Delilah > Recomendações

Anônimo

05/09/2015 às 14:10
Eu vou ser sincero com vocês: Eu não sei o que dizer. Por mais que eu tente, no fim as palavras somem, e sobram apenas as lágrimas e a emoção. Essa história consegue penetrar no fundo da nossa alma, e aos poucos destruir nossas emoções. A magnífica Holly conseguiu juntar uma enxurrada de emoções e uma escrita "antiquada" em uma one shot, mas mesmo assim é uma leitura clara e limpa para o nosso coração.

Johnny Boy

16/09/2015 às 00:07
Ah doce Delilah....

Sabe o que mais achei interessante em toda essa história além de tudo? O fato de que é quase passível de se sentir verdadeiramente o que se passa ali na hora. Fui capaz de ver as duas dançando, fui capaz de sentir o amor contido e descrito nas palavras simples de um acontecimento que vai do singelo ao poderoso, mesmo sendo algo tão cotidiano por si para as duas ali.


Vale a pena ser lida, vale a pena por um instante ser vivida está história. Parece engrandecimento de minha parte mas é a realidade. Além de tudo isso, ao menos pra mim foi uma pequena surpresa saber que uma das protagonistas, era....(oras leia e você saberá como ela era). Sim, meu caro ou minha cara...

Isso, não deveria ser novidade, mas pra mim que sou acostumada a certas "monotonias" no quesito personagens principais, foi de fato uma surpresa agradável.

Enfim, leia.... Sinta-a como eu o fiz e vai entender porque recomendo está história aqui.

Ass: Andrezza V.

Rodrigo Caetano

27/01/2016 às 01:52
Delilah... Você termina essa história pensando nela. E ela fica com você. Eu sei porque ela ficou comigo, por bastante tempo, por sinal.

Dizer que me faltam palavras, além de ser insuficiente, é inaceitável, por mais verdade que seja. Essa história desperta em mim algo que... Não. Essa história não. Isso aqui não necessariamente é uma história. Quem desperta alguma coisa em mim é a Gwen. Por que ela é real demais para viver apenas nessas palavras. Ela vive comigo e com todo mundo que lê a sua "não história", mas a sua declaração de amor, à vida principalmente, desperta em mim os meus instintos mais básicos de carinho e proteção.

Dá vontade de pegar ela no colo e secar as suas lágrimas, rindo - junto com ela, tenho certeza - do simples fato de ela estar chorando. Quem sabe ela resolva secar as minhas lágrimas também. E, se eu pudesse, eu pagava essa declaração e a entregava em mãos, pessoalmente. Até porque eu não resistiria a tentação de conhecê-la.

Eu termino de ler e sei que eu não preciso pensar nela. Sei que essa história vai muito além dela. E que independe da reação dela ao que eu lhe entregar. Eu sei que isso é tudo muito lindo sem ela, e que não é ela que eu quero abraçar. Mas ainda assim, você fica pensando nela. Oh Delilah... Como deve ser lindo te ver dançar...

antarctic

27/02/2016 às 10:02
Essa é aquela história que te faz parar pra pensar, não só pensar, mas refletir de verdade. Faz você querer ser mais você e t traz vontades que você nem lembrava-se mais de ter, coisas como agradecer a Deus pela mãe e pelos tempos evoluídos, agradecer a medicina, agradecer a si mesmo por se aceitar e aceitar a negação dos outros. Delilah não é apenas uma one-shot sobre uma jovem sendo oprimida por sua orientação sexual, a carta de Gwen não precisa ser descrita porque todos nós já escrevemos uma carta para Delilah, nem sempre com papel e caneta e sim com pensamentos, com palavras orais, com gestos exasperados, algumas vezes Delilah possui um nome diferente, mas continua sendo nossa melhor amiga. Algumas vezes nós somos Gwen e Delilah e algumas vezes ela é aquela pessoa que o julga constantemente e que o repudia, as vezes ele pode ser até mesmo seus pais, avós, amigos distantes com quem tu não tem contato íntimo. A carta de Gwen são todas as vezes em que você se sentiu intimidado por ser você mesmo não apenas por ser homossexual, mas também por ser negro, por ser judeu, por ser mulher. É sobre o medo de uma sociedade preconceituosa e obre aceitar quem você é, eu aceitei, eu entendi quem eu sou, descobri a mim mesma refletida na Gwen preocupada com a reação dos pais e os comentários dos estranhos na rua.
Todos nós já fomos uma Gwen e já nos apaixonamos por uma Delilah, tudo o que essa fic me passou foi que, independentemente do que os outros digam, no fim das contas nós apenas temos de nos soltar, soltar nosso verdadeiro eu, apenas para que uma carta como essa não fique entalada na sua garganta e o mate sufocado por uma corda, de overdose ou com os pulsos cortados. palavras são palavras, ditas, escritas ou cantadas e, essa fic, fez com que eu pensasse sobre todas as palavras que eu devo dizer agora e direi futuramente pelo simples prazer de ter o direito de dizê-las.

Gabrielle Milena

26/03/2016 às 13:12
Com palavras bonitas e descomplicadas, uma maneira mais formal de escrita, me cativaste. De início, achaste que é apenas mais uma historia dramática contando uma relação amorosa conturbada. Não deste nada pela história. Entretanto, a história vai lhe cativando cada vez mais a medida que se lê. Apesar de ser um tanto quanto curta, demonstra exatamente o que a protagonista sente e você se vê dentro da história. Por esses motivos, eu recomendo a história para que todos lessem.

aquariusmoon

26/05/2017 às 05:12
Não consigo explicar meu sentimento sobre esta carta. Agradeço a autora por me proporcionar palavras tão bem escritas de uma forma que comoveu meu coração e inundou meus olhos.
Estou recomendando porque em um único capítulo, a escrita me abateu e eu realmente pude sentir que estava junto com Gwen e Delilah naquela pista de dança. ♥

Ara R Black

05/12/2018 às 18:43
Essa história é uma pequena pérola de beleza sem tamanho. Você esbarra nela sem querer,não alimenta expectativas e ela te pega de surpresa. Te envolve e à medida que as palavras vão sendo lidas você é transportado a um outro lugar, num outro tempo. Dotada de uma leve sinceridade, um toque de formalidade, ela parece a narração de uma memória sua.