Comentários em Ars moriendi

NamelessChick

25/07/2015 às 05:05 • Finis, cinis.
O que mais gostou no capítulo?

Sem dúvidas da referência de Tchaikovsky, com a valsa das flores. Gosto bastante dela, e creio que encaixou-se bem com o momento.



Caramba, que fic.
Gostei bastante de história. Acho que nunca li um yuri tão romântico e ao mesmo tempo tão trágico. Creio nunca ter achado um final suicida tão interessante quanto o dessa história. Tentei visualizar duas mulheres dançando docemente até irem de encontro com a morte. Estranhamente romântico.

A narrativa foi impecável, bem como as personagens. Muito boa a história. Espero que arrisque-se nos mundo dos yuris novamente, rs'

Parabéns pela excelente fic. E por não vacilar.
Beijos ♥


Resposta do Autor [Phaerlax]: Obrigado, Lívida ♥

Eu sempre quis escrever algo com vampiros, mas me conheço bem demais e sei que faria aqueles aristocratas perfeitos e quase cintilantes. Como quase não faço mulheres, uma vampira fêmea me ajudou a ser um pouco mais original :D

Esforcei-me para passar a emoção de um romance cujos detalhes nunca são dados e cujos protagonistas são introduzidos tão brevemente. Temia ter falhado, mas fico feliz em saber que os leitores conseguiram captar ♥

No meu conceito original, Lenora não traria Ana de volta. Ela ficaria devastada com a morte, voltaria pra dentro da casa, seria bombardeada de recordações e não aguentaria, enfim saindo à varanda para ver o Sol nascer e destruí-la. Mas achei isso meio tosco, porque Joana não seria desenvolvida o suficiente e eu detesto personagens que só aparecem como uma impressão de outros. Também seria trevoso demais para minha alma fluffy :v Optei por um suicídio duplo romantizado, que é um meio termo entre o desejo de mortalidade de uma e o desejo de companhia da outra.

A valsa das flores é um amorzinho, apesar de ser tão usada que meus ouvidos protestam em escutá-la -q

Obrigado novamente ♥ Pretendo participar de todos os DeLaPas


~bejo do gordo



Bombom

27/07/2015 às 19:40 • Finis, cinis.
O que acha que precisa ser melhorado?

Esse descaso com Valsa das Flores a e.e



O que mais gostou no capítulo?

"— Tenho minha fé, mas a única certeza da minha vida foi amar você."



Raphú, wow.
Wow define todos os meus sentimentos. De verdade.
Wow, você fez angst! Cê sabe como eu amo angst, sabe como eu amo tua escrita, bote os dois juntos e socorro, feels~~
Wow, você escreveu sobre vampiros e eu gostei. Sabe, nunca gostei muito de histórias de vampiro, mas isto aqui... Me deixou com água na boca, me deixou com um gostinho de quero mais, e por mais que isso pareça Sarístico, me deixou arrepiada com a intensidade dos sentimentos de Lenora, a vampira mais encantadora que já li a respeito.
Wow, uma história de vampiro em que the human já tem uma certa idade (pelo que eu entendi hahaha q) e the vampire still likes them ♥ Joana parece ser um amorzinho, mas acho que a melhor personagem da história foi, realmente, Lenora. Já disse que amei a Lenora? É, pois é.
Wow, uma história de desespero amoroso intensa que empurrou meu coração para dentro de meu peito a marteladas. Meu coração se partiu com o de Lenora, meu coração se partiu com "Lábios em sua boca a impediram de gritar", meu coração se partiu naquela partezinha maldita de "As cinzas se misturaram". Meu coração se partiu com esta fic, e os cacos ainda estão aqui dentro, fazendo um estrago danado.
Wow, um yuri lindo. Lindo, perfeito, magnífico, conceitual (que). Amei.
Obrigada pela leitura, Raphú :3


Analu

28/07/2015 às 20:36 • Finis, cinis.
UAU! Meu Deus! Não poderia ter one shot melhor para essa música, In Die Nacht! Você fez um brilhante trabalho! Qual é, fala aí, o cara compôs pra trama, algo assim? Deus! Estou sem palavras. Até agora, seguindo a ordem da tabela do DeLaPa, a melhor songfic. Acho que até melhor que a minha (choro). Divino! A maestria na condução da narrativa é palpável! PARABÉNS! Muito bom. Sem contar que... estou chorando até agora por Lenora e Joana. 3 Essas coisas a gente não pode fazer com o core dos leitores :') Amei!
Abraços!


