New Legends - Cavaleiros do Zodíaco escrita por Phoenix Matt Marques W MWU 27


Capítulo 51
Provações de Sagitário!! Seiya e Aiolos


Notas iniciais do capítulo

Olá gente, quero presenteá-los com mais um capítulo.
A casa de Sagitário promete ser um divisor de águas na caminhada dos cavaleiros de Bronze. Todos eles terão que se esforçar para garantir a segurança e o sucesso da jornada do grupo, mesmo que isso signifique fazer alguns sacrifícios no percurso.



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Cansado, mas satisfeito com seu próprio desempenho, Thiago deixou a casa de Escorpião e seguiu adiante à procura de seus amigos. Quando chegou à Casa de Sagitário e encontrou os amigos parados diante dela, no entanto, a informação que Milo lhe dissera foi varrida de sua cabeça devido a esse espanto. A chama do relógio passou de Escorpião para Sagitário.

— Por que estão parados aí? – perguntou Thiago.

— A Casa de Sagitário nos impediu de entrar, porque você não havia chegado – disse Betinho. – Parece que temos todos que entrar juntos, no caso dela.

Os outros consentiram e entraram. Porém, quando já estavam dentro da casa, o teto começou a desabar.

— Fujam! – berrou Gustavo. – Eu segurarei as pilastras! Não olhem para trás!

Os outros já estavam longe, quando ouviram o berro:

— CÓLERA DO DRAGÃO!!

Ouviu-se um barulho de pedras se quebrando e caindo no chão; em seguida, tudo silenciou.

— Gustavo... – disse Matt. – Ele... Ele morreu?

— Não diga isso! – interpôs Rina. – Se não confiar nele, ele jamais nos alcançará.

E eles seguiram em frente. Ouviram um barulho vindo em sua direção, e então, a caverna em que se achavam ficou inundada de água.

— Deixem comigo! – gritou Thiago. – PÓ DE DIAMANTE!

A água ficou congelada, mas logo, a força da correnteza quebrou o gelo. Thiago tentou outro “Pó de Diamante”, enquanto os outros subiam na corrente de Rina para escapar. Enfim, o gelo de Thiago paralisou a água, mas o Cisne não estava à vista.

— Thiago!!! – berrou Betinho.

— Lembre-se do que Gustavo disse, não olhem para trás! – disse Matt.

A corrente de Rina os levou a outra caverna, desta vez com inúmeras estalactites no teto. Mais à frente, encontraram um precipício. Rina atirou suas correntes em duas rochas no outro lado do precipício, e os três foram subindo. Até que...

Uma das rochas em que a corrente de Rina segurava se partiu com o peso dos Cavaleiros; Betinho e Matt se soltaram da corrente e seguraram nas rochas, mas Rina caiu.

— Essa não, até Rina se foi... – murmurou Betinho.

— Temos que ir em frente! – disse Matt. – Pelo menos um de nós tem que chegar ao Grande Mestre!

Mesmo sem correntes, eles continuaram subindo. Após algum tempo Matt disse:

— Olhe! Acho que estamos chegando!

Mal ele disse isso, a pedra em que ele se apoiara se partiu; Matt se desequilibrou, Betinho esticou a mão para segurá-lo, mas as mãos de Matt foram se afastando e ele caiu em direção ao fundo do precipício.

— Matt!!! – berrou Betinho. Estava sozinho. Mas agora que Matt também se fora, era preciso alcançar a superfície.

Alguns segundos depois, Betinho alcançou o outro lado da fenda. Mais à frente, havia uma abertura: uma saída. Betinho alcançou-a e...

Estava de volta à Casa de Sagitário! E não era só isso: desta vez, havia alguém conhecido esperando por ele.

— Bem-vindo Betinho.

— Mestre Seiya! – espantou-se Betinho.

— Parabéns por chegar até aqui. Para passar, precisa me derrotar.

— Vou enfrentar você, mestre? Sem você estar de armadura?

— Ah, não se incomode com isso. Veja!

Seiya apontou para o céu, por uma abertura no teto da Casa.

Um raio de luz dourado vinha em direção ao ponto onde eles se encontravam. No momento seguinte, a Armadura de Sagitário pousou entre eles, e se voltou para Seiya.

No instante seguinte, a armadura havia coberto o corpo do antigo Cavaleiro de Pégaso.

— A armadura... mas como?!?? – disse Betinho, embasbacado, fitando a armadura.

Seiya sorriu.

