Simple Love escrita por Katy Clearwater


Capítulo 19
Capítulo dezoito





Capítulo dezoito:

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Bella

– Mãe, você me esqueceu? – Josh perguntou pela vigésima vez em uma hora.

– Não, meu amor. Mamãe não esqueceu você. – respondi com calma pela vigésima vez também.

– Mas esqueceu do Jake? – revirei os olhos antes de rir.

– Sim amor, do Jake sim, mamãe esqueceu.

– E da nossa casa nova? Também esqueceu?

– Que casa nova? – perguntei ainda mais confusa.

– Chega de perguntas e respostas por agora.

Sr. Black que apenas observava nossa conversa finalmente se manifestou.

– Mas eu quero conversar! – Josh fez um biquinho fofo ao fazer manha.

– Mas a mamãe tem que descansar para lembrar as coisas.

Sr. Black veio sorrateiramente para cama e começou a fazer cócegas em Josh. Eu estava encantada com a dinâmica dos dois e frustrada por não lembrar como isso ocorreu.

– Se sente bem? – Sr. Black perguntou com Josh já em seu colo.

– Sim, obrigada por perguntar.

Ele deu um sorriso e deixou o quarto com Josh no colo. Como eles ficaram tão íntimos? E porque eu não me lembro dessa intimidade toda? Estou acordada há dois dias e nem mesmo me lembro do que aconteceu para que eu apagasse assim.

Minhas visitas são limitadas, as enfermeiras não me contam nada que eu pergunto... Será que o Sr. Black me sequestrou? Não. Josh não estaria tão amigo dele se tivesse feito isto. Então porque não posso ver ninguém? Porque estive em coma? Eu acho que estive em coma, nem isso me dizem. Estou extremamente irritada comigo mesmo por perder uma parte, que parece de extrema importância, da minha vida e nem saber por onde começar a recuperar. Uma batida na porta me tirou do meu momento de irritação.

– Entre. – disse sem saber quem era.

– Olá. – a Senhorita Clearwater entrou no meu quarto segurando um enorme buque de rosas. – São para você.

– Obrigada. – respondi com um sorriso.

– Como se sente? – e implícito naquela pergunta sempre vinha o olhar: Já lembrou algo?

– Me sinto bem, mas ainda não me lembro de nada se é o que quer mesmo perguntar.

– Desculpe, sou muito explicita. – ela deu um sorriso sem jeito e se sentou na beirada da minha cama. – Bella, posso contar uma história?

– Claro. – respondi sem interesse, mesmo assim ela pareceu se animar.

– Era uma vez uma menina que sonhava que seus desenhos seriam vistos por muita gente, essa menina cresceu, casou, teve família, mas essa família teve mais pesares do que sorte para ela. Então quando essa menina. Minto, agora já é uma mulher. Quando essa mulher achava que a sorte nunca ia sorrir para ela apareceu um cara. Devo dizer que o cara é meio idiota, mas pelo menos é bem bonitinho. – ri com seu comentário sarcástico. – Então o cara idiota se apaixona pela mulher sem sorte e a mulher sem sorte também se apaixona pelo cara idiota. E os dois vivem um amor de novela, com direito a vilã Barbie do Satanás e tudo.

– Barbie do Satanás? – perguntei dando uma gargalhada.

– Sim! Ainda bem que foi fabricada em modelo único. Tiveram piedade de nós. – ela também riu – Agora voltando à história. – engoli o riso e gesticulei para ela prosseguisse. – A Barbie do Satanás fez de tudo para separar o cara idiota e a mulher sem sorte, mas nada deu jeito. Até um tiro o cara idiota levou por causa dela. Então, sem mais opções, a Barbie fez a pior das maldades que poderia. Tentou tirar a vida da mulher sem sorte. E isso quase matou o cara idiota também. – quando ouvi isso uma parte de mim, não sei por que, ficou extremamente triste.

– A mulher morreu? – perguntei quando ela ficou em silencio.

– Não. Mas ela não ficou muito bem depois de quase ser morta.

– Acho que ninguém fica não é? – forcei um sorriso.

– É. – ela apenas concordou.

