essa pessoa maravilhosa que é hoje. Confio em você.

O menino chorava, mas compreendia que aquele sacrifício não seria em vão.

Édenmon intensificou cada vez mais o seu poder.

– Idiota, vai nos destruir com esse ataque suicida.

– Prefiro me suicidar levando você do que assistir a destruição do digimundo. Prepare-se!

– Ahhhhhhh!

– Segura velho!

Os dois subiram aos céus numa aura dourada. As pessoas que estavam embaixo viram nitidamente a ascenção deles como se fossem uma estrela. Por fim uma explosão dourada que se espalhou por todo o digimundo. O céu voltou ao normal e não houve mais tempestades, apenas uma aurora no céu.

– Está tudo acabado. O mal desapareceu por completo - concluiu Gennai.

A despedida era a parte mais difícil. Foram dias de aventuras, dias de batalhas, dias de intrigas, dias de reconciliações. Foi uma aventura que começara desde a vinda dos digiescolhidos por causa da soltura de Astamon até a luta final contra Barbamon.

Rose e Palmon; Jin e Mushroomon; Ruan e Hagurumon; Mia e Betamon; Aiko, Agumon e Dynasmon; Lúcia e Lucas. Todos estes foram levados até o metrô que servia de portal, o mesmo por que Paulo e Impmon usaram para chegar ao mundo digital.

Paulo ficou um pouco do lado de fora para se despedir do amigo.

– Escuta... Paulo. Eu sinto muito pelo que eu falei. Eu fui um bobo mesmo e não percebi que tenho amigos ótimos.

– Freddy, não precisa se desculpar cara. Agora só não deixe de ser digiescolhido. Não tem o seu parceiro, mas pelo menos isso nunca vai apagar o fato de ser o nosso amigo e colega.

– Vambora Paulo! - gritou Lúcia.

– É melhor a gente ir logo - disse Impmon puxando o garoto.

– A gente se vê, amigo. Quero que vá depois no meu whats, viu?

– Pode deixar, Paulo. Darei sinal de vida.

Paulo entrou no vagão. O metrô saiu do lugar e foi engolido por uma luz.

Freddy ficou sozinho aguardando o próximo trem chegar. Teria que dar uma desculpa mirabolante à sua tia que já deve ter espalhado cartazes por toda a Califórnia.

– E então, qual o próximo plano, chefia? - perguntou Linx.

– Vamos arrumar a casa. Afinal, não será aqui que o Digimon Adventure irá acabar - respondeu Gennai. - Ah, como eu quero entrar numa banheira de hidro...

...

Tóquio

Naomi desceu do carro, pegou algumas sacolas e entrou no elevador. Dois minutos depois ela já estava no andar onde morava. Retirou a chave da bolsa, abriu a porta e adentrou com as sacolas; fechou a porta. Deixou as compras sobre a mesa de centro e foi à cozinha. Abriu a sua geladeira, pôs água num copo e bebeu.

Lembrou-se do seu encontro com a tia Ako horas antes. Era algo desagradável que ela mesma reconhecia. No passado roubaram milhões do laboratório sem que o avô desconfiasse da falcatrua. Claro que se ele descobrisse, o que era improvável, seria o seu fim; ainda mais com a tia azucrinando em seu ouvido.

Enquanto bebia a água, ouviu um barulho oriundo do seu quarto. A empregada não podia ser, pois foi dispensada à tarde.

– Tem alguém aí?

A mulher entrou no seu quarto e o viu todo revirado. O seu notebook estava emborcado sobre a cama; aberto e com a tela toda branca. Escutou um pequeno ruído sob sua cama e foi averiguar. Um aparelho similar a um celular surgiu.

– Mas o que diabos é isto? Será que é um...

– Digivice.

Naomi se virou imediatamente, tropeçou na cama e caiu. Viu o ser à sua frente se aproximar.

– De onde saiu?

– Do seu banheiro, que por sinal é maravilhoso.

– Você fala... quem é você? O que é você?

– Eu sou a Black, sua amiga. Lembra-se? Serei mais direta: eu sou uma digimon, sempre fui. O meu verdadeiro nome é BlackTailmon.

Naomi olhou para o aparelho e para a felina negra. Não acreditou que era uma escolhida e que a sua amiga virtual era um digimon.

Los Angeles

A cidade americana, conhecida por seu calor intenso nos dias de verão, era assolada por uma chuva sem precedentes. As pessoas tentavam fugir da tempestade tentando se esconder em algum lugar ou usando o guarda-chuva. Era a vida cotidiana de uma cidade como qualquer outra.

Freddy saiu de casa e ficou sob a chuva, molhando-se. A sua tia o chamava todo o tempo para que entrasse e assim evitar um resfriado, mas para ele pouco importava. Olhou para o céu chuvoso e viu a imagem de Gokuwmon o observando. Sorriu.

– Fredderick, entra logo menino! Já é noite e pode ficar doente.

Sua tia nunca ficou sabendo do verdadeiro motivo que o parceiro do seu sobrinho não retornou. No máximo uma história pra boi dormir que ele inventou para poder se sarfar de uma bronca.

Entrou à casa lembrando de uma relíquia deixada pelo seu parceiro: o bastão. Aquilo foi guardado como um tesouro.

FIM DA SAGA

EPÍLOGO...

Mansão Matsunaga

Matsunaga encontrava-se deitado sobre sua cama lendo um livro. Foi interrompido pela batida insistente da fiel governanta.

– O que foi desta vez, Nakawa?

– O detetive particular que o senhor contratou deixou isto hoje cedo. Não o entreguei antes porque a senhorita Naomi e a senhora Keniyako estavam aqui. E como o senhor gosta de discrição, então - disse a velha entregando um grande envelope amarelo ao patrão.

– Obrigado Nakawa. Pode se retirar.

A megera da Ako se escondeu do outro lado do corredor, esperou a governanta sair e foi escutar atrás da porta do seu pai.

– Agora veremos o resultado das investigações.

Retirou do pacote um número considerável de fotografias. Cada foto tinha uma data. Eram fotos de Takeru Takaishi, Hikaru Yagami, seus digimons, além dos outros que estavam no hospital no dia em que Takaishi fora internado.



Notas finais do capítulo

Estou feliz e triste ao mesmo tempo. Feliz porque concluo parte de uma missão, e triste porque ficarei com saudades. Logo quando eu planejei esta fic, não teria essas duas primeiras sagas, mas logo botei pra dar um motivo para acontecer a aventura, ou então aqui viraria uma novela porque a ideia inicial era começar com menos lutas... enfim, acho que deu certo até aqui.

Espero que se solidarizem e comentem, favoritem ou recomendem. Principalmente recomendem, não custa nada pô. Vai lá vai. rsrs

Uma notícia não muito boa: devido aos números excessivos de longfics que eu tenho, vou demorar 4 meses para começar a próxima saga. Por quê? Porque esse é o tempo mais do que necessário. Não me matem, por favor!

Bom, não há muito o que falar aqui, então que vocês tenham um ótimo 2015 e que Deus ilumine cada um de vocês (isso vale pra quem é ateu também, se tiver), que sejam felizes pessoalmente e em outros campos da vida. Pegarei o bonde do digimon...
Até Abril, pessoas. Fuck Yeah!



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