I Will Never Give Up On You escrita por JTLYNCH


Capítulo 54
O Começo




Acordo ouvindo barulhos altos

Abro os olhos, confuso, ando ate a janela e vejo algo na vizinhança estranho; um carro sem controle na rua bate em outro fazendo os dois se colidirem agressivamente. Fico assustado mais ainda ao ver um tipo de, ser verde, saindo do carro.

Muitas pessoas começam a correr enlouquecidas

—PEETA! PEETA!-ouço gritos do meu pai

 Corro pra fora do quarto o vendo com minha mãe e prim

—VAMOS EMBORA AGORA!-diz e concordo

 Calço meu tênis rápido, desço as escadas e vamos pra garagem adentrando o carro.

—coloquem o cinto agora!-diz minha mãe e fazemos isso.

 Meu pai sai da garagem acelerando pra longe e vejo um caos.

—o que é isso?!

—não sabemos, só precisamos ir embora!

—acelera mais pai!

—não da! Não tem como!-diz meu pai e vemos vários deles por todos os lados

Meu pai consegue desviar e mais são muitos ate chegamos á uma parte onde não tem como atravessar.

—DA MEIA VOLTA!

—NÃO DA! ELES ESTÃO LA TAMBÉM!

—O QUE VAMOS FAZER?!-diz minha mãe

 O vidro ao lado de prim se quebra e impulsivamente, a puxo contra mim, enquanto ela grita em desespero.

—VAMOS CORRER PRA LONGE AGORA!-diz meu pai e saímos do carro.

 Pego prim nos braços e sigo meus pais, os zombies avançam contra nos, mas conseguimos correr; sinto meu coração a mil vendo pessoas mortas no chão, sangue, carros abandonados e os zombies; que são horríveis como pessoas modificadas.

Chegamos á uma parte onde tem muitos deles.

—VAMOS POR ALI-diz meu pai e corremos

 Eles veem ate-nos com se fossemos a ultima comida do mundo.

 Entramos em um beco, aceleramos ainda mais, jogo uma lata de lixo pra atrapalha-los e corremos mais rápido ate ficarmos parados de frente á uma cerca de arame alta.

 Coloco prim em cima, mas ela esta apavorada.

—VAI PRIM!

—EU NÃO CONSIGO-diz soluçando

—VAI-diz minha mãe

 Ela começa a subir chorando de desespero, minha mãe vai atrás, eu e meu pai também e conseguimos subir; não contávamos com um zombie que avança pra cima de nos e consegue pular alto o suficiente, pra me puxar.

 Quase caiu mais meu pai me segura e agarro no arame com a outra mão.

—SACODE SEU PÉ PEETA-diz e tento, mas ele começa a subir em cima de mim.

—ME SOLTA! ME SOLTA!-digo, pra eles conseguirem fugir já vendo mais deles chegando.

  Meu pai faz o que eu não imaginava e se joga contra o zombie que esta em cima de mim, quase caiu de novo, mas agarro no arame com a outra mão.

 Ouço os gritos de minha mãe e prim.

—PAI-digo o olhando, enquanto ele briga com o zombie.

—PEETA CO..-diz e no mesmo momento o zombie morde seu pescoço, arrancando grande parte, deixando a carne aparecer e eu fico parado choque.

—PEETA! PEETA! VAI CORRE!-diz minha mãe e não penso.

 Subo rápido, vendo os quase em mim, voltamos a correr mais rápido pra algum lado, mas estamos encurralados por todos os lados.

—ALI VAMOS-diz prim, apontando pra um tipo de rua onde há dois deles.

—NÃO! VAMOS PROCURAR OUTRO LUGAR!

—NÃO TEM OUTRO LUGAR!-diz minha mãe

Sem saída, seguimos ate a rua, vários zombies nos seguem. Agarro um ferro no chão e bato em um que cai no chão.

Chegamos á encruzilhada com os dois que bloqueiam nossa passagem. Parto pra cima batendo em um com o ferro, mas ele revida e tenta vir me atacar; o seguro pra trás, sua boca vai em direção ao meu braço e lhe dou um chute com a força que nem sabia da existência.

