Simple Love escrita por Katy Clearwater


Capítulo 3
Capítulo dois





Capitulo dois:

Bella

    Sai do trabalho as pressas e passei no mercado perto de casa para comprar tudo que faltava, ou seja, tudo. O rapaz do mercado me ofereceu ajuda e levou as compras comigo até a porta do meu prédio. Pude ver o Mike e Josh da janela e sorri para os dois. Mike entrou de cara feia e Josh acenou de volta.

- Obrigado. – disse ao rapaz e dei algumas moedas que estavam na minha mão para ele.

    Quando peguei o elevador fiquei imaginando as voltas da vida. Hoje de manhã meu filho me deu moedas e agora eu estava dando gorjeta. Cômico com uma pitada de trágico.

    Entrei em casa e Josh me ajudou a colocar tudo para dentro. Quando estávamos arrumando tudo na cozinha Mike veio para cima de mim como um louco, derrubando tudo.

- Seu amante fez compras para você, vagabunda? – ele me puxou pelo cabelo para mais perto dele.

- Mike para! Você tá bêbado. – eu desviei o rosto do seu bafo horrível e uma mecha do meu cabelo ficou entre seus dedos quando eu me soltei.

- Você acha que eu sou idiota? Ou corno? – ele me puxou de novo pelo cabelo e Josh partiu para cima dele.

- Solta a minha mãe. – ele gritava e chorava. Mike o empurrou com tanta força que ele bateu a cabeça no armário. Quando ele caiu começou a chorar com a mão na cabeça. Ele tinha se machucado.

- Mike você tá louco. Eu não tenho amante nenhum. – eu tentava me soltar dele para ver como Josh estava, mas ele me segurava com mais força agora.

- Louco? Eu vou te mostrar o louco sua piranha. – Mike me jogou contra a geladeira e começou a tirar o cinto.

   Josh viu o que ele estava fazendo e se jogou na minha frente. Quando ele ergueu o cinto eu virei de costas me encolhendo em cima do meu filho e recebendo várias cintadas. Mike me bateu até seu braço cansar e quando o fez ele me deu um chute na barriga. Eu o senti cuspindo no meu cabelo antes de ouvir a porta da sala bater. Mesmo ouvindo a porta bater ainda estava encolhida em cima de Josh com medo que ele voltasse e lhe fizesse alguma coisa.

- Mãe? – senti a mão de Josh encostando no meu rosto e involuntariamente tremi.

- Calma, amor. Ele já foi. – o abracei apertado e levantei com ele no colo.

    A cozinha estava toda bagunçada e tinha vários cacos de vidro e louça jogados no chão. Fiquei com Josh no colo até que ele se acalmasse. Ele chorou compulsivamente durante uma hora, mas depois adormeceu. Eu o coloquei no sofá e voltei para cozinha para arrumar a bagunça.

   Depois de limpar tudo fui tomar um banho e vi as marcas nas minhas costas e braços. A fivela do cinto tinha feito alguns cortes que eu limpei com álcool, mas que apareceriam se eu não usasse uma blusa de manga amanhã. Quando sai do banheiro dei de cara com Josh me esperando no corredor. Ele não se separou mais de mim. Fiz o jantar para ele e o forcei a comer. Eu não tinha fome depois da cena.

    Arrumei nossa cama e coloquei Josh para dormir. Já era de madrugada quando ouvi a porta abrindo e várias coisas sendo derrubadas pelo corredor. Com certeza Mike estava embriagado agora.

- Levanta. – ele me chutou e eu respirei fundo antes de obedecer.

- Não mãe. – Josh me puxou de volta para cama e Mike deu um chute no ar que era para acertar nele.

- Josh vai dormir agora. – eu mandei e ele ficou sentado me olhando assustado.

- Mãe... – ele chamou de novo enquanto eu levantava e ia para o quarto com Mike.

- Fica aí. – eu disse chorando enquanto Mike me puxava.

