Quase um mês escrita por annaoneannatwo


Capítulo 17
Capítulo 17




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— Já vou. — ele diz sem olhá-la diretamente.

— Ok. Te vejo amanhã. — Ochako sorri de maneira tímida, com a certeza de que deveria dizer mais alguma coisa, mas não sabendo o quê, exatamente.

O clima entre eles não está tão esquisito quanto poderia estar depois de ela acordar nos braços dele de manhã, mas ainda assim, nenhum dos dois tá sabendo como agir. 

Na prática, não foi nada demais mesmo, eles estavam conversando e vendo um filme qualquer, ele cochilou e apoiou a cabeça no ombro dela. Ochako planejava deixá-lo dormir por um tempinho caso ele não acordasse por si mesmo depois de um tempo, mas… ela acabou dormindo também, e acordando só de manhã, aninhada contra o peitoral dele e sentindo um cheiro já distante de colônia masculina. Ela deveria ter se assustado, mas apenas se espreguiçou e se soltou lentamente dele, acordando-o de maneira suave.

E ele… ah, ele resmungou alguma coisa e apertou o braço dela com um pouquinho mais de força até abrir os olhos e olhá-la, dando-se conta do que aconteceu e corando logo depois. Tão fofo! Ochako queria abraçá-lo, mas se conteve, deslizando para fora do sofá e tentando agir como se não fosse nada demais, até porque não foi. Eles dormiram juntos da maneira mais inocente possível, só isso.

Mesmo assim, ainda levou um tempo até que ele soltasse o primeiro comentário mais típico dele, perguntando se ela não ia malhar hoje e ficar de preguiça só porque era domingo, Ochako rebateu dizendo que o preguiçoso era ele, por acordar tão tarde quando está tão acostumado a madrugar, e logo eles estavam trocando suas farpas de um jeito que só eles conseguem. 

Ele fez o café da manhã, e eles comeram juntos, tudo estava ordinariamente normal, até que ele disse que ia embora. Agora estão os dois parados no portão da frente da U.A., olhando-se como se estivesse faltando alguma coisa.

— Eu… vou falar pra velha que dormi na casa do Kirishima. Já até mandei mensagem pra ele, ele vai me cobrir se ela perguntar alguma coisa.

— Ah, ok. — ela responde sem saber porque ele tá falando isso, mas logo entende: o Bakugou está tentando tranquilizá-la. Ochako disse a ele que se preocupava muito em como os pais dele veriam essa… aproximação, e bom… ele deixando de ir dormir em casa para passar a noite com ela não é exatamente algo que seria bom eles saberem — Obrigada.

Ele acena com a cabeça e dá as costas para se retirar, Ochako também já se move para voltar para dentro, resistindo à vontade de olhar para trás e checar se ele está olhando. Ugh… qual o problema dela? Ela sabe que está tudo bem entre eles, ou tão bem quanto pode ficar enquanto eles não puderem ser mais claros sobre seus sentimentos por ela ser funcionária da mãe dele, Ochako disse isso, e o Bakugou entendeu. Ponto. Não tem mais nada que eles possam fazer por agora.

— Uraraka.

— Hum? — ela se vira tão rápido que quase fica tonta.

— Sua mousse de caqui. Tava bom.

— Ah… ah, você experimentou?

— Comi um pouco quando tava fazendo o café. Tava bom, até.

— “Até”. — ela engrossa a voz para imitar o tom dele e dá uma risadinha — Eu não sou assim um desastre tão grande na cozinha, vai.

— Não, tão grande não. — ele abre um sorriso debochado.

— É, né? Eu tenho que me virar sozinha quase todo dia. — ela dá de ombros.

— Você tá tentando fazer drama pra eu vir pra cá fazer janta pra você?

— Você viria? — o tom dela é de descrença, mas no fundo tem um pouquinho de expectativa, e ele também parece saber disso.

