Quase um mês escrita por annaoneannatwo


Capítulo 18
Capítulo 18




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Só mais um dia. Só mais amanhã e tudo acaba.

Foi uma semana corrida, a senhora Mitsuki nunca esteve tão ocupada correndo para entregar toda a coleção no prazo estipulado, o que a deixa cansada com certa facilidade, mas ainda assim, sua chefe chamou a responsabilidade para si, e Ochako assistiu com fascínio a senhora Mitsuki usar a máquina de costura com uma destreza assustadora! Ela não chega nem a piscar quando está com uma agulha em mãos, e coube à sua assistente garantir que a chefe fizesse intervalos regulares para não se sobrecarregar. 

Claro, não é só isso. Ochako tem muita roupa para passar, e ao longo dessa semana correu de lá para cá, levando e trazendo peças de vestuário. Ela até aprendeu a fazer mínimos ajustes com agulhas! 

Não chega a ser tão estressante quanto ela achou que poderia ser quando se lembrou do que a última semana de seu trabalho de meio período lhe reservava, ou… não teria sido tão estressante, caso não houvesse um pequeno detalhe. 

Detalhe esse que consiste no fato de que Ochako gosta muito do filho da chefe, e que volta e meia lembranças do fim de semana que eles passaram juntos invadem sua memória, fazendo-a se distrair pelo mínimo dos segundos até que ela volta a focar e busca com todas suas forças tentar não pensar no Bakugou desse jeito. Essa foi a parte mais difícil da semana inteira.

E o pior é que ele não faz a mínima questão de cooperar em nada. Na segunda, Ochako o viu chegar do treino da tarde, e lá estava ele em toda sua glória, sem camisa e jogando água na cara com sua squeeze, uma cena que seria filmada em slow-motion, estivessem eles em algum tipo de comédia romântica adolescente, e talvez tenha sido sem querer, ele não estava tentando provocá-la nem nada… bom, pelo menos não na segunda. Durante o resto da semana, Ochako tem certeza que ele entrou numa missão pessoal de tentar quebrá-la, ver até onde ela consegue aguentar e se agarrar a seus preciosos princípios de não dar vazão ao que sente por ele enquanto for funcionária de sua mãe.

E olha, foi difícil! 

Ele tem sido tão… irresistível! Não só fisicamente, embora seja uma parte em que ele se destaca muito, mas é também a atitude, o comportamento. O Bakugou foi gentil na quarta-feira ajudando-a a passar algumas roupas, ele nem resmungou nem nada, só pegou umas peças e até deu algumas dicas de como tornar o trabalho mais fácil e eficiente com alguns tecidos específicos.

E ontem, antes de ela ir embora, ele a acompanhou até parte do caminho, entregando um bentô e uma garrafa térmica. O jantar que ele preparou pra ela tava delicioso, mas foi o chocolate quente que a pegou de jeito. 

Então sim, Bakugou Katsuki é maravilhoso em todos os aspectos que importam para ela, e Ochako quer matá-lo por isso!

Hoje ela o viu brevemente só na hora em que chegou, ele estava de saída, retirando-se aos berros com a mãe e informando que ia encontrar o Kirishima. Ochako deveria ter ficado aliviada por não tê-lo ali sufocando-a com a magnitude de sua presença, mas a verdade é que ela ficou um pouquinho decepcionada… a presença dele lhe perturba tanto quanto a empolga, e não, isso não faz o menor sentido, ela sabe.

Mas bom… ele não está aqui, Ochako está tão concentrada quanto estaria caso ele estivesse aqui, o que é concentrada o suficiente, mas não totalmente.

E longe dela querer culpar o Bakugou por sua própria distração, ainda mais quando ele não está aqui, mas o fato de sua cabeça não estar totalmente presente no momento é com certeza o fator definitivo para o grande erro que Ochako acaba de cometer.

