Comentários em Na Minha Vida

Coppola

15/02/2018 às 15:19 • Corre, corre, corre, corre!
 Muita correria, muita ação e mais um dos meus capítulos favoritos dessa fanfic. Todos são ótimos/perfeitos, mas esse é daqueles que a gente não vai esquecer e que eu vou reler muitas e muitas vezes. 
John salvou todos os outros amigos. Paul ainda ficou surpreso com a audácia da Margaret de oferecer a George e Ringo (os mais inocentes) pipoca, apenas para distraí-los. Coitados. É legal parar e pensar que estamos torcendo pelo lado, teoricamente, errado. haha. John, Paul, George e Ringo fizeram uma coisa errada e nós entendemos tanto o lado dos quatro, que não fomos com a cara da Margaret que os acusou. 
Não vejo problema nenhum, às vezes eu sempre torço pelo lado errado mesmo. Os personagens anti herois são os meus favoritos. Nessa fanfic os Beatles conseguem ser os assaltantes do banco e ao mesmo tempo, os protagonistas. É demais! 


Resposta do Autor [André Tornado]: Oi!
Muito obrigado! Capítulos inesquecíveis precisam-se e esta história vive precisamente de adrenalina. Desde o primeiro momento, em que o John entra no carro depois de ser despedido com um passageiro indesejado lá dentro que a correria não para. E hoje foi mais intensa porque a polícia estava a morder os calcanhares aos rapazes.
Verdade, se pararmos para pensar, os Beatles são criminosos, assaltantes, bandidos, fogem da autoridade e nós aplaudimos e torcemos por eles. Porque no fundo, no fundo, sabemos que eles são inocentes. Fizeram a ação de roubar o banco mas existem atenuantes, a começar por aquela mais evidente... de que são de certa forma inocentes e nós somos fãs absolutos dos Fab Four!
Nesta história os Beatles são os heróis errados, mas não os conseguimos censurar e apoiamos tudo o que eles fazem. Eu compreendo isso, porque eu também os defendo!
Bem, o salvamento de George e Ringo correu bem, John e Paul com esses dois que estavam a comer pipocas acabam de chegar a um palco... 
O próximo capítulo será especial, prometido.
Beijo!


Valdie Black

22/02/2018 às 13:15 • E agora, senhoras e senhores...
Eu gosto daquela "Please Mr. Postman", é fofinha.
Ah, foi tão engraçado o Johnny dizendo "nós vamos cantar o que quisermos e se não gostarem problema de vocês". Depois gostei do momento The Voice deles e de como eles se encaixaram bem juntos.
Eram George Martin e o Brian assistindo? Ou isso é doideira minha? E a banda que eles substituíram não veio? rsrsrs
Sabe o que eu me perguntei de verdade? Me perguntei se uma banda assim ainda faria sucesso nos dias de hoje, tocando esses covers antigos e fazendo músicas desse estilo. Ainda existem bandas de rock mas é tudo cheio de efeitos (não estou criticando, só dizendo). Há espaço para esses Beatles iniciais hoje em dia?
=***


Resposta do Autor [André Tornado]: Oi Valdie!
Também gosto muito dessa canção e daqueles primeiros covers dos Beatles... de grupos femininos! Engraçado como eles gostavam dos grupos só de mulheres e cantavam as canções delas. Se fosse hoje eram logo taxados.
Se existe espaço para um grupo como os The Beatles hoje em dia? Acho que sim. Nunca poderia ser nos mesmo moldes que os Beatles pois a música cresceu desde os finais dos anos 50, mas há sempre lugar para bons grupos e que saibam de música. O panorama musical de hoje em dia é muito idêntico mas ainda aparecem algumas pérolas interessantes. Nada de significativo, nada de inventivo. ora os Beatles eram sobretudo criadores e há sempre espaço para quem goste de criar e de inventar. pelo menos a minha faceta otimista acredita nisso, pelo que sim, os Beatles, uns Beatles "modernos" continuariam a ser aceites e a deixar a sua pegada nesta Terra tão mutável.
Os rapazes (nesta história) estão a atuar para um clube que no início não estão muito interessados na sua música e eles estão a conquistar esse público difícil e alheado aos poucos. Será que existe alguém importante na audiência?
O concerto continua no próximo capítulo.
Beijo!


