Crepúsculo 2.0. escrita por Erin Noble Dracula


Capítulo 14
Lydia Martin e o Instituto Salvatore


Notas iniciais do capítulo

https://youtu.be/UvF8Zxkesqc-Grito de guerra do Instituto Salvatore.



P.O.V. Isabelle.

Com um pouco de pesquisa descobrimos o que era Mystic Falls. Era uma cidadezinha na Virgínea e nós fomos lá.

—Com licença, sabe onde fica o Instituto Salvatore?

Perguntei ao xerife e ele disse:

—Desça a rua até o fim. É uma mansão bem, mas bem grande.

Enquanto caminhávamos passamos pela clínica da Doutora Elena Salvatore, mas já tava fechado e quando finalmente chegamos deu pra ver que o lugar tinha muitos, mais muitos encantamentos de proteção.

—Pra que tanto encantamento de proteção?

Um homem saiu.

—Posso ajudar?

—Estamos procurando o Instituto Salvatore.

—Já encontraram.

—E quem é você?

—Doutor Alaric Saltzman. Sou o Diretor. 

Ele abriu o portão.

—Entrem por favor.

Quando nós passamos para dentro...

—Minha Nossa!

Haviam alunos jogando futebol, mas eles tinham hiper-velocidade, a bola ficava parada no ar para os jogadores darem cabeçadas.

—Ei! Acabou o tempo. É a nossa vez!

Líderes de torcida. E imagine a minha cara quando eu vejo quem é a capitã da equipe. Quem vocês acham que eram? Se chutaram Clary...

—Bingo!

Elas estavam todas usando rabo de cavalo, com uma fita vermelha no cabelo, o uniforme vermelho sangue, as saias curtas e aquele enorme S creme estampado no peito.

Entre os rostos conhecidos estava a Banshee.

—É melhor vocês não ouvirem o grito de guerra.

—Porque não?

—Foi a Hope que inventou e quando a gente sabe que é literal, é um tanto apavorante.

Meio tarde elas começaram a dançar, fazer acrobacias e então...

—We're mad, we're bad, we're gonna kick your ass. We'll beat you, defeat you might even try to eat you...

—É. Acho um mundano que escutasse isso depois de ver o jogo de futebol, se borraria de medo.

—Quantos submundanos tem aqui?

—Vocês são submundanos? Não conheço nenhum ser sobrenatural que chame assim.

—Não. Vampiros, lobisomens... são submundanos.

—Não. São sobrenaturais. E não quero mais ouvir essa palavra aqui dentro. Soa ofensivo. Mas, somos uma escola para o sobrenatural, durante minha vida conheci muitos seres sobrenaturais que nunca estiveram á vontade com quem eles eram, mas estas crianças, estas crianças serão melhores. Ensinamos disciplina, compaixão, um pouquinho de mágica.

—E qual é o seu dom?

—Eu tenho uma besta e um baita arsenal lá no meu escritório.

—Você é um mundano?

—Eu sou humano.

—Pois é. Um mundano.

O treino acabou, as líderes de torcida entraram e dai elas saíram.

—Atenção! Atenção todo mundo! Quero apresentar os Shadowhunters! Um bando de fanáticos malucos que se acham porque tem sangue de anjo! E eles nos apelidaram de submundanos! Uma salva de palmas para os mauricinhos.

Fomos vaiados.

—Bem vindos ao Instituto Salvatore, otários.

—Acho que merecemos isso.

—Porque? Porque você acha que merece isso?

—Porque ele e a gente dele tentam impor a sua vontade pela nossa goela abaixo á gerações. Os acordos impedem os vampiros de beber sangue. Querem nos matar de fome. Tipo, a alguns séculos atrás, eu até entendo, mas agora? Será que a elite do submundo já ouviu falar na revolucionária invenção chamada bolsa de sangue?

—É por causa dos acordos?

—Também. Mas, também é pelo fato de vocês se acharam no direito de nos julgar e se acharem melhores que a gente. Então, avisa a sua Clave que nós vamos protestar e se o diabo do protesto não der certo... vamos nos revoltar. E descer o sarrafo em vocês metidinhos. Quem tá comigo?!

Ela foi ovacionada.

—Vampiros!

Ela apontou e eles gritaram.

—Lobisomens!

Ela apontou e eles gritaram.

—Bruxas!

Elas gritaram.

—Híbridos!

Eles gritaram.

—Banshee.

Ela gritou, mas foi um grito normal.

—E a Hope.

—É isso ai! Uni as facções em Nova Orleans, isso ai vai ser moleza.

—Toca ai prima.

Elas bateram as mãos.

—Vida longa aos seres sobrenaturais e aos seus direitos.

—E a sua nova namorada quer liderar uma revolta contra a Clave.

—Vamos começar com protestos e eu não sou namorada dele. Só... tenho sentimentos fortes por ele. Ainda não decidi se são positivos ou negativos.

Haviam grupos dentro da escola. As líderes de torcida, os caras do time, mas haviam panelas dentro das panelas.

—Oi.

—Lydia.

—Eu. Olha, se quer mesmo saber já peguei uma raiva da tal da Clave e do Ciclo mais ainda, mas... se estão aqui e soube que você ficou com um feiticeiro e você com uma fada, acho que já é um avanço. Que tal um Tour?

—Tudo bem. Boa ideia.

—Eu assumo daqui Doutor Saltzman.

—Se houver algum problema chame estarei na minha sala e a Caroline nas Maldivas de segunda Lua de Mel.

—Bom, ali temos a matilha de lobisomens. Rafael Waithe é o Alfa. Irmão adotivo do Landon Kirby, namorado da Hope Mikaelson, ele é humano, mas é sobrenatural também. A matilha de híbridos, é meio inútil já que no fim, eles todos obedecem a Hope e a Clary. Mas, isso é tipo, o último recurso.

—Porque? Porque eles obedecem a Hope e a Clary?

—Ainda é cedo para tocarmos neste assunto. Vocês ainda se acham melhores do que nós, não compreendem que precisam de nós tanto ou mais do que precisamos de vocês.

Continuamos caminhando.

—Aquelas são as gêmeas Saltzman. A morena é Josette, Josie e a loira é Elizabeth, Lizzie. São as representantes das bruxas no comitê estudantil.

—A loira é líder de torcida.

—Sim. Lizzie é egoísta a níveis humanamente impossíveis, é explosiva e vingativa. Josie é altruísta á níveis humanamente impossíveis, é calma, porém quando quer é igualmente vingativa.

—Então, uma é o oposto da outra?

—Sim. Exatamente. Talvez, vivendo entre nós por um tempo um pouco de contato direto vai fazê-los entender.

—O que?

—Que não somos tão diferentes assim. Aqui, esse é o seu quarto. Jace e Alec. Enquanto que nós, vamos para outra ala. Temos toque de recolher e quem viola o toque de recolher, vai parar numa cela que tem lá embaixo. O jantar é ás seis, café da manhã ás oito e as aulas começam as nove. Aproveitem a total imersão no submundo.





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