O Megatubarão escrita por Anieper


Capítulo 2
Capítulo 2




Cinco anos depois.

Estação de Pesquisa Mana Um

200 milhas da costa chinesa

Claire arrumou o cabelo e respirou fundo antes de pegar a aliança e colocar no dedo. Ela olhou para a cama pelo o espelho para ver se a pessoa ainda estava dormindo e sorriu ao ver a filha dormindo. A menina estava esticada na cama e segurava com força o ursinho que o pai tinha dado para ela. Claire arrumou a roupa uma última vez e se aproximou da cama.

Maise tinha oito anos e era uma das meninas mais espertas que Claire já tinha conhecido. A filha sempre sabia de coisas que estavam além da idade e do que ela deveria saber. A menina sabia como entrar em lugares que não devia, para escutar conversas que não eram para crianças da idade dela ouvir. Como o pai chamando o pai dela de louco, e falando para ela entrar com o pedido de divórcio.  Claire não queria preocupar a filha com isso.

Ela não estava se divorciando, mesmo com todos os problemas que tinha no seu casamento nos últimos anos, eles estavam longe do divórcio. Muito longe mesmo. Ela ainda amava o marido e sabia que ele a amava, mesmo que seu trabalho a mantinha longe de casa. A ruiva suspirou e beijou a testa da filha.

— É hora de acorda, querubim. – ela disse para a menina.

— Não. Quero dormi mais um pouco.

— Vamos, Maise, eu tenho muitas coisas para fazer. Não era você que queria ver o lançamento hoje? Você estava tão animada para isso.

— Eu sei. – a menina olhou para a mão com seus enormes olhos castanhos que ela tinha herdado do avô. – Vou poder falar com o papai hoje?

— Claro. Você fala com ele todos os dias.

— Por que ele não pode vim para cá igual eu, ou eu posso ir para lá ficar com ele?

— Já conversamos sobre isso. Seu pai não quer vim para cá e eu não quero você sozinha com ele. Ambas sabemos que a casa em que seu pai mora quando está trabalhando não é a melhor para uma criança da sua idade.

— Quando eu for maior posso ir?

— Vamos ver. Levante. – a mulher disse empurrando a filha da cama. – Você tem que se trocar.

Claire arrumou a filha e a levou para tomar café antes de ir se encontrar com seu pai. Claire trabalhava com o pai. Ela era bióloga e seu pai um grande pesquisador. Claire sabia que muitas pessoas achavam que ela estava apenas na equipe por ser filha do chefe, mas ela começou por baixo. Nunca teve mais ajuda do pai do que qualquer outra pessoa da equipe.

Claire levou a filha até a sala de comunicação e ligou para o marido.

— Fale para o papai que eu vou ligar mais tarde para ele. – ela disse saindo da sala com uns arquivos na mão. – Preciso arrumar algumas coisas para o lançamento.

— Bom dia, querida. – seu pai disse se aproximando dela enquanto ela andava pelos corredores.

— Bom dia, pai. – ela beijou a bochecha dele.

— Cadê Maise? – ele olhou em volta atrás da neta.

— Ela está falando com o pai.

— Quando você vai deixar esse homem?

— Pai, por favor, não vamos falar sobre isso de novo. – Claire olhou para o pai e suspirou. – Eu vou falar com Zara. Quando Marsani chega?

— Em meia hora. Acabei de falar com o pessoal do helicóptero.

— Ótimo.

Ela passou pelo o pai e foi para o deque da estação. Ela olhou para a equipe de mergulho e sorriu. A equipe era formada por três pessoas. Esperto, Eli Mills e Zara Grady.  Zara era a líder de hoje e isso deixava Claire incrivelmente orgulhosa já que mostrava que eles acreditavam nas mulheres pelo o que elas faziam e por suas capacidades, não pelo seu parentesco.

— Como estamos aqui? – ela perguntou para a mulher.

— Bem. Cadê meu anjinho? – Zara perguntou prendendo o cabelo.

— Conversando com o pai. Ela deve vim logo. – Claire sorriu e tirou o cabelo do rosto. – Tudo pronto aqui?

— Sim.

— Ótimo. Eu vou me encontrar com meu pai. Marsani chegou.

Claire subiu e viu o pai esperando o helicóptero. Ela olhou para trás quando ouviu a filha chamando por ela e esperou enquanto a menina corria em sua direção.

— O papai disse que espera sua ligação e que te ama. – Maise disse pegando a mão da mãe. – E ele disse que a Blue rasgou o sofá dele. Mas ele já a colocou de castigo.

— Isso é bom. – Claire olhou para o homem com o pai e depois para a filha. – Querida, melhor comportamento hoje, ok?

— Sim, mamãe.

