I Will Never Give Up On You escrita por JTLYNCH


Capítulo 38
Novo Membro da Família




—mais porque ainda não?

—preciso de um tempo. Se meus pais estão mesmo me procurando quando eu contar isso eles vão enlouquecer.

—e porque prim não pode saber?

—tudo bem, vamos contar pra prim-digo e ele sorri.

—estou tão animado pra ver a reação dela

—acho melhor tomarmos um banho, estamos bem suados.

—claro, fazer amor ate amanhecer te deixa bem suado e eu amo isso!-diz me fazendo rir e o beijo

Ele me pega nos braços e nos leva para o banheiro, claro que não conseguimos nos controlar, mais quando ouvimos os passos de prim temos que sair. Peeta vai buscar nossas roupas e nos vestimos

 Coloco um vestido leve, peeta não deixa de me roubar beijos toda hora, me fazendo rir e o beijar de novo.

—te amo

—eu te amo-diz me beijando de novo e me prensando na parede.

—gente, gente, eu preciso ir ao banheiro!-diz prim do lado de fora, nos fazendo rir e saímos do banheiro.

Ela entra rapidamente, peeta pega minha cintura nos levando pra cozinha e rio, o beijando.

—vamos fazer um café da manha especial.

—sim com ovos e bacon.

—e panquecas

—eu amo panquecas!

—bom saber-diz me roubando mais um beijo, me fazendo sorrir.

  Preparamos o café da manhã com muita animação, muitos beijos e risadas. Prim sai do banheiro e me ajuda a colocar a mesa.

—vocês estão bem felizes hoje. O jantar foi bom?

—foi ótimo pequena-digo beijando sua bochecha, ela ri e peeta me leva pra mesa, me abraça e olhamos pra prim que esta comendo panquecas.

—prim-dizemos e ela nos olha.

—sim

—temos uma noticia pra te dar

—o que?

—vamos-nos casar-dizemos juntos, ela arregala os olhos e levanta da mesa.

—serio? Então você vai ser minha mãe de verdade?!

—achei que eu já era sua mãe

—sim, mais agora você vai ser oficialmente –diz e rio, concordando e ela vem nos abraçar, rimos, dando um abraço apertado -meu irmão vai se casar!

—sim, prim  ta feliz?

—demais-diz abraçando peeta que gargalha-espera eu vou ter irmãos? Você ta gravida?-questiona e mordo o lábio.

—não prim, ainda não.

—eu tenho um problema a ser resolvido mais quem sabe um dia.

—tudo bem.  Estou tão animada, não acredito. Como você pediu? Você chorou?  Me contem! –diz insistente, fazendo-nos rir.

  Contamos sobre tudo e ela fica encantada, ainda abraçada a nos fazendo muitas perguntas e nos respondemos todas.

—melhor comermos logo, temos que seguir viajem.

—certo, vou comer rapidinho-diz prim começando a comer .

Peeta me abraça apertado, sorrimos, sento em seu colo e pego seu queixo com cuidado o puxo pra mim o beijando com cuidado e delicadeza.

—te amo

—eu te amo-diz me beijando de novo e sorrimos.

O café da manha foi bem animado, prim não parou de falar e eu fiquei comendo com peeta  o beijando muito e ele também. Não conseguimos parar, ainda mais sabendo que poderemos fazer isso sempre todos os dias.

Meu coração pula de felicidade por saber isso.

—vamos, falta pouco tempo pra chegarmos á loja de celular e poderemos ligar.

—sim, é melhor irmos rápido-digo o beijando e sorrimos.

 Vou lavar a louça e peeta vai dirigir mais volta pra me dar mais um beijo no pescoço, rio, virando e o beijando mais uma vez ate ele ter que ir dirigir mesmo.

— suspiro de felicidade-

 Começo a lavar a louça á deixando como se fosse espelho

 Estou tão feliz que nada pode estragar esse dia, mesmo tendo que enfrentar zombies daqui a pouco, vou proteger minha família com unhas e dentes.

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—só precisamos entrar pegar os celulares e sair.

—precisamos ver se está carregado-digo, colocando mais balas na arma.

—então vamos pegar quantos der, algum tem que estar carregado.

—me traz um tablet

—se tiver eu trago-diz peeta, ela sorri e ele me olha-pronta amor.

—pronta-digo fechando a arma, peeta abre a porta e sai.

 Vou atrás dele fechando em seguida.

Peeta começa a andar na minha frente, vou o seguindo olhando pra todos os lados, pronta pra atirar. Corremos pra loja de celulares e trancamos a porta, mais ouço um barulho estranho.

—tem alguém aqui

—vamos conferir-diz peeta e começa a andar devagar, encosta na parede e eu fico ao seu lado.

 Ele olha de canto, vira e atira duas vezes e ouvimos um choro alto.

—o que é isso?

—parece uma criança

—um bebe

—não podemos ir atrás, não sabemos o que pode ser.

 -peeta temos que ver –digo, ele suspira

 Anda ate a porta, abre devagar. Vemos um tipo de escritório e uma mulher no chão, coberta de sangue e peeta checa seu pulso.

—esta morta

—você a matou?

—não, ela morreu porque ela mesma se matou-diz apontando pra uma faca em seu peito e vejo uma mordida em seu braço.