Resposta do Autor [Phaerlax]: Ain, quem dera que o Bill compusesse pra mim <3 Ahuashdau

Eu dei uma escutada por alto na música. "Noite", "veias", "para sempre", isso gritou VAMPIRAS pra mim e eu simplesmente tive que fazer. Fui escrevendo e esqueci que era uma songfic :v Só fui lembrar depois de pronta, fiquei desesperado achando que não teria nada a ver, mas quando fui ouvir de novo... how :v A letra parecia mesmo ser a Lenora falando. A única incongruência foi a música lidar com "noite adentro" e eu ter obviamente as matado com o dia, mas dá pra atribuir isso a um jogo de antítese -q

Eu estou consideravelmente lá embaixo, então dizer que esta foi a melhor até então significa muito pra mim :') E a sua também está muito boa, nem vem -q

Obrigado por elogiar a narrativa :3 Eu me esforço para manter as frases encaixadas uma na outra e não quebrar a magia.

Não considero essa fic tão triste (apesar de ter death tragédia angst drama nos gêneros), porque o casal termina unido e se amando. É melhor do que casais de verdade costumam ter :c Ana morreu muito jovem, é verdade (quase fazendo cinquenta), mas creio que o saldo geral foi positivo.

Agradeço imenso pelo review s2


~bejo do gordo



danvers

05/08/2015 às 11:12 • Finis, cinis.
Eu adoro histórias trágicas, deve ter sido por isso que me atraí tanto pela sua. Ficou incrível.
Parabéns.


Resposta do Autor [Phaerlax]: Muito obrigado, queen :3

Eu, particularmente, não sou muito chegado a tragédiaangst, mas essa música me obrigou a fazer c: Gostei do resultado (e na minha mente viciada em finais felizes o final dessa fic foi feliz -q)


Enrique Buendía

08/08/2015 às 23:33 • Finis, cinis.
Vou escrever esse comentário escutando a Valsa das Flores só pra ter a sensação mesmo :3. Bem, ai, eu gostei xD, desde o momento em que eu vi que o final era cinza e li que se tratava de uma vampira eu já imaginei que haveria algo do gênero, tipo ela se entregando ao sol, só que eu imaginei que fosse acontecer já lá no carro, não que ela primeiro fosse transformar a Ana pra depois acontecer (embora assim tenha ficado mais bonitinho).

Para a primeira lesbagem do senhor da limonada, a fic ficou bem legal. O que eu gostei foi o fato dos sentimentos delas terem sido o ponto, não uma relação qualquer :3, porque parece, muitas vezes, que quando as pessoas escrevem fics assim o amor mesmo só se dá no sexo, diferente daqui, que se deu na passagem da vida(?) para a morte. Outra coisa que me chamou a atenção foi todo o carinho da Ana, que não foi rude nem nada, disse apenas que iria, e daí a outra disse que iria com ela por não suportar viver sem ela, essas coisas me emocionam.

Hm, agora sobre o início lá, agora toda vez que eu leio algo associado a uma vampira lésbica eu sempre lembro da Carmilla e da palestra que fizeram sobre o livro dela, falando da demonização da mulher, principalmente da mulher lésbica, que se só por ser vampira era a demônia, imagina a demônia lésbica. A relação entre mulheres é algo que eu acho simplesmente divino, vampiras ou não, mas aqui eu senti bem a questão dos sentimentos delas, principalmente da Lenora, que enfrentou altas briga lá no início de depois só pensou na Ana.