Coppola

23/02/2018 às 10:51 • E agora, senhoras e senhores...
Os beatles no lugar de onde eles nunca deveriam sair -não o palco propriamente dito, mas no ambiente musical. 
Em percepções diferentes, todos eles estavam com medo e com receio disso. No início eu senti que o George era o que mais queria e ao mesmo tempo o que tinha mais responsabilidade, ele é o guitarrista principal. Paul também saiu para colocar suas cordas no lugar certo (eu não sei muito sobre cordas e tudo, mas sei que ele é canhoto). John assumiu aquela liderança no palco que ele sempre teve e podemos ver em todos os shows e todos os outros o seguiram.
Eles cantam covers e podem falar e fazer o que quiser de outros artistas e muito bem, porém.... Só quando eles tocam suas canções que o povo começa a ter mais liberdade para dançar. E o cenário desse capítulo me lembrou muito o Cavern ou os clubes alemães onde eles tocavam. 
Façam musica Beatles da historia!!!!!! Amei o capítulo. 


Resposta do Autor [André Tornado]: Oi!
Numa fanfic sobre os Beatles tem de existir música, muita música, magia a ser conjurada através da música. Guitarras, som, melodias, letras e poemas, bateria, rock 'n roll e êxitos memoráveis a par de uma química inegável que os quatro rapazes de Liverpool tinham quando tocavam juntos.
Por vezes dou por mim a olhar friamente para os Beatles a cantar e vejo: John, Paul, George e Ringo, juntos, quatro artistas enormes e juntos. Isso deve ter sido arrepiante!
Para um canhoto, as cordas de uma guitarra, viola-baixo, violão, o que seja, têm de estar ao contrário, não basta rodar o braço para o lado direito e tocar com a esquerda. Ouvi uma vez o Paul dizer isso numa entrevista.
Aqui vemos uma chispa pequenina do que seria quando eles tocavam juntos. E a chispa vai atear um incêndio - o público, no início relutante, começa a dar-se conta de que naquele palco está alguém especial a tocar e a cantar. Ou melhor, quatro alguéns.
Precisamente! O cenário é de um clube desconhecido, acanhado, claustrofóbico, anónimo que de repente é o berço de um dos maiores fenómenos musicais já conhecidos.
Obrigado pelo comentário.
Beijo!


Coppola

01/03/2018 às 13:46 • A melhor noite das nossas vidas
A melhor noite de suas vidas! 
E o show de Johnny e seus moondogs continua a rolar. A polícia, provavelmente, ainda está atrás deles, e eles entraram em um mundo único deles mesmos em que a música que eles fazem ali, ou coisas que já estavam em suas cabecas, são mais importantes do que todo o resto.
O engraçado é que pra nós também é essa mesma sensação. 
Gostei da liberdade deles no palco, com o George cantando e o Paul tocando o teclado que havia ali. Eles estão conquistando o público! 
Eles já perceberam que precisam formar uma banda real imediatamente? Kkkkk


Resposta do Autor [André Tornado]: Oi!
Esta está a ser a melhor noite da vida daqueles quatro rapazes.
Por tudo o que vimos nesta história, em que as suas vidas não são das mais ordeiras. felizes e realizadas (até o Paul tem os seus projetos para fazer algo mais do que ser um simples empregado de escritório) ao vê-los num placo a se divertirem é muito recompensador. Para eles e para nós!
Eles estão felizes e também livres. Em cima de um palco, com a bateria, com as guitarras, até com um teclado, John, Paul, George e Ringo são verdadeiramente... eles. Em qualquer ocasião ou linha temporal.
Os Beatles sempre existiram para nos dar música e alegria.
Por enquanto, eles estão a aproveitar o momento. Depois é claro que vão pensar mais a sério e percebem que podem fundar um grupo musical. Eles já tinham falado nisso depois de ter atuado na aldeia de Viejos.
Mas... ainda existe o problema da polícia...
Beijo!


