Retornos & Reencontros escrita por AutoProclamada Rainha Nortenha


Capítulo 5
Capitulo 5


Notas iniciais do capítulo

Eu to bem confusa com esse capitulo, eu acho que ele cabe como +16 tranquilo, mas queria a opinião de vocês. Qualquer coisa eu mudo para +18.
Ou seja: Vai ter putaria, sim, gente. Se vocês não gostam disso (o que imagino que não é caso, né? Afinal é Game fo Thrones), amanhã já sai capitulo novo. Mas garanto que ta bem amorzinho e cute cute.



Arya se esgueiro pelos corredores até o quarto onde Gendry estava passando as noites desde sua chegada. Já fazia quase um mês desde que ele havia mandado a carta para Sansa e a irmã havia lhe avisado que partiria de Porto Real assim que pudesse deixar Jon por conta própria no trono. Na carta Sansa contava como era dificil deixar Jon e mais principalmente Rhealla. Jon pelo fato do irmão nao saber lidar com os conselheiros e a politicagem e Rhealla por ser a pessoa mais preciosa daquele lugar.

Ela escreveu quase uma página inteira a mais só sobre Rhealla. Não era dificil perceber que Sansa tinha uma ligação profunda com a princesinha, aquilo era bom, ao menos a garotinha nunca sentiria falta da mãe. Isso fazia Arya questionar a sua própria decisão de partir.

A filha do meio dos Starks fora uma loba desde seu primeiro dia de vida, era claro que ela amava os pais e os irmãos, mas nunca desejara e nem imaginara uma vida por de trás dos muros de uma fortaleza. Bran era parecido antes de cair do topo da torre.

Arya não podia ficar parada e um bebê não poderia seguir com ela pelo mundo e pelas estradas, ainda mais matando. Isso não era uma coisa de uma boa mãe, estava fazendo isso por seu filho e não si ou menos era disso que tentava se convencer.

— Recebeu uma resposta de Sansa? — Gendry perguntou aquilo que ele já sabia, isso porque ele mesmo havia lhe entregado a carta da mão do rei.

— Ela vai vir nos próximos meses — respondeu, ainda parada na porta. O homem estava sem a camiseta naquele momento e não havia nada que ela gostasse mais — Eu não tenho dormido bem.

Ele a encarou. Os olhos azuis como pontos de luz em meio a escuridão, as grossas sobrancelhas negras quase unidas no meio da testa, como se perguntasse o que ela queria dizer com aquilo, mas Arya entrou no quarto sem qualquer cerimonia.

— Posso dormir com você? — ela se aproximou, parando logo em frente a ele, mas sem toca-lo.

— Eu não sei o que poderia fazer — ele respondeu, a proximidade fazia seu corpo tremer e os pelos arrepiarem. Ele queria segura-la, mas não ia ceder a tentação.

— Ele fica mais calmo quando você está por perto — ela deu mais um passo a frente — Eu também. Acho que ele sente a sua falta. — ela já estava com o rosto muito proximo ao dele.

— E você também? — era uma pergunta, mas ele não precisava de uma resposta para aquilo, ao menos nao quando a jovem apoiou as duas mãos no peito dele e lhe beijou os lábios, primeiro de forma casta e delicada, mas logo as linguas se encontraram no caminho e as mãos que estavam espalmadas no torso nu subiram para o pescoço.

Gendry não quis pensar. Apenas envolveu a cintura pequena em seus braços, erguendo o corpo da assassina, ela envolveu a dele com as pernas fortes em resposta, os dois estavam envolvidos demais para pensar em qualquer outra coisa.

O homem se ajoelho em frente a cama, sentando a mais jovem que não tinha qualquer desejo de se afastar dele, mantendo os lábios juntos.

— Eu senti tanto sua falta — ele falou, havia esquecido o seu orgulho, nada mais importava do que a sua amada ali, a sua frente — Eu te amo — ele disse enquanto beijava os lábios e então o pescoço de Arya que suspirou ao contato.

As mãos dele invadiram a camisa da mais nova, tocando a pele nua e quente por baixo dela e foi então que ele tocou a barriga inchada e se lembrou porque eles não deveriam fazer o que estavam prestes a fazer. Ele se afastou dela de repente e então sentou ao lado, o rostinho de Arya pareceu decepcionado, mas não havia nada que ele pudesse fazer.