E, bem, eu não sou uma mulher, não consigo imaginar como seria, mas acho que houve verossimilhança dentro dos limites do fantástico, por isso eu gostei. Depois de ela ter matado o Bonfim lá, quando ela correu pra Ana, como eu disse, esperava que ela fosse morrer lá, não morreu, reviveu a outra e depois elas morreram e daí aaaahn. Achei engraçado a forma como tu colocou deus no meio, ele ali do lado de uma sendo evitado por outra, foi interessante, apesar do fato desse convidado não ter se pronunciado muito.

Falando um pouco sobre o angst :3, que é o que mais importa :3, dessa vez eu consegui sentir, principalmente na hora em que Lenora perdeu a Ana, naquele momento eu fiquei imaginando, pronto, é agora, e daí elas voltaram, aí depois teve aquele final, as duas morrendo pela crença de uma. Eu ainda senti mais uma questão fofa, que foi a ligação dos sentimentos, tipo, não foi tão profundo assim, foi algo tristemente bonito, repleto de sentimentos, não-vazio.

Poderia ficar mais meia hora aqui falando de como eu valorizo o sentimento que uma sentia pela outra, da boa ambientação, da boa narração da fic, do bom yuri que tu escreveu, porque a ideia ficou muito legal, principalmente a associação do final da fic com o título do capítulo, de que o Nyah! bugou com dois parágrafos teus e que eles ficaram arrebitadinhos, da fluidez da narrativa, apesar de ter exigido certa concentração da minha parte, da falta de um acento agudo na hora de uma próclise (que o World chatamente nos corrige sabe-se lá por quê), mas acho mais legal focar numa para pseudopensativa.

Há muito venho lendo na literatura esse fenômeno de transformar em mostro aquilo não se é possível/não se quer entender, como, por exemplo, a letrinha da trilha sonora de Frozen que a gente tava falando há algum tempo, da comparação dessas criaturas fantásticas com as famosas minorias atuais (a deaba saindo do armário). Isso traz de volta aquela questão da Carmilla, do Le Fanu, porque ela, como vampira lésbica, era vista como demônia, assim como a Lenora é vista aqui, tipo, por medo, por não compreender, por pré-julgamento as pessoas querem simplesmente matá-la, prendê-la, tirar desse mundo, o que lembra a condição de várias pessoas, negros escondidos em buracos, gays e lésbicas empacotados nos armários, trans nas ruas à noite a espera de vida ou morte, sabe? Acho legal ver essas criaturas ocultas e tidas como o mal e a perdição nessa condição, mas mais do que isso, vê-las amando, provando que de qualquer forma elas estariam ali, que elas não são aquele mal, mas que são temidas apenas pela ignorância :3.

Provavelmente se ela fosse uma lobisoma ou uma simples mulher eu não ia falar aquilo, porque não ia me lembrar a Carmilla, mas me lembrou, saiu xD. Se tivesse havido poliamor eu teria amado mais ainda, poderiam ser triejas (porque o português não tem uma palavra pra isso e casal de três não rola), meu amor seria maior :3. Gostei, gostei da fic, gostei das mulheres, gostei dos sentimentos delas, apreciei o angst, enfim, parabéns!

até a próxima, phaer!
enrique buendía.


Resposta do Autor [Phaerlax]: Não me arrependo dos minutos que eu gastei contemplando Thomas Lacey travestido de bailarina.