Valdie Black

01/03/2018 às 13:48 • A melhor noite das nossas vidas
Ah, que bonitinho eles começando a formar a banda (mais ou menos) ♥
Esse capítulo foi tão profundo que não sei se vou saber comentar direito porque acabei de acordar rsrsrs
De fato, o dinheiro é uma coisa material e inútil, no final de tudo. O que importa é o que fazemos na vida e quem somos, as pessoas que ajudamos. Acho que nesse momento Johnny e os Moondogs decidiram que querem mais do que aquilo que sempre exigiram deles.
A música é especial, arte é sempre especial porque é algo pessoal que vem do coração e nos faz sentir humanos.
Capítulo muito bonito.
=*** 


Resposta do Autor [André Tornado]: Oi Valdie!
A banda começa a formar-se - John, Paul, George e Ringo ainda não são os Beatles, são os Johnny e os Moondogs, pediram emprestada esse grupo musical e foi mais fácil, como se não precisassem ser eles e assim ficaram aliviados do peso da responsabilidade de serem mesmo eles. Algo parecido aconteceu com a ideia do Sgt. Pepper...
O dinheiro pode ser algo inútil, é de certeza material, o vil metal, mas neste caso é aquilo que os juntou. Um saco de dinheiro roubado! E o dinheiro está nas suas preocupações com as canções escolhidas. A canção "You Never Give Me Your Money" é uma das minhas canções favoritas dos Beatles que infelizmente não se encontra no YouTube, porque fala das problemas financeiros que eles estavam a ter no final dos anos sessenta, antes do fim do grupo e que tem esse contraste entre a arte e o mundo mais pragmático. Até os Beatles sucumbiram aos problemas mundanos...
A arte será sempre especial e só nós humanos, com todos os defeitos, conseguimos produzir arte, mesmo que supostamente os chimpanzés saibam pegar num pincel...
Beijo!


Coppola

08/03/2018 às 12:04 • Grupo
Era aquela sensação de que isso estava prestes a acontecer em algum momento. A polícia entrar no local, ver os Beatles e perseguir eles. O que eu não imaginava de jeito nenhum era que conseguiriam prender um deles. Achei que eles fugiriam novamente e que agora, conhecendo seus dons na musica, iriam formar a banda e seriam felizes para sempre.
Ja quero que a próxima quinta chegue logo para saber como os três vao reagir a isso!!


Resposta do Autor [André Tornado]: Oi!
Pois era, a música serviu como uma distração. Uma distração que foi muito bem-vinda, para os rapazes, porque assim funcionaram efetivamente como um grupo, e para nós, leitores, que partilhámos com John, Paul, George e Ringo esse momento único em cima de um palco.
A polícia andava atrás deles, eles eram homens procurados, a sua localização era conhecida e era uma questão de tempo e de oportunidade. Estiveram bem em refugiarem-se no clube e tocar naquele palco, mas a realidade infelizmente bateu-lhes à porta.
Sim, Ringo foi capturado!
Ah, numa história normal eles conseguiriam fugir e formariam uma banda e seriam felizes para sempre. mas esta não é uma história normal...
Muito obrigado pelo comentário! Todas as tuas palavras são muito especiais para este humilde escritor.
Beijo!


Valdie Black

08/03/2018 às 13:19 • Grupo
Oh, tadinho do Ringo :(
Aposto que eles tinham se esquecido que estavam fugindo da polícia enquanto tocavam, não é? Até eu me esqueci.
Sim, eles são muito unidos agora, não é mais aquele grupo desconexo do começo da história, desconfiados um do outro e etc. Vão sentir a falta do Ringo.
 