– Essa história é de alguma novela que eu perdi enquanto estava apagada? – perguntei querendo saber onde tudo isso terminava.

– Não. Essa história é muito melhor que qualquer novela.

– Um filme? – soei mais animada ainda.

– Não. – ela sorriu vendo meu entusiasmo.

– Me conta o final. Fiquei curiosa. A história é melosa, mas me animou. – admiti com um sorriso.

– Eu não sei o final ainda. Mas espero que seja muito feliz. Você e o Jake merecem. – quando ela terminou de falar meu sorriso sumiu.

– Eu sou a mulher sem sorte e o Jake o cara idiota?

– Sim. Eu sabia que ele ia levar um tiro antes de tudo isso começar. – ela riu. – E ele levou! Só que valeu a pena, sou obrigada admitir.

– Ele levou um tiro por minha causa?

– Sim. Tenho certeza que ele morreria por você, se tivesse certeza que você e Josh ficariam bem.

Mordi os lábios tentando disfarçar o quanto estava emocionada, mas eu não era boa nisso. Logo uma lágrima estava escapando sem autorização.

– Poderia chamar o Sr. Black aqui? – eu pedi.

– Sr. Black? – ela perguntou arqueando uma sobrancelha.

– Jacob... Não. Jake. – disse sorrindo.

– E nada de me chamar de Senhorita Clearwater. Sei que esta pensando nisso. É Leah!

– Ok, Senh... Leah. – sorri para Leah antes que ela deixasse o quarto.

Não demorou cinco minutos até que Jake aparecesse.

– Mandou me chamar? – ele perguntou tentando conter um sorriso.

– Quero conversar com você sobre o que me aconteceu. – fui direta.

– Vamos ter tempo para isso quando chegarmos em casa. Agora você tem...

– Porque uma garota chamada Barbie do Satanás tentou me matar?

– O que? – ele pareceu nervoso, mas não conseguiu conter o riso. – A Lee andou conversando com você?

– Se Lee, for a Senhorita Clearwater que agora é Leah, sim. Esteve.

– Meu amor, eu não quero que pense nisso agora. – ele segurou minhas mãos e levou até os lábios. – Nunca mais vou deixar nada te acontecer.

– Sr. Black... Digo, Jake... Eu sei que sinto algo por você. É algo mais forte que qualquer coisa e eu me sinto sublime quando está por perto. – ele sorriu com o que falei e se sentou ao meu lado. – Mas será que isso vai dar certo? Eu não me lembro da nossa relação, não me lembro de como ela saiu da relação de ajuda para amorosa e parece que foi rápido. De repente rápido demais. E...

– Bella não começa! – me assustei com sua atitude brusca de soltar minha mão e ficar de pé. – Você sempre arruma um jeito de separar a gente, sempre arruma um jeito de não dar. Tem sempre um porém, alguma coisa que significa que devemos nos separar. Eu não vou te deixar ir embora! Ponto final. Eu não vou perder a melhor coisa que aconteceu na minha vida. Eu já quase te perdi para o destino, mas com você viva eu não vou perder. Então pode tirando o cavalinho da chuva Isabella porque você vai ter que me aturar pelo resto da sua vida. Eu te amo e sou egoísta demais para achar que você pode viver melhor sem mim.

Isso só podia ser um sonho. Sim, eu deveria estar em coma ainda e sonhando com uma vida que eu queria ter, mas não tenho. Esse homem acabou de dizer que me ama?

– Diz de novo? – pedi como uma idiota.

Ele revirou os olhos antes de começar.

– Bella não começa...

– Não isso! O fim... Por favor.

– Qual fim? – ele deu um sorriso maldoso se aproximando de mim.

– Você sabe. – falei num fio de voz.

– Onde eu digo que sou egoísta? – ele perguntou bem perto dos meus lábios.

– Não. – sussurrei quase o beijando.

– Ah sim. A parte que digo que te amo. – fiz que sim com a cabeça – Eu te amo, Bella. E mesmo que você nunca mais lembre o que vivemos até agora ainda vou te amar. E prometo que vou povoar suas lembranças com muito mais coisas felizes do que tivemos até agora.