— Olha elas aqui. – seu pai disse sorrindo para as duas enquanto se aproximava com Marsani. – O senhor lembra da minha filha Claire? Nossa bióloga marinha chefe.

— Oi. – Claire disse sorrindo enquanto esticava a mão para o homem.

Você conhece o ova de vela...— Marsani começou a falar em chinês. O problema era que ele não sabia falar em chinês. – bom crânio.

Claire tinha disso criada na China. Seu pai tinha conseguido trabalho lá cedo e por isso, ela cresceu lá. Bom, pelo menos metade do ano após o divórcio dos pais. Ela e a irmã cresceram metade do ano na China, metade nos Estados Unidos.

Claire deu um sorriso forçado e olhou para o pai.

— Você entendeu uma palavra disso? – ela perguntou para o pai.

— Desculpa, o que disse? – Simon perguntou olhando para os dois. – Eu não entendi.

Claire e seu pai se olharam antes de olharem para o homem que olhava para a ruiva.

— Ela disse que gostou do seu boné. – Maise disse fazendo eles olharem para ela.

— Ah... é. – seu pai concordou.

— É. – Claire disse sorrindo mais um pouco, enquanto Marsani olhava para Maise que abriu um grande sorriso para ele.

— Vamos? – Benjamim perguntou mudando de assunto.

— Sim. Vamos. – Marsani concordou. – Vamos lá.

Eles foram andando para fora e Claire parou um segundo para falar algo para a filha que acenou para ela com a cabeça e correu para fazer o que a mãe mandou enquanto ela seguia com o pai e Marsani. Seu pai assumiu a liderança e usou o crachá dele para abrir a porta.

— Sua neta é uma espoleta. – ele disse batendo camaradamente nas costas do homem. Benjamim apenas riu. – Tá, o que temos aqui? – Benjamim apertou o botão e eles esperam. – Saideira. Muito detonado. Olha, eu sei que estamos em construção e tudo, mas eu achei que um instituto de pesquisa de nível internacional merecia uma entrada de nível internacional.

— É. – Benjamim disse olhando para o homem. – Concordo plenamente.

— Nível A. — uma voz robótica disse e a porta do elevador se abriu.

Claire olhou para Simon para ver a reação dele. Ela ainda se lembrava de quando viu isso pela a primeira vez. Ela não acreditou, principalmente por causa das últimas conversas que tinha tido com o marido. A primeira vista quando saia do elevador, você se via em um corredor com uma parede de vidro. Da maior parte da estação você podia ver o mar.

— Oh, cara. – Simon disse baixinho enquanto eles saiam do elevador.

— Bem-vindo ao nível A. – Benjamim disse orgulhosamente.

— Lega. – Simon disse quando eles se aproximavam mais da parede de vidro para eles poderem ver os animais que nadavam naquela profundidade.

— Esse é o eco central de onde os cientistas vão ver acessar aos cinco laboratórios quando estiverem prontos.  – Benjamim tomou a frente enquanto eles viam peixes e as baleias nadarem na frente deles.

— Legal. – repetiu Simon. – Meu deus, não é sempre que se vê uma coisa assim. – Trouxeram as baleiras de propósito?

— Acho que atrair elas com cantos de baleias. – Claire explicou antes de apontar para elas. – Essa é a Lucy e a filha dela Grace.

— Incrível. – Simon disse fazendo pai e filha sorrirem.

Eles ficaram mais um tempo ali olhando para elas antes de seguirem em frente. Benjamim ia explicando as coisas enquanto Claire ajudava no que podia. Ela parou para ver a mensagem do marido. Ele disse para ela deixar de ser covarde e falar com ele. Ela estava evitando ele nas últimas semanas. Claire respirou fundo e guardou o celular quando a porta do elevador abriu novamente.

— Aqui estamos. – Benjamim disse animado saindo rapidamente. – Siga-me rápido. Eu quero chegar a tempo. – ele parou na primeira porta e a abriu. – Vamos entrar.

Ele entrou e parou deixando Simon passar na frente dele. Eles tinham chegado na central de controle. Era dali que eles controlavam tudo, era ali que tinham leituras de tudo o que precisavam. É dali que eles poderiam e iriam mudar o mundo e tudo o que eles conheciam.

— Conheça nossa engenheira e projetista de submarino Zia. – ele disse apontando para a mulher no computador.

— Oi, doutor. – Zia sorriu. – E aí?

— Oi. – ele disse passando por ela.

— O doutor Wu, nosso oficial médico. – ele apresentou o homem.

— Muito prazer. – Simon apertou a mão dele. – Você é tipo o Magdon, não é?

— O Lowery pilota o explorador remoto. – ele bateu no ombro do homem magrelo e de óculos.

 - Tudo beleza? – Simon apertou a mão dele.

— Você é meu primeiro bilionário. – Lowery disse fazendo os dois rirem.

