D.N.A Advance: Nova Ordem do Século

Autor(es): Sensei Oji Mestre Nyah Fanfic


Sinopse

A continuação de Luz vs Trevas reunirá novamente os jovens escolhidos contra os seus maiores desafios. Apesar de aparecer vários inimigos os jovens conseguem ter êxito na luta árdua para dizimar o mal novamente no planeta digital. Agora com o apoio não só de Gennai, mas também de Linx, eles conseguem intimidar os maus. Porém, muito em breve, eles ficarão expostos aos ataques sucessivos de um vilão com uma mente sombria e brilhante que visa armar a discórdia onde passa, chegando a causar situações fatídicas.

No mundo humano a situação também não ficará nada agradável. Um poderoso gênio em genética tentará causar o medo nas pessoas envolvidas com os seres digitais só para conseguir o seu propósito sinistro.


Além de todas essas ameaças, ainda há a ameaça de nível mundial. Encabeçada pelos poderosos Dez Anciãos, líderes Illuminatis e causadores de todos os fatos que ocorreram no Digimundo e a Terra, a maior sociedade secreta dos dois mundos não ficará quieta por muito tempo. Será a hora da Nova Geração de Digiescolhidos agir para a paz dos dois mundos.

Será que eles conseguirão deter todas essas ameaças?



Notas da história
Por volta dos anos 90 uma mulher de trinta anos criou os monstros digitais, anteriormente chamados de Tamagotchi. Desde criança ela tinha um fascínio por animais principalmente aqueles que pudessem ser levados a qualquer lugar sem dar trabalho como os bichinhos comuns. Portanto, ela teve a genial ideia de criar animais virtuais/digitais. Seu nome é Aki Maita. Contudo, podemos citar os seguintes nomes: Takeichi Hongo, Tenya Yabuno, Hiroshi Izawa e Katsuyoshi Nakatsuru.


Todos os direitos reservados.


As imagens que compõem esta capa pertencem aos seus respectivos donos. A única coisa que me pertence nisso tudo foi a minha ideia de fazer esta arte na capa.


Todos os direitos a minha inteligência.

Então, o que eu tenho o que falar aqui... renovação. Sim, é isso o que esta estória traz para os leitores. Agora eu introduzo alguns elementos mais realistas e convincentes para a fanfic. Além de colocar novas personagens que, ao decorrer da trama, terão muita importância.

Preciso ressaltar alguns pontos muito importantes:


— Por favor, quem for ler (não, eu não vou pedir para que comentem) estejam cientes de que as personagens já estão todas criadas e postas no enredo. Talvez eu mude um pouco o rumo da estória, contudo as personagens já estão firmadas. Portanto, não aceitarei fichas, okay? Posso receber sugestões de outras coisas, menos nas minhas personagens;

— Se quiserem comentar fiquem à vontade. :P

— Fanfic construída desde março e só agora irei concretizá-la. Sério, eu sonhava com esse enredo;

— Ficou mais realista. Agora o mundo digital está organizado e seus seres vivendo em sociedade como os humanos;

— Vilões mais perigosos do que os da fic anterior;

— Antigos escolhidos aparecerão, com o tempo (destaque para Hikari e Takeru);

— Capítulos enormes propositalmente com cenas variadas. Alguns capítulos poderão ter inúmeras cenas e acontecimentos (capítulos com muito dinamismo);

— Destaca-se a grande afeição que Beelzebumon tem para com Paulo;

— Romances entre humanos com humanos, humanos com digimons e digimons com digimons;

— Pode haver mortes importantes;

— Os personagens originais, eu não empresto;

— Resumindo a minha fanfic em três palavras: Tenso, denso e intenso.
Façam bom proveito da leitura.

Atenciosamente, Sensei Oji

ATENÇÃO: ATUALIZAÇÃO NA ESTRUTURAÇÃO DA FANFIC. A PARTIR DE HOJE ELA SERÁ DIVIDIDA ENTRE SAGAS E DENTRO DAS SAGAS EM ARCOS.