— Eu não quero prejudica-lo — ele disse, antes de beijar os lábios de forma casta.

Arya se sentou em seu colo, sabia que não estava sendo fácil para Gendry se parar daquela forma. A mulher voltou a beijar o senhor da tempestade de forma selvagem, sentindo as mãos dele sob o tecido grosso mais uma vez, dessa vez não iam parar.

A assassina logo se livrou da camisa. O torso completamente nu com a barriga exposta — Não se preocupe, Gendry! — ela respondeu deitando o corpo dele sobre as palhas da cama.

— Agora você é como a mulher de vermelho? — ele perguntou em forma de piada, o nariz roçando contra o dele, os lábios próximos demais.

— Péssimo timing — ela respondeu, sentindo os dedos dele invadirem as calças que ela usava, procurando pelas cordas que a prendiam a sua cintura — Eu não sou a mulher vermelha.

Ela se levantou novamente, desatando por conta própria as calças, mas foi Gendry quem as puxou para baixo, apoiando as mãos nas coxas nuas antes de virar-se sobre ela na cama e terminando de deixa-la completamente nua. Ele perdeu um longo tempo admirando a figura sob ele, o corpo pequeno pouco alterado pela gravidez.

— Você é a mulher mais linda que eu já vi — ele disse calmamente, antes de voltar a se deitar parciamente sobre ela, beijando os lábios, os seios e a barriga, acariciando as pernas nuas até alcançar o top delas.

Arya suspirou em suas mãos, a base das costas arqueada em reação. Os lábios voltando a se encontrar enquanto o corpo se contorcia em prazer. Nenhuma dos dois saberia precisar quanto tempo os dedos do lorde a exploraram com todo o carinho do mundo, enquanto os lábios roçavam a pele macia do corpo nu e pálido da assassina.

Em algum momento ele simplesmente se deitou ao lado dela, envolvendo o corpo dela com os braços, os dois estavam tão suados como nuncam, refletindo o brilho das velas. Arya se aninhou ao peito dele, deitando a cabeça sobre o peito e ouvindo o coração batendo com força ao encontro dela.

Arya estava satisfeita e cansada, as mãos apoiadas na base da barriga torneada, acaricando o cós ainda apertado da calça. Brincando com os laços finos que a mantinham no lugar, alivindo o aperto entre a cintura. Ele beijou a cabeça de cabelos bagunçados, acariciando-os com carinho, enquanto a mão treinada para matar pessoas invadia a calça de tecido grosso indo de encontro ao desejo do homem em seu braços.

Ele suspirou e arqueou as costas, como a própria Arya fizera apenas alguns momentos antes. Gendry tinha a cabeça virada para o rosto de sua amada, encarando-a diretamente nos olhos, enquanto sentia a mão dela o estimular devagar.

Os dedos dele ainda enrolados nos cabelos castanhos, puxando de leve até que sua testa estivesse com a dela mais uma vez. Ele queria ouvir ela dizer que o amava e que o desejava, mas ela apenas fechou os olhos e lhe beijou a boca mais uma vez, antes de descer os lábios pelo pescoço grosso e pelo peito nu até chegar ao lado limite das calças.

— Arya — ele sufocou em meio ao gemido, quando seu corpo relaxou ao toque da mulher.

Gendry a puxou para cima pelos braços, beijando os lábios com carinho antes de ajeita-la em seu peito para dormir, ainda muito cansada e suada de tudo que haviam feito naquela noite. Ela adormeceu em seus braços como se não tivesse qualquer tipo de perturbação. O senhor da tempestade beijou-lhe o topo da cabeça, sentindo até mesmo sua criança se ajeitar na barriga da mãe, até que ele mesmo adormeceu satisfeito.



Notas finais do capítulo

O que vocês acharam do capitulo de ontem? Eu ainda to meio sofrendo porque achei muito ruim para um penultimo no começo, mas agora já to começando a aceitar que ele pode não ter TÃO terrivel assim. Apesar de 2 cenas praticamente destruirem o episódio para mim.



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