Just In One Direction escrita por CostaSalazar


Capítulo 93
Capítulo 93


Notas iniciais do capítulo

Havia quem já pedisse uma das loucas noite do costume entre Sofia e Zayn... Pois então, aí tendes uma ;) O capítulo inteiro para compensar a ausência deste género de capítulo até agora.
Esperemos que gostem.




A partir da meia-noite seria aniversário de Zayn. Sofia, como namorada dele tinha de o presentear. Sabia que um presente material não teria piada e que ele não lhe daria tanta importância como a um outro tipo de presente. Mas para tal iria precisar da ajuda dos amigos. Todos tinham de compactuar com ela.

Ao almoço, Gina e Harry, já combinados com Sofia, concordavam que seria melhor se Zayn dormisse na casa das portuguesas para no dia seguinte sair dali direto para Bradford. Por isso, iria lá jantar e depois ficaria lá a dormir... ou bem acordado.

À hora de jantar Zayn estava já a tocar à campainha. Sofia abriu-lhe a porta e o rapaz arreguilou os olhos de imediato. A namorada estava realmente sexy naquela noite. Não vestia propriamente muita coisa. Um robe curtinho de um material parecido com cetim vermelho, cobria talvez uma lingerie. Ela sorriu-lhe e cumprimentou-o com um beijo quente… Depois ele reparou que a sala estava em penumbra e estranhou. O rapaz entrou com a sua mochila e observou o ambiente. Tudo estava decorado de uma forma romântica. Velas perfumadas davam um toque especial. Ela abraçou-o, deu-lhe um leve beijo e disse-lhe ao ouvido:

- Temos a noite toda para festejar o teu aniversário... A casa inteirinha é nossa.

- Hum…

O muçulmano estava a gostar de tudo aquilo. Beijou a namorada loucamente na expetativa de começar a festa naquele momento, mas ela parou-o:

- Temos um jantar à nossa espera, que eu preparei com todo o carinho.

- Mas tu estás assim toda à vontade e eu estou assim… - Explica-lhe ele gesticulando para chamar a atenção às suas roupas.

- Queres ficar mais “à vontade”? Trata-se disso… - Diz-lhe ela aproximando-se dele, beijando-o no pescoço e tirando-lhe a camisola lentamente, de forma a que a mãos, à medida que levantassem a camisola, tocassem o tronco duro do namorado.

- Pronto. Agora já estás mais nu para condizer comigo.

- Óie… Vais parar? Isso não se faz! Deixas-me louquinho e depois queres ir jantar?

Ela sorriu-lhe e caminhou para a cozinha. Ele mordeu o lábio observando-a fazer o percurso. Imaginava já como ia ser aquela noite. Depois seguiu-a.

A fome não era muita, mas lá comeram qualquer coisa, sempre num tom bastante insinuante, por meio do romantismo inevitável que sempre os envolvia. Aquela noite prometia!

- E agora, que queres tu fazer? – Perguntou-lhe ela nom tom sexy ao ouvido depois de se ter levantado ao fim de jantar e abraçado o namorado pelas costas enquanto este se conservava sentado.

Ele puxou-a para o seu colo, possessivo. Ela viu-se ali dominada perante o olhos dele e aquele tronco tatuado que ela tanto amava.

- Amor contigo.

Dito isto, quem não se controlou desta vez foi ela. Beijou-o com ânsia de o ter. O rapaz, sentindo-se desforrado pela forma como ela o tinha deixado louco à entrada, tinha-a agora ali a ela louca, sequiosa de prazer. Ele deixava-se ser beijado enquanto sorria. Ela mostrava-se completamente absorvida no calor do momento e Zayn, ainda ali sentado com ela no seu colo, tentou afastar o que estava em cima da mesa e depois sentou-a ali, ficando entre as pernas abertas dela. Abriu-lhe o robe e observou por segundos o delicioso contraste entre a lingerie preta e o branco da sua pele. Beijou-lhe o pescoço completamente fora de si, causando sucção tal a ponto de lhe deixar a marca dos amantes.

Os corpos de ambos ferviam. Sentiam-se prontos a se entregarem um ao outro. Ele avançava e avançava, mas ela controlou-se e parou-o. Não era o momento certo. Queria um pouco mais de brincadeira. Não queria saciar-se já no início da noite. Mordeu o lábio inferior sensualmente, apreciando a beleza do másculo peito do namorado. Afastou-o e desceu da mesa. Voltou a caminhar, desta vez com o robe meio esvoaçante, fazendo-o ficar a olhar para si; passou à sala e ele seguiu-a. Ali deixou cair o robe no chão. Olhou para ele e soltou um risinho maroto. Ele estava a amar o espetáculo! Ela continuou o percurso e ele continuou a segui-la lenta e religiosamente. Chegou ao quarto e viu-a deitada na cama por entre pétalas de rosa vermelhas. O quarto, à luz das velas, prometia realizar naquela noite toda e qualquer fantasia. Avançou lentamente em direção a ela sempre com os olhos fixos na sua singela beleza. Porém, a maior necessidade dele naquele momento era dizer-lhe uma simples palavra:

- Amo-te.

Ela sorriu. Pelo meio de toda aquela loucura carnal ele ainda encontrava lugar para o romantismo. Naquele momento, ela sentiu-se irremediavelmente apaixonada. Amava-o mais que a qualquer outra coisa no mundo. Era com ele que queria passar o resto da sua vida. Manteve-se ali, parada, e ele tomou o comando do acontecimento. Com um simples tocar dos dedos ao longo da sua perna fê-la arrepiar. No instante seguinte o calor do peito dele perto do seu fê-la ficar em brasa. Os beijos no pescoço faziam-na revirar os olhos. Ela deixava escapar um ou outro pequeno gemido de prazer e isso, por si só, já o excitava. Sofia abraçava-o fazendo as suas unhas marcarem as costas dele.

À meia-noite, os amantes, já esgotados de energias, trocavam juras de amor por entre risos carícias e beijos. Quando ela reparou nas horas, beijou-lhe os lábios e deu-lhe os parabéns:

- Parabéns amor!

Trocaram um sorriso e ela pegou na garrafa de champanhe que tinha em cima da mesinha de cabeceira e encheu os dois flutes.

- A ti! – Sugeriu ela o brinde.

- Não! A nós! Ao amor! Ao nosso amor!

Brindaram, beijaram-se e beberam o champanhe.