The Choices Of Life...

Autor(es): Natyh Chase Jackson


Sinopse

Continuação de It Is The Life...

Annabeth jovem promissora... Espere um pouco, a pessoa deixa de ser promissora quando para no meio do caminho, e fora isso que Annabeth Chase fizera, parara no meio do caminho. Os motivos? Gravidez precoce.

Sim, a garota brilhante e nota dez teve um filho, e agora terá de cuidar do mesmo sozinha, já que o pai, Luke Castellan a abandonara no mesmo dia em que seus pais, Atena e Frederick Chase sofreram um acidente de carro, deixando-a sozinha no mundo.

No entanto, a loira de olhos cinza pode contar com Thalia Grace, esta que enfrentara sérios problemas para descobrir o que, realmente, lhe importa.
Annabeth também contara com a ajuda de Percy Jackson, o cara por quem ela se apaixonara, mas ainda tem medo de revelar o quão seus sentimentos pelo rapaz são grandes, fazendo com que a insegurança paire acima do casal.

Bom, até aqui, os problemas de Annabeth são fáceis de ser resolvidos, já que Percy e ela se amama, e enfrentariam de tudo para ajudar um ao outro, mas o que fazer quando o passado bate a sua porta? Você o deixa entrar e voltar a fazer parte de sua vida, ou o manda embora e espera não vê-lo nunca mais?

Bom, Annabeth não sabe responder a essas perguntas, mas a loira não imagina o quanto está perta de aprender a respondê-las.

Sejam Bem Vindos a The Choices Of Life...
Onde as suas escolham definem o destino da sua vida.



Notas da história
- Os personagens não me pertecem.
- São do Tio Rick Riordan.
- História de minha autoria.
- Se leram deixem reviews. Por favor.
- Se algo não os agradem me avisem.
- Capa feita pela Gabbi Levesque. Obrigada.
- Espero que gostem tanto, quanto gostaram de It Is The Life...



(Cap. 6) Herói

Notas do capítulo
Oieeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee. E aí galera como estão?? Eu espero que bem, pois eu estou ÓTIMAAAAAA. Sabe por quê? PORQUE HOJE É O MEU ANIVERSÁRIO. TÔ FAZENDO 15 ANINHOS. Queria agradecer aos 37 reviews do capitulo anterior, foi o maior número de comentários que eu já recebi. Valeu mesmo pessoal, vocês são DEMAIS.... Muítissimo Obrigada. Esse capitulo é dedicado a Adriana Chase e a Mileabreu que recomendaram a fic, sério eu amei as duas recomendações. Espero que todos gostem do capítulo, especialmente aquelas duas lá de cima. Ah, e antes que eu me esqueça.... DESCULPA PELA BRINCADEIRINHA DO CAPÍTULO ANTERIOR. Muita gente tá querendo me matar, mas tudo bem.

Luke sorriu vendo o casal Jackson dançando animadamente na pista de dança. Seus pais, Hermes Castellan, May Willians e ele tinham chegado a pouco tempo, praticamente ao final da pequena cerimônia.

O rapaz fingiu que não percebeu, mas notara as lágrimas que sua mãe tinha nos olhos, e o jeito magoado com que seu olhar recaía sobre Hermes, este que parecia alheio a tudo. Luke sabia o tamanho da mágoa que sua mãe nutria por seu pai, afinal ele a traíra por anos e anos, sem ela nunca desconfiar, e quando a mesma descobriu o homem nem tentou negar, apenas assentiu e assinou os papéis do divórcio, deixando-a ir.

Luke sabia que se fosse ele no lugar de seu pai, tentaria fazer tudo que estivesse ao seu alcance para manter a mulher que amava ao seu lado, e Hermes a amava, só era turrão demais para admitir. Mas será que Luke teria lutado ou isso era apenas uma ilusão da cabeça dele?

Pelos Deuses, a quem o loiro queria enganar?

Ele tivera a mulher que amava em seus braços e na primeira oportunidade que teve a abandonou, meteu os pés pelas mãos e agora ela não queria vê-lo nem pintado de ouro. Mas Annabeth estava certa, não estava? Claro que estava, ou você ficaria com alguém que te acusou de querer dar o golpe, e depois pedira para que tirasse uma criança do ventre, criança esta que nunca chegara a existir de fato.

Luke se martirizara durante todo o ano que se seguiu, ele nunca se perdoaria por ter magoado Annabeth daquela forma, e o rapaz sabia que a ferida era profunda, pois pudera ver com os seus próprios olhos a profundidade da dor da Chase, quando a encontrara no campus da faculdade onde a garota estudava, mas a mágoa que antes estava refletida nas íris cinza da mulher, mudaram rapidamente para nojo e ódio no mesmo segundo em que o rapaz sugerira que ela tirasse a criança que a mesma esperava.