— Você tá ficando muito mal acostumada, dormindo em cima de mim, querendo que eu cozinhe toda hora, que folga é essa, Cara de Lua?

— Ei, foi você que dormiu em cima de mim primeiro! Bom… pelo menos ontem à noite, foi.

— Mas ainda assim, tá ficando mimada pra caralho.

— Bom, foi só por hoje mesmo. Amanhã tudo volta ao normal. — ela ergue as mãos, como se estivesse se rendendo.

— Não precisa ser assim. — ele se aproxima — É só você fal-

— Precisa, sim. E você sabe.

— Tsk. Como você é teimosa! — ele se afasta novamente — Nada de corpo mole, vai treinar.

— Você também! — ela acena quando ele se retira de vez, sentindo seu coração apertar.

Uma semana. Só uma semana.

 

—-

 

“A sorte de vocês é que o babado foi fortíssimo, pelo que eu fiquei sabendo. Só assim pra eu sacrificar meu passeio de barco pra ouvir as bonitas.” a Mina diz, ajeitando-se em frente à câmera “Vai, pode ir contando tudo! Você primeiro, Jirou!”

“Você já não ouviu tudo pelo Kaminari?”

“Ai, mas menino não sabe contar essas coisas, ainda mais ele!”

“É, ele é meio tonto mesmo.”

“E você passou a noite de sábado todinha beijando o tal tonto.”

“Kyoukaaaa, vocês se beijaram?” a Tooru pergunta empolgadamente.

“Ugh, eu vou matar ele!”

“Uhum, mas só depois de dar mais uns beijinhos, né?” a Mina provoca “E aí? Ele beija bem?”

“Até parece que eu vou entrar em detalhes sobre isso.”

“Por que não? Não me diz que foi ruim!”

“Eu não disse isso!” ela esbraveja, seu rosto ficando vermelho como um pimentão, é possível ver a vergonha dela mesmo que a garota de cabelos roxos esteja quase na meia luz de seu quarto.

“Eu fiquei um pouquinho preocupada em saber que vocês iam embora sozinhos, Kyouka-chan, não vou mentir. Mas que bom que ficou tudo bem.” Ochako sorri para tentar apaziguar os ânimos.

“Preocupada por mim? Ou por ele?” ela ergue uma sobrancelha.

“Pelos dois. Vocês pareciam tão sem jeito quando se despediram.”

“Ah… é. É que é meio esquisito, e acho que vai levar um tempo pra eu me acostumar, pra gente se acostumar, sabe? Tipo… agora é ‘a gente’.”

“Sim, eu imagino.”

“Ah, eu sei que você imagina.” a Mina diz com um tom de malícia “Não vai achando que vai escapar se ficar quietinha, Ochako.”

“Nunca achei isso.” ela balança a cabeça.

“Eu preciso falar, Ocha, não achei que o negócio era assim tão sério entre vocês. Tipo, eu tirei sarro lá na praia e tal, mas achei que era só ele babando por você, não sabia que era recíproco e que vocês tavam mesmo… sabe.”

“É que a gente não tá.”

“Aham.” as três meninas dizem em uníssono.

“É sério, não aconteceu nada demais, gente.”

“Vocês viram os fogos juntos, só os dois, longe de todo mundo, e não deram nem um beijinho?” a Kyouka pergunta em descrença.

“Não.”

“E depois que vocês foram embora juntos, ribbit?”

Ochako dá um gritinho de susto.

“Quando você entrou na call, Tsu-chan?”

“Agora há pouco, ribbit.”

“Você tava ocupada demais mentindo na nossa cara pra perceber.” a Kyouka diz debochadamente “Vocês foram embora juntos, mas o Midoriya tava também, né?”

“Mas o Bakugou-chan acompanhou a Ochako-chan, ele não foi embora com o Midoriya, ribbit.”

“C-como você sabe disso, Tsu-chan?” Ochako arregala os olhos.

