Young Forever escrita por Whalien 52


Capítulo 21
Whalien 52


Notas iniciais do capítulo

À quem me perguntou o sentido do meu nick "Whalien 52", vem desta música. Identifico-me muito com ela: é a descrição exata de minha vida.

Música: Whalien 52 (BTS).
Álbum: The Most Beautiful Moment in Life, Part 2.

Boa Leitura!
Perdão pelos erros'



“A criatura mais solitária do mundo.

Quer saber minha história? Nunca contei-a a ninguém...”

*

Horas depois, apoiado no volante, Jin resgatou no porta-luvas a fotografia que Namjoon tirara de si e Yoongi noite anterior. Encarou-a.

Estava escuro...

Yoongi nem aparecia.

— Estranho... – comentou. – Não consigo ver a essência dele com a minha...

Girou-a nos dedos, piscando confuso: o flash estava ruim, mesmo a câmera sendo nova? Saiu dos devaneios quando a porta do passageiro abriu e Jungkook entrou animado, atraindo sua atenção.

— Ficaremos mais tempo aqui, certo? – Jin assentiu. – Legal.

— É... – riu conforme Jungkook alargava o sorriso. – O que deseja?

— Ensine-me a dirigir? – juntou as mãos. – Desde que completei dezenove anseio aprender, mas saí de casa e não tenho carro. Por favor, Jinnie!

— Não é fácil. – fez-se de difícil, vendo os olhos pidões de Jungkook piscarem. Riu, guardando a fotografia. – Beleza: se ainda é como no ensino médio, aprenderá rápido. – fez ar de importante. – Primeiro: questões teóricas.

— Sei onde fica freio, acelerador e buzina—

— Um carro não tem só isso, Kookie, mas quer saber? Troquemos de lugar. – abriu a porta. – Será mais rápido ensinar-te empiricamente.

— Oba!

Desembarcaram da caminhonete e, nesse tempo, Jin viu cada um em seu canto, aproveitando a vista. Sorriu leve, voltando a atenção a Jungkook e à aula de direção.

Pouco longe e escondido atrás de árvores, frente ao mar, Namjoon pensava e desviava o olhar do azul oceano à cerveja nas mãos: em menos de quatro horas já era sua décima latinha. Franziu o cenho: maldita bebida que consolava-o de um temor que não compreendia. Por que não conseguia largá-la, mesmo sendo ótimo em abandonar coisas?

No meio do vasto oceano, uma baleia fala suavemente e solitária.

— Sabia que estava aqui. – a voz rouca de Yoongi atraiu a atenção de Namjoon, parando ao lado com as mãos nos bolsos da blusa, encarando o mar. – Seu fígado morrerá antes de você.

— Seu pulmão que diga-o. – viu-o retirar um cigarro e acendê-lo com o isqueiro, tragando e expulsando o fumo pelo nariz e boca. – Não consegue parar, não é?

— Vício. Já tentei e fracassei. – encarou-o. – E, pelo visto, não sou o único afundando-me mais nele.

— Depois daquilo com minha família... – riu, bebendo e encarando o mar. – É estranho não conseguir parar com a única consolação que destrói-me, sendo que tenho vocês.

— É... – tragou, baixando o olhar e expelindo. – Entendo.

O fato de que não importa o quanto grite não alcançará deixa-a tão gravemente solitária, que ela cala-se.

— Não quero prosseguir o vício, mas não sei o que desabafar. Há algo que temo e talvez seja sentir-me sozinho novamente.

— E a bebida é sua única companhia. – assentiu. – Pare com os cigarros pelo menos, Mon.

— Tem moral para pedir-me isso? – viu-o sorrir de canto, erguendo os ombros. – Diz aí: por que fuma mais do que no ensino médio? Aconteceu algo nesses dois anos?

— Não—

— Suga. – encararam-se sérios. – Se calarmo-nos como antigamente, em breve nos separaremos outra vez. Por favor, diga-me.