=***


Resposta do Autor [André Tornado]: Oi Valdie!
E finalmente a polícia apanhou-os - não era isso que querias? :)))
Um dia a sorte termina e neste momento terminou para os quatro rapazes. Uma fuga mirabolante, por mar, numa ilha deserta, novamente por mar, num deserto, numa aldeia no fim do mundo, deserto, uma nova cidade, traição, um concerto que fez esquecer tudo, em que a música falou mais alto do que a realidade. Porque a música fala sempre mais alto do que o mundo real.
Vê-los a tocar, a divertirem-se, afastou-os - e afastou-nos - da perseguição policial. Mas agora, supremo azar, o Ringo foi preso.
Sim, eles agora são unidos. E veremos como os três que ficaram para resolver esta situação toda. Para já, Paul, John e George estão estarrecidos com o que aconteceu.
Muito obrigado pelo comentário.
Beijo!


Coppola

15/03/2018 às 12:17 • A coisa certa
A consciência bateu em cada um deles. Foi um capítulo necessário, um capítulo para pensarmos e respirar um pouco. Eles estavam tão felizes cantando, se apresentando em um palco. Descobriram o talento deles, o Paulie ate falou sobre isso de investir em musica e em uma banda. Mas nada estava bem, e eles estavam tristes pelo Ringo. 
Isso foi tão bonitinho! Eles se apegaram ao Ringo e agora são mesmo amigos. Acredito que o Ringo tenha mesmo assumido toda a culpa, que comecou por causa dele. Então eu entendo o motivo dos outros três estarem tao na "bad" ahahahaha. Quem, em sã consciência, não iria passar a amar o Ringo como um amigo? 
Ansiosa para ver como toda essa história da prisão vai se desenrolar!!!!!! Beijos! 


Resposta do Autor [André Tornado]: Oi!
A consciência estava demasiado pesada - e eles não podiam abandonar o seu companheiro! Já são um grupo que começou pelos piores motivos, com um roubo e tomada de reféns, mas passaram por tanta coisa juntos, descobriram que têm a música em comum, ajustaram-se uns aos outros e não conseguem visualizar-se fora da entidade coletiva que criaram do nada e onde se sentem bem. Principalmente, onde se sentem protegidos do mundo.
Uma espécie de alegoria aos próprios Beatles.
O mundo caiu-lhes em cima e eles perceberam que estão melhor juntos do que separados - e não iriam deixar o Ringo sozinho que obviamente assumiu todas as culpas e foi mais ou menos como o John contou.
Por isso, irão fazer o enorme sacrifício de se entregarem e devolverem o dinheiro. Sabem que a prisão os espera pois eles vão assumir todas as culpas, para não deixar o Ringo sozinho. Esperemos que não seja uma estadia atrás das grades demasiado traumatizante... Mas como disse o George, será um prisão finória.
Obrigado pelo comentário.
Beijo!


Valdie Black

15/03/2018 às 13:16 • A coisa certa
Que bonitinho, eles não conseguiram abandonar o Ringo.
Pareceu que foi uma espécie de amadurecimento pra eles. Certo, se não tivessem sido denunciados provavelmente nunca fariam isso mas agora que foram eles refletiram e resolveram arcar com as consequências dos seus atos.
Quer dizer, a não ser que algo aconteça e eles não sejam presos.
=***


Resposta do Autor [André Tornado]: Oi Valdie!
Abandonar o Ringo seria uma maldade muito grande - e eu não faria essa maldade. Afinal, eles já são um grupo...
Se eles não fossem denunciados e apanhados, ainda estariam os quatro juntos e não havia a necessidade de devolverem o dinheiro, de tomarem essa atitude. Mas a realidade bateu-lhes à porta e só havia uma coisa certa a ser feita. Arcar com as consequências. O mais curioso é que foram os três a tomar essa decisão e não houve a necessidade de uma discussão, votação e essas coisas. Mais ou menos como acontecia nos Beatles em que as decisões eram sempre unânimes. Faziam sempre uma coisa quando todos estavam de acordo.
Algo aconteça? Bem, tudo pode acontecer...
Beijo!