SAGA IV - MENTE NAS TREVAS - CAPÍTULO 1 AO 41

* ARCO: A Liga Negra - Capítulos 1-8
* ARCO: Astamon - Capítulos 9-24
* ARCO: Barbamon - Capítulos 25-41

SAGA V - D.N.A - CAPÍTULOS 42-71

*ARCO: D.N.A - Capítulos 42-71

SAGA VI - DIGIESCOLHIDOS VS GOVERNANTES MALIGNOS

* ARCO: Wisemon - Capítulos 72-87
* ARCO: Digiescolhidos vs Governadores - Capítulos 88-130
* ARCO: Chanceler - Capítulos 131- (em desenvolvimento)



(Cap. 56) Inverno na Terra do Sol Nascente - Parte I

Notas do capítulo
Um capítulo postado hoje. Hoje é um dia muito especial para mim. Hoje faz exatamente 3 anos de Nyah. Sim galerinha, só me dei conta ontem kkk e decidi deixar o capítulo já postado. Esse também foi rápido, mas o outro não será tão rápido assim, por isso aproveitem.

O táxi parou em frente a um supermercado da região. Ela pagou ao motorista e entrou no lugar.

Nakawa comprava produtos alimentícios e os colocava dentro de um carrinho. Ela ajudava a uma instituição de caridade e todo o mês fazia isso.

─ Espere, meu filho. Não corra! Junior ─ dizia uma mulher para o seu filho aparentemente de uns cinco anos. ─ Não vá por aí. Ai meu Deus, que peste.

O menino esbarrou no carrinho em que Nakawa juntava os produtos. Logo as compras caíram no chão obrigando a mulher a se agachar para pegá-las.

─ Posso ajudá-la?

─ Oh, agradeceria, se não for incômodo para você.

─ Imagina. A senhora não tem idade para ficar fazendo força, principalmente se agachar assim. Pronto, as compras já estão todas no lugar. Nossa, são muitas coisas.

─ É que eu costumo doar isso tudo para uma ONG. Eu faço isso todo mês.

As duas foram até o caixa. Depois saíram juntas. Nakawa convidou a mulher para tomarem saquê juntas numa lanchonete ali próxima. A outra aceitou e ambas foram até o local.

─ Estou tão exausta. Ultimamente o meu trabalho está me consumindo.

─ A senhora deve ser Nakawa ou estou errada?

─ Não, mas como sabe o meu nome?

─ Lembra-se da enfermeira Kiba?

─ Sim, a conheci apenas em duas ocasiões. Você a conhece?

─ Eu sou uma amiga. Eu soube que ela morreu assassinada ontem.

─ Meu Deus. Como aconteceu essa barbaridade?

─ Acho que foi um assalto. Mas eu sou uma amiga e estava pedindo emprego, daí ela me disse sobre o local em que a senhora trabalha. Eu fui lá e, desculpe, mas eu a segui até o mercado. Queria ver se a senhora estava interessada em contratar alguém.

─ Olha, no momento não estamos aceitando porque o Staff está completo. Mas quem sabe algum dia apareça uma vaga. Você será a primeira na minha lista.

As duas tomaram a bebida. Yuuko pegou o celular e pediu que Nakawa anotasse o número dela. A governanta fez isso.

─ Qual o seu nome para eu poder colocar na minha agenda?

─ Yuuko Kamiya.

Nakawa se levantou repentinamente e olhou nos olhos de Yuuko. A governanta se assustou quando a outra disse o seu nome.

─ A senhora está bem?

─ Sim, estou.

─ Então eu já vou indo...

─ Espere. Deixe que eu a levo até a sua casa ─ Yuuko relutou. ─ Por favor, eu insisto.

O carro de Nakawa foi até Odaíba e parou em frente ao prédio. Yuuko se despediu da mulher e entrou. A governanta ficou pensativa e pegou uma lista telefônica que havia no assoalho. Procurou todas as Yuukos com sobrenome Kamiya que vivem em Tóquio. Só havia uma.

─ A mãe da Naomi ─ disse ela.

...

Começou a cair os primeiros cristais de neve em Tóquio. A metereologia disse que o clima seria o mais baixo dos últimos 50 anos e todo cuidado era pouco. As estradas e avenidas ficavam lisas quando nevava.