Agora, bem, não importo-me, quando somente a coisa chamada Solidão permaneceu ao meu lado.

— Não é que não deseje contar: não estou preparado para tal. – tragou. – Kookie perguntou-me o mesmo e não consigo falar, por mais que tente.

— Tem relação com sua namorada? – chutou Namjoon, vendo-o baixar os olhos e assentir. – Terminaram?

Fiquei completamente sozinho.

— Compulsoriamente, digamos assim. – fuzilou o cigarro nos dedos pálidos. – Era minha melhor parte e perdi. Não estou preparado para contar, desculpe-me.

— Tá, só... – terminou a latinha, amassando-a. – Prometa-me que desabafará quando sentir-se preparado e... – apontou o cigarro. – Parará com isso.

— Prometo, mas será mais fácil se lutarmos contra o vício juntos, certo? – relutante, Namjoon assentiu sorrindo, apertando a mão de Yoongi, que jogou o que sobrara do cigarro no chão, pisando em cima. – Para onde iremos agora?

— Após Tae assustar-nos... – riram. – Sei lá. Qualquer lugar está bom.

— “Qualquer lugar”, é...

— Você mudou. – fê-lo olhar estranho. – Parece mais leve.

— Infelizmente não estou. – alocou as mãos nos bolsos. – Hobi e Kookie disseram-me o mesmo.

Alguns dizem “babaca, você tornou-se uma celebridade”.

Foda-se, é, bem, e daí? Ninguém permanece ao meu lado, estou bem assim.

— Talvez não veja sua própria mudança. – espreguiçou-se, encarando o mar. – Está tão próximo do Kookie.

— O que insinua? – uma ansiedade surgiu em Yoongi e, estranhando, Namjoon negou ao encará-lo. – Que—

— Não insinuo nada. – fê-lo desviar o olhar. – Há relação com sua ex-namorada?

— Não, só ando confuso. – massageou as têmporas do rosto. – Vejo-me muito no Kookie. A diferença é que ele é mais centrado e sensato que eu, contudo, temo deixá-lo solto e acabar igual a mim. – suspirou, baixando as mãos. – E, por favor, não fale de meu relacionamento passado.

Essas palavras que são facilmente ditas para mim rapidamente tornam-se uma parede.

— Ah, perdão. – alargou o sorriso compassivo, pousando a mão no ombro de Yoongi. – Kookie admira-te e talvez desejasse ser como você no ensino médio, porém, ele amadureceu. Não sobrecarregue-se com preocupações: de todos, Kookie talvez seja o que mais sabe o que está fazendo.

— Também achava na idade dele. – riu, encarando-o. – Mas tem razão, então... – virou-se, encarando os meninos ao longe. – Será que Tae secou-se?

— Do jeito que é, duvido. – riram. – Vamos ajudá-lo—

— Afinal, Mon... – encarou-o sério. – Por que estamos aqui? Tae—

— Obviamente algo aconteceu e ele não quer contar, mas... – encarou o mar. – Quando estamos perdidos e solitários, é bom procurarmos uma nova rota. Se estivermos com pessoas que acolham-nos, melhor ainda. Por ora, deixemo-lo aproveitar para desabafar quando sentir necessidade.

— É... – encarou o sufocante e infindo pélago, algo que amava e jamais seria seu. – Beleza...

Até mesmo a solidão torna-se algo que você consegue ver.

*

Abraçando os joelhos, sentado nas pedras onde ondas batiam fracas, Jimin não virava-se para ver Jungkook dirigindo, tampouco para procurar os outros. A linha que separava o oceano do céu não existia, mas Jimin buscava aquele corte no azul para sentir-se acolhido. A cada vento frio, arrepiava-se e acarinhava os braços com mangas longas e negras.

A mãe não ligara, pois estava trabalhando. Pensava: se morresse naquele instante, somente Curry enlutar-se-ia de sua família, pois era só o que sobrara-lhe – e, como um garoto pouco empático, abandonara-a em casa e saíra com os amigos à praia em que estava, encarando a cor favorita que pintava sua alma. A barriga reclamou e Jimin engoliu seco, acarinhando-a: antes vazia de alimento e repleta de dor, solidão, do que o inverso.