Valdie Black

22/03/2018 às 13:47 • Oito meses depois
Awn, muito fofinho o Paul! Sim, eles ganharam um ao outro, e não é essa a maior riqueza de todas? Perdão pela frase piegas.
Aqui não era um bom lugar pra acabar a história, ainda bem que você mudou de ideia. É um pouco estranho imaginá-los com essa aparência durante o primeiro álbum, mas essa é uma fanfic de Universo Alternativo.
Essa fanfic é muito fofa. Espero que eles não sejam presos de novo rsrsrs eu só queria uma vez...
=***


Resposta do Autor [André Tornado]: Oi Valdie!
O Paul tentou manter o grupo coeso, tentou manter a magia quando eles pareciam desnorteados - o que fazer depois da prisão? Estava nervoso, não quer o papel de líder no grupo, esse pertence a John, mas John não estava a tomar a iniciativa. Um pouco como fez o Paul no final dos anos 60.
A partir deste capítulo vamos baralhar a história dos Beatles e dar de novo... Vão existir bastantes referências ao seu início, mas também ao grupo como um conjunto. A ver se consigo lembrar-me de tudo para fazer menção nas notas finais...
Eu gosto deste final - os Beatles nasceram e caminham juntos até à imortalidade, em direção ao pôr-do-sol.
Mas pronto, foi por causa de ti que eu incluí os próximos capítulos e esses serão verdadeiramente inéditos em relação ao roteiro original.
Esta aparência é um look prisional e achei piada que eles tivessem bigodes e assim a saírem da prisão. mas depois vão adotar os fatinhos e as gravatas. Verás porquê!
Obrigado pelo comentário. E a frase não foi nada piegas.
Beijo!


Coppola

23/03/2018 às 00:13 • Oito meses depois
Esse seria o último capítulo? Eu achei muito criativo e seria muito bonito e meio que nos deixaria a pensar. Maaaaaaaaaas, entretanto, porem, eu prefiro que a história do início da banda seja feita. Porque eu realmente me apeguei. Seu jeito de escrever é tão bonito e incrível, que deixa evidente todas as cenas que passam na história e eu não sei se voce tem outras long fics sobre os Beatles. Essa é perfeita, única, diferente. 
O capítulo, como todos os outros, foi perfeito. 
Paul falando sobre recomeçar e mostrando que se importa com os outros, foi muito lindo de se ver. 
 


Resposta do Autor [André Tornado]: Oi!
Seria este o último capítulo - mas quando cheguei ao ponto final, achei que também gostaria de ler mais sobre os Beatles. E porque não me conseguia "despedir" quando podia contar o que se seguiria... Neste momento não tenho outras longfics dos Beatles escritas, mas tenho projetos pensados pelo que irá aparecer outra história, ainda não sei quando.
O Paul foi o motor da banda quando, no final dos anos 60, o grupo estava a desagregar-se. Acabou por ser ele a "enterrar" a banda, mas isso não diminui o seu amor pelos Beatles. Pelo contrário.
Obrigado pelo teu comentário. Fico mesmo muito agradecido.
Beijo!


Valdie Black

29/03/2018 às 20:14 • Na loja de música
O que mais gostou no capítulo?
John Lennon com preguiça da internet pelo mesmo motivo que eu.

