The Shield escrita por MahSpoladorMoreira, Sandy


Capítulo 4
Capítulo 3: Primeiro Dia do 'Adorável' Emprego...


Notas iniciais do capítulo

Heey meninas, desculpa por não ter postado antes, eu estava mt ocupada e não teve como entrar em contato com a Máh, desculpa mesmo.
Thank a minha filhote pela recomendação ♥ Máh e eu agradecemos muiito.
Bem fiquem com mais um capítulo da fic,é de coração espero que gostem. Estou muito feliz, pela ajuda meninas. Beiijos ;*
Sandy

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Boa noite meninas...
Agradeço pelos reviews, e pela recomendação que recebemos da mayaralopes.
Até breve.
Máh.




- Bem, temos o dia de folga, o que você quer fazer?

- Não sei senhor...

- Ah, fala sério menina, me Chama de Edward só, isso “senhor” me faz parecer velho demais para estar aqui.

- Tudo bem, Ed...

- Acho q agora foi íntimo demais... Enfim o que você quer fazer?

- Qualquer coisa, o que o senhor preferir.

- Sabe como isso se chama? – ela negou – Baixa auto-estima, você tem que tomar suas próprias decisões, se eu disser vamos ficar sentados olhando um para cara do outro, você vai falar o quê? Tudo bem senhor? Não.  Você tem que dizer: Eu quero sair, ou eu quero ver filme, tem que ter suas próprias escolhas. Vou repetir a pergunta. O que você quer fazer hoje?

- Mas Edward, eu só tenho cinco anos... – ela falou baixinho.

- Atitude é uma coisa que se começa a ter desde cedo Elisabeth... – me senti um tolo conversando com um bebê.

- Mas eu não sei o que eu quero fazer. – ela murmurou, os olhos azuis ficando brilhantes pelas lágrimas.

- Vai chorar?

- Não.

- Então me diga. – abaixei-me, ficando da sua altura. – O que quer fazer?

- Gostaria de ir ao parque...

- Certo. Vamos ao parque então. – confesso que sorri um pouco... Ela fez uma carinha tão... Engraçada.

Foi um caminho silencioso até o parque. Fomos de carro, e graças a Deus encontrei uma boa vaga para estacionar. Peguei meus documentos e minha carteira, e fomos até o gramado.

- Pode me dar a mão? – pediu ela esticando a mão.

- Ahn?

- Vamos andar no meio de muitas pessoas. Segure minha mão. – pediu ainda estendendo a pequena mão.

- Oh, bem... Tá. – falei sem jeito, segurando sua mão.

O parque nem estava tão cheio assim. Ela poderia muito bem ir andando sozinha, nada de mãos dadas e essa melação toda. Mas, quem sou eu? E se ela fica irritadinha e conta pra mãe dela? Adeus emprego, adeus faculdade, adeus dinheiro, adeus ainda mais mulheres jogadas aos meus pés. Fazia um clima ameno em Londres, nem tão frio, nem tão quente. Haviam muitas crianças no parque, todas correndo, e gritando, e fazendo coisas irritantes. Eu torcia fervorosamente para que Elisabeth fosse uma criança legal. Depois de muito andar, sentamos em cima da coberta de grama que ela levou, e fiquei olhando o fluxo do rio, enquanto ela mexia em algo. Senti um peso em meu colo.

- O. Que. É. Isso? – perguntei olhando a coisa branca no meu colo.

- É minha filha. – ela sorriu e cobriu a boneca branquela – Ela quer te dar oi. Diga oi para ela senhor Edward.

- Oi boneca feia... – murmurei e tirei a coisa feia do meu colo.

- É muito feio tratar as pessoas assim. – ela falou fazendo bico.

- Ah, qualé? – perguntei – Você já é grande para brincar de boneca!

- Não sou não! – ela gritou.

- Já é uma mocinha...

- Sou uma criança, e vou contar pra minha mãe.

- Não! Pelo amor de Deus, não faz isso! – implorei, até me sentei direito – Não foi nada, é brincadeira do tio Ed ok?

- Tio Ed? – ela sorriu.

- Não! Edward, apenas isso.