— Há muito tempo, meu caro. Ela já me acompanha nas batalhas há anos. Só decidimos emprestá-la rapidamente para a Fundação para a Guerra Galáctica. Não contávamos que os Cavaleiros Negros e os Cavaleiros de Aço tentassem roubá-la, mas ela sempre acaba encontrando, sozinha, o caminho de volta para o Santuário. Então, Betinho...? Não era uma armadura que você pediu que eu usasse para te enfrentar? Pois bem, ei-la aqui! Vamos ao combate, enfim?

Betinho avaliou. Seu mestre lhe ensinara muito do que sabia. Seus amigos ainda não tinham chegado. Não sabia sequer se eles teriam sobrevivido à série de desafios que haviam surgido na casa. Mesmo assim, era preciso avançar.

— Eu aceito, mestre! – disse ele, confiante. – METEORO DE PÉGASO!!

Centenas de socos foram disparados na direção de Seiya; porém ele se esquivou de todos.

— É ingenuidade sua usar esse golpe contra mim. Eu lhe ensinei após aperfeiçoá-lo. – Seiya demonstrava absoluta superioridade. – Vou lhe mostrar um golpe poderoso de verdade!! TROVÃO ATÔMICO!!

Desta vez foram socos na direção de Betinho; socos elétricos, sem dúvida, mais poderosos do que os Meteoros de Pégaso. Não havia chance de vencer Seiya – não era à toa que era o lendário cavaleiro que havia derrotado até mesmo deuses. Mas Betinho não podia desistir. Seus amigos, quer estivessem vivos ou não, contavam com ele. Foi então que teve uma ideia.

Betinho se levantou para atacar de novo. Seiya riu.

— Vai tentar de novo o Meteoro de Pégaso? Mesmo eu já tendo bloqueado seu golpe antes? Desista. Não há forma de vencer. Nem sei como você chegou até esta casa... Ah, sim, imagino que seus amigos tenham lutado e você tenha só assistido. Suponho que eles tenham morrido no caminho e você pode chegar aqui sem problemas...

— É mentira – retrucou Betinho. – Eu lutei na Casa de Touro contra o Josafá, e o derrotei! E farei o mesmo agora! COMETA DE PÉGASO!

Desta vez, porém, Seiya não teve como bloquear o golpe; talvez tivesse sido pego de surpresa com a obstinação repentina do discípulo. Foi jogado para cima, e Betinho subiu atrás dele para atacar de novo:

— TURBILHÃO DE PÉGASO!

CABUM! O chão da casa de Sagitário tremeu; Seiya jazia no chão destruído da casa – Betinho, ao seu lado, ofegava. Então Seiya levantou-se de um salto, sorriu para o aprendiz e disse:

— Você realmente é o meu aprendiz, Betinho. Assim como eu, consegue superar aqueles que são mais fortes que você... Assim como o Pégaso. Não acha, Aiolos?

Betinho se assustou, levantando-se. Não estavam sozinhos. Um homem caminhava em sua direção, vestindo uma armadura branca e reluzente como a luz do sol, semelhante à armadura de Sagitário.

— Aiolos de Sagitário – apresentou Seiya. - O antigo guardião desta casa. Graças à forte ligação com o espírito dele, a armadura de Sagitário sempre encontra o caminho de casa.

— Parabéns por vencer Seiya – disse Aiolos a Betinho. – Foram poucos os que já conseguiram esse feito – acrescentou, sorrindo ironicamente para Seiya. – Ah, e eu suponho que estes sejam seus amigos. – E apontou para o lado de onde Betinho tinha vindo. Betinho virou o rosto e abriu um largo sorriso.

Matt, Gustavo, Thiago e Rina vinham, ofegantes, mas felizes, ao encontro deles. Então Aiolos apontou para a parede atrás dele. Os cavaleiros de bronze então viram uma mensagem gravada na pedra.

“Aos jovens cavaleiros que por aqui passarem, confio Atena aos seus cuidados.”

— Matt? Está chorando? – perguntou Gustavo.

— Não, você é que está! – respondeu Matt, tentando discretamente tirar "um cisco" do olho.

— Não... Todos estão chorando! – disse Thiago, esfregando de leve a própria face.

— É o sentimento que acomete a todos que leem isso – explicou Aiolos, que começava lentamente a desaparecer. – Agora, cavaleiros de Bronze, podem passar, e cumpram a sua missão!


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Notas finais do capítulo

Revisão do capítulo concluída em 03.05.2020



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