Ako desceu da limusine com o seu felpudo casaco de pele de urso. A ricaça entrou na escola pela primeira vez na sua vida. Ela não escondia o ar de nojo vendo muitas crianças passarem para lá e para cá. Um grupo do ensino médio que jogavam futebol passou perto dela. Ela quase morreu de asco quando sentiu o cheiro de suor deles.

─ Com licença, onde fica a sala da diretora?

─ Siga em frente, depois dobre à esquerda. A última sala ─ respondeu um professor.

Ako foi conforme indicada. Ela abriu a porta e viu Naomi acessando a internet pelo celular.

─ Posso entrar?

─ Ah, não. As coisas já estão ruins com a neve caindo e a megera entrando. Já que entrou sem bater, fecha pelo menos a porta. E que casaco pomposo é esse? Os alunos vão pensar que é uma aranha armadeira gigante.

─ Pode brincar à vontade, mas eu vim propor um acordo com você.

─ Lá vem ferrada. Tia, a senhora não tem vergonha na cara, não. Pelos céus, deixa de intriga. Eu já estou prevendo o que vai falar. Mesmo assim, eu vou deixar. Fala.

─ Porque você não dá uma lição naquela tal de Hikari Kamiya? Soube que é a sua rival.

─ Foi, e não vai ser mais. Isso porque eu venci. Agora sai daqui porque não tenho tempo para os seus delírios. Olha ali a porta te esperando. Fecha quando sair.

Ako ficou com muita raiva da insolência da sobrinha. Contudo, fez exatamente como a outra disse. Ela saiu e deixou Naomi sozinha na sala.

─ Imbecil, vou destruir seu contos de fada em breve ─ disse baixinho para si mesma. Saiu sendo motivo de risada por parte dos alunos que riam por causa do casaco chamativo. ─ Bando de pestinhas fedorentos!

...

Enquanto isso, Kari viu a sua mãe se trancar no quarto. De maneira nenhuma Yuuko quis abrir a porta. Ela ficou preocupada e confusa ao mesmo tempo. Desistiu de tanto bater.

─ Ela não quis sair?

─ Não.

─ Deixe-a só. Ela deve ter uma grande razão.

─ Ai Tailmon. A mamãe escondeu um segredo grave de mim. O que eu faço?

─ Ela precisa ficar sozinha pra poder refletir. Depois quando ela quiser, converse.

─ Só você mesma para se manter calma numa hora dessa.

Kari foi até a sacada do apartamento e viu um carro estranho parado perto da portaria. Era um carro preto, alto, como de seguranças. Um homem de terno preto estava olhando para cima. Ela entrou imediatamente para casa e ligou para Ken.

Duas viaturas da polícia chegaram e prenderam os seguranças. Na delegacia, Ken fez perguntas aos homens. Eles revelaram que trabalhavam para a Genetech e que estavam vigiando a mando de Ako Matsunaga.

Na empresa, Ako foi intimada a depor, mas não compareceu. O seu advogado fez isso por ela.

Enquanto isso, Cyberdramon sobrevoava a cidade de Tóquio. Ele vigiava cada passo que Paulo dava. Pelas ordens que Weiz deu, não era para atacá-lo ainda. Enquanto não acharem um tempo sobrando, não podiam fazer nada.

Todavia, nem Cyberdramon nem Weiz sabiam que uma pessoa os observava de longe. A lente do binóculos capturou a imagem do digimon sobre o terraço de um apartamento.

─ O que você acha? ─ perguntou Agumon.

─ Não sei bem que tipo de digimau aquele é. Sempre sobrevoa na região de Nerima ─ respondeu Aiko, irmão de Ray.

─ Não era lá que nós morávamos?

─ Sim, era. Espera um pouco, meu irmão mora lá. Além dele moram digiescolhidos antigos.

─ Você acha que ele está querendo fazer algum mal com algum deles?

Aiko não respondeu à pergunta. Ficou observando o digimon. Afastou a lente mais um pouco e viu a escola em que os seus colegas estudavam. O prédio era grande o suficiente para ser visto fora de Nerima.