Pensei que nunca fosse escrever algo angst nem ganhar um reviu do elto, mas olha só, fiz as duas coisas em uma só varada :v Parece que o mundo dá voltas não é mesmo? Daqui a pouco estarei falando espanhol por aí -q

Eu fiquei muito zicado com a paranoia de que não tinha conseguido dar textura suficiente ao sentimento das duas, já que não contei (nem pensei) muita coisa sobre o gênese do relacionamento e coloquei várias partes da narrativa numa pressa demoníaca -q Dá uma onda forte ver que os leitores conseguiram extrair os feels que eu quis entregar :3 Apesar de serem feels de Falsiane, porque cuspo em cada doce palavra que saiu da boca da Ana -q Detesto a Ana c: Em parte porque sou pró-imortalidade, em parte porque em uma versão ela não perdoa a Nora e se remata sem dar muita satisfação, só esculachando a coitada (não perdoo personagens por atitudes que eu mesmo elaborei) (sou especial)

Falando em versões, seus búzios captaram bem o que eu planejava no primeiro esboço :v Joana ia permanecer morridíssima, haveria umas angstada e exposição de histórico enquanto Lenora lentamente queimava até a morte e xablau. O final seria algo vago delas se encontrando num pós-vida. Desisti disso por dois motivos. Primeiro: ia ficar escroto não desenvolver minimamente a Ana em vida, não daria pra passar direito a ideia de que ela é a "dominante" da relação (não sexualmente -q Quero dizer que geralmente é a teimosia dela que prevalece). Segundo: não quero trabalhar com pós-vida porque não sou obrigada *quebra santa* *queima bíblia*

Eu acabei esbarrando na tal da Carmilla enquanto escrevia essa fic (joguei "lesbian vampire" na Google só pra ter uma ideia do que já tinha sido trabalhado com isso), acabei não lendo muito pela pressa de acabar e por ter visto os cusao dizendo que a lesbagem foi ambígua :c

No universo semiesboçado dessa fic, vampiros são vistos como coisas malignas pelas pessoas que sabem da existência deles porque o ritual pra se tornar um envolve uns catimbó tenso, sacrifícios e tal. A não ser que você seja transformado por alguém que já é um vampiro, como foi o caso da Lenora. A maioria dos dentusso é viciada nos poderes ganhos com a super ingestão de sangue, que os afasta mais ainda da humanidade e inclusive inibe a capacidade de sentir. Fazem com que a minoria deboísta seja catada também. O grande interesse dos caçadores é puramente lucrar com os corpos, porém -q As justificativas morais e religiosas são só prosa para dormitar bovinos.

Mencionar essas falhas de formatação sem dizer onde estão é pura malevolência destilada *chola*


Poliamor é algo com que eu vou acabar brincando no futuro, mesmo sem saber nada sobre, porque sou: desses. 98% de chance de ser um yaoi, claro, porque nos delapas eu só farei o que tiver que fazer. Nessa fic fica comprecado fazer algo a três porque a obsessão da Lenora seria dividida em dois, atenuaria o empakto, cei là.

Obrigado por esse review divoso ^^ *guarda os parabais no cofre* E obrigado por ter me mostrado aquele ditado do fama fumus finis cinis que eu usei no título :3 Achei uma delízia a adequação

Não vasile no DeLaPa3 u.u


~bejo do gordo



Senhorita Ellie

19/08/2015 às 23:57 • Finis, cinis.
O que acha que precisa ser melhorado?

cadê o couro que não deu para sentir nem cheiro



O que mais gostou no capítulo?

valsa angst flufosa



Eu falei que ele apareceria assim, do nada, e ele veio :v
Você sabe, patas desempatadoras não conseguem ver um empate sem mexer nele u.u Não tem mais esse troço de cinco reviu ~~
Primeiramente: tem-se uma fic muito doce. Desde o modo como você escolheu narrá-la até o desenrolar dos acontecimentos, tudo é muito sensível, agradável aos olhos. Gostei do jeito como você conseguiu pincelar o flafe com pitadas de angst. Tornou a história mais amigável para mim, que raramente gosto de flufe só por flufar :v
Além do mais, apesar de eu dizer que senti falta de uma ambientação mais detalhada, entendo que ela fez sentido para o tamanho do conto e te parabenizo por ter conseguido passar tudo de maneira tão crível em tão poucas palavras ç.ç Os sentimentos são palpáveis, não muito esmiuçados, mas visíveis nos diálogos e na descrição precisa das cenas.
E, claro, falando em descrição, temos a cena final, o ápice da história; fui completamente imersa na descrição. Consegui visualizar a valsa e então o sol e as cinzas, junto com toda o impacto que isso produziu na história e, claro, em mim.
Um conto muito bom, só espero que seja mais cítrico na próxima vez s2
(você vai ter que escrever orange alguma hora)


