Hocus Pocus Sim-Sala-Bim escrita por HatBox Ghost


Capítulo 2
Escola...




Os três se dirigiram a cozinha, para tomar o chá que costumavam tomar toda a manhã da mesma forma do mesmo jeito, sempre algo acabava caindo dentro, um pelo de morcego, uma pena de coruja, uma aza de barata, uma aranha, ou até mesmo um bigode de gato preto, que Amus sabia perfeitamente de onde teria vindo, uma coisa que seus tios lhe deram no seu aniversário, foi um gato preto, que ele chamou de Thor, em homenagem a uma velha lenda do tempo dos Vikings sobre o deus do trovão, o gato não era um gato normal, ele falava, era encantado para falar, e mesmo levando o nome do deus que supostamente controlava os raios e trovões, morria de medo de tempestades.
E como de costume Amus encontrou seu gato sentado na mesa, tomando leite em um prato.
— Bom dia Thor
— Bom dia Amus, que belo dia Não?
— Sim, um belo dia...você se lembra que dia é amanhã?
— Claro, como iria esquecer o dia em que me trouxeram pro castelo?
— Não é bem isso, você sabe que você foi meu primeiro presente de aniversário, antes da varinha do livro, do caldeirão, e de outras tantas coisas...
— Está bem, e já pensou o que quer ganhar esse ano? – perguntou Thor lambendo a pata e passando ela atrás de sua orelha
— Bem...Eu quero ir para uma escola...
— você sabe que seus tios não iram deixar de forma alguma...
— Ai, que você se engana, tenho tudo planejado, mil e uma formas de meus tios deixarem.
o Que acontece, e que Amus usou todas as suas mil e uma formas de convencer seus tios, mas nenhuma deu certo, ele queria tanto ir para escola, sair um pouco daquela solidão conhecer novos amigos. Seus únicos amigos eram seus tios, e seu gato preto...e talvez quem sabe, o carteiro rabugento que todos os dias vinha entregar-lhe cartas vindas de salém para o tio Horus, a maioria do concelho das bruxas. Sempre as cartas eram para avisar Horus de que haveria uma convenção de bruxos e bruxas, ou até mesmo relembrando que Amus só poderia usar magia sobre supervisão de seus responsáveis ( Horus e Valquíria).
   Por Fim, Amus achou melhor explicar isso a seus tios, e dizer-lhes o que sentia, que estava aprisionado e coisas do tipo. E realmente ele se sentia como um animal selvagem dentro de uma gaiola.
— Me deixem ir, Por favor, apenas por um ano, se algo der errado, juro que poderemos voltar para Salém, e nunca mais falar no assunto.
— Valquiria- disse o mais velho chamando a atenção da Irmã – o que pensa sobre isso?
a mulher de cabelos morenos encaracolados, olhos verdes, boca vermelha como o sangue, e que agora vestia uma roupa pesada  vermelha, indo para uma espécie de roxo, suspirou, enquanto acariciava Morgana em seu colo, e respondeu:
— Só um ano então
— Escutou Valquiria – disse o tio – amanhã compraremos seus materiais então, mas olhe, só um ano, e pra mim isto não é a coisa mais certa a se fazer, juro que se tudo correr bem até o final do ano, se você nunca expor sua magia, quebro minha varinha no meio!
— está bem tio Horus – disse Amus, e abraçou os dois – amo vocês – em seguida correu a seu quarto, com uma cara de felicidade imensa estampada em seu rosto.  





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