─ Ele deve estar espionando Paulo ou Lúcia.

─ O que a gente vai fazer?

─ Vou ligar para um amigo e pedir ajuda dele. Lembra-se que eu vou ficar de recesso da faculdade? Eu vou passar o resto do mês e até fevereiro do próximo ano lá na casa do meu irmão. Se aquele digimau pensa que vai passar a perna na gente, está muito enganado.

Aproveitando-se que Impmon havia saído de casa, Dracmon fez uma magia para poder se comunicar com o seu chefe. Weiz apareceu diante dele. O homem não imaginava que a comunicação entre os dois seria tão rápida assim.

─ Fale, Dracmon.

─ Ontem à noite eu escutei algo interessante. O Gennai já sabe da identidade do senhor e contou para o Paulo. Impmon já está atento que o senhor foi quem causou o acidente que aconteceu com ele.

─ Então os meus planos devem ser colocados em prática o mais rápido possível.

Lucas e Lúcia chegaram mais cedo do colégio. A menina abriu o portão de casa e pegou as sacolas de lixo para colocá-las na caçamba num beco perto da casa deles. O loiro continuou dentro da casa. Ouviu a voz de Dracmon na sala de sua casa. Foi vê-lo e o pegou em flagrante conversando com outro.

─ E tem mais, o Gennai recomendou aos digiescolhidos para ter cuidado com o senhor. Eles vão desconfiar de algo?

─ Talvez sim, talvez não. Continue na casa deles pelo menos esta semana. Quando tudo estiver pronto, eu darei as instruções.

Lucas ficou com ódio de Dracmon. O vilãozinho estava enganando a todos na casa. Precisava fazer algo. Entrou e o confrontou ali mesmo na sala.

─ Quem era aquele que estava falando contigo?

─ Eu não sei do que você está falando. Eu não sei mesmo.

─ Mentiroso ─ Lucas puxou-o para mais perto. ─ Você sabe o que vai acontecer se eu contar a verdade que ouvi para todos, não é?

─ Não sei do que está falando.

Lúcia entrou em casa e Lucas soltou o digimon. A menina perguntou o que ele queria com Dracmon, mas o loiro desconversou.

Na escola, Tominaga não gostou nadinha quando soube que a sua amiga, Kari Kamiya, fora demitida justamente por Naomi. Depois que viu a megera e o alemão conversando, nunca mais parou de pensar que eles possivelmente estavam tramando algo. O pior foi quando soube que Kari e TK se separaram. Decidiu que não descansaria até desmascarar Naomi por conta própria.

─ Ora, ora que estranho. Já é a terceira vez que eu vejo Müller entrar naquela sala esta semana. E é porque hoje ainda é terça. Aguardem, pois suas máscaras vão cair logo logo.

Ela desceu para ir embora e viu Paulo sentado. A aula do jovem terminou mais tarde, por isso ficou sozinho. Como ela conhecia o adolescente, se ofereceu para fazer companhia para ele no térreo. Sentou-se num banco.

─ Como vai?

─ Oi professora. A senhora está esperando alguém?

─ Estou esperando uma amiga. Ela vai aparecer daqui a pouco.

Wesley apareceu como Beelzebumon em forma humana. O homem vestia-se com uma capa preta, mas não escondia o seu rosto pálido com seus cabelos loiros. Tominaga sorriu ao vê-lo. Era o mesmo homem que esbarrou há quatro meses na porta do colégio. Wesley reconheceu a professora e quis dar meia volta, mas já era tarde demais.

─ Quem é esse bonitão?

─ Ah... é... o meu pai ─ respondeu Paulo sem jeito.

─ Olá, paizão. Eu sou a professora Tominaga, professora de inglês do quinto e sexto ano.

─ Olá, Tominaga. O prazer é meu em conhecê-la ─ disse Wesley também sem jeito.

─ Vamos tomar um café na lanchonete da escola?

─ Um café? ─ disseram os dois juntos.

─ Vamos lá, vai ser divertido.

─ Eu não sei...