   Ele bateu a porta do quarto e a trancou assim que entramos. Mike não era desse jeito quando nos conhecemos, mas depois do Josh tudo mudou. Ele não conseguiu parar em mais emprego nenhum. Eu larguei a faculdade para sustentar a casa e ele começou a beber sem parar. A vida foi piorando cada vez mais até chegar nesse ponto. Não é a primeira vez que ele me bate. Não é a primeira vez que eu aceito. E não vai ser a última.

- Vem cá. – ele me puxou pela camisa do pijama e começou a me beijar.

   Aquele bafo quente de cachaça me deu vontade de vomitar, mas eu me segurei. Não queria apanhar de novo e não queria que ele descontasse no Josh. Aturei seus gemidos em cima do meu rosto e depois seu peso nojento sobre mim. Fiquei a noite toda acordada e de manhã levantei na ponta dos pés.

   Quando abri a porta do quarto vi Josh dormindo sentado no corredor. Essas coisas me davam vontade de morrer, mas se eu morresse quem ia cuidar do meu bebê? Respirei fundo para não chorar mais e acordei Josh.

- Eu mandei você ficar na cama. – eu o disse e ele esfregou os olhos sonolento.

- Eu não ia ouvir se ele fizesse alguma coisa com você. – ele disse inocente.

- Tudo bem. Vamos! A gente tem que se arrumar. – o puxei do chão e ele veio se agarrar as minhas pernas.

    Arrumei-me e deixei café pronto para quando o Mike acordasse. Eu não queria mais problemas hoje. Deixei Josh no ponto e fui para o trabalho como faria em qualquer dia normal, mas eu não me sentia normal. Eu sabia que há algum tempo eu estava no meu limite só que agora é evidente. Eu não suportaria mais um dia sequer.

   Eu senti falta do meu pai. Se ele estivesse aqui tanta coisa seria diferente. Tanta coisa...

   Cheguei no trabalho cedo, mas hoje sem motivo nenhum. Não tinha ninguém no vestiário então sentei no chão perto dos armários. Não queria que ninguém me visse do jeito que eu estava, em pedaços.

Jacob

- Eu convoquei essa reunião porque se continuarmos com esse nível de trabalho eu acho que está na hora de eu colocar todos vocês no olho da rua e contratar carne nova. – a equipe me olhou assustada, exceto pela Leah e Embry. Eles sabiam que eu não estava falando com eles.

- Mas chefe... – Quill começou, mas congelou só com meu olhar.

- Sabe há quantas semanas esse agência não emplaca um projeto? – todos ficaram calados. – Isso mesmo! Não falem nada porque é bem capaz de, esquecendo totalmente o protocolo, eu tacar alguma coisa na cara de alguém. – eles suspiraram e olharam mais para baixo ainda.

- A Honda precisa de um produto novo e eles têm um escritório próprio que não está dando conta do recado. Eles vão abrir oportunidades para outras firmas e terceirizaram o serviço se, enfatiza bem o se na mente oca de vocês. Se os projetos forem bons. – eu respirei antes de continuar porque senão eu realmente ia socar alguém. – Eu quero essa conta. Então o foco agora, é nosso inepto setor de veículos começar a trabalhar direito e me mandar algo que preste e não essas merdas. – joguei os últimos projetos na mesa e cada um começou a catar o seu.

- Para quando? – Leah me olhou fria, mas com um pingo de preocupação implícita.

- Dois dias. – começaram vários burburinhos. – Cala a boca! – eu berrei e todos se calaram. – Se acham pouco porque não levantam o rabo e começam a trabalhar tipo... Agora! – cada um pegou seu devido serviço e saíram da sala em bando.

    Embry esperava Leah na porta, mas ela ficou para trás e veio falar comigo.

- Qual o problema aqui? – ela disse jogando seu projeto na mesa.