Ela observa a mancha um pouco abaixo da lapela de um dos blazers, o verde-claro chama atenção, e a forma dos ombros é meio diferente por ser assimétrica, com um lado sendo super estruturado e o outro mais suave, quase parece ser costurado com papel. É um trabalho intrincado, super bem feito e pensado para passarelas, não exatamente para ir à venda imediata em lojas, mas nada disso pode ser percebido, pois tem uma maldita mancha! E Ochako foi a responsável ao passar o ferro de maneira errada, pressionando por mais tempo que deveria quando se distraiu brevemente ao achar que ouviu a voz do Bakugou na entrada. 

Se ela ouviu mesmo? Agora pouco importa, porque tem uma mancha no blazer no qual sua chefe passou boa parte de uma das manhãs trabalhando, literalmente se desdobrando em cima da mesa de costura para conseguir os efeitos que a peça tem, efeitos que ainda são maravilhosos, mas que serão completamente ignorados e descartados assim que perceberem a mancha. A mancha que ela causou.

Assim que viu o que fez, Ochako não quis acreditar no tamanho da besteira que cometeu. Apenas não era possível. Mas quanto mais ela piscava e passava a mão na mancha, menos ela se alterava, ou melhor, em nada ela se alterava, ainda ali estragando o trabalho da chefe. 

A garota examinou o dano de todos os ângulos possíveis, pensando se haveria conserto, e, caso houvesse, se ela seria capaz de executar. E era bem óbvio que não, porque aprender a dar alguns pontos e alinhar bainhas não a torna qualificada para resolver problemas desse tipo. Um erro de uma amadora tonta não pode ser consertado por uma amadora tonta.

A senhora Mitsuki não está, o que lhe dá algum tempo para pensar no que fazer. Isso deveria causar alívio, mas só a deixa mais tensa, pois Ochako só consegue se perguntar quanto tempo levará para a chefe chegar e se decepcionar com ela. A senhora Mitsuki é gentil e paciente, muito mais do que Ochako merece, mas ela tem certeza que um erro desses não será perdoado com um “ah, acontece”.

E não vai ajudar em nada, muito pelo contrário, pois quanto mais nervosa ela fica, pior é, mas Ochako sente lágrimas encherem seus olhos. Por que ela tá chorando? Ela tem que resolver isso! Mas tudo o que passa por sua cabeça é o cenário de tudo de ruim que vai acontecer quando a senhora Mitsuki vir isso. Uma das últimas peças, praticamente no último dia do prazo. E a culpa é toda de sua assistente idiota deslumbrada por seu filho bonito que a deixa com borboletas no estômago.

— Que porra é essa, Uraraka? Você tá chorando?

— O quê? — ela se vira e encontra o Bakugou parado na porta do ateliê, levemente encurvado para tentar ver o rosto dela — B-Bakugou-kun, você já voltou. — Ochako funga e tenta afastar as lágrimas.

— Óbvio, porra. Não tá me vendo aqui? — ele adentra o ateliê — Que foi? Por que você tá chorando?

— Não. — ela se vira para que ele não veja seu rosto, andando em direção à mesa dos fundos para se afastar — Não, eu não tô ch-

— Você é péssima mentirosa. — mas ele não permite, parando em sua frente e bloqueando o caminho — Fala logo o que foi. E nem pensa em falar que não foi nada.

— Bakugou-kun, eu… — ela o olha, o rosto dele ficando um pouco turvo devido às lágrimas — Eu fiz uma besteira enorme! Sua mãe vai ficar furiosa!

— Respira e me fala o que aconteceu. — ele estende a garrafa d'água que tem em mãos em sua direção, Ochako o encara, e ele estende mais uma vez, agora de maneira mais incisiva. 

Ela pega a garrafa e bebe um gole, respirando fundo.

— Aquele blazer ali. — ela aponta — Eu tava passando, e aí acho que segurei  ferro por tempo demais, aí… tá manchado embaixo da lapela.

