Mar

Autor(es): Camélia Bardon


Sinopse

Marilla Cuthbert é uma mulher prática, pouco afeiçoada a futilidades e sentimentos no geral. Nunca se casou e teve uma adolescência difícil, destinada a cuidar da mãe com depressão e do irmão. Nunca tirou um tempo para si.
Isso muda com a chegada da órfã Anne, que coloca a vida de Marilla e Matthew Cuthbert de ponta-cabeça. No entanto, só depois que Anne foi embora que Marilla deu voz ao seu passado. Sua imaginação, contida, sempre a impediu de ver o futuro – e Anne mostrou-a que era hora de encará-lo de vez.
Afinal, Marilla também já fora Mar um dia.

[Drabbles 2018]



Notas da história
— Os personagens não me pertencem, mas sim à Lucy Maud Montgomery e Moira Walley-Beckett. No entanto, a história é do intelecto (e dificuldade) de minha pessoa. Portanto, plágio aqui é crime, colega.
— Direitos da foto que consta na capa: Lee Avison/ Trevillion Images.
— História participante do Desafio Drabbles/2018, com um total de 30 capítulos, atualizada diariamente.
— Os títulos dos capítulos são retirados de versículos bíblicos, por conta de ser uma das únicas obras que Marilla lê. Entretanto, a opinião religiosa é quase nula por aqui. Não interferirá na história.
— Visto que a história começa antes da série, não é necessário ter assistido para entender.
— Qualquer opinião é bem-vinda, desde que construtiva e não ofensiva ♥
— Spin-off: https://fanfiction.com.br/historia/771403/Blythe/



(Cap. 20) "Aproveitem ao máximo todas as oportunidades"

Notas do capítulo
E o capítulo de hoje quase que não sai por conta do meu terceiro dia consecutivo com enxaqueca, mas, yay, oi de novo ♥ mais 10 dias, hein? Vão sentir falta de escrever e ler tudo correndo? O capítulo de hoje ainda ambienta-se no episódio do anterior, T1:E1. Devagar e sempre. A palavra do dia 21 é "inefável" (que achei um mimo ♥) e o título vem de Colossenses 4:5. Boa leitura!

Quando Marilla viu a ruiva, foi inefável seu espanto. Matthew parecia querer esconder-se em qualquer buraco, e deveria mesmo.

— Quem é essa?

— Eu não podia deixá-la sozinha na estação — justificou.

Uma discussão seguiu-se por breves instantes, com a garota em choque após ter descoberto que não seria adotada. Marilla conduziu a menina – que fora Cordélia, Penélope e Anne (“com um E”) em fração de segundos – para dentro.

Anne tagarelou de dia, e chorou à noite. Marilla deixou-a ficar um dia, e depois a devolveriam. No dia posterior, entretanto, ao presenciar o modo que seria tratada, resolveu permitir um dia extra.

Notas finais do capítulo
Para quem não viu a série, o motivo de Marilla ter decidido ficar mais um pouco com a Anne (já que 100 palavras não cabe tudo KKKK) é que geralmente meninos órfãos trabalhavam com trabalhos manuais e pesados e meninas órfãs trabalhavam ajudando mães com muitos filhos. Essas mães na maioria das vezes não eram lá essa gentileza toda. Marilla presenciou uma delas praticamente chamando Anne de escrava, e não gostou nem um pouco. Ela pode ser amarga, mas injusta não é. — É isso ♥ até amanhã!




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