– Oh, Thalia está ali, vamos que eu quero te apresentar para a filha de Sally. – May disse animada, interrompendo a linha de raciocínio do rapaz, estava que estava longe, há quase dois anos, quando ele deixara a única mulher que amava deixar a sua vida.

– Thalia? – ele perguntou confuso, conhecia esse nome, mas não se lembrava de onde.

– É, Thalia Grace, filha adotiva de Sally e Poseidon. A história é longa, depois eu te conto, mas agora vamos. – a mulher começou a puxá-lo pelo pulso – Ela é muito engraçada, você irá adorá-la. Também tem o Percy, filho biológico de Sally e a namorada dele, que é um amor de pessoa. Vem você precisa conhecê-los.

Hermes que estava ao lado dos dois analisando as pessoas dançarem um dos sucessos dos anos 80 os acompanhou, já que não conhecia nenhuma daquelas pessoas, mas ao ver o porte da festa soube que logo teria que se enturmar, ainda mais se quisesse se estabelecer economicamente em Nova Iorque. E nada como começar com o anfitrião, não é mesmo? Assim que Poseidon saísse da pista de dança, Hermes faria com que May os apresentasse.

Luke que ainda estava desnorteado com a rápida animação de sua mãe, estacou em seu lugar quando de relance, viu os olhos da tal Thalia debaixo da máscara. Azuis. Azuis elétricos. Só uma pessoa tinha os olhos daquela cor...

Grace, Thalia Grace. É claro que ele conhecia esse nome. A melhor amiga de Annabeth.

– Mãe, eu... – ele puxou May de volta e a olhou nos olhos. – Não estou me sentido muito bem, vou ao banheiro e daqui a pouco te encontro. – e saiu andando, deixando seus pais com o cenho franzido para trás.

Quando já estava dentro da sala da enorme casa dos Jackson, tirou a máscara prata que usava e bagunçou os cabelos cor de areia. Seu coração batia acelerado, pois sabia que se encontrasse Thalia aquela festa não teria um final muito feliz, ainda mais para ela já que a morena faria questão de arrancar seus órgãos internos e com que ele os comesse depois de uma tortura básica.

Exagero? Não, claro que não. Thalia era louca, e nunca fora com a cara dele, porque seria agora, depois dele ter abandonado a melhor amiga dela?

Portanto era melhor não arriscar e manter distância daquela mesa, onde ele facilmente poderia ser morto.

Olhou a sua volta, e somente alguns convidados estavam lá dentro, estes pareciam manter uma conversa civilizada sobre a festa e outros assuntos banais.

Luke ainda sentia suas mãos soado devido ao medo, por isso resolveu ir ao banheiro, procurou no andar de baixo e os três que achara estavam ocupados, como não queria voltar para a pista de dança resolveu subir as escadas e usar o banheiro social que haveria de ter no andar de cima.

– Hey, moça. Saberia me dizer onde fica o banheiro? – perguntou assim que percebeu que uma mulher vestida com um vestido cinza e longo saia de um dos cômodos.

A mulher era alta e esguia, tinha um corpo bem curvilíneo e cabelos loiros, Luke logo pensou que poderia se dar bem naquela noite.

– Hey, moça! – o rapaz voltou a pedir atenção, já que a loira paralisara de costas para ele. – Está tudo bem com você? – ele perguntou e novamente não obteve resposta.

Ao perceber que algo estava errado com a mulher, Luke andou um pouco ficando frente a frente com ela, e um sorriso enorme enfeitou seu rosto, quando a reconheceu.

– Annabeth! – ele não acreditava que era ela ali, na sua frente. O destino devia estar brincando com a sua cara, já que não fazia menos de meia hora que estava a pensar na loira de olhos cinzento.

– Luke. – foi a única coisa que a loira conseguiu pronunciar diante o rapaz, e este vacilou ao perceber que a simples palavra tinha saído carregada de desprezo, mas o rapaz não se deixou abalar, pelo menos não externamente já que permaneceu com o sorriso no rosto.

Antes que o rapaz pudesse tentar uma aproximação um bebê começou a chorar, e ele pode notar que a loira gelara.

– Você estava procurando o banheiro, não é mesmo? – Annabeth disse mais alto, e colocou a mão nas costas do rapaz guiando-o pelo enorme corredor. Luke a olhou com o cenho franzindo, e Annabeth logo soube que ele estava desconfiado.

O choro de Peter fazia com que o coração da Chase se apertasse a cada segundo que ela se encontrava longe de seu filho, no entanto ela não poderia correr ao encontro do mesmo e botar tudo a perder, pelo menos não agora.

– Quem está chorando? – Luke perguntou, e Annabeth gelou.

– Chorando? – a loira se fez de idiota, e o rapaz loiro a olhou cético.

– É Annabeth, chorando e eu tenho certeza que é desse quarto. – o homem disse e apontou para a porta branca atrás de Annabeth.