Ele olha pro blazer e examina o estrago. Ochako já se prepara para o questionamento acusatório de o que ela estava fazendo para deixar que isso acontecesse, e a garota nem sabe se o pior é a mancha em si, ou o fato de que ela foi causada por uma distração envolvendo ele. 

Depois de alguns segundos inspecionando a mancha, ele retorce o lábio e a encara.

— Vai lá na cozinha e coloca uma colher de vinagre pra ferver.

— Vinagre? Mas não vai pio-

— Mistura com uma colher pequena de chá. Vai lá.

Um pouco relutante, Ochako faz o que ele diz, voltando alguns minutos depois com a chaleira em mãos. O Bakugou já está munido de um chumaço de algodão, e o embebe no vinagre fervente, rapidamente aplicando-o na mancha com uma delicadeza raríssima para ele.

— Eu já ouvi falar que isso estraga o tecido. — ela murmura.

— Se fosse seda, ia dar uma enrugada. Mas é de chiffon, que é um pouco mais firme. — ele joga o algodão na chaleira — Agora é só esperar secar. — ele respira fundo e desliza para se sentar no chão, ao lado da mesa.

— Tomara que dê certo. — Ochako se ajoelha de frente pra ele, não sabendo bem porque eles estão sentados no chão, mas optando por não questioná-lo depois de ele ter oferecido uma solução. Ela pode não saber se vai dar certo, mas é bem mais do que ela conseguiu fazer em meio ao desespero.

— Vai dar. Eu já fiz isso antes e resolveu. Então para de chorar. — ele rosna, rapidamente levando o dedão ao rosto dela e afastando a lágrima. 

— S-sério? — ela se espanta, surpresa em saber que o Bakugou já cometeu um engano parecido e tentando não pensar no toque dele em seu rosto.

— O velho que me ensinou esse truque. — ele apoia a mão na mesa — Eu também não queria a velha berrando comigo, mas o velho me pediu pra contar a verdade porque era melhor, mesmo depois da mancha ter sumido.

— Ela ficou muito brava?

— Não. 

— Não muito?

— Ela não falou nada. Só riu e falou que ela que ensinou esse truque pro velho.

— Ah… que… que adorável. — ela se admira.

— É, não precisa ter todo esse medo. Se a velha não brigou comigo, ela não ia brigar com você, de quem ela gosta muito mais.

— Isso não é verdade, Bakugou-kun. — ela diz, séria — Sua mãe te ama.

— Avisa isso pra ela, porque acho que ela não sabe. — ele resmunga.

— Ela tá sempre me perguntando se você tá bem, se tá curtindo suas férias. Ela… fica muito feliz por a gente ter virado… amigo. E… ela só quer que você seja feliz, de verdade. — ele desvia o olhar, mas ela pega no rosto dele, segurando a bochecha para que ela o olhe — Eu posso não entender nada de consertar roupas, mas entendo de mães amorosas, confia em mim.

Ele balança a cabeça e dá um sorriso escarnecido, como se não botasse fé no que ela diz.

— Já secou. — ele diz baixinho, olhando pro blazer.

Ochako se levanta e vê que a mancha não está mais lá, como se nunca nem tivesse estado.

— Nossa! — ela arregala os olhos e olha pra ele — É como mágica, Bakugou-kun! Que incrível!

— Que mané mágica, é química, Uraraka. Você não presta atenção na aula, não?

— Mas ainda assim, isso é demais! Muito obrigada, Bakugou-kun! — ela se ajoelha de novo e leva as mãos aos ombros dele, sorrindo — Você me salvou! Você é incrível!

— Tsk, quer parar? Não foi nada d-

E antes que ele possa tentar tirar o crédito de sua ação, Ochako se inclina e pressiona seus lábios contra os dele.

 

***

Ela tá beijando ele.

Katsuki sente as palmas das mãos dela em seus ombros, dois dedos puxando um pouco o tecido de sua regata. Ela tem cheiro de pêssego e sua boca é macia, dá pra sentir mesmo com a Uraraka pressionando seus lábios contra os dele de maneira desajeitada, levemente relutante.