— E é claro o Barry. Nosso chefe de estação.

— Bem na hora. – Barry disse apertando rapidamente a mão dele.

— É o que me dizem. – Simon disse olhando para ele confuso.

— Experimenta. – ele disse dando um fone para o homem, e outro para o chefe.

— Bem na hora para que? – Simon perguntou colocando o fone no ouvido.

— Bom dia, senhor Marsani.— eles ouviram a voz de Zara.

— Zara Grady, piloto da missão.

Oi senhor Marsani.— Zara acenou para a câmera. – Bem-vindo a bordo. É bom tê-lo aqui. – Zara sorriu um pouco mais enquanto Esperto e Mills acenavam.

Claire arrumou seu fone e colocou o celular na mesa. Zia olhou para ela e levantou a sobrancelha ao ver três ligações perdidas.

— Agora não é hora para isso. – a ruiva disse dando um sorriso apertado.

— Oi, como está indo aí em baixo? – Simon perguntou sorrindo. – Onde aprendeu a pilotar um submarino?

— Eu passei dez anos com um grupo ambiental salvando baleias que permanecera anônimo por motivos legais.— ela disse sorrindo.

— É, pergunta para ela se ela já explodiu um baleiro com um torpedo caseiro. – Esperto disse fazendo Zara olhar para ele.

— Ei!

— Não. – Simon negou olhando para a tela antes de se afastar rindo. – Foi uma boa contratação.

Claire estava sentada olhando para o nada. Ela sabia que tinha que ligar para o marido. Mas no momento ela tinha que se concentra no que estava fazendo.

— Se quiser, pode sair. – seu pai disse baixinho em seu ouvido enquanto eles ouviam as atualizações da equipe de mergulho.

— Não. Eu estou bem.

Passamos pela a neblina. – Zara disse. – Passamos dos onze mil metros.

— A cem metros do fundo do mar. – Eli disse sorrindo e olhou para a câmera. – Talvez.

— Talvez, não. – Esperto disse.

— Talvez? O que esse talvez quer dizer? – Simon perguntou olhando para Benjamim e Barry rapidamente.

— Vem. Olha só isso. – Barry disse indo para a mesa de informações para mostrar os dados para ele.

— Desde 1875 todos acreditamos que a fossa das Marianas era o lugar mais fundo da Terra. – Benjamim disse mostrando o tópico 3D para ele. – Eu tenho uma teoria que o que pensamos ser o fundo, pode ser uma cama de sulfeto de hidrogênio. Embaixo dessa nuvem de uma terma-lima super gelada pode existe um eco sistema desconhecido. 

— A ORRIGI está próxima a ver se meu pai estar certo. – Claire disse se levantando e parando atrás de Lowery. – Se tiver água quente lá embaixo, vamos ser os primeiros a ver.

— E se tiver errado? – Simon perguntou olhando para Benjamim.

— Então o senhor jogou fora um bilhão de milhão e trezentos mil dólares. – Benjamim disse simplesmente.

Simon riu enquanto olhava para Benjamim.

— Tá brincando?

— Não. – Bem disse tranquilamente.

— Ele tá brincando, não é? – ele perguntou para Barry que fez um sinal com o dedo e se afastou.

— Dez metros, chegando no limite. — Claire olhou para a tela quando ouviu a voz de Eli.

Flutuando a cinco metros.— Zara disse fazendo com que eles segurassem a respiração. Estava chegando o momento da verdade. – Parada total.

— Checando sinais finais. – Barry disse andando pela a sala. – Zia?

— Sinal verde.

— Doutor?

— Tripulação ok.

— Lowery?

— Submarino e ROV liberados.

— Tripulação da ORRIGI, aprovados para inserção.

Inserção.— Eli disse brincando fazendo Esperto rir e Zara rolar os olhos.

— Tudo é sexo para vocês? — ela perguntou fazendo Claire rir baixinho. Certamente era.

— Sexo, comida, energia e grana. — Eli começou a falar, mas a última parte Esperto disse junto.

— Toca aqui agora. – Esperto disse e eles fizeram um som com a boca.

— Eles sabem que podemos escutar isso, certo? – Claire perguntou para Lowery que estava rindo.

— Sim, mas não ligam. – o homem disse.

Controle de mergulho estamos prontos para...— Zara fez uma pausa. – inserção.

Os homens riram enquanto Claire olhava para o pai nervosamente. Esse era o momento pelo o qual eles estavam esperando a muito tempo. Era o momento da vida deles. Agora era tudo ou nada.

 - Entramos.— Zara disse tão baixo que Claire não tinha certeza se ela tinha realmente dito alguma coisa. – Pessoal, entramos. É uma nuvem, não é o fundo.

