I Will Never Give Up On You escrita por JTLYNCH


Capítulo 55
O Dia Que Minha Vida Mudou


Notas iniciais do capítulo

OI GENTE!!! TUDO BEM
DESCULPEM A DEMORA, SINTO MUITO POR ISSO E COMO RECOMPENSA VOU POSTAR QUATRO, HOJE QUATRO AMANHA E DOIS DE BÔNUS PELA ESPERA.
MUITO OBRIGADA PELOS COMENTÁRIOS, ME DIVIRTO MUITO LENDO. OBRIGADA MESMO!!
AGORA APROVEITEM......



—eu não quero peeta!

—prim, vai! É só um banheiro-digo, muito cansado de tanto dirigir.

—eu tenho medo

—não tem ninguém, eu já conferi.

—mais eu não quero

—então não vai!-digo irritado

—ta, não grita-diz fungando.

—você quer ir ao banheiro a cada meia hora!

—eu só to assustada-diz fazendo cara de chateada, mas estou sem paciência.

—vai logo-digo já bravo

 Ela entra no banheiro

 Pego a mochila, ando em direção as prateleiras e começo a encher de comida. Apresso prim a sair, uso o banheiro e saímos do lugar.

Tomo cuidado olhando para todos os lados, entramos no carro e ligo já acelerando pra longe enquanto prim come.

Meu plano agora é encontrar o que seja pra proteger prim, é isso que preciso fazer.

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Estaciono na frente de uma loja de armas

 -suspiro-

—chegamos

—você vai entrar ai?

—sim, eu vou!

—tem armas!

—eu sei disso prim-digo ignorante.

—não precisa ser grosso

—eu só estou cansado e não quero mais ter que correr tanto assim, acho que uma arma vai fazer a diferença.

—vai tomar cuidado?-questiona e assinto, pra tranquiliza-la.

—fique aqui e não grite, nem se mexa demais. Preciso ser rápido!

—tudo bem

—é rápido-digo e ela concorda.

Saio do carro

Ando devagar ate a loja, silenciosa demais.

Apanho algumas armas, tomando cuidado porque não sei mexer com elas e tenho medo de atirar sem querer.

Ouço um barulho e aponto uma arma pra direção.

—quem é?!-digo de coração acelerado

Ouço o barulho de novo

 Atiro por impulso em direção á porta três vezes. Aproximo-me da porta, abro devagar e me assusto ao  ver que era um humano normal.

Eu matei uma pessoa!

Não acredito!

Sou um assassino!

—PEETA! PEETA!-ouço os gritos de prim.

 Corro pra fora, a tempo de ver dois zombies quebrando os vidros. Atiro contra eles, que soltam um tipo de grunhido esquisito.

Consigo acertar os dois ate que caem no chão, corro pro carro, abro a porta e prim vem ate mim, tremendo de medo.

—se acalma prim.

—eles... eles-diz e a calo tampando sua boca.

—faça silencio. Vamos pegar outro carro, algumas coisas e ir embora daqui-digo, ela concorda e saímos do carro.

Pego minhas armas, andamos pela rua ate eu ver van e acabo a escolhendo porque é espaçosa.

 Ponho as armas dentro e passamos em algumas lojas pra pegar roupas ate que avisto fraldas de gente adulta.

—prim

—o que?

—você vai usar isso-digo e ela nega.

—não. Sei ir ao banheiro

—você quer ir toda hora. Você vai usar!

—eu não sei!

—você aprende, não temos tempo-digo pegando as coisas e voltamos pro carro

Começo a dirigir e paramos apenas pra comer

—suspiro-

 Isso vai levar tempo.

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—prim é só trocar a fralda ta-digo do lado de fora.

—eu não consigo, é difícil. Vou gastar todas tentando

—então vai ter que esperar pra se trocar no próximo posto!-aviso

—mais eu quero tirar agora!

—então tira!

—eu não consigo!

—prim, só tira!

—não da-diz e bufo

—então espera-digo, ela bufa, sentando no banco de trás

Entro no carro e já vou dirigir

Estamos praticamente sem comida alguma, não podemos morrer de fome, precisamos de coisas, se tivermos algum problema como um machucado ou doença preciso de remédio e comida.

Dirijo bastante ate encontrar uma escola bem grande

—prim fica aqui

—peeta, é grande!

—vou ver se tem comida, qualquer coisa.

—toma cuidado-diz e assinto me armando

 Já atirei bastante esses dias e preciso ser mais habilidoso agora que não estou no carro.

Vou á procura da cozinha

Ando muito ate encontrar, procuro comida, mas parece não haver nada aqui. Avisto uma sala destrancada com mesas, onde há uns tipos de soluções químicas.

 Entro, pego minha mochila e começo á enche-la de medicamentos.

 Quem sabe nos precisaremos

Sinto uma movimentação, então me apresso e vou pra outra sala, fecho a porta porque sei que há vários deles aqui.

Encho com mais remédios

 Ouço um barulho, olho pra porta vendo uma garota entrar de jaleco, trancar a porta e aponto minha arma pra ela.

—não, por favor-diz me olhando.

E nesse momento minha vida mudou.

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Tentei negar isso, fiz de tudo pra mantê-la longe de mim.

 Fiquei irritado por prim quere-la junto a nos, mas como ela ficou tão feliz acabei aceitando, o que é uma péssima ideia. Acho que estou louco, me sinto diferente como nunca antes; batimentos rápidos, minhas mãos estão suando e eu faço o máximo possível pra não olha-la, mas só de sentir seu cheiro, ouvir sua voz, já me sinto eletrocutado e sei que isso não é bom.

Fico todo o tempo me convencendo de que isso é loucura, que preciso me livrar dela antes que acabe me apegando demais e depois fique destruído, claro que ela tem namorado e mesmo que não tivesse, não iria querer nada comigo, muito menos olhar-me de outro jeito.

Então eu simplesmente acho melhor me manter afastado.

E tentei, tentei de verdade, mas não sei como mais ela acabou aceitando dormir comigo.

  Senti-me tão bem, como nunca antes;

 Sentir seu calor tão perto, seu cheiro, sua respiração;

Acho que acabei caindo em seu encanto, como se fosse uma fada ou algo assim, mas não consegui mais negar, ela me faz sentir diferente.

Resolvi ver se podia ter ao menos uma oportunidade, mas ela não quis me beijar e isso me fez ver que ela não quer nada comigo. Na mesma noite ela apareceu em meu quarto e mesmo que eu estivesse esperando todas as noites por isso, foi uma surpresa ela querer ficar comigo depois de ter me negado e achei melhor não contestar.

Ate que acabamos contando tudo

 Posso dizer que descobrir ser reciproco nossos sentimentos, me senti incrível! Tivemos nosso primeiro beijo e... acho que não consigo descrever isso, foi fantástico! Algo que nunca imaginei.

Após o primeiro eu só queria beija-la á todo momento, não sabia que era tão bom assim e eu me sentia bem, me sentia amado e isso não tem preço pra mim.

 Como eu poderia querer mais alguma coisa no mundo, se eu já tinha o mundo inteiro pra mim, minha katniss.

Nosso primeiro encontro não foi como imaginei, exagerei demais, achando que ela era como todas as outras, por isso katniss ficou assustada e resolvi ignorar tudo.

 Sei que posso confiar nela, ela não tentaria me machucar e fiz o que achei certo, confiei nela, confiei em meu coração.



Notas finais do capítulo



—JT.



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