É, ninguém começa do topo, nem os Beatles. Só porque um pequeno público gostou deles quer dizer que já são excelentes e famosos? Não, senhores!
Fiquei triste agora porque o Brian já morreu em HIMYM (e na realidade) mas aqui ele e os Beatles estão só começando. Calma, John, todo mundo sabe que o Paul é seu. Dizem que homens com essas atitudes são inseguros com a própria sexualidade. Tá, parei.
Me perguntei se eles diriam essas coisas sobre o Brian nos dias de hoje, mas aí me lembrei que os homens são babacas em qualquer época (sem ofensa, meu amigo).
Ah, estou mais do que pronta pra ver essa parte da história. Será que a Linda vai aparecer?
Não disse que o Brian estava no meio do público? Amo quando tenho razão (que é sempre). 
=***


Resposta do Autor [André Tornado]: Oi Valdie!
A Internet é boa e má, é um instrumento, assim como a cisão do átomo, que pode ser usado para todos os fins, depende sempre do utilizador... Todos teremos um pouco de John Lennon em nós, em que há um dia em que nos aborrecemos do mundo em que vivemos.
Isso é um facto, ninguém começa pelo topo, existe sempre um primeiro passo de um longo caminho, o degrau inicial de uma escadaria que nos leva ao céu. Nem os Beatles começaram pelo topo - nem estes, nem os verdadeiros. Haverá um caminho árduo a percorrer. Porque só assim se aprende e se melhora. Quando é tudo demasiado fácil tornamo-nos perigosos, é a tendência humana.
Aquela atitude do John foi mais uma farpa à homossexualidade que ele viu no Brian Epstein. Uma espécie de sarcasmo. Por outro lado, foi a minha farpa a todos os McLennon e também a demonstrar que existe uma amizade forte entre John e Paul. Quem quiser, entenda por qualquer um destes prismas.
Ah sim, perfeitamente, os homens dizem essas coisas. Eu sou testemunha disso. Essa coisa de sermos politicamente corretos é só na Internet. Somos todos uns hipócritas, é o que é...
Claro que tu tens razão! Aliás, estes novos capítulos de uma história que tinha terminada, por mim, são todos em tua honra.
Beijo!


Valdie Black

05/04/2018 às 13:54 • Primeira gravação
Que nerd! "Essa música vem do álbum X, volume Y, do ano tal..." rsrsrs um fofo, esse André. Eu conheço Let it Be, é claro, uma música muito boa mas Eleanor Rigby é minha favorita absoluta dos Beatles.
Acho que algo assim deve ter acontecido em algum momento. Olha, acho que Brian era extremamente paciente pra aguentar esses doidos, principalmente o John. Mas eu sei que eram todos amigos.
Sim, acho que Brian definiu esse Bealtes inicial e depois eles criaram asas, mas Brian foi o pai do grupo ou pelo menos é a impressão que eu tenho.
Obstáculos no caminho sempre tem... será que vai ser um tubarão de novo?
=***


Resposta do Autor [André Tornado]: Oi Valdie!
Essa canção em particular,"Let It Be", tem de ser identificada assim porque existem milhentas versões da mesma e todas oficiais... Ou é a do álbum de 1970, ou das sessões do Get Back, ou do Let It Be Naked...
Gostas de Eleanor Rigby? Uma escolha excelente e inusitada, mas não esperava menos de ti... Essa canção torna-se melhor com o tempo, como um bom vinho, e a sua letra aplica-se sempre, infelizmente e depois ficamos a pensar na sua profundidade e como foi composta por um rapaz famoso, rico e talentoso com 24 anos...
O Brian foi o contrapeso necessário a toda a energia em bruto dos Beatles. Ele fazia referência a como eles eram rudes, com uma apresentação péssima quando os  conheceu pela primeira vez e vi-os atuar no Cavern Club, em Liverpool. Nesta fase da história estou mesmo a misturar a história inicial dos Beatles e a apresentá-la num novo molde... Um exercício. E sim, o Brian seria muito paciente. 
O John era inconveniente e todas essas coisas, mas adorava o Brian. Os dois eram grandes amigos, até foram passar férias juntos, sozinhos, a Espanha, o que deu azo a alguns boatos... Mas na faceta pública da relação dos dois, o John costumava alfinetar bastantes vezes a homossexualidade do Brian. Uma forma de mostrar que ele, John Lennon, não jogava no mesmo clube.
Desta vez não haverá mais tubarões ou tribos de canibais. Estamos na "vida real"...
Muito obrigado pelo comentário.
Beijo!