Tsk, de novo. De novo é ela tomando a iniciativa, assim como fez na escadaria no festival. Katsuki ergue a mão para segurar o braço dela e tentar tomar um pouco do controle da situação, mas antes que possa, ela se afasta.

Uraraka segue olhando-o com gratidão e admiração, os dedos dela tocando a base de seu pescoço suavemente. 

Ele a encara, tentando recuperar sua voz perdida em algum lugar no fundo de sua garganta, presa sem conseguir expressar o turbilhão de emoções tomando conta dele.

E então a expressão doce dela se transforma em uma de pavor, e ela o solta de repente.

— Ah não! — ela traz as mãos às bochechas — Não! O que eu fiz? O que eu… B-Bakugou-kun, me desculpa! Eu não- — ela se move para se levantar.

— Uraraka. — ele segura o pulso dela, impedindo-a — Você tá flutuando, sua tonta. Libera sua individualidade.

— Oh… oh, é mesmo! Eu… — ela junta as pontas dos dedos, e seu corpo para de subir lentamente — Pronto. Obrigada, Bakugou-kun. E… desculpa de novo.

— Idiota. Eu não disse antes que você tem que querer bem mais de mim? 

Dessa vez é ele que se aproxima e a beija. Nada do encontro desastroso de bocas de antes, Katsuki a beija com a intenção certa, segurando-a pelo queixo e moldando seus lábios contra os dela.

Uraraka parece surpresa, mantendo-se rígida por um segundo, mas para seu alívio, logo se derrete e suspira por entre o beijo, trazendo a cabeça mais para frente e deixando que ele leve a língua dentro de sua boca.

Katsuki desliza as mãos para a cintura dela, segurando-a firme. A posição não deve ser das mais confortáveis pra ela, ajoelhada desse jeito, então ele inclina a perna por entre as dela para que Uraraka possa se apoiar em sua coxa. 

Uma parte em sua cabeça está lhe alertando que isso tá indo rápido demais e sendo intenso demais pra um primeiro beijo (ou mesmo segundo, se for parar pra pensar bem), mas Katsuki mostraria o dedo do meio pra essa parte se suas mãos não estivessem ocupadas em enlaçar essa garota pela cintura e trazê-la pra mais perto quando ela o envolve pelo pescoço. É um pouco menos desajeitado que o beijo que eles trocaram antes, mas ainda carrega um certo nervosismo misturado a um desejo reprimido por semanas, engarrafado e contido de tal jeito que só poderia explodir assim quando finalmente acontece. Katsuki a aperta contra si, sentindo o ar começar a faltar quando a língua dela massageia a sua, mas se recusando a se separar dela agora. 

É doido pra caralho como isso consegue ser bom do jeito exato que ele esperava que fosse e, ainda assim, muito melhor do que ele poderia ter imaginado.

— Oooi, voltei! — a voz da velha o deixa mais irritado que o normal, por motivos óbvios, mas Katsuki tem que agradecer por ela falar tão alto, pois o alerta de que ela ainda está na entrada e que dá tempo para os dois se separarem num pulo.

Uraraka ajeita o rabinho de cavalo e bate nas bochechas algumas vezes, o que lhe parece uma péssima ideia, pois só vai deixá-las ainda mais vermelhas. Mas Katsuki não pode falar muito, rapidamente ajeitando a regata que ela puxou e limpando a boca com as costas da mão, sendo que ela bem tava usando batom nem nada. Ele limpa mesmo assim, sentindo que a velha conseguiria detectar o que rolou caso Katsuki não tentasse sumir com qualquer vestígio do beijo.

— Bem-vinda de volta. — surpreendentemente já recomposta, Uraraka cumprimenta quando a velha entra no ateliê.

— Ah, você já terminou de passar?

— Sim! E hã… senhora Mitsuki, eu tenho uma coisa pra falar pra senhora. — ela aperta as mãos uma contra a outra, e Katsuki a observa com atenção.