Mesmo que minha respiração prenda-se porque estou confinado nessa parede, vou em direção à superfície.

— Jiminnie! – avocou Hoseok, sentando-se sorridente ao lado, estendendo o salgadinho. – Quer?

— Ah... – o coração acelerou: queria, mas não podia. Sorriu fofo e, lutando contra vontades, negou. – Obrigado.

— Qual é! Sempre dividíamos! – rezingou Hoseok, batendo de brincadeira na perna de Jimin. Este gemeu alto, recuando e segurando o local da batida. – Perdão, machuquei-te? – franziu pouco o cenho. – Nem foi forte...

— Minha pele é sensível, não é nada. – mentiu, tentando sorrir. – Só não bata novamente, tá?

Baleia solitária, cantando sozinha assim...

— Tá... – encarou Jimin longínquo no oceano, acarinhando a perna e agarrando o tecido que sobrava da calça: estava mais magro que semanas atrás. – Jiminnie... – conforme subia o olhar, atentava-se: as roupas do amigo estavam largas. – Não quer mesmo participar da coreografia comigo e Myo?

— Não. – os lábios apertaram-se um contra o outro. – Talvez numa próxima.

— Legal, porque nossa professora quer que dancemos juntos: Myo, você e eu. – sorriu, atraindo os olhos de Jimin. – Fará um musical, então estaremos dentro. Como sua dança é contemporânea e você é sensual, seu papel—

— Não... – recuou pouco, engolindo seco. – Hobi, não posso.

— Por quê? É ótimo—

— Não como você—

— Quantas vezes direi que nossos estilos diferem, hein? – suspirou. – Por acaso não gosta da Myo? Ou de ver-me com ela?

— Por que pensa isso? – a ansiedade majorou e os pulmões de Jimin comprimiram.

— Sempre foge de nós e, ultimamente, não conversa com ela. Myo pensa que odeia-a.

— Não odeio, não mesmo! – alisou os cabelos para trás, querendo pular no mar ou correr para machucar-se. – Não é isso, Hobi...!

— Ei... – acarinhou o ombro de Jimin, preocupado. – O que está acontecendo contigo, hein? Cada vez mais afasta-se e... – correndo a mão pelas costas dele, sentiu os ossos da coluna e costelas. – Emagrece... – fitou o salgadinho que segurava na outra mão, juntando peças. – Jiminnie, não está complexado com seu corpo, está?

— Claro que não. – levantou o rosto, tentando sorrir fofo. – Só não sinto-me seguro com minha aparência e dança, aí não quero atrapalhá-los. Myo adora-te, sabe? E se eu entrar no meio—

— Brilhará conosco. Deixe-se brilhar, Jiminnie. – abriu um sorriso de canto. – Sei que preocupa-se demais com o que os outros pensam, então coloque em sua mente o quanto acho-te incrível e admiro-te. Você é fofo, adorável, amável, gentil, um ótimo dançarino: quem não iria amar-te?

— Algumas pessoas... – e eu, completou mentalmente. – Queria ser você.

— Hã? Jiminnie, você é perfeito. Seja si sempre e perceberá como fulgurará.

Até mesmo eu, que sou como ilha isolada, poderei brilhar do lado de fora?

— Será...? – Hoseok assentiu, alargando o sorriso. – Pensarei no caso... Da dança... Não garanto...

— Maravilha! Avisarei Myo que, pelo menos, está pensando. – puxou o celular e começou a digitar, o que fez os olhos de Jimin arderem e ele ter vontade de acertar a mão de Hoseok para o celular voar. – Será maravilhoso—

— Myo sabe que estamos aqui? – viu-o assentir. – Falou com ela?