Valdie Black

12/04/2018 às 15:22 • Acreditar sempre
A Linda ♥ 
Entendo o John. Ele tem aquele mundo da música que compartilha com alguns poucos amigos e a presença de uma namorada complicaria as coisas. Também tenho pra mim que ele nunca encontrou uma mulher que o entendesse, talvez tenha encontrado isso na Yoko...
Achei esse capítulo tão emocionante, não sei... foi como ver a História sendo feita, os Beatles nascerem. Todas as fases dos Beatles são maravilhosas  e mostram como eram as pessoas daquela época, como elas pensavam e agiam. São um patrimônio da humanidade, esses Beatles.
Adorei!
=***


Resposta do Autor [André Tornado]: Oi Valdie!
A Linda está aqui por teu intermédio - e não mencionei nas notas finais mas aqui a Linda fez as vezes das Astrid Kirchherr, a tal fotógrafa alemã que tirou as primeiras fotos tão famosas dos Beatles, no cenário aqui descrito, num ferro-velho, camiões desmantelados da II GM e velhas locomotivas. E o facto de John ter ciúmes da Linda por causa do Paul foi tirado do filme "Backbeat" de 1994...
A atitude do John é perfeitamente compreensível, pois uma coisa eram os seus amigos, a outra era a sua casa. Os mundos não se misturam, existe uma fronteira bem demarcada. Não quer dizer que ele amasse a Cynthia menos por causa disso. As coisas eram assim.
Os Beatles não "nasceram" logo famosos e todos aprumados, cheios de sorte. Tiveram de subir uma escada bastante longa e trabalhosa - nestes capítulos quis contar essa história, baralhando os factos. Veremos o que eles sofreram (na vida real e situação também transposta para esta história) durante a subida dessa escada.
Obrigado pelo comentário.
Beijo!


Valdie Black

19/04/2018 às 13:09 • Vida dura, vida de artista
Ah, que fofinho eles "dormindo" cobertos pela Union Jack. Também é engraçado ter uma conversa séria nessas condições.
Acho Paul mais racional que os outros, eu gosto que ele está sempre defendendo o Brian porque de fato se não fosse por ele não havia Beatles.
Uma pena a fanfic Starr (!) acabando :( espero que você escreva mais com o Fab Four, eu leria algo que se passa nos anos 60 escrito por você...
 
=***


Resposta do Autor [André Tornado]: Oi Valdie!
Não foi nada "fofinho" na vida real... Eles dormiram mesmo num quarto que era uma antiga arrecadação de um cinema, um lugar colado ao WC das mulheres (onde eles iam de manhã tentar lavar-se  e fazer a barba) e tapavam-se para dormir com bandeiras do Reino Unido! 
As condições que os rapazes encontraram em Hamburgo - sem o Ringo, com o Stuart Sutcliffe e o Pete Best - eram mais ou menos estas deploráveis. Eram muito jovens, não creio que tivessem tido tempo para ter uma conversa destas mais séria, mas aqui eles têm "mais bagagem" e gosto de cenas sérias e momentos caricatos.
O Paul foi sempre aquele que teve mais cabeça dentro dos Beatles. os outros eram mais emocionais, estrelas e filósofos. Sem apontar nomes.
Sim, a história está no seu final - e já devia ter acabado antes - mas conto regressar ao universo dos Fab Four. Escrever os anos 60 será um desafio, mas já tenho alguma coisa rabiscada.
Obrigado pelo comentário.
Beijo!