– Luke você não queria ir ao banheiro? – a loira questionou tentando mudar de assunto.

– Annie, tem um bebê chorando. Precisamos ver. – a Chase se afastara dele quando o mesmo a chamou pelo apelido, e ele percebera isso, ficando magoado.

Quando a Chase se afastou dele, acabou abrindo a brecha necessária para que ele pudesse entrar no quarto, e foi isso que o rapaz fez, abrindo a porta em um rompante, fazendo com que Peter se calasse.

– Tem um bebê aqui, Annabeth. – o rapaz disse como se fosse óbvio, e ela revirou os olhos respirando fundo para colocar um plano de última hora em prática.

– Deve ser filho de uma das convidadas. – ela disse com falsa indiferença, mas seu coração acelerava a cada passo que Luke dava em direção ao seu filho.

Luke olhou curioso para o pequeno Peter, e o Chase não se fez de rogado, já que encarava o loiro do mesmo jeito, já Annabeth que estava do outro lado do quarto analisava tudo com medo.

Percy, cadê você? – Annabeth se perguntou, enquanto olhava cada movimento do Castellan.

– Filho de uma das convidadas? – Luke questionou voltando-se para Annabeth. – Como se tem um berço aqui?

Annabeth respirou fundo e buscou uma desculpa esfarrapada no fundo da sua mente.

– Agora eu tenho que saber o porquê de ter uma berço, em uma casa que não é minha. Poupe-me, Castellan. – a loira respondeu com indiferença e carregou o nome do rapaz com desprezo. – Você queria ir no banheiro, não é mesmo? – ela mudou de assunto e o rapaz assentiu timidamente, já que reparara que ela não queria papo com ele.

– Pois bem, é a primeira porta do corredor, a sua esquerda. – ela respondeu e ele franziu o cenho, enquanto saia do quarto.

Peter, que até então olhava tudo com curiosidade, principalmente o homem que nunca vira em sua pequena vida, voltou a chorar, dessa vez estendendo os braços na direção de Annabeth, esta que praticamente correu até o filho.

– Hey, pequeno eu vou chamar a sua mãe, está bem? – a Chase continuou fingindo não saber que era o pequeno Peter, e suspirou aliviada quando ouviu a porta de seu quarto bater.

Como ela estava de frente para o berço e de costas para a porta não percebeu que Luke ainda estava ali olhando um mural de fotos que tinha ao lado da cama de casal da loira.

Luke deu passos calmo até o mural, e se surpreendeu ao encontrar fotos e mais fotos de Annabeth ali. Então o loiro se lembrou do mural, exatamente igual a este, que a loira tinha em seu quarto. Mas ali não era o quarto da Chase. Não é mesmo?

Quando a garota se virou para o restante de seu quarto, gelou ao ver que Luke ainda estava ali. E o pior, vendo as suas fotos, fotos estas que revelam demais.

– Annabeth me explique, o porquê de ter fotos suas aqui. – Luke pediu quando se voltou para a loira, e em suas mãos tinha uma das inúmeras fotografias de Annabeth, Peter e Thalia juntos.

– Eu não te devo satisfações, Luke. Agora saia daqui. – a Chase disse e apontou para a porta, Peter que tinha parado de chorar, olhou para a mãe e depois para o rapaz com a cicatriz abaixo do olho esquerdo, e o pequeno Chase começou a ficar assustado. – SAIA. – Annabeth gritou, e Peter começou a choramingar.

Luke deu as costas para a garota, e começou a puxar todas as fotos em que ela estava com aquele bebê. Depois as passou rapidamente, e quando uma hipótese começou a surgir em sua cabeça, ele a balançou tentando se livrar daquela ideia absurda.

– Luke, saia daqui. – Annabeth pediu e o rapaz se voltou para ela. – Deixe essas fotos ai, e suma daqui. AGORA. – a loira gritou uma última vez e o rapaz riu cínico, analisando atentamente Annabeth e o bebê.

– Eu só vou sair daqui, quando você me explicar o porquê dessas fotos com esse garoto. Por acaso você já é mãe? – ele perguntou sarcástico e Annabeth gelou. – Me responde, PORRA. – ele gritou e Peter se encolheu no colo da mãe.

– Você está assustando ele. – Annabeth disse com a voz calma, e caminhou até o rapaz puxando as fotos da mão dele. – Saia daqui. – a Chase pediu e deu as costas para ele, colocando Peter de volta no berço.

Luke riu indignado com o fato dela não respondê-lo, e ao se voltar para o mural, encontrou uma outra foto que chamou sua atenção, mais do que aquelas que Annabeth estava com o bebê no colo.

Nesta foto a Chase estava sorrindo para um rapaz de cabelos negros e olhos verdes, este que tinha um braço envolto de seus ombros, e tinha uma outra ao lado desta, onde ambos estavam se beijando, e a foto era recente, já que nada indicava aquela velha Annabeth que ele conhecera.