─ O meu pai agradeceria ─ Paulo respondeu. Wesley o fuzilou com os olhos.

─ Então vamos ─ Tominaga praticamente arrastou os dois.

Pegaram uma mesa e pediram hambúrgueres. Tominaga estava praticamente sentada no colo de Wesley. A moça não tomava jeito mesmo. Era secura, três meses sem... (autor tossindo) vocês sabem perfeitamente o que é.

─ E então, Wesley. Você é casado? Solteiro? Enrolado? Amancebado?

─ Sou solteiro.

Por dentro, Tominaga comemorava a festa de fim de ano antecipado. Dava até para escutar os fogos de artifício. Ela não esperou mais e deu mais ainda em cima do homem.

─ Wesley, onde posso encontrá-lo? Quero o número do seu celular ─ o pior que ele nem tinha.

─ Ah... é... ah...

─ Espera aí. Aqui está o meu número ─ ela anotou num guardanapo e deu ao homem. ─ Qualquer coisa é só ligar para mim. Gatinho.

Wesley começou a ficar vermelho. Paulo sorriu ao ver os dois juntos. O seu digivice começou a alertar para uma mensagem. Ele retirou do bolso da calça e ligou. Era Aiko.

─ Há quanto tempo, amigão.

─ Paulo, eu voltarei para a casa do meu irmão no fim de semana. Levarei também Agumon, ele está morrendo de saudades.

─ Ótimo. Aposto que está trazendo novidades.

─ Tenho sim. Só vou dizer quando eu chegar aí. Também um amigo meu que vai nos visitar em breve.

─ Quem?

─ Um dos antigos digiescolhidos. Peço que chame também o Jin, vai ser muito importante. Então é só isso. Até mais.

─ Até.

Paulo ficou pensativo no que Aiko disse. Enquanto Tominaga sufocava Wesley com o seu jeito sucubus de ser.

Longe dali, Márcia aproveitou o horário de almoço para ir a um restaurante próximo do trabalho. A mulher ficou esperando o seu prato chegar enquanto apreciava a chuva no lado de fora da vidraça.

─ Quer companhia para o almoço?

─ Daregon, como vai? Que coincidência nós nos encontrarmos por aqui.

─ Por quê? Eu também trabalho na emissora. E então, eu posso me sentar?

─ À vontade. Nossa como é bom ver um colega por aqui. Às vezes eu me sinto só. E então, aposto que não é japonês. Não tem olhos puxados.

─ Sou canadense. Mas moro há muito tempo aqui.

Márcia realmente ficou feliz em vê-lo. Weiz fez exatamente como Dracmon: sorria descaradamente e fingia ser um cavalheiro nato. Eram apenas aparências falsas, pois o homem tinha um plano perverso em mente: separar a mãe dos seus filhos.

...

Ako não gostou que as irmãs mais belicosas do mundo a fizessem de palhaça. Primeiro levou um fora de Kari Kamiya e agora da sua sobrinha. Ela não aguentava mais ser passada para trás. Não quis mais ser coadjuvante, e sim como uma personagem principal. Então ela teria que fazer algo impactante. No escritório da Genetech, ela pegou o seu celular e ligou para um dos seguranças que tinha contatos com a Yakuza.

─ Alo, Rami? Sou eu, a dona Matsunaga. Rami, eu quero saber se os seus coleguinhas estão dispostos num plano de grandes proporções?... É claro que eu pagarei muito bem pelo serviço. Sim, vai ser pesado. Quero que destruam a escola neste final de semana...

Kari e Tailmon saíram, deixando Yuuko sozinha. Enquanto assistia à TV, ela escutou a campainha tocar. Abriu a porta e viu Nakawa parada na frente dela e segurando uma carta.

─ Podemos conversar? ─ disse a governanta.

E agora? Yuuko vai saber da verdade?

Notas finais do capítulo
Próximo capítulo teremos a operação da Tominaga em desmascarar a Naomi. Será que Kari vai saber da verdade? Nakawa contará toda a verdade para Yuuko. A volta de Aiko na fic e a escola será destruída a mando da tia mais trilouca do Japão, Ako. Até mais....




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