Comemorando Meus 15 Anos. escrita por Val-sensei


Capítulo 6
Declaração do papai.


Notas iniciais do capítulo

Musica Rick e Renner/Filha.



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Depois de dançar a valsa, deixei a minha princesinha cumprimentando alguns convidados que tinha acabado de chegar e sai caminhando para um canto, claro que todos me olhavam espantados, porém eu nem liguei, vi que valeu apena eu ter bancado o idiota na frente de tanta gente, afinal nunca me esquecerei do sorriso da minha garota.
Passou-se varias musica, algumas animadas até demais, logo vieram algumas musicas mais lentas, então eu tomei coragem e fui até a minha princesa novamente.
– A mais bela princesa aceita dançar comigo novamente?- Perguntei de maneira gentil, por incrível que pareça e, é claro curvando-me.
– Claro pai... Eu quero dizer meu príncipe. - Ela disse dando o mais belo sorriso para mim.
Peguei a sua delicada mãozinha e a conduzi para o salão de dança, surpreendi-me com a música que começou a tocar.

Hoje eu parei pra escrever
Alguma coisa assim sobre você
E simplesmente me deixei levar
Pela emoção de poder lhe falar

Essa musica, me fez pensar em muitas coisas, sobre a minha princesa.

Do dia em que você nasceu
Vinda do amor de sua mãe e eu
Um lindo presente que o Senhor nos deu
A realidade de um sonho meu

No dia em que Bra nasceu foi o melhor dia da minha vida, lembro-me que quando eu fui conhecê-la, ela estava nos braços de Bulma e quando eu cheguei perto, Bra me deu um pequeno sorriso. Bulma me perguntou se eu queria pegá-la, eu fiquei lisonjeado e apeguei em meus braços, mas aquela pequena era tão frágil que dei apenas um sorriso de canto e Bulma me ajudou a me acostumar com ela em meu colo.

E quando você chorou
Deus me ensinou uma nova canção
Seus olhos de um anjo pequeno
Iam se fazendo minha religião

Por incrível que pareça, o choro de Bra era como uma musica para os meus ouvidos e, aqueles olhinhos azuis, ela era de um lindo anjo, a única coisa que eu queria fazer era segurá-la em meus braços e nunca mais deixá-la ir.

Coisas que de mim não saem
A primeira vez que me chamou de pai
Vou lhe confessar agora minha filha
Com você eu aprendi que um homem tem que ter família

Trunks, lógico que eu também o amo, mas lembro-me que a sua primeira palavra foi mamãe, já a Bra, lembro-me que ela estava no colo de Bulma, ela apenas esticou os bracinhos para mim e disse “papa” aquelas palavrinhas mal pronunciadas, fizeram-me o príncipe sayajin mais feliz do mundo, o problema é que eu nunca consegui dizer isso.

Quinze anos faz agora
É de alegria que meus olhos choram
Meu pequeno anjo que agora fascina
Para mim vai ser sempre a minha menina

A Abracei com mais força. Poxa a minha princesinha agora esta fazendo quinze anos, esta tão bela quanto um anjo para a minha dor de cabeça, mas para mim será sempre a minha garotinha, a mesma que nunca desgrudava de mim quando criança e quando ela se machucava corria para meu colo para eu consolá-la. Nossa me deu até uma dor no coração afinal hoje é a sua festa de quinze anos e amanhã? Pode ser a do seu casamento e infelizmente isso eu não posso impedir.

Filha aonde você vai
Pode não sobrar um lugar pro seu pai
Mas tenha certeza que eu vou sempre estar
Perto de você onde quer que vá

Bra quero que saiba, não importa quais decisões você tome nessa vida, qual caminho você escolher, mas tenha a certeza de que eu sempre estarei lá para apoiá-la.

Não é que eu vá te vigiar
Não é que eu queira ser seu dono
Isso é só um cuidado de pai

Claro que infelizmente eu não poderei estar te vigiando o tempo todo, mas não é que eu quero ser o seu dono, como diz na musica irritante, é apenas um cuidado de um pai que ama a sua filha.

Filha eu te amo.