- Nenhum. – eu a encarei e ela pareceu confusa. – Lee, eu quero algo novo. Inovador! E isso é só bom. – eu me lembrei das palavras da menina do café e comecei a rir. Eu confesso que esqueci o nome dela, mas o que ela disse foi bem honesto.

- Ótimo. – eu conhecia o tom de frustração da Lee.

- Eu sei que você consegue. – eu a encorajei e ela se virou para me encarar da porta.

- Não adianta me bajular. – ela me deu língua e saiu da sala fechando a porta atrás de si.

  Tentei começar a fazer qualquer coisa, mas minha cabeça estava super cheia e ainda para piorar minha situação a Nessie chega amanhã. Eu gostava da Nessie, mas o meu amor por ela é bem maior quando ela está com os pais na Europa e não aqui me perturbando. Interfonei para mesa da Ângela, eu precisava mesmo de um café.

- Pois não, Sr. Black. – ela respondeu solicita.

- Eu preciso de um café e de umas aspirinas, por favor.

- Claro. Em um minuto. – desliguei o telefone e recostei na cadeira tentando esquecer o stress.

   No que pareceu realmente um minuto a Ângela entrou com a bandeja de café e uns comprimidos.

- Cadê a outra menina que entrega o café? – eu perguntei estranhando ela mesma vindo trazer café para mim.

- Não deve ter chegado ainda, mas ela não está atrasada. – eu ri do seu desespero em explicar que a amiga estava no horário e olhei para o relógio. Realmente ainda era bem cedo.

- Tudo bem. – tomei as aspirinas primeiro, mas quando fui pegar o café acabei virando a xícara em cima de mim.

- Sr. desculpe. – Ângela se apressou em tentar me secar com o guardanapo. Ela quase chorava de tão nervosa.

- Tudo bem. Fui eu que derrubei. – eu não sei por que esses funcionários ficam tão desesperados comigo. Às vezes eu me sinto um monstro.

- Eu vou limpar essa bagunça. – ele começou a secar minha mesa, mas eu segurei suas mãos.

- Ângela se acalme. – eu disse olhando nos seus olhos e ela balançou a cabeça num sim frenético. – Eu vou ao estacionamento ver se eu tenho um paletó no carro e peço para alguém da limpeza vir ver isso. – ela ficou me olhando assustada enquanto eu saia da sala.

    Quando cheguei ao corredor a ouvi chorando e dei longo suspiro.

- Parabéns Jake. Você é a imagem do mal, apavora as pessoas. – disse para mim mesmo enquanto esperava o elevador.

    Fui na sala do Jared antes de ir ao estacionamento, mas ele também não estava. Resolvi ir ao carro de uma vez, mas um barulho no vestiário chamou minha atenção. Fui até o vestiário, mas aparentemente não tinha ninguém. Olhei por baixo dos armários e vi uma pessoa encolhida num canto, se não fossem os pezinhos para fora não daria para dizer se era uma pessoa ou um bicho acuado que tinha ali.

- Oi? – eu me aproximei e vi que a pessoa se assustou com a minha presença. – Você trabalha aqui? – era realmente o que me faltava dar de cara com um indigente invasor.

- Trabalho sim. – então a pessoa levantou e eu pude ver seu rosto. Era a menina da minha sala, mas tinha alguma coisa estranha com ela.

- Tudo bem? – perguntei me aproximando mais dela e percebi que ela estava chorando.

- Tudo sim. Eu posso ajudar o Senhor em alguma coisa? – ela deu um passo em minha direção e eu percebi seu rosto inchado.

- Me desculpe, mas eu esqueci seu nome. – eu sentei no banco do vestiário e ela ficou me encarando.

- Bella, Sr Black. – ela permaneceu de pé tentando não me olhar diretamente nos olhos. É... Meus funcionários me odeiam.

- Me chama de Jake e senta aqui. – eu apontei o banco e ela arregalou os olhos.

- Mas...

