Reflexões daqui e de lá... escrita por Paloma Her


Capítulo 6
6. Futuro sinistro


Notas iniciais do capítulo

Mas, quando é que o costume de nos matar uns aos outros começou?
Acho que foi quando o homem deixou de ser recolhedor e se transformou em agricultor. Cultivaram a terra em territórios de temperaturas amenas, para fazer crescer a cevada, o milho, as uvas, enfim. Assim que uma horda de famintos errantes invadiram as colheitas, os homens passaram a matar os invasores, em lugar de disser: “entre, mi casa é sua casa” e compartilhar a mesa.



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Estaremos nos autodestruindo como sociedade?

Pois se olharmos as notícias do dia a dia na TV, ou na Internet, as coisas são terríveis, com vermos governantes roubando o dinheiro do povo. Em vários países do mundo vemos pessoas enlouquecendo nas ruas gritando por justiça social, soldados lançando mísseis para os vizinhos e recebendo bombas em troca.  Sem falar do dia a dia nas favelas, onde morrem crianças com “bala perdida” todos os dias. E por trás de tudo isso existe a indústria da morte, que fabricam armas de extermínio para que a humanidade se mate de vez.

Mas, quando é que o costume de nos matar uns aos outros começou?

Acho que foi quando o homem deixou de ser recolhedor e se transformou em agricultor. Cultivaram a terra em territórios de temperaturas amenas, para fazer crescer a cevada, o milho, as uvas, enfim. Assim que uma horda de famintos errantes invadiram as colheitas, os agricultores passaram a matar os invasores, em lugar de disser: “entre, mi casa é sua casa” e compartilhar a mesa.  E as batalhas nunca mais pararam.  A história da humanidade que nos ensinam nas escolas, é a história de todas as guerras e de todas as grandes catástrofes da humanidade. Os período históricos onde houve momentos de paz e de conhecimento cientifico, já são minoria em nossos estudos.

Mas, temos dois tipos de matança, aquela que é legal e aquela que é ilegal.

Ilegal para a sociedade seria a guerra entre traficantes, ou, os Feminicídio, infanticídios, crimes durante assalto e o aborto, que é a morte do ser humano antes dele nascer, ou “respirar”.

E neste ponto sobre o aborto existe uma discrepância existencial, pois se um bebê nasce e respira, um juiz o classificaria como crime e ele decretaria cadeia para sua mãe. Mas, se ele for morto antes de respirar, dentro do útero, já é permitido em muitos países do mundo. No litígio penal, a favor ou contra de uma mulher que matou um filho, é baseado apenas no fato de se esse novo bebezinho respirou ou não respirou, parece piada, mas não é. É assim mesmo.  Para que um bebe tenha direito a vida, ele tem que respirar. Então o aborto será legal, ou ilegal, dependendo de quem o avalizar e em que lugar do mundo ele aconteceu.

Os crimes que são aceitos pela sociedade moderna, além do bebé que não respirou,  são aquelas praticadas por policiais que matam bandidos nas ruas das cidades. Os policiais  serão aplaudido em pé, pois isso está permitido legalmente. Também em muitos países do mundo é legal a condena de morte para criminosos. Também está legalizado e autorizado, que soldados matem civis numa guerra entre países vizinhos. Isso é “heroísmo”, e não é crime, não.  E o que disser da CIA, da OTAN, da Interpol, dos espiões internacionais, e de todas as instituições legais que estão massacrando gente, de forma oculta, anonimamente,  ao mando de algum governante qualquer?

Concluindo, aqui no planeta Terra parece que tudo se soluciona com “extermínio”. E durante o século XX, as 2 guerras mundiais foram a “cereja do bolo”. Mostramos para Deus, para os anjos, e para os Ets., de outros planetas o quanto somos cruéis e despiedados.

Infelizmente, esse cenário mórbido faz de nosso planeta uma sociedade muito, mas muito inferior. A Terra seria oficialmente o lar dos assassinos. Quem é trazido para encarnar neste planeta pelos anjos do além, é algo assim como receber um castigo, pois eles nascerão entre gente muito má.

Eu imagino um pai de família, numa outra Galáxia falando para seu filho:

— Toma a sopa, menino, ou, vãs a ser condenado a reencarnar na Terra.

E o guri, aterrorizado, engole a sopa de vez.

Concluindo, vamos sobreviver, ou vamos nos aniquilar com uma bomba nuclear?


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Notas finais do capítulo

No litígio penal a favor ou contra de uma mulher que matou um filho, é baseado apenas no fato de se esse novo bebezinho respirou ou não respirou, parece piada, mas não é. É assim mesmo. Para que um bebe tenha direito a vida, ele tem que respirar. Então o aborto será legal, ou ilegal, dependendo de quem o avalizar e em que lugar do mundo ele aconteceu.



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