— Zara, tenha cuidado. Não sabemos a profundidade do outro lado disso. – Barry disse enquanto todos ficavam mais tensos. – Você pode estar bem próxima do fundo do mar.

Entendido, Barry. – Zara disse rolando os olhos. Esse não era o primeiro mergulho dela. – Estamos prontos. Pessoal, atravessamos.

As pessoas começaram a bater palmas enquanto Claire relaxava e sorria. Eles tinham conseguido. Ela nem podia acreditar nisso.

— Ativei o sonar. – Eli disse. – E tem vida aqui embaixo. Parabéns.

Lançando as luzes. – Esperto disse.

Claire olhou para o celular dela acendendo novamente e o pegou enquanto eles esperavam e mandou uma mensagem rápida para Owen falando que agora estava ocupada e que ligaria para ele mais tarde.

Luzes lançadas. Vou dá a volta.— Zara disse fazendo Claire guarda o celular e olhar para a tela.

— Tudo bem com sua filha? – Simon perguntou enquanto via a ruiva olhar para as imagens à sua frente.

— Problemas com o marido. – Benjamim disse. – Eles brigaram a uma semana e ela anda evitando ele.

— Ele não mora aqui?

— Não. Aconteceu algumas coisas e ele não se dá bem com alguns membros da equipe.

— Eu posso ouvir vocês. – Claire disse sem tirar os olhos da tela enquanto via Zara avançando e olhava para os animais a sua frente. Era simplesmente incrível. Ela podia reconhecer alguns animais, mas outros, não. Provavelmente por causa da pouca luz.

Esse era um mundo totalmente desconhecido. Um dos poucos lugares não tocado pelo o homem. Um lugar puro. Claire não achava que ainda tinha um lugar como esse no mundo.

— Gente, me digam que vocês estão vendo isso.— Zara disse enquanto eles estudavam as mesmas imagens que eles viam.

— Estamos vendo a mesma coisa que vocês, Zara. Tem muita gente sorrindo aqui em cima – Barry disse sorrindo. – É maravilhoso.

Claire queria pegar algum bloco de nota e escrever sobre alguns peixes que viam, mas ao mesmo tempo não queria perde nada. Não conseguia tirar os olhos da tela.

Lowery, tudo certo para lançarmos o ROV?— Zara perguntou curiosamente. Eles precisavam ver mais daquilo.

— Positivo. – Lowery disse arrumando tudo e colocando a senha dele. – Só... Um... Segundo.

— Ok. O ROV foi lançado.— Esperto disse.

— Positivo.

Eles assistiram as imagens que o pequeno robô mandava para eles. Era ainda mais incrível e complexo do que eles imaginavam. Eles podiam ver mais vida do que em muitos corais em lugares mais altos.

— Como é que isso é possível? – Simon perguntou se aproximando um pouco mais da tela.

— Esse eco sistema é totalmente isolado do resto do oceano pela a termo-clima congelada. – Benjamim disse fazendo com que Claire olhasse para o pai rapidamente. – Podemos achar todos o tipo de espécies desconhecidas para a ciência.

— Tá com cara de ser um bom investimento. – Simon disse olhando para o que eles estavam fazendo. 

Zara, temos um contato rumo 010. — Eli disse. – É grande.

— É enorme.— Esperto disse olhando para o radar também.

— E rápido.

Lowery, o ROV está vendo isso?

Lowery olhou para a câmera e olhou em volta confuso.

— Negativo. Deixa eu tentar acender mais luzes.

Claire olhou para ele e depois para tela. Ela queria saber o que estava acontecendo. De repente o sinal de que o ROV tinha perdido a conecção come eles começou a soar.

— Opa. – Lowery disse afastando a mão da tela.  – Perdi a telemetria.

Barry deu uns passos à frente tentando descobri o que tinha acontecido.

— ORRIGI, recomendo que vire imediatamente para a esquerda a 350, pode ser um deslizamento. – Zia disse fazendo com que Claire ficasse tensa.

Eles esperaram um pouco enquanto olhavam para o radar.

Pelo o que sei, deslizamento não via 190 graus.— Zara disse nervosa.

— Tá em cima da gente. Bem em cima. – Eli gritou.

Eles olharam para a tela e escutaram Zara falar tensamente com ela mesma. Claire não entendeu direito o que ela falou.

Rapazes?

— O que? – Esperto respondeu.

— Venham olhar isso.

Claire olhou enquanto eles falavam entre si e tentavam fazer o que podiam para recuperar o controle depois de serem atingidos novamente. Eles assistiram ali, sem poder fazer nada já que eles estavam muito longe e todo o controle estava com Zara e os meninos.

— Lowery, rápido, tem alguma coisa aqui embaixo. – Zara disse antes de olhar para eles. — Owen tinha razão. Owen tinha razão. Você...

A conecção foi encerrada.





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