E mais uma vez meus lábios foram tomados pelo de Jacob Black. A sensação de conhecimento que eu tinha quando estava em seus braços diferia tanto do vazio em minha mente que meu único desejo agora, era poder ficar em seus braços.

– Me deixar sem palavras com um beijo é habito normal para você? – perguntei quando nos separamos.

– Geralmente faço coisas piores, mas o ambiente não é propicio.

Ele sorriu e me beijou novamente.

Eu estava com dificuldade em crer que a felicidade não só tinha batido na minha porta, mas que eu a vivi durante um bom tempo e agora minha memória me traia tirando de mim as lembranças desses bons momentos. Mas estando nos braços do Jake nem sei se realmente me importo. Algo em suas promessas me fazia sair da minha zona de medo normal e confiar. Mesmo sem lembrar, acho que seremos felizes juntos, pelo menos eu vou me arriscar.

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Doze anos depois

– Josh, levanta! É seu primeiro dia na faculdade e você já vai se atrasar.

Corri escada abaixo o mais rápido que minha enorme barriga de sete meses permitia. Eu odiava essa casa por isso. Toda vez que desço as escadas sinto falta dos nossos apartamentos. Moramos em dois até terminar aqui na mansão e sinceramente sinto falta demais deles. Eu sou um desastre em pessoa e ficar vivendo num ambiente propício a acidentes não ajuda em nada.

– Josh! – gritei quando cheguei ao primeiro andar.

– Estou acordado. Está vendo meus olhos abertos? – ele berrou do topo da escada com seu mau humor costumeiro da manhã.

– Quer ir para faculdade sem carro logo no primeiro dia? – perguntei forçando um sorriso para esconder a raiva pelo seu tom.

– Não, mãe. Eu te amo, bom dia e você parece linda... Mesmo tão gorda.

– O que? – antes que eu terminasse de berrar ele já tinha corrido para o quarto.

Eu não estou gorda, inferno! Estou grávida! Estou grávida pela quarta vez, mas ainda sim é grávida e não gorda! Maldição!

Cheguei à cozinha e Lucy, a empregada, Amber e Melissa cantavam animadas a musiquinha que iam apresentar no coral da Escola. Não pude evitar a sensação de velhice que me abateu quando vi as duas cantando. Josh estava com dezoito e indo para faculdade, Amber tinha nove e Melissa quatro. Talvez Jake tivesse razão. Acho que depois desse ainda podemos ter mais um.

– Bebê! – Melissa gritou e veio brincar com a minha barriga.

– Bom dia, mãe. – Amber gritou com meia rosquinha na boca.

– Não fale de boca cheia. – Lucy brigou com ela. – Bom dia. Srª Black.

– Bom dia, Lucy. E bom dia, meninas.

Sentei-me à mesa do café e com muito esforço consegui acomodar Melissa no meu colo. Ela e o bebê se deram bem desde o começo porque era só ela chegar perto que a criança começava a dançar break na minha barriga. Todo mundo achava isso lindo porque é dentro de mim que a criança se mexe, mas no momento minha fome era tanta que o bebê e a Melissa poderiam montar uma boate ali que eu não me mexeria.

– Bom dia, família linda. – Josh entrou todo feliz na cozinha e Melissa perdeu o foco na minha barriga correndo para o irmão.

– Me leva para sua escola. – ela pediu quando ele a levantou no colo.

– Eu não vou para escola Melissa. Eu vou para faculdade e lá crianças não entram. Bom... Pelo menos não as lindas e fofinhas como minhas irmãs. – Josh deu um beijo estalado em Melissa, o que a fez sorrir.

– Que bom que seu mau humor passou. – ironizei quando ele se sentou a mesa com Melissa em seu colo.

– Te amo bolinha.

Soltei a torrada que comia e o encarei com raiva, mas que logo se dissipou quando todos começaram a rir.

– Me contem a piada que o papai também quer rir.

– Pai! – as meninas pularam e correram na direção do Jake.

– E aí campeão?

– Bom dia, pai. – anos não mudaram nada. Josh e Jake ainda se tratavam do mesmo jeito.