Resposta do Autor [Phaerlax]: LÁ VEM A PATA


Eu tenho alergia a couro, me deixa cheio de brotoejas, só trabalho com veludo e seda u_U E se reclamar no próximo não tem beijo (por favor reclame porque beijo em SU é meio tenso)

Dizer que deu pra sentir os sentimento é algo lindo porque minha maior insegurança com essa escrevência foi ter forçado a barra com o amor das duas. (mas corta aqui por dizer que não gosta de flufe pelo flufe s2) Dizer "descrição precisa" é lindo pra quem gastava três páginas numa cruzada de perna :3

Você conseguiu captar naquela cena final que a Lenora não esperava que Ana fosse abrir a janela? Espero que sim |`3`| *mete pequena facada*

Fazer orange?????
Isso parece um desafio

sabe o que faço com desafios

eu vasilo neles tudo


~bejos



Anne L

26/08/2015 às 12:48 • Finis, cinis.
O que acha que precisa ser melhorado?

Comento logo abaixo



O que mais gostou no capítulo?

Tchai ♥



Acho que, melhor que Tchaikovsky pra valsa, só Strauss, mas curto as fofices do Tchai. Gostei da escolha pra última dança delas.
E como assim não saiu fluffy HUAHAU ouvi boatos de que era Angst, mas as moças indo juntas é tão amor. Se ficasse só uma ia ser só dor e dor e sofrimento, mas morrer junto entra em fluffy na minha concepção.
Gostei de como você relacionou com a música, já que a vida da Lenora é na noite e tudo mais. Deve ser foda mesmo essa solidão, especialmente se você é muito velho. Só um detalhe que: Tokio Hotel, com "i", porque é alemão. Cê botou com "y" nas notas.
Me pareceu um universo que dá pra explorar ainda em outra história. Seria legal ver de novo. Ficou um amorzinho ♥ Fazendo yuri assim, acho que consigo sobreviver no DeLaPa também AHUAUH
Also, tem alguns erros na história ainda, especialmente de formatação (tem tipo uns parágrafos sem parágrafos, umas palavras com hífen no meio por algum motivo, tipo "in-teiro") e seria legal prestar atenção na próclise com "não" e afins.
Até mais!


Resposta do Autor [Phaerlax]: por aqui senhora *encaminha ao caixa preferencial de resposta a review para divas*

Tchaicovinho gera conflitos gravíssimos no meu âmago -q A parte sensata de minha psique entende que as composições são geniais, mas o instinto grita MEU SEM OR TIREM ESSA MÚSICA DE COMERCIAL DE MANTEIGA DA MINHA FRENTEEE -qq Eu tenho algum conhecimento (raso) sobre clássica, mas dança não é comigo e essa valsa foi um tiro no escuro completo '3'

Pra mim isso também é fluffy, sabe u_u Esse povo consegue ser mais fresco que eu :v Coloquei aquele aviso sobre não ter saído flufe porque você disse certa vez que IA não era flufe e eu fiquei achando que suas concepções eram mais dogmáticas -qq

Sim, quando eu ouvi "sozinho na noite" (ou algo assim, já esqueci a tradução) tive que trabalhar com vampiras janasjsadn. Sorry por não ter levado a frente aquela sugestão de incesto :3

Tokyo Hotel porque escrevi essas notas uns quinze minutos antes de virar fã ASFASFJSNASJNASN consertarei.