“Não sei como ela sabe, mas você sabe que acabou de confirmar com essa reação aí, né?” a Mina aponta com um sorriso zombeteiro.

“Eu só presumi que fosse isso pela mensagem que o Midoriya deixou no nosso grupo, ele disse que chegou sem problemas em casa, eu perguntei de você porque você não mandou nada, e ele disse que ia perguntar pro Bakugou-chan.”

“Ah, eu… eu não abri nosso grupo depois que voltei, só vi sua mensagem hoje cedo, Tsu-chan.” 

“É, pelo jeito o Bakugou-chan também, ribbit. O Midoriya só foi me falar que você tinha chegado bem hoje de manhã.”

Elas ficam em silêncio por alguns segundos, todas provavelmente chegando à mesma conclusão.

“N-não… não é o que vocês tão pensando, de verdade. Ele…” ela suspira “...ele dormiu aqui, mas… foi só isso. Nem um beijinho, eu juro.”

“Ok, mas-”

“E eu odeio isso!” Ochako fecha os punhos contra a escrivaninha, finalmente dando voz a seus pensamentos.

“Ah é? Por quê?” a Mina pergunta com interesse.

“Porque… porque… eu gosto… dele. Muito.” ela admite com o rosto fervendo de vergonha “E ele gosta de mim, bastante também.”
“É, disso a gente sabe. Tava literalmente na cara dele aquele dia na praia.” a Kyouka comenta.

“Então qual é o problema, Ochako-chan?” a Tooru pergunta.

“Será que o Bakugou é tímido?” a Kyouka questiona.

“É difícil de imaginar, ribbit.”

“Eu duvido muito, mas pelo que o Kirishima já me falou e pelo que eu conheço do figura, ele não leva o menor jeito pra essas coisas. Se a Ochako não berrar na cara dele que quer um chamego, ele não vai fazer nada.” a Mina analisa.

“Eu não diria que é bem por aí… ele… com certeza tem dificuldade em expressar os sentimentos, não que eu possa falar muita coisa também. O que a gente fez na hora dos fogos foi basicamente só conversar sobre isso, na verdade. E bom… a gente se entendeu nessa parte, então não é bem esse o problema.”

“Então qual é?”

“A mãe dele.” a Mina responde por ela.

“QUÊ? Você já conheceu ela, Ochako-chan? Ela não gostou de você?” a Tooru pergunta em tom lamentoso.

“Não! Muito pelo contrário! Ela gostou muito de mim, ela é muito legal, e ela é… minha chefe.”

“Ah… ah é, você tá com um trabalho de meio período na casa dela.” a garota invisível se lembra “Ué, então qual é o problema, que eu ainda não entendi?”

“Ela é minha chefe! A mãe dele é minha chefe, que trabalha em casa, pra onde eu vou todo dia.”

Silêncio por mais alguns segundos.

“Eu ainda não entendi qual o problema. Será que tô sendo burra?”

“O problema é que a linha entre ambiente profissional e pessoal está um tanto tênue.” o tom de voz é inconfundível, e todas se surpreendem ao ver quem entrou na chamada.

“Yaomomo! Você não tava dormindo?”

“Irei pegar o voo de volta para o Japão em algumas horas, evitei dormir para não ter jet lag.” ela explica.

“Sorte sua que você tem essa história de novela pra acompanhar e te manter entretida pra não dormir.” a Mina comenta.

“De fato, é um dilema que com certeza me faz refletir a ponto de ficar inquieta.”

“Eu de verdade não sei porque é um dilema assim tão grande, gente.” a Tooru decide “Tipo, a Ochako-chan não foi trabalhar lá com a intenção de ficar com o Bakugou-kun, foi?”

“Não, com certeza não.” Ochako se apressa em negar.

“Ué, então! Só aconteceu de vocês ficarem a fim do outro, qual o problema?”