– E o bebê do papai como está? - Jake se abaixou e beijou minha barriga sem ao menos me dar bom dia.

– O bebê e a incubadora com pernas estão bem. – disparei azeda.

– Ela está de mau humor por causa do peso. – Josh falou.

– E você vai ficar sem mesada por causa da língua. – disse ainda mais azeda antes de enfiar meio muffin na boca.

– Eu não quero mais irmãos. – Amber enfiou a cara na tigela de cereal para se esconder enquanto ria depois de falar.

– Nada contra irmãos, mas mamãe grávida é tenso. – Josh disparou e todos riram novamente.

– Deixem a mamãe em paz. São os hormônios e os vestidos que não dão mais nela. – Jake continuou a piada.

– O nome disso é... – quando eu ia dizer algo Jake me suspendeu nos braços e me beijou.

– Eca, pai. Que nojo! – Josh, Amber e Melissa disseram juntos.

– Eca, porque? Como acham que foram feitos? – Josh e Amber torceram o nariz.

– Como foi? – Melissa perguntou.

– O que? – Jake disfarçou, mas ela era insistente como o pai.

– Como fizeram? Como esse neném entrou na barriga da mamãe? Ninguém me conta isso.

– Ahh... Filhota... Foi... O Josh vai te contar. – eu comecei a rir do desespero do Jake, mas em nenhum momento parei para ajudá-lo.

– Eu? – Josh perguntou desesperado.

– Sim. Depois vamos comprar aquele carro novo. – Jake disse, subornando Josh logo pela manhã. Se não fosse tão comico iria brigar com os dois.

– Jake! Não suborne nossos filhos. – falei prendendo o riso.

– Eu quero uma casa de bonecas nova, posso explicar também. – Amber se ofereceu.

– O que? – minha voz e de Jake soaram tão unidas e estridentes que ela nos olhou assustada.

– Tenho ciências na escola. – Amber disse de forma natural.

– Tenho que conversar com sua professora. – eu disse.

– Vou te tirar da escola. – Jake dramatizou.

– E eu? Ninguém me responde! – Jake riu do pequeno piti da Melissa e a suspendeu nos braços sentando a mesa com ela em seu colo.

– Que tal se a gente for andar de pônei esse fim de semana? – Jake propôs animado.

– Ehhhhh vamos agora pai. – Melissa quase pulou na mesa de animação.

– Pai esse fim de semana não dá. Vou levar a Melinda para esquiar, você sabe não é? – Josh piscou para Jake que riu.

– Sabe o que? – perguntei a Jake. – O que seu pai sabe que eu não sei? – me voltei para Josh.

– Beijo mãe, beijo pai. Vamos pirralhas senão eu me atraso para faculdade.

– Eu não sou pirralha. – Amber saiu reclamando.

– Eu vou querer saber dus nenéns no carro. – Melissa bateu o pé decidida.

– Ela não esquece as coisas. – Jake suspirou admirando a filha.

– O que sabe do Josh e da Melinda que eu não sei?

– Vou deixá-los a sós. – Lucy, que esteve todo esse tempo em silêncio, saiu da cozinha me deixando a sós com Jake.

– Ele está pensando em pedir a mão dela. – Jake respondeu com um sorriso romântico.

– O que? Eles são muito jovens. A Melinda está no colegial ainda e o Josh é calouro na faculdade. Jake isso é um absurdo, como concordou e porque não me falou?

– Porque sabíamos que ia reagir assim.

– Jake...

– Bella, eles se amam. E Edward concordou.

– O que? O Edward sabe? A Tânia também concordou com isso? – Jake torceu o nariz quando falei.

– Na verdade...

– A Tânia não sabe? Vou ligar para ela agora. – tentei levantar rápido, mas a gravidade me puxou para baixo.

– Bella pode se acalmar? Vai fazer mal para o bebê!

– Mal faz o meu bebê querendo casar assim... Tão novo. – Jake explodiu numa imensa gargalhada.

– Josh não é mais um bebê, vida. Ele é adulto e quer ser feliz. Podemos impedir? – Jake parecia tão diplomático na posição de pai.