– Quem é este? – o loiro perguntou jogando as duas fotos na direção da garota, e está se apressou em pegar os dois pedações de papel, estes que tinha caído no chão.

– Meu namorado. – respondeu com convicção, e a expressão do loiro vacilou por um instante.

– Mas já? – ele perguntou e riu. – Eu pensei que EU fosse o AMOR da sua vida. E pra mim é difícil esquecer um AMOR, mas pelo visto você se arranja consegue essa façanha, facilmente. – o rapaz disse com rancor na voz, já que ficara o último ano remoendo o que fizera para a loira, mas pelo visto ele era a única vítima ali.

– Você achou mesmo que eu ia ficar sofrendo por causa de você? – Annabeth perguntou deixando que toda a raiva que sentira desde que ele a abandonara, voltasse, e voltasse com muito mais força. – Eu achava que te amava, Luke. Mas agora a única coisa que eu sinto por você é NOJO. Está me ouvindo? EU TE ODEIO, CASTELLAN. SAIA DAQUIA AGORA. – nesse momento Peter voltou ao chorar, e dessa vez era de medo, já que ele nunca tinha visto sua mãe com raiva, pelo menos não naquele ponto.

– Eu acho que eu estava certo quando te larguei. Eu mal te deixei e você já arrumou outro, não é mesmo? E pelo visto estão muito bem. Você é mesmo, uma VADIA. – Luke gritou, e só teve tempo de sentir o tapa que Annabeth desferiu em sua face.

– Nunca mais me chame disso. – a loira disse com a voz baixa, e o rapaz loiro riu colocando a mão sob a bochecha acertada.

– Por que não? Não é isso que você é? Uma vadia? – o rapaz voltou a repetir e até mesmo levantou a mão para devolver o tapa, só que dessa vez quem o acertou, não fora Annabeth e sim, o moreno das fotos.

O rapaz por pouco não caiu no chão, mas o soco fora o suficiente para que o deixasse desnorteado e confuso.

– Uou, o namoradinho veio te defender, Chase. – Luke disse focalizando o casalzinho de novo e colocando a mão sob o corte no canto da boca onde um pequeno filete de sangue descia. – É melhor você sair daqui cara, esse assunto é assunto de ex-namorados, então não se meta.

O rapaz ameaçou ir para cima, quando Annabeth segurou seu braço.

– Hey, Percy, acalme-se ele não vale a pena. – Annabeth disse e o tal Percy respirou fundo antes de se voltar para a loira.

– Você está bem? – o rapaz perguntou e Annabeth assentiu, abraçando-o, rapidamente.

– Oh, que meigo. – Luke disse firmando-se em pé - Cara eu se fosse você largava logo essa vadia antes que ela invente que está grávida. É só um aviso.

E antes que Annabeth pudesse ver, Percy já estava desferindo golpes e mais golpes no loiro, este que tentava se defender, e em alguns lances de sorte também acertava o moreno.

– Parem. Parem. – a Chase gritava, tentando achar uma brecha para se meter na briga e afastá-los. – Percy, pare.

O moreno de olhos verdes escutava tudo distorcido, ele sabia que Annabeth estava ali, tentado fazer com que ele parasse e sabia também que Peter não parava de chorar no berço, mas o moreno estava pouco se importando para o que estava ao seu redor, ele só queria deixar a cara do Castellan deformada, irreconhecível se fosse possível.

Percy estava feliz até entrar no quarto de Annabeth, já que a promessa que ela fizera para ele no começo da noite iria ser cumprida. O moreno demorou um pouco para despistar seus amigos, estes que já tinham voltado para a mesa, quando ele se afastou com a desculpa de ir pegar uma bebida. No entanto, antes de se afastar completamente, viu um casal se aproximar de seus amigos.

No caminho fora interceptado por seu pai, este que estava com um sorriso de orelha a orelha.

– Vá dançar com a sua mãe. – ele disse, e quando o moreno abriu a boca para protestar, o homem complementou – Ela está mandando. E você viu a Thalia? - ele não respondeu, já que Poseidon saiu andando na direção oposta.

Percy suspirou frustrado e logo voltou pra a pista de dança, da onde tinha acabado de sair. Com os olhos procurou sua mãe e quando a encontrou dançando levemente, a agarrou pela mão e a girou, fazendo com que a mesma risse.

– Que honra dançar com você, meu filho. – Sally disse e o rapaz sorriu antes de girá-la de novo.

– A honra é minha, mãe. – o rapaz devolveu e a mulher riu de novo.

Enquanto dançavam Sally reparou que Percy não parava de olhar na direção da casa, por isso questionou:

– Por que olha tanto para lá? – a Sra. Jackson disse e olhou rapidamente na mesma direção, fazendo com que seu filho corasse. – Vamos, me responda. – Sally pediu ao perceber que ele não ia responder.