“Hagakure-san, imagine que, ao invés de ser um trabalho na casa da família Bakugou, a senhora Bakugou tivesse um ateliê em um centro comercial, cheio de pessoas trabalhando o dia todo, e a Uraraka-san fosse uma dessas funcionárias. O Bakugou-kun não é funcionário, mas aparece no escritório da mãe ocasionalmente.”

“Tá, imaginei.”

“Agora imagine se o Bakugou-kun e a Uraraka-san tivessem encontros amorosos nesse espaço.”

“Nossa, Yaomomo!” a Kyouka arregala os olhos.

“Parece uma fanfic.” a Mina dá uma risadinha.

“Sim, e também parece inapropriado, não?” ela aponta incisivamente “Ela pode não estar em um escritório propriamente dito, mas ainda é um local de trabalho.”

“Que… que fique bem claro que eu e o Bakugou-kun não tivemos nenhum ‘encontro amoroso’ na casa dele também.” Ochako diz, querendo abrir um buraco no chão e se esconder de tanta vergonha, mas ao mesmo tempo, desejando agradecer à Yaomomo por explicar a questão de maneira tão didática. Ouvindo assim, ela compreende ainda melhor a dimensão do problema, mesmo que já estivesse beeeeem ciente dele “E sim. É bem o que a Yaoyorozu-san falou. Eu… eu expliquei meio que isso pro Bakugou-kun, ele entendeu e sabe que a gente não pode… não pode demonstrar que se gosta. E… eu fico muito feliz por ele entender, mas… ao mesmo tempo… odeio que seja assim.”

“Porque você tá doida pra dar uns beijinhos nele.” a Mina conclui.

“Eu… sim.” mesmo sabendo que é vergonhoso, Ochako admite.

“Bom, eu acho que você tomou a atitude correta. Tanto você quanto o Bakugou-kun estão sendo maduros e responsáveis.” a Yaoyorozu diz.

“Mas é bem sem graça, né?” a Tooru provavelmente faz um biquinho ao compreender a situação.

E sim, Ochako concorda com ambas as amigas.

 

***

 

— Ué, lembrou o rumo de casa? — a velha diz isso ao invés de um normal “bem vindo de volta” quando Katsuki bota o pé pra dentro de casa.

— Não me enche. — ele murmura, tirando os sapatos e já se direcionando à escada para ir pro quarto.

— Mande meus agradecimentos ao Kirishima e à família dele por deixar você dormir lá.

— Tá, tá. — Katsuki responde desinteressadamente, um pouco mais tranquilo em saber que a velha nem desconfia de onde ele realmente passou a noite e só foi presumindo que foi na casa do Kirishima mesmo sem ele ter dito nada, com certeza lhe poupa um pouco da encheção de saco de ter que ficar mentindo.

— E aí, como foi ontem?

— Normal. — ele queria dizer que foi “uma merda” porque seria a resposta que ela espera, mas Katsuki não só não tá afim de mentir como provavelmente nem consegue. Não foi uma merda, longe disso.

— Só isso? Normal?

— É, queria o quê? Eu só fui pra você não ficar no meu pé!

— Para de mentira, garoto! Você decidiu sozinho que queria ir e agora fica com essa conversa! Eu nem falei nada!

— Mas tá falando agora! Eu não disse pra não me encher? — ele sobe as escadas, batendo o pé com mais força do que o necessário.

— E a Ochako-chan?

Ele para de andar, virando-se pra olhá-la.

— O que tem ela?

— Você viu ela lá? Sabe se ela se divertiu?

— Pra quê você quer saber?

— Porque ela é minha funcionária e eu gosto dela, acho ela uma boa menina que se esforça muito, até demais, então espero que ela se divirta com gente da mesma idade de vez em quando.

— Hum.

— Vale o mesmo pra você, por sinal. — ela cruza os braços — Você pode até achar que não, mas eu me importo com você.