- É só um banco. Não vai morder sua bunda ou algo assim. – mordi os lábios quando terminei de falar. Isso não foi muito educado.

- Eu sei. – ela disse com um sorriso contido e se sentou.

- O que houve? – eu perguntei mais incisivo.

- Só uns problemas em casa. – ela sussurrou, mas de repente ergueu a cabeça e me olhou nervosa. – Mas nada que vá interferir no meu trabalho. – eu pensei em dizer algo inútil e encerrar a conversa, mas meu sexto sentido (minha mãe chama isso de: desejo incontrolável que eu tenho de me meter na vida alheia) me dizia que tinha algo mais.

- Porque estava chorando? – eu podia ouvir minha mãe dizendo no meu ouvido: Quando você se intromete desse jeito na vida dos outros parece que não tem nada melhor para fazer.

- Nada não. Eu sou chorona. – ela disse se afastando de mim. Eu ia segurar sua mão, mas me estiquei demais e acabei segurando seu pulso. – Ai! – ela gritou e eu a soltei automaticamente.

- Desculpa. Eu machuquei você? – não que eu tivesse apertado o pulso dela, na verdade eu mal encostei.

- Não. Eu vou me trocar para trabalhar. – ela se levantou correndo, mas eu não ia sair dali sem ter uma resposta. Não que eu não tivesse uma mesa cheia de trabalho para fazer! Merda!

- Bella, você só vai se trocar para ir trabalhar quando você me disser o que houve para você estar assim. – ela encostou-se ao armário longe de mim e sua cara me deu pena.

- Não me demiti. – ela começou a chorar e soluçar. Droga! Ela tava roubando o escritório.

- Por que eu te demitiria? – eu perguntei já começando a ficar nervoso.

- Meu marido... – ela soluçava tanto que as palavras saiam emboladas.

- O que tem seu marido? – puta que pariu! Olha o que eu arrumei.

- Ele me bateu e... Ele não vai vir aqui atrás de mim nem nada. Por favor, eu já perdi dois empregos por isso. Eu trabalho aqui há muito tempo e... Isso não vai mais acontecer. Eu não vou ficar mais aqui no vestiário. – ela começou a falar uma coisa em cima da outra, mas eu só captei a parte do marido que bate nela.

- Seu marido te bateu ou ele te bate? – eu perguntei alto para ela parar de falar um pouco.

- Por favor... – ela começou a chorar mais ainda e eu entendi. Ele batia nela sempre.

- Bella você tem que chamar a policia. – que coisa mais idiota de se dizer, mas eu falei a primeira coisa que me veio à cabeça.

- Eu não tenho para onde ir com Josh. Sr Black isso não vai interferir em nada, eu prometo. – o marido bate nela e ela implora pelo emprego? Isso Jake! Se mete mais.

- Quem é Josh?

- Meu filho. Ele só tem cinco anos e eu não tenho onde ficar com ele. – ela limpava os olhos, mas mais lágrimas caiam.

- Você não pode ficar com seus pais? Eu compro as passagens se for fora da cidade... – ela riu sem humor e limpou o rosto.

- Meu pai morreu há alguns anos e eu não sei da minha mãe desde que eu tinha dezessete anos. – ela encolheu os ombros e abaixou a cabeça. – Eu não tenho nada.

   Eu quase chorei quando ela disse isso. Sabe quando você se sente alheio ao mundo, pensando: Como isso tudo se passa debaixo do meu nariz e eu não vejo? Claro que ela precisava de adiantamento! Deus, será que ela passava fome? E o filho?

- Olha você não pode ficar na sua casa. – eu estava tentando raciocinar com coerência depois de tanta informação.

- Eu vou ficar bem. – ela disse firme, mas ainda com lágrimas nos olhos.

- Jake? Jake? – escutei uma voz vinda do corredor me gritando. – Ah você tá aqui! Mas que diabo você tá fazendo no vestiário fem... – a Lee me olhou com reprovação quando viu Bella chorando.