– Podemos tentar. – respondi quase chorando.

– Não, não podemos. Não devemos e não vamos.

– E se ele se magoar? – perguntei preocupada.

– Ele vai superar.

– E se ele sofrer?

– Ele vai superar.

– E se ele nunca tiver alguém que o ame como eu te amo? – Jake sorriu e me ajudou a ficar de pé para me abraçar.

– “E se” não escreve a historia de ninguém. O único “se” cabível aqui é o “se não corrermos riscos nada vai para frente”.

– Eu fico preocupada. – suspirei recostando a cabeça em seu peito.

– Eu sei, mas o amor é bem simples. Nós que colocamos muitos “e se” nele.

Levantei os olhos e admirei o rosto do homem mais maravilhoso que a vida poderia ter me dado.

– Fica triste por eu não ter recuperado a memória? – perguntei.

– Não. – ele respondeu com um imenso sorriso.

– Não? – dei um sorriso incrédulo.

– Memórias podem ser fabricadas, amor só pode ser sentido e enquanto existir amor não me importa que tudo seja esquecido. Eu te amo Bella, amo a família linda que você me deu e amo poder sempre contar com esses olhinhos lindos brilhando todas às vezes em que digo que te amo. – sorri

– Me beija logo, seu convencido.

Jake passou os lábios de leve sobre os meus antes de com delicadeza segurar meu rosto e aprofundar o beijo.

Infelizmente eu nunca me lembrei de como isso começou. Mas como Jake sempre diz o amor é simples, somos nós que colocamos dificuldades para ele começar ou acontecer na nossa vida. Por isso o conselho que ele sempre dá é: ame, ame loucamente tudo aquilo que te faz feliz. Ele me amou, eu o amei e mesmo com um mundo contra nós essa coisa tão simples, o amor, se fez mais forte que tudo. Graças ao Jake eu consegui superar uma vida de falta de amor e ser feliz de novo. Graças a essa aptidão que ele tem de ser jogar naquilo que quer e viver a coisa mais simples e gratuita que ele poderia viver, me amar.

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[FIM]



Notas finais do capítulo

N/A: Então é isso meninas e meninos. Acabou! Sei que ficou bem viada, bem menininha, mas essa era proposta da fic rsrsrs. Ficou feliz de ainda ter alguém por aqui comigo, juro mesmo que quando voltei ao Nyah pensei: Ninguém deve lembrar da minha existência. Mas aí apareceram minhas amoras mais antigas e ainda mais ganhei amoras novas *.* Olha que lindo. Agradeço por terem me dado um tempinho na vida de vocês para ler meu baby, obrigada por cada review, muito obrigada mesmo. Faz um bem enorme para o autor ter retorno dos leitores e mesmo com todos os meus furos sempre tem alguém aqui, vocês são demais. Então é isso, ficamos por aqui nessa, ainda temos outras fics e ainda esse ano teremos livro (to importante, bem kkkkk #sqn). Sei que muita gente vai pensar nossaaa: Ela demorou quase três anos para acabar uma fic? Mas quem sabe tudo que se passou nesse tempo tem noção do quanto significa para mim ter voltado para cá. Amodoro vocês todas. E até a próxima...

Obrigada pelas recomendações raruiva; Gracita;heri; MariiLuck;ieda; Michele-Volturi; taliria; May Black; N_yes; MandyBlackk; Rafatayna; juuuuhhhh13; Mary_Saga
Madu, não importa onde esteja, obrigada por existido na minha vida. Sei que Simple Love era uma das suas favoritas e agora tá completinha.

Bjks, Katy
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N/B: Odeio finais, sou muito apegada às coisas, estou sofrendooo!
Pelo menos ninguém morreu *-* kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
O que eu mais gostei foi da mudança que a Bella teve ao longo da fic, como ela era um ratinho assustado (com TOTAL razão) no começo e no final se tornou uma mulher confiante e feliz... Jake tem poder!kkkkkkkkk
Já estou com saudades da fic :(
Mandem reviews, não se esqueçam!
Alemorais.



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