– É que eu combinei de encontrar com a Annie, mas a senhora me pediu para vir dançar... – o moreno deixou a frase morrer, assim que o entendimento transpassou pelos olhos de sua mãe.

– E o que você ainda está fazendo aqui? – a mulher perguntou soltando-o e ele coçou a nuca sem saber o que fazer e claramente, envergonhado. – Vá Percy. – ela o enxotou com as mãos e o moreno riu, e antes de partir deu um beijo na bochecha da mãe.

Quando o moreno chegou no andar dos quartos ouviu vozes vindo do quarto de Annabeth e como é curioso ouviu um pouco antes de entrar. Percy não pegou a conversa inteira, mas só de ouvir um cara chamando a sua garota de vadia, seu sangue ferveu e em menos de segundos seu pulso foi de encontro ao rosto do maldito.

– Uou, o namoradinho veio te defender, Chase. – o moreno de olhos só o analisava. Loiro, alto e olhos azuis, levemente parecido com Peter e rapidamente, o Jackson chegou à conclusão de quem era o bastardo a sua frente - É melhor você sair daqui cara, esse assunto é assunto de ex-namorados, então não se meta.

Percy tentou ir pra cima de novo, mas duas mãos pequenas se enroscaram em seu braço impedindo-o de avançar.

– Hey, Percy, acalme-se ele não vale a pena. - o moreno de olhos verdes se voltou para sua namorada e depois de respirar fundo, questionou:

– Você está bem? – a loira assentiu e o abraçou.

Percy não ouviu muita coisa, mas lembra-se de que mais uma vez Luke chamara Annabeth de vadia, e no segundo seguinte os dois estavam rolando no chão, dando socos e pontapés um no outro.

O grito de pare era insistente, mas rapidamente outro grito se fez mais alto.

– Mata. Mata. – Percy ficou atordoado com o grito, e não se surpreendeu muito, quando viu Thalia sem a máscara, ali, torcendo por ele. – Vamos, Perseu, bate que nem homem. Não deixe um osso inteiro na cara desse verme. – a morena de olhos azuis disse, e como Percy estava distraído com a irmã, Luke o acertou com um soco no olho.

– Thalia! – Annabeth gritou repreendendo a melhor amiga, e horrorizada já que o soco pegara em cheio o rosto de Percy. – Nico, faça alguma coisa! – a loira pediu ao rapaz que olhava tudo aquilo em choque.

– Vai, Percy. Bate mais. – Thalia incentivava e Annabeth tentava repreendê-la.

A Chase estava ficando louca com aquela cena, já que a mesma não sabia quem socorria. Percy que apanhava, mas também batia, Peter que não para de chorar devido a gritaria, ou Nico que estava petrificado, e é claro, ainda tinha Thalia, esta que incentivava Percy a continuar com aquele banho de sangue.

– Nico, me ajude! – a loira pediu e Nico pareceu voltar a comandar seu corpo.

O moreno tirou a máscara negra que usava e logo estava puxando Luke para trás, a fim de mantê-lo longe de Percy, este que bufava de raiva e era amparado por Annabeth, esta que não precisou de muito esforço para fazê-lo parar já que com um abraço o moreno se aquietou.

– Thalia, pega o Peter e tira daqui. – Annabeth pediu analisando o rosto de Percy, este que estava com sangue por toda a parte.

– Peter? – Luke perguntou entre um gemido de dor e um rosnado de raiva. – Peter? É sério isso, Annabeth? Esse filho é seu, não é? – a Chase se voltou para ele, este que tentava fazer com que o Nico o soltasse, e o moreno não parecia muito confiante em fazer aquilo, por isso se manteve atrás do loiro, pronto para qualquer agitação.

– É, Peter. – a Chase respondeu ficando na frente do Percy, este que ainda parecia agitado atrás de si.

– Me fala que isso não é verdade. Fala que esse menino não é meu filho. – Luke pediu e começou a sentir a raiva brotando em seu peito. – ME FALA, PORRA.

– Ele não é seu filho. – a loira disse, e o rapaz puxou seu cabelos cor de areia, para que assim pudesse extravasar sua raiva.

– Como não? Esse menino está em milhares de fotos com você e parece que é desde de muito pequeno, ele tem os meus olhos, ou você acha que eu não reparei nisso? Tem o nome que eu disse que gostaria de colocar quando tivesse um filho. E parece ter a idade que o nosso filho teria. – o Castellan apontou todas as evidências que fazia de Peter seu filho.

– Você perdeu esse título a partir do momento que nos abandonou. Então não, Peter NÃO É SEU FILHO. – Annabeth gritou a última parte e Luke avançou sobre ela. Na verdade ele não pretendia bater nela, apenas queria afrontá-la mais de perto, todavia isso não fora possível já que o atual namorado da Chase se colocou entre os dois.

