Just In One Direction escrita por CostaSalazar


Capítulo 30
Capítulo 30


Notas iniciais do capítulo

Para ti Mónica! Aquilo que eu sei que tu esperavas. Espero que gostes. :)




Dylan tinha tudo preparado ao pormenor para surpreender a namorada. Ia ser um fim de semana de sonho, muito romântico.

Mas ela chegou a casa da universidade, ele foi busca-la e muito apressadamente de fizeram ao caminho no seu Volkswagen descapotável amarelo que o seu avô lhe deixara de herança. Dylan era louco por aquele carro.

A viagem foi algo longa mas valeu realmente a pena. Ele levou-a para Norfolk, para se refugiarem da agitação da cidade. Era uma bela moradia de campo com uma quinta com alguns cavalos. O mais apaixonante era a piscina que tanto tentou Mónica logo desde o início, mas o tempo não estava bom para tal.

- Mas Dylan, como é que tu arranjaste isto? Tiveste de pagar aluguer? Eu não te quero dar um tão grande prejuízo. Eu sei que tu não és rico para me dares presentes destes.

- Mas não gostas?

- Gosto, claro.

- Então goza o momento. Estamos aqui, só nós os dois com um fim de semana pela frente. Mas se te deixa mais sossegada, eu posso dizer-te que a casa é do meu padrinho e que ele ma emprestou depois de eu lhe chatear a cabeça durante uns meses.

- Oh! Coitado do homem!

- Esquece lá isso. Vamos divertir-nos mas é.

E com isto, os dois dirigem-se para o interior da casa entre beijos.

Como já estavam no final da tarde, Dylan foi preparar o jantar. Fez questão em ser ele a preparar tudo, enquanto Mónica aproveitava para tomar um banho na enorme banheira de hidromassagem.

- Amor! Estás pronta? O jantar está na mesa. Tentei fazer o melhor que… - Dylan avisava Mónica ao entrar no quarto, mas ao vê-la naquela sexy camisa de dormir, com os cabelos ainda húmidos, estando o quarto envolto numa suave penumbra, ficou sem fala.

Mónica esboçou um sorriso nos lábios como que respondendo ao namorado. Ele chegou-se a ela e beijou-a intensamente. Ela sentiu um arrepio e não conseguiu negar a sua vontade naquele momento. Dylan acariciava a amada lentamente e ela, deixando o receio de lado, ia-se entregando por completo ao seu amor. Ele deitou-a, sem deixar de a beijar e ia-se tornando mais atrevido. No entanto, a certo momento ele foi abrandando até para e ficar a olhar-lhe nos olhos. Esperava a resposta dela. Já noutras vezes ele tentara avançar e ela sempre achara cedo, por isso queria saber se ela queria realmente aquilo. Ela sorriu-lhe por compreender aquele gesto dele. Estava a ser muito querido por pensar no lado dela e não só no dele. Afagou-lhe a face com um ligeiro beijo na bochecha esquerda e tirou a sua camisa de noite. Ali estava ela praticamente nua à frente dele. Aí sim ele sentiu-se seguro para avançar. Ela queria tanto quanto ele e isso deixava-o gozar ainda mais a circunstância. Um só sentimento os envolvia naquele quarto, um só eles se tornaram. Foi o momento mais mágico da vida daqueles dois amantes.

- Amo-te tanto Dylan!

- Também te amo, fofinha.

E ainda assim se perlongaram, abraçados depois do momento deles.

Quando foram jantar a comida estava fria, mas eles desenrascaram-se, comeram e foram para o alpendre, onde ele se sentou numa manta com Mónica encostada ao seu peito e com um aconchegante cobertor a cobrir os corpos de ambos. Assim observavam a lua e trocavam juras de amor.

No dia seguinte Dylan quis ensinar Mónica a andar de cavalo. Ela tinha no inicio medo de cair mas depois de aceitar viu que não era assim tão complicado e aprendeu depressa como lidar com a bela égua Puro Sangue branca que dava pelo nome de Daisy.

- Linda menina Daisy, linda menina! – Elogiava-a Dylan acariciando-lhe o pêlo.

- É realmente um égua muito bonita. – Apreciava Mónica a sair do dorso do animal.

- E muito amigável. O meu padrinho tem uma grande adoração por esta bichana.

- E eu por ti. – Confessa-lhe Mónica agarrando-o pela camisola, puxando-o contra si.

Dylan beijo-a:

- Hum… Será que posso acreditar nisso? – Brinca ele.

- Desconfiado que o menino é. – Continua ela a brincadeira.

- Pois. Acho que tens de mo provar.

- Ui… Mas que grande sacrifício que me pedes! – Ironiza Mónica.

Depois de um passeio cheio de amor ao longo da quinta para que Mónica a conhecesse, aproveitando para contactar com os muitos animais que lá havia, o casal de namorados voltou para casa para um lanche. O tempo já começava a arrefecer e por isso Dylan acendeu a fogueira. Ambos, aconchegados perante a lareira saciavam-se com uns bolinhos acompanhados por chocolate quente. A televisão foi esquecida. Preferiam uma boa música na aparelhagem para acompanhar a conversa. Ele era realmente o namorado mais querido do mundo. Tudo aquilo estava a servir para Mónica se apaixonar uma segunda vez por ele, amá-lo ainda mais, se é que era possível.

A noite voltou a ser escaldante para o casalinho maravilha. Tinham de aproveitar porque não era todos os dias que passavam a noite juntos. No entanto, no dia seguinte de manhã tinham de voltar a Londres. O que é bom acaba depressa, mas tinha sido um fim-de-semana fantástico. A melhor prenda que ele lhe poderia ter dado.





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