Não preciso explicar sobre essa parte da musica, afinal como eu disse anteriormente eu a amo, mas porque não dizer isso ela? Ai, eu vou pagar um mico de novo, mas vamos lá. Soltei-me dela e fui em direção à porcaria de microfone, a música ainda estava tocando.
– Atenção! Eu... Eu... Droga, isso é muito difícil, mas vamos lá. - Gostaria de dizer algo...


Senti o meu rosto queimar, porém não vou desistir, de forma alguma, eu sou o príncipe sayajin.
– Bra você é uma filha muito especial para mim e eu espero que você um dia possa me perdoar por dizer todas aquelas coisas horríveis para você, até entendo se não quiser, só que mesmo assim quero que saiba que você é a minha princesinha do coração e eu te amo muito.
Nossa não acredito que eu disse isso, devo estar mais vermelho do que um tomate, fiquei esperando a sua reação e para a minha surpresa ela correu até a mim e deu-me um abraço bem apertado, notei que estava chorando.
– Oh! Papai! – Ela me abraçou com mais força. - Eu já perdoei e desculpa-me também por ter dito coisas terríveis para você, afinal você não é um péssimo pai e obrigado por esse dia, eu nunca mais esquecerei. Papai eu também te amo.
Ela me abraçou com tanto carinho, eu nem resisti, a abracei também e beijei o topo da sua cabeça.
– Não chore princesa, vai estragar a sua maquiagem. - Eu disse enxugando a suas lagrimas.
Saímos de perto do microfone, abraçados, como pai e filha, ela tinha parado de chorar, paramos em frente à pista de dança.
–Bra quer dançar?- O vermezinho do Kayro estava lá chamando a MINHA princesa para dançar.
Ela olhou para mim, como se pedisse para não matá-lo.
–Vai Bra, divirta-se, afinal a noite é sua. - Eu disse, mas na verdade estava com um pouco de ciúme, porém tenho que deixar afinal eu não posso mandar nela para sempre.
Ela me deu um beijo no rosto e saiu para dançar com o inseto do Kayro, já eu fui para a mesa comer.
– Ola belo príncipe. - Bulma disse aproximando-se.
– O que quer mulher? – Era o meu jeito de dizer ola.
– Queria apenas agradecê-lo por ter feito a nossa menina muito feliz hoje, estou orgulhosa de você Vegeta e pelo jeito eu me enganei você realmente mudou nesses últimos anos.
Eu apenas sorri de canto enquanto ouvia e comia.
– Então, será que o príncipe ainda está disponível para mais uma dança está noite?
– Claro, mas pelo jeito não vou dançar com outra princesa.
– O que? - Ela disse irritada.
– Dançarei com uma rainha, venha Bulma. - Disse pegando na mão dela.
Dancei com ela praticamente a noite toda, é claro que sempre ficava de olho no verme insolente do Kayro, acho bom que aquelas mãos não dessa para os quadris da minha filha.
– Vegeta! – Bulma me chamou fazendo a olhar novamente, mas ela não percebeu. - Você comportou-se tão bem hoje, que lhe darei um prêmio.
– Hummm. – Sorri de canto e a encarei.
Ela riu maliciosamente e sussurrou ao meu ouvido, eu amei a ideia, apesar de saber exatamente os pensamentos maliciosos dela.  Hoje a noite ia ser quente como o verão.


Depois que há festa acabou, Trunks e Bra foram dormir. Bulma e eu ficamos para trás em uma ultima dança romântica. Assim que acabou a musica Bulma me puxou pela mão e íamos em direção ao nosso quarto, quando eu virei- a e disse:
– Espere Bulma, eu volto logo. 
Bulma adentrou o nosso quarto enquanto eu caminhei ate o quarto da minha princesinha e adentrei e disse:
–Te adoro minha princesa, boa noite.
– Eu também papai e obrigada pela noite de hoje, eu nunca vou esquecer.
Eu acariciei seus cabelos e a cobri como sempre fiz. Sorri levemente de canto, passei no quarto do marmanjo do Trunks e o cobri também e é claro que eu fui “pegar” o meu prêmio com a Bulma em nosso quarto.

“Hoje a madrugada promete”.


Fim.



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