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Marih Yoshida nível 1
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  • 23/11/2012

  • "Eu juro solenemente não fazer nada de bom"

    Eu? Apenas mais alguém perdido por aí, com seus altos e baixos, suas alegrias e tristezas, suas gargalhadas e suas lágrimas, seus medos. Sou uma pessoa como qualquer outra, que erra, que acerta, que tem sentimentos.

    Gosto de ouvir risadas, ainda mais quando eu quem as provocou, mesmo que o motivo seja um tombo, ou algo ridículo, não me importo. Posso conversar com qualquer pessoa: aprendi a não julgar por seus gostos e apenas aproveitar o melhor dela. Um pouco tímida de inicio, mas eu tenho muito a oferecer se você tiver um pouco de paciência... e comida.

    Aprecio coisas pequenas, como o cheiro de terra molhada quando a chuva começa a cair, ou o cheiro de um livro novo. Como todo bom taurino, eu amo comer e dormir, ou talvez ficar apenas ouvindo uma boa música em um dia calmo. E gosto de ser deixada quieta, de viver em meu próprio mundinho, ao mesmo tempo que amo quando estou rodeada por pessoas interessantes, que amo conversar de rir alto, não me privar dos pequenos prazeres da vida.

    E, apesar de na maior parte do tempo evitar discussões sem necessidade, eu sou bem teimosa quando sei que estou certa, além de não ter paciência para falta de respeito, ou julgamento errado sobre algo que não conhece.

    Comecei a ler com cinco anos de idade e nunca mais parei. Descobri que com a leitura eu poderia descobrir coisas novas, e eu sempre gostei de aprender. Lia sempre o que minhas tias e minha mãe tinham na estante, mas chegou uma hora que isso não era o suficiente: eu queria mais. Com nove anos ganhei meu primeiro livro que não um de histórias infantis, e desde então venho montando pouco a pouco minha própria estante, embora recentemente eu tenha adotado e-book porque não consigo mais esperar conseguir dinheiro para comprar livros novos. Hoje já não sou mais uma leitora tão assídua, por causa da atenção especial às pessoas ao meu redor, e às minhas estórias, mas continuo com a mesma paixão pelos livros.

    Descobri as fanfics há quase quatro anos, e me encantei por esse universo tão grande, mas apenas um ano depois criei coragem para começar a escrever, e descobri uma paixão gigante pela escrita. Desde então venho devorando livros didáticos de português, além de ter um grande carinho pelas aulas. Cresci muito como pessoa, escritora e leitora nesses anos, além de fazer novas amizades e aprender a ter minha própria opinião.

    Apesar de tudo, não pretendo seguir carreira neste ramo, embora sonhe em fazer faculdade de letras eventualmente. Uma vez, uma amiga me obrigou a ir em uma feira que estava tendo na minha escola, para assistir às palestras dadas por professores de diferentes faculdades. Embora a que ela realmente quisesse ver fosse a de direito, assistiu a de jornalismo comigo, e o professor que a fazia falava com tanta paixão de sua profissão, que acabei me apaixonando também. E, mesmo que eu não vá seguir essa profissão, eu realmente quero cursar a faculdade.

    Gosto de música também, quase todos os tipos. Como minhas amigas têm gostos diferentes, sempre acabo ouvindo de tudo. Cresci ouvindo um pouco de MPB e rock dos anos setenta/oitenta, mas amo o punk rock e o progressivo (tanto atuais quanto antigos), além de ter uma pequena paixão por indie e indie rock. Também gosto de ouvir rádio, e aqueles canais de música da televisão paga.

    Além disso, passo meu tempo assistindo séries e animes. Nunca me limitei em apenas poucas coisas; gosto de novas experiências. E gosto de assistir um bom filme, de qualquer gênero. Talvez eu prefira uma boa comédia romântica a um terror, mas ainda gosto dos dois. Também adoro ir ao cinema, tanto acompanhada quanto sozinha, e pegar a primeira seção do dia, sem nem saber qual filme será. É maravilhoso para tirar o estresse.

    Há tanto que eu poderia escrever aqui, e continuaria sem ser o suficiente. Nós, seres humanos, somos complicados e simples, e isso é fantástico. E, por mais que não pareça, quase toda situação pode se resolvida com uma boa conversa. O problema é que temos esse instinto primitivo de achar que somente nós sofremos, é por isso que a maior parte dos conflitos acontece. Se algum dia isso for extinto, as guerras terão um fim. E, não digo que não haverão brigas, porque elas sempre estarão lá; mas, na mesma escala, haverão reconciliações.

    "Eu vou gostando, eu vou cuidando, eu vou desculpando, eu vou superando, eu vou compreendendo, eu vou relevando, eu vou e continuo indo, assim, desse jeito. Sem virar páginas, sem colocar pontos e vou dando muito de mim, e aceitando o pouquinho que os outros têm pra me dar."
    — Caio Fernando Abreu.

    Mariana // quinze anos // taurina // Sonserina // chalé 13 //

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    "Malfeito feito!"

     



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