– É melhor você ir embora, agora. – Percy disse com a voz calma, e aquilo logo chamou a atenção de todos, pois aquele tom não sinalizava algo muito bom.

– E quem é você para me mandar fazer alguma coisa? – Luke afrontou, e Percy riu debochado.

– Eu sou o dono dessa casa, e eu não vou deixar que você encoste um dedo na minha namorada, muito menos no meu filho. – o moreno de olhos verdes disse dando ênfase as duas últimas palavras.

– Seu filho? – Luke perguntou irônico e riu histericamente.

– É. Agora sai daqui. – Percy pediu e o rapaz continuou a rir.

– Você é surdo, meu amigo? – Luke perguntou e Percy franziu o cenho – Você não ouviu o que ela disse? A própria Annabeth acabou de confirmar que esse menino é meu filho. Ou será que essa vadia te encontrou em uma balada qualquer, você a comeu e depois ela apareceu dizendo que esse filho era seu? Se for isso, amigo caia fora, porque ela quer mesmo dar o golpe da barriga.

Percy tentou avançar e dessa vez Thalia ajudou Annabeth a segurar o irmão, já que dessa vez Luke não sairia vivo dali, e apesar de querer todo o mal para o Castellan, a Grace sabia que Annabeth estava se fazendo de forte, mas ela não aguentaria por muito tempo.

– Castellan, é melhor você ir embora. – Thalia disse e a mesma fez um aceno de cabeça para Nico, pedido silenciosamente que o moreno o tirasse dali.

– Hey, Luke. Vem vamos, eu te levo até o portão. – o Di Ângelo entrou na frente do Castellan e o loiro franziu o cenho, reconhecendo-o.

– Nico?

– É cara, o mundo muito é pequeno. Agora vamos. – o moreno disse e começou a puxá-lo em direção a porta.

Luke deu uma última olhadela na cena a sua frente, e se surpreendeu ao ver o pequeno Peter o olhando, mesmo que ainda estivesse chorando seus olhos não desgrudavam do loiro, o Castellan ele sorriu e deu um passo em direção ao berço, no entanto Thalia previu o ato e se interpôs no caminho dos dois, fazendo com que Luke mudasse seu destino e não chegasse em seu filho.

Nico deixou que o moreno passasse a sua frente e acabou fazendo a sua escolta pela festa, já que o loiro podia mudar de ideia e tentar voltar para o quarto de Annabeth. Nenhum dos dois se surpreendeu quando os olhares dos convidados recaíram sobre o loiro, este que se encontrava todo ensanguentado.

May correu desesperada em direção ao filho quando viu que o rapaz estava totalmente desarrumado, e seu rosto sujo de sangue.

– Luke, pelo amor de Deus. O que aconteceu com você? – a mulher perguntou analisando o estrago feito no rapaz.

Quando May o tocou no rosto, Luke gemeu de dor, já que Percy o acertara diversas vezes no maxilar, este que parecia estar quebrado, igual ao seu nariz, este que não parava de jorrar e sangue e estava retorcido em um ângulo estranho.

– Nada demais. – o loiro respondeu e seu pai fechou a cara com o que lhe fora dito – Vamos embora, por favor. – o Castellan pediu com a cabeça baixa e a mulher relutou um pouco antes de assentir com a cabeça.

– Nico, o que aconteceu aqui? – Sally perguntou abrindo caminho entre seus convidado, estes que haviam feito uma rodada em volta da família Castellan.

– Longa história, Sally. – o rapaz moreno disse – Mas para resumir, este é o Luke e ele acabou de se encontrar com a Annie e com o Percy.

Sally e Poseidon, que estava logo atrás de sua esposa, entenderam rapidamente o que acontecera, no entanto May e Hermes nada compreenderam, por isso o homem fora rápido no gatilho e logo estava defendendo seu filho.

– O seu filho fez isso com o meu? - Hermes perguntou, fazendo com que suas narinas começassem a inflar. – Ele é louco? Ou só é um idiota que não sabe como tratar os convidados?

Poseidon respirou fundo com uma imensa vontade de jogar toda a merda que o filho dele tinha feito no ventilador, mas respirou fundo, pois aquilo prejudicaria diretamente Annabeth, e isso não podia acontecer com a loira, já que ali estavam os maiores empresários de Nova Iorque, pessoas com que a Chase teria de aprender a lidar quando assumisse a empresa dos pais, portanto não poderia ficar com uma má impressão, já que os Castellan não pareciam dispostos a inocentá-la de um suposto golpe.

– Pergunte ao seu filho o porquê do meu filho ter batido nele. Aí sim, vocês podem chamá-lo de alguma coisa. – Sally assentiu com a cabeça e May começara a ficar preocupada. O que seu filho tinha feito?

– O que você fez Luke? – a mulher questionou e o Castellan abaixou ainda mais a cabeça.

– Só vamos embora, por favor. – o rapaz pediu e saiu andando, deixando dezenas de curiosos para trás.

