Reflexões daqui e de lá... escrita por Paloma Her


Capítulo 24
24. A paixão pela riqueza


Notas iniciais do capítulo

No mundo invisível, então, haveria tudo que conhecemos e inventamos durante nossa vida terrena. Há aviões, casas, móveis, selvas lindas, tudo aquilo que os espíritos aproveitam durante sua existência incorpórea.
Em planetas além da Terra, existem outras sociedades mais avançadas, mais antigas, em cujo lugar os alienígenas sabem transmutar o invisível em visível, e vice versa. Eles desejam um automóvel?



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Porque amamos tanto as coisas? Principalmente nós, mulheres, que nos apaixonamos por um sapato na vitrine? E o que falar dos homens que amam os carros? Amam as motos, sonham em comprar um iate para navegar, ou um aviãozinho particular? Porque amamos tanto as coisas materiais? 

Para entendermos isso temos que analisar o que é que é a matéria, para depois apreender os motivos pelos quais um milionário acumula tantas riquezas para si.

Segundo o físico Hélio Couto, antes da existência da matéria existe a ONDA. E essa onda se decompõe em partícula, em algum momento dado. Ela se transformaria então em “pó cósmico” e esse pó pela sua vez se materializaria como silício, carbono e alumínio. E essa seria a maneira como tudo existiria no universo, pois o pó cósmico seria o pai das estrelas e dos planetas. E os filhos dos planetas seriam todos os metais. Cobre e alumínio, ouro, prata, diamante, etc. tudo que o homem ama e usa para seu conforto brotaria da terra. Seriam filhos do pó. E esses filhos do pó seriam uma ONDA que tomou forma material.  Por tanto, a onda na sua essência teria vida própria, ela nunca mudaria e depois que a matéria se desintegra, ela continuaria a existir como onda. Ou seja, a ONDA seria eterna. Às vezes aérea, volátil, às vezes convertida num maravilhoso carro de passeio.

No mundo invisível, então, haveria tudo que conhecemos e inventamos durante nossa vida terrena. Há aviões, casas, móveis, selvas lindas, tudo aquilo que os espíritos aproveitam durante sua existência incorpórea.

Em planetas além da Terra, existem outras sociedades mais avançadas, mais antigas, em cujo lugar os alienígenas sabem transmutar o invisível em visível, e vice versa. Eles desejam um automóvel? Colocam um óculo especial e analisam os cimenteiros de carros. Num passe de magia o fazem se materializar, como recém-saído de fabrica. Uma mulher com guarda-roupa entupido, que deseja comprar tudo novo, num passe de mágica desintegra as roupas e sai de casa em busca das ultimas roupas que viu na internet.

Concluindo, tudo que existe em nosso redor tem vida, tem energia, e é por isso que nos fascina, e nos puxa como imã invitando-os para levar para casa. Entupimos nosso lar com cortinas, telas na parede, artesanatos lindos sobre os moveis, e na cozinha não nos falta nada, é geladeira linda que amamos e panelas coloridas que lavamos com carinho, enfim.

Com a prática da “Lei da atração”, (genialmente usada pela Igreja Universal), e muito popular hoje em dia na internet, podemos usar a mente para atrair riquezas, adquirir o que desejamos e sermos riquíssimos. E tem gente que pratica isso com fervor. Tem mulheres que ficam abastadas, encontram namorado, viajam pelo mundo, se parabenizando porque a “Lei da atração” funcionou tão bem. Afinal, sermos ricos e rodeados de coisas que amamos não é pecado. A avareza, a ambição, o amor pelo dinheiro não tem castigo nenhum. A “Lei do livre arbítrio” nos dá o direito de viver nossa existência de acordo aos nossos desejos. Então, entrar no Templo de Salomão e rezar para ficar muito rico é legal, sim. Pode fazer isso. E pode ser feliz sem culpa.

Nos estudos bíblicos, se estuda que um homem muito rico perguntou para Jesus o que é que ele deveria fazer para ir ao paraíso, e Jesus respondeu-lhe que teria que repartir a riqueza entre os pobres. Isso deu origem ao sentido que riqueza é sinônimo de pecado e que pobreza é sinônimo de premio após a morte. Mas, analisando essa frase do mestre desde um ponto de vista mais contemporâneo, “o Paraíso” seria a vida em outros mundos, em planetas em cujo lugar não há miséria nem injustiça social. Planetas em cujo lugar não existe a riqueza nem a pobreza, porque as pessoas sabem materializar coisas. Onde qualquer um pode ter tudo que desejar. Quer se viver num castelo? Vai ao deserto e materializa um palácio, como aqueles nos jardins da Babilônia. Quer viajar ao redor do mundo? Vai ao porto e sobe num navio, pois eles pertencem a todo mundo e você nem necessita de permissão. 

Não significa que nossa permanência na Terra seja viver no inferno. Nada disso, porque com a “Lei da atração” podemos viver felizes o tempo que desejarmos vida após vida.

Apenas temos que ter consciência, que somos ONDAS viajando pelo universo, numa existência eterna. Apaixonar-nos por coisas materiais que nasceram do pó da terra, nos manterá prisioneiros do pó e reencarnaremos dúzias de vezes aqui mesmo,  por mais de 2.000 anos.. E devemos saber também, que depois desse tempo vivido na Terra, seremos atraídos por outro planeta igual à ela, com desigualdades sociais, guerras sangrentas e morte nas ruas em mãos de larápios. Apenas isso. Pois a ONDA é atraída para o planeta que combina com ela. Têm-se uma irradiação pesada, pois só amamos as coisas matérias, iremos viajar para um mundo onde as pessoas são iguais a nós.

O ideal, e que Jesus quis disser para aquele ricaço, é que é melhor sermos generosos e fraternos, para ficarmos reencarnando na Terra uns 800 anos no máximo. Pois, quando  compartilhamos a riqueza, nossa ONDA ficará cada vez mais vaporosa, ou, brilhante, cheia da luz do amor e da fraternidade. E leves e luminosos, iremos renascer em sociedades perfeitas, felizes, e em cujo lugar se pode ser “milionário” sem esforço algum. Apenas usando a mente para transmutar coisas invisíveis em coisas materiais.

Bem, eu, me encheria de joias. De pulseiras, colares, brincos, todos cravejados de diamantes, rubis, como as joias inglesas que só se podem apreciar em museus aqui na Terra. 


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Notas finais do capítulo

O ideal, e que Jesus quis disser para aquele ricaço, é que é melhor sermos generosos e fraternos, para ficarmos reencarnando na Terra uns 800 anos no máximo. Pois, quando compartilhamos a riqueza, nossa ONDA ficará cada vez mais vaporosa, ou, brilhante, cheia da luz do amor e da fraternidade. E leves e luminosos, iremos renascer em sociedades perfeitas, felizes, e em cujo lugar se pode ser “milionário” sem esforço algum. Apenas usando a mente para transmutar coisas invisíveis em coisas materiais.



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