Sobre os erros de formatação, alguns foram pelo meu Word e outros por um bugzinho na caixa de texto nyalana que eu não tive tempo pra esperar resolver (postei 7min antes de estourar o prazo). A bestagem do igu deve ter pego todos os espaçamentos de travessão, mas meu Word não tava querendo me deixar mexer no arquivo dele, tive que passar manualmente as correções ;-; Essas palavras com um hífen no meio foram porque eu ligo a hifenização pra deixar meus parágrafos mais harmônicos e o control+c não curtiu muito a ideia pelo visto :v Os parágrafos foram porque o tal bug me fez ter que colocá-los manualmente s2

Sobre a plocreze, é o jeito lenorano de falar. A não ser que tenha sido na narração, in which case é minha imbecilidade atuando forte mesmo :3


Eu até penso em fazer algo mais sobre essas duas, obviamente um prequel porque né -q Preciso pagar a dívida de não ter dito bulhufas sobre como elas começaram com isso. Ou talvez eu faça um casal yaoi no mesmo universo :v Who knows what the future holds. Mas isso por enquanto é algo mítico na minha lista de coisas pra escrever

tipo o capítulo 7 de In absentia *evapora*


~bejo do gordo



otaku67

22/11/2015 às 11:17 • Finis, cinis.
Cara to chorando com essa fanfic T.T
Ficou perfeita
Meus parabéns


littlefatpanda

13/04/2017 às 18:20 • Finis, cinis.
~ palmas ~
Vou deixar um breve comentário, embora eu não tenha palavras suficientes para expressar o quanto eu amei esta oneshot. Serião, muito boa ahhaha. 
Foge um pouco do que eu costumo ler, sendo oneshot e sendo yuri, mas nunca fiquei tão feliz por ter resolvido ler uma fic aleatória assim. Gracias, Nyah, pela sugestão! Hahaha. 
Trágico e romântico, duas coisas que envolvem vampiros nas histórias em geral. No teu caso, com poucas palavras, conseguiu transformar em uma obra de arte - que, infelizmente, não é o caso da maioria -, tão envolvente e desafiador. É difícil pôr em palavras, imagino, toda a crise existencial de um vampiro. Ainda mais, toda a crise existencial de qualquer criatura - humana ou não - ao se apaixonar de verdade. No caso da morte de Ana: amar não é algo que acabe do nada, que se aceite do nada, que se substitua do nada. Poucas palavras e eu, mesmo sem saber que aconteceria, já queria que Lenora se juntasse a ela. Isso é um dom teu! ^^ A ideia final de morrerem juntas não poderia parecer tão certa... 
Dito isso (eu pensava que não teria muitas palavras pra escrever, opa), queria dizer que foi muuuito bem escrito, muito bem criado, muito bem desenvolvido. E com poucas palavras, wow... Meus parabéns, jovem! Tu é foda! Hahahaha. 
Beijos e danoninhos (esperarei esbarrar em outra fic tua) :*


Ly Anne Black

04/11/2017 às 16:31 • Finis, cinis.
Achei sua história maravilhosa, as personagens me conquistaram de imediato, foram caracterizadas de maneira muito realista. Se algum dia pensar em escrever uma long fic corando a história delas me avisa, leria com prazer!! 
 


Lorena

13/08/2018 às 20:01 • Finis, cinis.
A imagem da capa chama à atenção.