May se pediu desculpas à Sally e Poseidon, sem saber direito sobre o porquê do pedido, mas antes que pudesse pensar estava seguindo o filho até o carro, Hermes lançou um último olhar a Poseidon, e o moreno nem movera um músculo, até porque não deixaria que um italiano metido a besta cantasse de galo em sua casa, muito menos falasse mal de seu filho, sendo que tinha criado um mil vezes pior.

Hermes logo se voltou para saída e deixou a casa, acompanhado de sua ex-mulher e seu filho.

– Voltemos a festa! – Connor gritou e o casal Jackson agradeceu mentalmente por isso, já que precisavam distrair os convidados, para que assim pudessem ver o que tinha de fato acontecido no andar de cima.

Quando Nico viu o que ambos pretendiam fazer, os barrou e com a voz cansada apontou:

– É melhor não irem lá agora. Eles precisam de um tempo para processar tudo. – Sally assentiu e apesar de estar com o coração apertado, soube reconhecer que aquele momento deveria ser apenas de Perseu e Annabeth, por isso puxou a mão de Poseidon e o levou para falar com alguns dos convidados.

Nico também barrou seus amigos, estes que não insistiram muito, já que o Di Ângelo explicou, rapidamente, o que tinha acontecido.

...

A única coisa que Annabeth fez depois que Luke deixou seu quarto, foi se agarrar a Percy como se ele fosse seu bote salva - vidas em meio à um naufrágio. O moreno de olhos verdes se assustou quando dois braços finos se enroscaram em sua cintura, mas os soluços de Annabeth fez com que o Jackson se voltasse para ela e a abraçasse com mais força.

Thalia que ainda estava com raiva do Castellan, queria sair e falar poucas e boas para o rapaz, mas o choro de Peter a tirou de seus estupor e ela rapidamente fora acudir seu afilhado.

– Hey, pequeno, agora está tudo bem. Okay? - ela perguntou baixinho, enquanto o balançava em seu colo.

Com o tempo Peter deixou de chorar, e logo dormia no colo da Tia, esta que ao notar o estado do Chase o colocara de volta no berço.

A morena de olhos azuis olhou a sua volta e encontrou Percy sentado na cama com uma Annabeth chorona em seu colo, o rapaz a ninava como se esta fosse um bebê. Porém, ao invés de tentar acalmar sua melhor amiga, Thalia resolveu ver os machucados de seu irmão.

– Meus Deuses, Perseu! - a garota parecia exasperada, e não era para menos, já que seu irmão parecia um lutador de MMA depois de uma luta.

Annabeth que ainda estava presa em seu próprio mundo, levantou o rosto e vou a situação de seu namorado.

– Oh, céus! Percy você está todo machucado. - a garota disse o óbvio e o moreno revirou os olhos antes de respondê-la.

– Te garanto que aquele idiota está muito pior. - se gabou e Thalia revirou os olhos antes de dizer que ia buscar gelo para os machucados do rapaz.

A loira agradeceu a amiga e assim que a Grace deixou o quarto, a Chase se levantou para buscar a maleta de primeiros socorros que ela guardava no banheiro.

– O que você vai fazer? - Percy perguntou quando viu que a garota trazia uma caixa branca junto de si.

– Cuidar desse machucados. - a loira respondeu em tom de obviedade e o rapaz fez uma careta sabendo que aquilo doeria.

Annabeth estava com os olhos vermelhos e o rosto inchado e agora encontrava-se com o cenho levemente franzido, já que estava se concentrado ao máximo em sua atual tarefa, fazendo com que todo aquele reencontro louco não ocupasse a sua cabeça. Percy achava que ela estava graciosa daquela forma.

– Como você consegue? - o moreno perguntou fazendo com que ela tirasse a atenção do que fazia e o olhasse confusa.

– Como eu consigo o quê? - ela perguntou e coçou os olhos, fazendo com que Percy risse um pouco, mas ele logo parou já que isso fez com que todo o seu corpo doesse.

– Ficar bonita com cara de choro. – ele respondeu e ela riu suavemente, antes de voltar a atenção ao algodão e água que usava para limpar os ferimentos de Percy, este que se vangloriava internamente por ter conseguido colocar um sorriso no rosto da Chase.

Thalia, rapidamente, voltou com algumas pedras de gelo, e como Annabeth já tinha adiantado por parte do trabalho limpando os cortes de Percy, a morena só precisou fazer com que ele colocasse gelo em seu olho, para que este não inchasse ou ficasse muito roxo.