— Conversamos direto, ainda mais durante as madrugadas, contudo, ela sempre adormece no meio. – riu, mostrando quanto conversavam e quantas carinhas e corações trocavam. Jimin alisou os cabelos, tapando metade do rosto com a mão para ocultar a lágrima que rolou. – Gosto muito dela...

Baleia solitária, tente chamar mais uma vez até que essa música sem resposta alcance o amanhã.

Com um sorriso bobo e olhar fixo na tela do próprio celular, Hoseok não percebeu como Jimin encarava-o: invejava-o demasiadamente. Queria tudo do amigo para, quem sabe, ter um pouco de autoestima. Se pudesse ao menos ter o amor de Myo já seria alguma coisa, contudo, obviamente a garota amaria Hoseok, perfeito, não um gordo sem talento como ele.

O que mais machucava em Jimin era saber que amava o amigo ao lado, mas simultaneamente odiava-o e odiava-se, bem como toda a relação e conjuntura com Myo.

Talvez odiasse-a também, ao ponto de amá-la.

Não mais, baby...

Um sinal infinito alcançará algum dia todos os lugares, até mesmo do outro lado da Terra.

— Quer? – ofereceu o salgadinho novamente e, ansioso, Jimin negou, levantando-se. – Aonde vai?

— Banheiro. – ajeitou a blusa e pulou as pedras, correndo para longe. Hoseok observou-o sério por segundos, verificando a quantidade de calorias no pacote de salgadinhos.

— Será que Jiminnie está...? – engoliu seco. – Por favor, que não seja isso.

Até mesmo as baleias cegas me verão.

Hoje, novamente, canto.

*

Num banheiro abandonado junto com as obras ali perto, Jimin andou de um lado ao outro, segurando a coxa e respirando dificultosamente. Não vira nenhuma declaração de amor na conversa entre Hoseok e Myo, contudo, pela quantidade de corações e mensagens, certamente rolava alguma coisa que ele sempre desejou e jamais teria.

Odiava pensar que invejava o irmão por amarem a mesma menina.

Execrava-se por pensar que, se fosse melhor, Hoseok não teria chances.

O mundo jamais saberá como estou triste.

Minha dor é água e óleo que não misturam-se, então apenas na superfície da água respiro.

— Se tivesse melhorado, treinado mais e me cuidado desde criança, não seria esse porco nojento... – murmurava, mordendo a mão. – Essa baleia ridícula...! – curvou-se, apoiando-se nos joelhos e arranhando-se por cima da calça. – Não aguento mais viver aprisionado em mim... Quero morrer...

E o interesse por mim acaba.

— Jiminnie? – avocou Taehyung quando entrou, ainda secando os cabelos com uma toalha. Jimin recuperou-se e ajeitou a postura. – É... Como está?

— Bem. – sorriu doce. – Ainda secando-se?

— Sim, mas preciso trocar-me. Sabe onde deixei minha mochila?

— Deve estar com a minha debaixo do banco da caminhonete. Terá de pedir ao Kookie parar.

— Ah, ele que está rodando? – Jimin assentiu e Taehyung riu. – Por isso vi dar uns coices.

— Deve ser difícil, não? Dirigir...

— Talvez. – encarou-o mais sério. – Tudo bem mesmo? Ouvi-te falando sozinho...

Adoeço de preocupação: por que não tem fim?

Toda hora é um inferno.

— Estou ótimo e criei hábito de falar sozinho, porque agora moro só. – alisou os cabelos. – Melhor buscar suas roupas.

— Sabe... – beirou-se de Jimin, erguendo o rosto dele e colando as testas, molhando-o. – Se precisar de ajuda em qualquer coisa, avise-me. Farei tudo que quiser, mesmo que não seja direito, pois sabe como sou desastrado.

Mas sempre penso agora: mesmo que durma, meus sonhos sempre serão como baleias.

— Tae, o que—

— Meus amigos fazem-me viver: são meu mundo e, por isso, chamei-os para fugir da cidade. – afastou-se, secando a testa de Jimin com a toalha que circundava seu pescoço, bagunçando propositalmente os cabelos dele. – Acredite se quiser: é por vocês que ainda estou aqui, sem sufocar-me.