- Com licença. – Bella aproveitou a chegada da Lee e saiu correndo.

- Jake você tá apavorando os funcionários da limpeza também? – Lee colocou a mão na cintura e bateu o pé me encarando irritada.

- Eu não tava aterrorizando ninguém. – eu respondi irritado e sai andando.

- Então... – ela me puxou pelo braço e eu sabia que não ia sair dali sem lhe dar as devidas satisfações.

    Sentei de novo no banco e contei toda historia da Bella para Lee. A cara dela não foi boa quando eu terminei de falar.

- Se o marido dela aparecer aqui, chama a polícia e manda ela embora. – ela falou quando eu terminei de contar.

- Eu não vou mandar ela embora. – disse irritado.

- Ah meu Deus! Jake lembra quando a gente ia para escola? Você devia ter uns dezesseis anos na época. Aí você viu um jogador de futebol sentando a mão na namorada e se meteu. Você levou a maior surra de uns dez caras e a menina ainda te disse que não tinha te pedido nada. Eu estou tendo um déjà vu! – a Lee levantou irritada e me encarou de pé. – Olha só, você não é herói. Ela não é uma mocinha indefesa. Então qualquer problema faz as contas dela. Entendeu? – eu fiquei calado e respirei fundo antes de responder.

- Eu não posso fazer isso. Deve ter algo para eu fazer para ajudar.

- Aí! Eu vou te matar! – Lee me deu um cascudo e começou a andar de um lado para o outro. – Olha! Eu espero que você não apanhe ou morra. – ela gritou apontando o dedo na minha cara. – O que a gente vai fazer? – eu a olhei assustado e ela bufou.

- O que? Se você vai fazer merda eu vou te vigiar.

- Bom... Eu vou tentar achar a casa da Bella. E você... – eu parei fazendo cara de dor e ela entendeu.

- Quando a Barbie Satã chega? – ela perguntou se referindo a Nessie.

- Amanhã. – dei um sorriso amarelo e ele me ofereceu a mão para eu levantar do banco.

- Você me deve um dedo. – ela disse enquanto saiamos do vestiário.

- Sabe que eu te amo. – eu disse e a abracei pelas costas.

- Ahn! E se o Embry escuta isso você vai apanhar por aqui pelo escritório mesmo.

    Nós dois rimos enquanto pegávamos o elevador. Quando a porta estava fechando pude ver a Bella voltando para o vestiário. Eu sabia que eu estava me metendo onde não fui chamado, mas eu não podia simplesmente ter ciência do problema e não fazer... Nada!



Notas finais do capítulo

N/A: Oi amore, e aí gostando? Espero que sim *-*. Eu amei os coments e obrigada poia (Madu) pela indicação *A*. Eu fico devendo a resposta dos reviews, mas amanhã começo a colocar isso em dia ^^. Então deixa o comentezinho nesse cap para me fazer feliz hein?...rsrsrs.

Bjks, Katy Clearwater


N/B: Barbie Satã? NÃOOO! Fica no inferno que é o seu lugar sua maldita!*bufando*

Não tem jeito né? Já que o Jake deu pinta que vai ser tudodebom.com... Tem que ter uma força maligna para contrabalancear!kkkk

Momento baba escorrendo: JAKEEEE! Porr* além de ser bão de mais da conta (por dentro e por fora!*olhinhos brilhando*) tu é dominador? Tocando terror nos incompetentes do escritório? Assim não dá... GAMEEEIII!

Momento boca espumando: Mike seu viadinho do caralh*! Pega esse seu cinto e envia no... Isso mesmo! Vou pedir a Uzi da Madu emprestada para resolver esse assunto!kkkk

Fala sério... Cada vez melhor né galera? Então bora comentar pro pique da SUPERKATY não esvair e poder ler os próximos capítulos rapidinho!kkkkkkkkk

Beijão Galeraaaa!

Alemorais.