Reflexões daqui e de lá... escrita por Paloma Her


Capítulo 7
7. Somos duais?


Notas iniciais do capítulo

E essa alma traria consigo as lembranças das vidas passadas, tanto das vidas espirituais, como das vidas vividas no plano terrestre. Já o corpo carnal, ele seria o receptáculo da alma e do espirito, pois os elementos subatômicos do universo entrariam e sairiam do feto desde o primeiro dia de gestação.



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Somos duais? Essa pergunta ainda não é discutida pelos gênios da ciência. Apenas as pessoas místicas e religiosas acreditam nessa máxima.

Mas, porém, também há esotéricos que afirmam que somos compostos por 3 elementos, pelo corpo carnal com seus músculos, ossos, etc. e teríamos além dessa matéria orgânica “uma alma” e “um espirito”. Neste caso, a diferença entre essa alma e esse espirito, apontaria o espirito como fazendo parte do cósmico, da energia universal, dessa matéria incorpórea composta de partículas subatômicas. Pois, elas entram e saem das pessoas (e dos bichinhos) sem que ninguém perceba o fenômeno. Já a alma seria o elemento invisível que se funde com o embrião, na quinta semana de gestação, dentro no útero de uma fêmea. E essa alma traria consigo as lembranças das vidas passadas, tanto das vidas espirituais, como das vidas vividas no plano terrestre. Já o corpo carnal, ele seria o receptáculo da alma e do espirito, pois os elementos subatômicos do universo  entrariam e sairiam do feto desde o primeiro dia de gestação.  E esse conjunto desses três elementos, um carnal e dois imateriais, formariam a nossa personalidade. O que somos como pessoas, durante uma vida inteira.

Dessa parte subatômica quântica, pouco se sabe, pois a física convencional só a conhece através de equações matemáticas. Os físicos nunca viram um composto desse ambiente quântico. Sabe-se sobre sua existência, e se fazem experimentos no “Equalizador de hadrons”, mas, olhar no microscópio uma partícula subatômica é impossível. E essa matéria subatômica nos invade e não sabemos os porquês.

Mas, como a medicina tradicional trata nosso corpo como se fosse uma máquina perfeita (e ignora esses elementos imateriais), existe a crença generalizada entre os doutores que nos alimentamos, bebemos e respiramos para suprir essa máquina com eficiência, e se  for possível, que a máquina nunca falhe, ou, mostre deficiências. Os médicos modernos possuem uma lista de medicamentos para corrigir o mau funcionamento dos rins, dos pulmões, do coração, etc., e nas salas de cirurgias se fazem transplantes de tudo. Como uma oficina de carros. Carro com defeito é examinado por um mecânico, e ele troca às peças inúteis por peças novas. Assim de simples. O carro com bateria nova ficará ótimo e seu dono carregará ou trocará essa bateria no futuro, mais uma vez, se isso for necessário. Os médicos fazem igualzinho a esses mecânicos. Trocam coração doente por coração sadio retirado de uma pessoa que está morrendo. Pronto! E o transplantado aumentará seus dias de vida e poderá voltar a correr, e a ser feliz. Mas, esses mesmos médicos nunca sabem explicar aquilo que se chama “rejeição”. Por quê? Porque ignoram os elementos imateriais.

Embora esteja começando uma mudança nesses conceitos por uma pequena parte da medicina, ainda falta entrar de cabeça na parte espiritual, para entender que nem tudo que comemos, bebemos e respiramos é para suprir o corpo carnal, pois muita coisa entra para alimentar a parte invisível, incorpórea, que esta nos sustentando, nos mexendo, nos fazendo felizes ou tristes.

Pois, a consciência afinal estaria aonde? Ninguém sabe. O cérebro humano é um desconhecido, e não o usamos na totalidade porque não sabemos até onde se alastra seu potencial. A Parapsicologia está no inicio do estudo dessa capacidade, mas está longe de ter todas as respostas, pois ainda não considerou a parte quântica. Afinal, os cientistas ligados  a física, afirmam com veemência que os elementos subatômicos não podem no influenciar nem no cérebro, nem na consciência. Ninguém sabe explicar, nem físicos nem médicos, o que é que essas partículas subatômicas fazem quando adentram em tudo sem pedir licença. Pois, essas partículas invadem tudo, como bem quiserem. Envolvem homens, animais, plantas, minerais, e o que temos dentro de casa, mobília, eletrodomésticos, enfim.

Mas, será que é através desse universo quântico que falamos com Deus? Será que cada vez que rezamos e cantamos para o divino (seja através da religião que seja), as almas do mundo espiritual nos ouvem e correm a nos socorrer? Será que os Ets., nos escutam lá, desde o planeta deles, através dessas partículas subatômicas? Porque uma partícula subatômica pode estar aqui e lá simultaneamente, e os físicos não sabem para que. Nem por que. Nem como isso pode acontecer.

E para complicar ainda mais nossa ignorância sobre tudo, os místicos só acreditam na existência da “alma”. Só. No universo religioso existe a reencarnação, se reza para Deus, para Jesus, para Alá, para Jeová, para Javé, para os Santos, para os Orixás, mas, só depois que esse povo todo já morreu. Os santos e profetas nos ajudarão nos problemas mundanos desde o lado invisível, só depois que se convertem num ser incorpóreo.

Mas, o que é que fazemos pela nossa alma enquanto estamos vivos? Alimentamos o corpo, mas, quando é que estaríamos alimentando nossa alma? O que é que ela gosta de comer, afinal? Gosta de água? Come oxigênio?  Ou, o que é que ela detesta? Pimenta? Salgados? Maconha? Licores? Barulho? Brigas? Insultos? Palavrões? Solidão?

E, o que é que a alma faz depois que se separa no corpo? Onde é que ela se fixa? No ar? Nas partículas de vapor? Ou, no mundo quântico? E ela sente dores? Fome? Desilusão? Pois no mundo religioso só há suposições, ou, contradições entre uma e outra religião, e a medicina não perde tempo em analisar esses fatos.

E é por isso, que nossa ignorância sobre tudo é extraordinariamente abissal...


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Notas finais do capítulo

Mas, o que é que fazemos pela nossa alma enquanto estamos vivos? Alimentamos o corpo, mas, quando é que estaríamos alimentando nossa alma? O que é que ela gosta de comer, afinal? Gosta de água? Come oxigênio? Ou, o que é que ela detesta? Pimenta? Salgados? Maconha? Licores? Barulho? Brigas? Insultos? Palavrões? Solidão?



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