Os iminentes elogios me farão dançar diariamente como eu.

É, estou nadando.

Jimin ergueu a cabeça, encarando densamente os olhos de Taehyung, que traziam uma dor enorme, solidão e culpa, simultaneamente que continha a força de lutar contra algo que titularia de pecado. Taehyung sorriu doce, ajeitando o cabelo de Jimin.

— São difíceis os tempos de adolescentes, não? Mesmo que teoricamente tenhamos passado dessa fase, ainda somos jovens demais para lidar com algumas coisas. – pegou a mão de Jimin. – Mas se estivermos juntos, qualquer coisa é superável.

E puxou-o para fora.

Vou em direção ao futuro, àquela praia azul: acredito nos meus hertz.

Ver as costas largas de Taehyung fê-lo perceber como não amadurecera nada em dois anos, pelo contrário: só regredira a uma situação mais passiva do que quando criança. Ainda assim, mesmo ansiando esvaecer, Jimin acreditava nas palavras de Taehyung e nos amigos que quase foram atropelados por Jungkook, fazendo-os gritar e insultá-lo, seguido de risadas altas e bobas.

Jungkook desembarcou, auferindo tapas enquanto ria. Yoongi até tentou defendê-lo, mas também acertou-o algumas vezes como garantia que não correria novamente com o veículo. Parando ao lado de Taehyung quando o círculo de amigos formou-se, Jimin analisou-os: não eram perfeitos, talvez fosse verdade, porém, era tudo o que tinha.

E talvez fosse por isso que ainda estava ali...

Mesmo invejando-os.

Minha mãe disse que o oceano é azul.

Ela falou “solte sua voz o máximo que puder”, mas o que devo fazer? Está tão escuro e só há baleias diferentes, falando de formas diferentes e palavras diferentes...

— Bem, após tudo isso, para onde iremos? – indagou Hoseok, guardando o celular e dando o que sobrara do salgadinho a Jungkook. – Ficaremos mais?

— Uma hora ou outra teremos que regressar. – suspirou Namjoon, vendo Taehyung engolir seco. Sorriu. – Mas podemos rodar mais um pouco, o que acham? Sem hora para voltar.

— Sem preocupar-nos com nada que deixamos. – Yoongi girou o isqueiro nos dedos da mão dentro do bolso. – Topo...

Não consigo segurar: quero dizer que amo-te, voltar a essa partitura, que é como uma música giratória que canto a mim.

— Minha faculdade pode esperar. – Jin sorriu. – Só preciso de ar.

— Ah, gostei do oceano... – comentou Jungkook. – Mas topo mudar se deixarem-me dirigir.

— Não! – gritaram em uníssono, vendo-o fazer beicinho.

— Fique para a próxima, Kookie... – Jimin sorriu, virando o olhar ao pélago. – Tanto faz para onde iremos, desde que estejamos juntos...

O oceano é muito fundo, mesmo assim tenho sorte: mesmo que chore, ninguém saberá.

— Exatamente! – Taehyung atravessou a roda e apanhou sua mochila, puxando qualquer roupa. – Vou trocar e daí partiremos para onde a estrada e as placas levarem-nos, ok? – arremessou a toalha a Namjoon e correu de volta ao banheiro. – Esperem-me!

— Ah, já vi que nossa viagem ainda durará... – Hoseok puxou o celular e claramente avisara Myo. Jimin baixou o olhar e, nisso, Yoongi percebeu o ar cabisbaixo. – Mesmo assim, mais diversão para nós.

— Verdade! – enquanto arrumavam tudo na caminhonete, esperando Taehyung voltar, Yoongi encarou o mar e Jimin.

Havia tons de azuis mais densos que o oceano.

Mais solitários que determinadas espécies de baleias.

*

“Sou uma Whalien”.



Notas finais do capítulo

Comentários? *-*

Beijos ♡



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