—ela foi mordida-digo o choro aumenta e nos armamos de novo.

 Andamos devagar pra uma pilha de livros, olho atrás dela vendo um pano branco se mexendo  e olho pra peeta que aponta a arma, me aproximo e tiro o pano devagar, vendo um bebe que já esta todo vermelho de tanto chorar e sujo.

 Olho pra peeta que abaixa a arma

—nossa!

—o que fazemos?

—acho que temos que leva-lo

—temos que ver se ele esta infectado.

—não está. Esta chorando, a infecção é rápida-digo e ele concorda.

 Vou ate o bebe  o pego e sinto um cheiro horrível, mais tento balança-lo pra acalmar

—acho que ela deve ser a mãe dele.

—se matou pra não machuca-lo.

—ele já deve estar aqui há dias.

—eu sei, esta com cheiro ruim deve ser a fralda.

—precisamos ir, ele não pode chorar ou viram muitos deles-diz e concordo

 Olho ao redor e vejo uma chupeta suja, limpo com minha blusa e coloco em sua boca. Peeta me ajuda a cobri-lo e saímos da sala, pegamos os celulares e peeta fica ao nosso lado dando cobertura. Voltamos para o trailer, peeta abre a porta á tempo do bebe chorar.

 Entro rápido e peeta tranca a porta.

—o que é isso?-questiona prim confusa, vindo ate mim-eu queria um tablete!

—o achamos.

—vou dar um banho nele-digo indo pro banheiro, peeta e prim me acompanham; me ajudam a tirar as roupas, todas sujas e a fralda.

 Vejo que é um menino e está todo assado.

—ele ta assado

—o que fazemos?

—temos que passar pomada

—mais não temos

—tem uma loja aqui perto

—vamos ficar com ele?

—não sei, precisamos saber se ele tem mais alguém.

—bom a gente queria um bebe-diz peeta do meu lado e rio, o beijando.

—tem razão-digo sorrindo, ele me ajuda a dar um banho nele e esfrego bem seu corpinho pequeno e seu cabelo. Peeta brinca com ele e ele ate da um sorrisinho nos deixando bem felizes.

—ele gostou da gente

—é parece que sim

—ele pode usar minhas fraldas se quiser.

—suas fraldas são grande prim ele precisa de fraldas de bebe.

—vamos ao mercado de novo

—precisamos de muita coisa

—pega uma toalha pra mim prim-digo e ela concorda, pegando a tolha e enrolo-o.

 Saímos do banheiro o levo pro quarto, peeta vai dirigir para o mercado e prim pega uma blusa o cobrimos bem quentinho.

 Ele fica apontando pro meu seio e rio

—não tem leite aqui

—ele bebe leite?

—sim, muito leite já que ainda é pequeno.

—como vamos fazer?

—vamos pegar uma mamadeira e leite, muito leite.

—conseguiram o celular?

—sim, precisamos ver se algum liga-digo, ela concorda e brinca com ele o fazendo rir, o que é muito fofo .

Ele é tão pequeno e fofinho.

—já volto amor-diz peeta e nego, levantando e entrego-o pra prim.

—cuide dele, é só ficar aqui e já voltamos.

—tudo bem-diz e levanto

 Pego uma arma, vou ate peeta e saímos do carro, corremos pro mercado e ele esta lotado de zombies.

—vamos atirar-diz peeta e concordo

Começamos a atirar em vários deles, ate que alguns se aproximam e começamos a correr rápido pro outro lado; abaixamos em uma prateleira e ouvimos um grito, eles empurram a prateleira em cima de nos com agressividade, mas conseguimos segurar e levantamos com dificuldade.

Corremos pro outro lado, atirando sem parar e olho para o lado vendo as coisas de bebe.

—KATNISS!-diz peeta e olho pra trás, ele me puxa e atira no zombie que estava atrás de mim.

 Continuamos a correr ofegantes e ouvimos passos de um deles se aproximando; atiro nele mais não vai, as balas acabaram. Peeta atira nele e levantamos rápido. Corremos pro meio do mercado e peeta me da um pente e troco o da arma.

 Olhamos ao redor

 Ouço um barulho e olhamos pro lado, vendo um deles chegando. Atiramos e no segundo seguinte um deles me derruba no chão, deixando minha arma cair. Seguro seu pescoço, ele tenta me morder de todo jeito e é tão forte que acho que não vou aguentar, ate peeta atirar nele e o empurra de cima de mim, me puxa e pego minha arma de volta atirando em mais dois na cabeça.

 Ficamos olhando pros lados ofegantes com o coração a mil, não tem som algum e voltamos a respirar.

—acabou?

—sim-diz ofegante, vem ate mim e olha meus braços e meu rosto preocupado.

—ta tudo bem, ele não me mordeu.

—você não devia ter vindo

—assim você iria ter um grande problema e eu sou melhor atiradora que você.

—disso eu não discordo-diz me dando um beijo e suspiramos.

—melhor pegarmos as coisas do bebe-digo, ele concorda e começamos a andar.

 Peeta pega um carrinho e jogamos as coisas dentro; muito leite, fraldas e roupas. Saímos do mercado e voltamos para o trailer, colocando as coisas rápido.

Peeta vai dirigir

 Vou ver prim e o bebe e fico em choque



Notas finais do capítulo



—JT.



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