— Tsk, não perguntei nada. — ele dá as costas — E você pode perguntar pra ela amanhã, mas ela se divertiu, eu tenho certeza. — e sobe as escadas em direção ao corredor.

— Oi, filho. Bem vindo de volta. — o velho abre a porta de seu ateliê assim que o ouve passar.

— Deixei seu yukata lá na… lá na casa do Kirishima. — ele quase diz “U. A.”, mas se lembra rapidamente — Trago de volta antes das férias acabarem.

— Sem problemas, filho. Deu tudo certo?

— Deu. — a Uraraka disse que o yukata tinha ficado bem nele, então significa que deu certo, até onde Katsuki se importa.

— Que bom. — ele sorri.

— Você também vai me encher de pergunta?

— Hã? Ah… eu ouvi você falando com sua mãe, é impossível não ouvir. — ele dá uma risadinha sem jeito — Fico feliz que você tenha se divertido.

— Eu não disse isso.

— Haha, foi o que eu entendi. — algo na expressão dele o lembra do Deku, por algum motivo. Como se ele fosse capaz de entender aquilo que Katsuki não disse com todas as letras.

— Que seja. — mas ele decide não pensar muito a fundo nisso, dando as costas para ir para o quarto.

— Katsuki.

— Que é?

— Você sabe que, se tiver algo para dizer, pode me falar, né?

— Hã?  — ele se vira pra olhá-lo.

— Eu entendo que você e sua mãe têm dificuldade para se entenderem, eu… acho que eu era assim na sua idade também, bom… eu tinha mais problemas pra me entender com meu pai, mas sempre conversava com minha mãe quando estava com problemas ou dúvidas. Então… se for esse o caso, você sabe que tem a mim, não sabe?

Ele sabe. Pior que ele sabe muito bem.

Mas até onde Katsuki entende, quem realmente se incomodaria com a questão de ter o filho de olho na funcionária de meio-período é o velho, não a velha. Foi ele que chamou a atenção da velha por ela ter ficado amiguinha da Uraraka rápido demais e sugeriu que eles mantivessem o profissionalismo. A velha nem parecia ter se preocupado com isso antes, ela é chata, mas não é tão certinha quanto o velho.

Então não, Katsuki não pode falar com ele, por mais que queira. O loiro normalmente não sente essa necessidade de falar sobre as coisas, os problemas dele são só dele pra resolver, no fim das contas. Mas vez ou outra rola alguma coisa que o faz querer falar, algo que pressiona seu peito como se estivesse cheio e prestes a explodir, tal qual Katsuki tá se sentindo desde ontem à noite, quando a Uraraka disse que o queria por perto, e ele precisou juntar toda a força acumulada em seu corpo e mente pra não beijá-la até ficar sem ar. 

Não só porque é o que ela acha certo, mas também porque no fundo, ele ficou com algo na cabeça, aquilo que ela disse sobre os pais dela namorarem em segredo quando eram mais novos. A princípio, ele achou uma tremenda de uma idiotice, mas agora meio que dá pra entender. Katsuki quis estrangular o Fita Crepe por todas as merdas engraçadinhas que disse quando ele voltou com a Uraraka, e realmente tem coisas que são boas demais pra ficar dividindo com quem não entende nada. O velho dele não faria comentários bestas igual o Fita Crepe, mas também não entenderia.

Então por agora, é melhor ficar quieto. Daqui a uma semana ele e a Uraraka se resolvem sobre o que vão fazer com a patroa dela e o marido que se preocupa demais.

Mas eles vão resolver isso depois de se beijarem, com certeza.


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Notas finais do capítulo

Oioi!

Trago mais um capítulo que não progride a história em nada, mas é o último, prometo. Não quero criar expectativa, pois diz um sábio ditado que a expectativa é a mãe da decepção, mas... tô animada pro que vai rolar no próximo capítulo hauhsuhus

Obrigada por ler, espero que esteja curtindo!



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