– Ai, ai, ai. – o moreno disse gemendo de dor, enquanto Thalia pressionava, sem delicadeza alguma, o gelo em seu rosto. – Porra, Thalia. Se quiser que doa, pede para ele me bater de novo. – o rapaz resmungou e a Grace jogou a bolsa de gelo no colo do rapaz, e com raiva disse:

– Vá a merda, Perseu. Eu estou aqui, tentando de ajudar e você ainda vem reclamar? – a garota perguntou ofendida, e Annabeth ergueu as sobrancelhas vendo graça na reação de sua melhor amiga. – Quer saber? Se vira. Eu vou voltar para a festa. – a Grace saiu do quarto, mas segundos depois voltou e completou – E só para você saber, minha vó bate melhor que você. – depois saiu dando passos duros.

– Só nos sonhos dela. – Percy resmungou e Annabeth riu, antes de voltar a colocar gelo no olho do namorado.

– Você não devia ter feito aquilo. – a loira o repreendeu e o moreno franziu o cenho, para logo em seguida esticar os braços e fazer com que ela sentasse em seu colo.

Annabeth passou um de seus braços em torno do pescoço do moreno, a fim de se acomodar melhor, e com a mão livre continuou a pressionar, levemente, o locar atingido.

– Ter feito o quê? – Percy se fez de tonto, e a loira o olho repreensiva – Ah, Sabidinha, ele estava bancando o folgado na minha casa e ainda teve a audácia de ter chamar de vadia, desculpe-me, mas eu não podia engolir essa, ainda mais podendo revidar do jeito que eu fiz. Sem contar que eu estava louco para bater nele, e isso não vem de agora.

– E por que você tinha essa vontade? – a loira perguntou esticando-se no colo de Percy para alcançar a caixa de primeiros-socorro, para que assim pudesse pegar alguns band-aids.

Percy riu, tanto da pergunta idiota, quanto dos band-aids de bichinhos que Annabeth colocava em seus machucados.

– Annie, não fale como se não tivesse a mesma vontade que eu. – Percy disse e a loira sorriu cúmplice, fazendo com que ele risse. – Mas enfim, eu tenho essa vontade desde o dia que eu descobri o que ele fez com você. – o moreno concluiu e ela assentiu, levemente, com a cabeça.

Annabeth nada respondeu, apenas terminou de fazer o que já tinha começado, e somente quando finalizou, voltou a olhar Percy nos olhos.

– Bom, eu não acho que você vai querer aparecer assim na festa... – ela disse e apontou as roupas do rapaz, estas que estavam amarrotadas – Então eu te aconselho a tomar um banho e ir dormir.

Percy assentiu e ela saiu de seu colo, deixando que ele saísse de seu quarto indo em direção ao seu. A Chase suspirou e rapidamente se livrou do vestido que usara durante a noite, e rapidamente se esgueirou para debaixo da água quente, com o único desejo de que tudo aquilo não tivesse passado de um pesadelo. Todavia, ela sabia que tudo aquilo era só o começo, e que Luke voltaria mais cedo ou mais tarde.

Depois de tomar banho, Annabeth vestiu uma camisola curta, deu um beijo na testa de seu filho, fazendo uma prece ao deuses para que se mantivessem juntos, e depois desligou a luz, para só então deixar que o cansaço do dia tomasse conta de seu corpo. E apesar da música alta ainda soar por toda a casa, a inconsciência rapidamente tomou conta de sua mente e em segundos ela já ressonava.

Em algum momento da madrugada, a loira acordou e como o sono ainda nublava parte de seus pensamentos, ela só conseguiu registrar a presença de outra pessoa em seu quarto, esta que trancou a porta e rapidamente se dirigiu ao berço onde seu filho dormia em paz, esta presença deu um beijo na testa do pequeno Peter, e em segundos ela já estava ao lado de Annabeth, deitando-se e abraçando-a de lado, fazendo com que seus corpos ficassem colocados.

– Percy! – ela murmurou, deixando que um sorriso bobo se alastrasse pelo seu rosto, e o moreno sorriu contar a pele de seu pescoço, aonde ele calma e lentamente depositou um beijo.

– Vai tudo ficar bem. – o moreno disse e a loira se aninhou ainda mais ao aperto no moreno – Boa noite, minha Sabidinha.

– Boa noite, meu Cabeça de Algas. – a loira respondeu sonolenta.

E a única coisa que ela pensou antes de cair, novamente, na inconsciência, foi que o nome do rapaz de olhos verdes fazia jus a sua personalidade, já que Perseu era o seu herói.

Notas finais do capítulo
E então o que acharam??? Eu só acho que o Luke devia ter apanhado mais. Só acho. A Thalia incentivando o Percy a bater no Luke foi TOP. A Annie e o Percy são uns fofos. E o que será que vai acontecer agora????????????????????????? Beijos e até o próximo capitulo. P.S.: E então, como eu já disse hoje é o MEU NIVER, quero presentes. Ouviram? Quem será o primeiro e me desejar parabéns? Espero que quando eu acordar eu tenha um monte de reviews para ler, e recomendações para me deixar SUPERMEGABALSTERHIPERCHUCKNORRIS FELIZ.




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