Camy

24/08/2018 às 20:13 • Finis, cinis.
Raphu... Eu não sei o que dizer. Meus olhos tão cheios de lágrimas, na verdade. Eu tô só... Poxa, Raphu, por que me matastes? 
Eu vi a história nas recomendações do Nyah!, vi o autor e lembrei que só tinha lido uma história tua antes (das Crônicas de Gelos e Fogo, com a Margaery). Aí me deu vontade e cá estou. Eu não esperava por isso, APSDKSADKASd
Meu problema com histórias originais é que eu sempre acho que não vou conseguir me identificar com o personagem porque não o conheço. Ainda assim, cá estou eu com lágrimas nos olhos pela Lenora e pela Joana (mais pela Lenora, na verdade). Você nos apresentou tão pouquinho sobre ela, mas ainda assim tudo o que apareceu foi tão forte. Eu adoraria uma long com essas duas, admito. 
Eu gostei da escrita, também. Teve toda uma atmosfera de história antiga, porque você manteve a formalidade não só no diálogo, mas na narrativa também. Admito que curti muito isso, porque eu me senti dentro desse mundo. Deu pra ter uma imersão muito bacana na história.
Eu não tenho muito o que dizer, só que tô super feliz por ter parado aqui, haha. Eu amo angst e você conseguiu mexer muito comigo. Eu gostei particularmente de a Lenora sentir gosto de sensações no sangue deles. Gosto de ganância, ou ela descrevendo o sangue da Ana (nossa, eu amei essa parte tanto). 
Enfim, parabéns pela história, eu ainda tô muito soft. Curti o final, teve uma atmosfera muito romântica com as duas morrendo juntas enquanto dançavam. Ah, eu curti demais a história, SOADSODKPSD.
Parabéns de novo! 
Um beijo e um queijo pra você :*


Resposta do Autor [Phaerlax]: Acho que você nunca leu uma história minha, porque eu não tenho nenhuma fic de asoiaf com a Margaery :B Só tenho uma antiga Theon X Robb que eu finjo que não existe -q Então bem-vinda às minhas fics~ *tira teias de aranha e poeira*

Meh, a maioria das fics por aí são só histórias originais usando nomes e aparências de personagens já existentes, em contextos totalmente diferentes e com personalidades só tangencialmente relacionadas ao trabalho base XD Acho paia. 

Eu tentei dar um tom mais sóbrio à narração sim, pelo tema e também pela música que a fic desenvolve. Não é a minha escrita natural ou como eu fico mais confortável, mas acho que funcionou bem o bastante nessa oneshot.

Devo admitir que o pouquinho apresentado sobre elas reflete o pouquinho que eu sei XD Pensei em uma ou outra cena sobre as origens do casal, acho que eu ia escrever uma pequel pra um outro DeLaPa, mas nunca aconteceu -q 

Também gosto do detalhe dos sabores no sangue, é uma coisa que eu incluo sempre que faço uma história com bampiros -q Assim como o fato de que, quanto mais sangue eles consomem, menos sentimentos/sensações humanas são capazes de ter. Lenora e Joana conseguiam esse convívio com a Lenora essencialmente fazendo dieta :p A maioria dos outros vampiros se refestela sem qualquer filtro e por consequência são uns monstros sociopatas~~ queria escrever mais umas histórias nesse setting, but alas.

Achei o final meio paia, mas precisava terminar de alguma forma engajante e foi isso sjdsda as pessoas que comentaram parecem ter gostado, so -q

Obrigado pela recomendação e pelo queijo s2


LudmilaH

08/01/2019 às 08:45 • Finis, cinis.
Caramba... Foi a única coisa que me ocorreu dizer aqui. Que história linda... E que força têm suas personagens, ambas, e obviamente, não estou falando da força física. É engraçado, bem feito, o jeito como você juntou personalidades improváveis, uma cristã e uma vampira, em um amor tão comovente w sincero. Eu amei a narrativa, mas acho que o que mais me pegou na sua história foi a parte da morte de Roberto Bonfim. Aquele suspense crescente, aquele meio segundo de desespero em que temos certeza do que aconteceu e ao mesmo tempo vamos apenas nos dando conta. Que descrição linda dos cheiros você fez. Dos sangues e talvez principalmente da sala destruída. Eu tenho um fraco por descrições muito detalhistas, e mais ainda por aquelas que incluem pedaços da história na descrição. Eu amei cada detalhe do seu texto, de verdade, e amei a delicadeza da valsa na cena que ja sabíamos que seria forte demais. 
Parabéns talvez nunca expresse o que eu queria dizer agora. Mas acho que servirá. 
Grande abraço!


Fortuna

09/01/2019 às 20:45 • Finis, cinis.
Uau. 
Isso foi de matar. Perdoe o trocadilho, mas isso é de qualidade. 
Muito bom. ♥