 O outro vai em direção á minha mãe, bato em sua cabeça e ele cai.

—VAMOS!

Apressamos-nos ate á outra rua onde o caos se estabelece por toda parte; com tiros, fogo, zombies, pessoas gritando;

Sem escapatória

—TEMOS QUE IR PRA LA!-diz minha mãe, pra uma estreita passagem entre duas casas

—NÃO DA! É MUITO PEQUENO!

—VAMOS AGORA-diz minha mãe

Tomo á frente, prim no meio e minha mãe, passamos com dificuldade porque parece diminuir cada vez mais.

Ouço um grunhido e um deles se aproxima. Desesperamo-nos para sair rápido do lugar, enquanto ele entra, vou muito rápido, saio, puxo prim e minha mãe.

Acabamos em um uma rua fechada com muitos deles.

—ALI, VAMOS AGORA-diz minha mãe, apontando pra uma parte onde tem um tipo de rua.

—NÃO TEM COMO! VAMOS TER QUE PULAR A CASA-digo mais os zombies se aproximam.

Adentramos o jardim da casa de dois andares

Olho ao redor

 Tem uma varanda e um tipo de parede decorativa com buracos do chão ao teto

Pulo em cima, começando a escalar; consigo chegar, puxo prim e minha mãe pra cima. Vários deles já estão circulando a casa e começam a escalar também.

Olhamos pra outra rua onde tem carros.

—TEMOS QUE IR ATE LA!

—VAMOS NOS QUEBRAR

—TEMOS QUE IR! VÃO AGORA OS DOIS-diz pra nos

 Ficamos na ponta do telhado, pulamos, caindo no gramado e depois minha mãe.  Corremos e alcançamos o carro, ouvindo os gritos aumentarem mais conseguimos entrar. Minha mãe dirige pra longe, mas eles seguem o carro e ela continua persistindo.

 Eles aparecem por todos os lados e cercam o carro.

—E AGORA?!

—VAMOS MORRER!

—NÃO, NÃO VAMOS!

—NÃO TEM SAIDA-digo e ela olha pra mim

—peeta, me promete que vai cuidar da prim

—mãe, o que?!

—cuida da prim-diz e eles se aproximam.

 Ela sai do carro e ficamos desesperados; tento ir atrás dela, mais eles perseguem ate ela não aguentar mais correr, cair no chão e eles a atacam.

—PEETA PEETA!-diz prim chorando

Pulo no banco do motorista, acelero pra longe e olho pelo espelho vendo-os  cercando minha mãe.

 Engulo em seco, sentindo uma dor horrível em meu peito.

Dirijo por um longo percurso ate a estrada estar completamente vazia e olho pra prim que esta em choque.

—prim

—peeta-diz assustada

—olha pra mim, ta, não é o fim.

—nossos pais...

—eu sei que é muito ruim, mas nos temos que fazer isso e continuar pra eles não terem se sacrificado por nada. Entendeu?-digo, ela concorda e a abraço ate ela conseguir dormir.

Quando ela cai no sono fico parado pensando, ate as lagrimas estarem em meus olhos e meu coração destruído.

 Não acredito que isso aconteceu!

 Porque isso?

Meus pais eram boas pessoas isso não devia acontecer

Penso e sinto as lagrimas escorrerem por meu rosto. Lembro-me o que minha mãe disse, olho pra prim e depois pro espelho vendo em como sou fraco; estou destruído e acho que não tenho concerto, mas se meus pais querem que eu proteja prim, é isso que vou fazer.

Seco minhas lagrimas

 Se passei todos esses anos sofrendo em silencio, não vai ser diferente agora; mas não sou o mesmo de antes, agora a única coisa que tenho é ódio.

Preciso mais que tudo manter prim ficar segura, a minha segurança não importa, então farei de tudo pra mantê-la a salvo.

 Nem que eu precise me tornar outra pessoa, cruel e sem coração... Assim farei.



Notas finais do capítulo



—JT.



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