- Hum, ok. – ela desmoronou um pouco, mas, ficou quietinha. Pude apreciar as musas que corriam pelo parque, exibindo suas curvas acentuadas nas roupas justas e sexys de praticar esportes. Até pisquei para algumas, que me pareceram bem interessadas... Isso aí Edzão, mostra como é que se faz...

- Quero ir embora. – falou a bebê.

- Já? – eu babava numa loira deliciosa que se alongava na minha frente.

- Sim, estou sentindo meu corpinho gelado. – falou já com a mochila nas costas.

- Certo. – bufei...  Inferno de emprego.

- Me dá banho? – pediu a criatura assim que chegamos a casa.

- Ahn? – fiquei gelado – Tipo, banho?

- É senhor Edward, banho. – ela sorriu.

- Ok. – isso fazia parte do emprego? Infelizmente...

Fiquei um bom tempo na sala estático. A garota subiu correndo e sumiu em questão de minutos pela escada. Só saí do transe quando uma mão me cutucou no ombro.

- Boa tarde, deve ser Edward? – falou a velha – Sou Augustine, governanta.

- Ah, prazer...

- Vou preparar o lanche de Elisabeth, a mesa estará posta para vocês depois do banho dela sim?

- Perfeito! – falei sorrindo falsamente, e subi correndo. Aquela velha me deu arrepios. Já imaginou se ela me estupra? Bonito e boa pinta feito eu, não duvido nada...

Cheguei ao corredor e parei. Era enorme. Qual era o quarto da menina? Andei devagar, ouvindo tudo. Achei rapidamente, tocava uma musiquinha animada daquela porta. Entrei devagar, e vi a luz que saia de outra porta, provavelmente o banheiro, já que saia fumaça de água quente. Entrei e ri alto e gostoso. Elisabeth já estava dentro do Box, vestindo um biquíni rosa de bolinhas brancas, lavando o cabelo e cantando a plenos pulmões.

- Oi Edward. – ela corou – Pode enxaguar meu bebelo? – falou.

- Enxaguar o seu cabelo quer dizer? – eu ri.

- Isso. Eu ainda não consigo falar bebelo.

- Isso me assusta. Você tem uma dicção tão boa...

Fui até a porta do Box e enxaguei os cabelos macios com rapidez exagerada, ela gemeu um pouco, e pediu para que eu fosse mais devagar, obedeci na hora, e ela sorriu um pouco.

- Você toma banho de roupa? – perguntei secando as mãos.

- Não, mas meninos não vêem meninas sem roupas. – ela murmurou. Você pensa assim por enquanto... – pensei comigo mesmo.

Ela virou de costas para mim, e vi ela se abaixar para lavar algo. Nem quero pensar no que seja... Ela é até rápida, saiu logo, e eu a ajudei a se secar. Descemos e lanchamos. Mal acabou o primeiro dia, e já me sinto morto...

*-*-*-*-*

Passava se das cinco e minha irritante – gostosa - patroa entrou com um ar de cansaço.

- Mamãe, mamãe, estava com saudades... - a pequena correu para os braços da mãe que a esperava - O Jake, não vai vir hoje?

- Não querida, eu quero um tempo só nosso o que acha?

-Perfeito – os olhinhos da menina brilharam.

- Olá Edward, como foi o primeiro dia?

- Bem, senhora. Lisa é praticamente uma mocinha. – mocinha... Mentir às vezes segura emprego. Mas, admito, a menininha nem é tão ruim assim. E eu fiquei estranhamente mais tranquilo em saber que o energúmeno do ‘Jake’ não iria lá hoje...

- Vai ficar conosco hoje?

- Não, tenho que pegar as minhas coisas, amanhã chego no horário de leva- la para a escola, e aproveito para fazer minha matricula.

- Tudo bem, até a manhã.

 Bem... Pensei que seria bem pior até que foi considerável, em pensar que eu nunca me imaginei nem pai, quanto mais sendo babá. É tá vendo panaca você tinha de tudo para ter uma vida boa, mas não, tinha que ser o tapado que estraga tudo com sua ultra capacidade de foder com tudo, agora lembrei exatamente do meu pai: “Eu avisei”.