Ela vai…? Não, não é possível! Quer dizer, é possível sim. Uraraka tem uma capacidade maluca de sempre fazer e dizer o oposto do que ele espera, então não é de se admirar caso ela tenha decidido falar “eu tava com a língua do seu filho enfiada na minha goela uns segundinhos atrás” ou algo assim. Mesmo que ela tenha feito o possível pra adiar esse beijo, pra se conter e não prejudicar o trabalho, pra não foder com tudo… como eles acabaram de fazer.

— Pode falar, o que foi?

— Eu… — ela olha rapidamente pra ele — Eu… queimei aquele blazer verde, bem na lapela.

Ah. Então é isso.

— Oh… sério? — a velha olha pro manequim.

— Sim, mas… o Bakugou-kun me ajudou a tirar a mancha, ele conhecia um truque e… a mancha saiu. Mesmo assim, eu sinto muito por isso, me distraí e cometi um erro grave. Sinta-se livre para descontar do meu salário. — ela se curva solenemente.

A velha inspeciona o blazer, depois estreita os olhos pra observá-lo e então se aproxima da Uraraka com uma expressão indecifrável. Tsk, não é possível que ela vai mesmo brigar com a Cara de Lua por causa de uma manchinha de nada que até já saiu, ela nem ficaria sabendo do que aconteceu se a Uraraka não tivesse contado! 

— Aí, vel-

— Se eu fosse descontar do seu salário, você ficaria sem receber, Ochako-chan.

— Hum? — ela ergue a cabeça levemente.

— Não se preocupe com isso, ok? — ela leva a mão ao queixo dela e a faz se levantar por completo — Você sabe que eu nem teria noção disso se você não tivesse resolvido contar, não sabe?

— Bom, sim, mas… eu tinha que ser honesta.

— Sim. Fico muito feliz por você ser honesta comigo. — ela sorri e se afasta — Obrigada pelo trabalho de hoje, já pode ir. Venha amanhã à tarde receber seu pagamento, ok?

— Eu… sim, senhora Mitsuki. — ela se curva de novo — Eu… eu já vou indo. Muito obrigada. — Uraraka dá as costas e caminha para fora do ateliê — Ah.. tchau, Bakugou-kun. — e dá um aceno e um sorriso fracos antes de sair.

— Nossa, achei que ela ia ficar aliviada por eu não ter ficado brava, mas parece que ela ficou triste, não foi? — ela olha pro blazer — Fora que essa peça nem é das mais importantes pra ela agir assim.

Katsuki segura a vontade de dar um longo e exasperado suspiro, sabendo muito bem que essa reação dela não tem nada a ver com o blazer.

— Ela é estranha assim mesmo. — ele dá de ombros e se retira sem olhar na cara da velha, sentindo que ela vai sacar tudo assim que puser os olhos nos dele.

Katsuki também é um pouco estranho por entender o que a Uraraka tá sentindo nesse momento.














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Notas finais do capítulo

E VEIO AÍ huahsuhaushus

A cena dele ajudando ela a resolver um perrengue no trabalho tava na minha cabeça desde os primeiros capítulos, eu só não sabia quando encaixar, queria que fosse um momento em que eles compartilhassem um pouco de vulnerabilidade e se aproximassem, mas... com o andamento da história, o único desdobramento possível tinha que ser o beijo, e taí huahushauhs

Minhas férias acabaram, e eu queria muito arranjar um tempo pra escrever. Vou fazer o possível pra que isso aconteça, agosto será outro mês infernal na minha vida (eu tô estudando pra passar em concurso, por favor torçam por mim!), mas faltam só dois capítulos (isso, você leu certo e esse é o antepenúltimo capítulo) e eu quero fechar essa fic logo, então... não prometo que vai sair logo, mas vou fazer o possível pra conseguir!

Obrigada por ler, espero que esteja curtindo!



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