Crepúsculo 2.0. escrita por Erin Noble Dracula


Capítulo 10
Baby Mikaelson


Notas iniciais do capítulo

https://youtu.be/DMjC1XHKO10-Renesmee dá a luz.



P.O.V. Hope.

Estávamos de volta ao Instituto e com o novo aluno vampiro a tira-colo. Mas, algo estava errado com a Ness. Ela não tá normal.

Levei-a para dar uma volta, só eu e ela.

—Ness, o que tá acontecendo?

—Você vai me odiar. Mas, não foi nossa culpa. Alguém nos drogou e nos sequestrou.

—O que?! Foi naqueles meses em que você ficou sumida?

Ela fez que sim com a cabeça.

—E porque eu te odiaria por isto?

—Porque... eu... transei com o seu tio Elijah.

—O que?!

—Não foi de propósito. Alguém nos drogou, ele achou que eu era a Katherine e eu não lembro de nada do que aconteceu antes de acordar no quarto do hotel em Los Angeles. Nem sei como eu cheguei lá.

Ela estava chorando.

—Calma. Tá tudo bem.

—Não. Não tá.

—Olha, já passou. Esquece tá? Vamos fingir que nunca aconteceu.

—Não posso fazer isso.

—É claro que pode.

—Você não entendeu. Eu não posso.

Disse levantando a blusa do uniforme. E eu vi a barriga dela.

—Ai Meu Deus!

Ela tava grávida. Explodindo de grávida.

—Eu não sei o que vou fazer. Eu só tenho sete anos.

Eu a abracei e a consolei. O que mais eu podia fazer?

—Tenho pesadelos. Fico vendo aquele homem com uma agulha enorme e ele espeta na minha barriga. E se eu for ter um bebê de Rosemary?! Porque quando acordei eu já tava super-grávida. Não sei quanto tempo ficamos naquele quarto, só sei que eu dormi com o seu tio.

—Ok. Vamos á enfermaria está bem? A Emma vai te examinar.

—Não.

—Você tem que pensar no seu bebê.

—Você tá certa. Eu vou para o meu quarto, tomar um banho para me acalmar e vejo você lá. Tá?

—Tudo bem.

Depois que ela saiu, fui falar com o Doutor Saltzman.

—Doutor Saltzman?

—Sim?

—Nós temos um problema.

—Outro Monstro?

—Não.  Um problema pior.

—O que pode ser pior?

P.O.V. Alaric Saltzman.

Quando ela me contou...

—É. Isso é pior. Já falou com Elijah?

—Não. Ainda não.

—Vai leva-la até a enfermaria que eu vou informar aos pais dela. E depois, você liga pro seu tio.

—Tudo bem. Bom plano.

Na enfermaria, a Emma perguntou qual era o problema e a Ness pediu:

—Pode fechar a porta por favor?

—Tudo bem.

—Não tem como ninguém nos ouvir, tem?

—Não.

Então, ela levantou a blusa.

—Oh Meu Deus!

—É do meu tio Elijah.

—Oh Meu Deus!

—Eles foram drogados e sequestrados.

—Caramba! Desculpe. Por favor, deite-se na maca.

Estávamos no meio do exame quando o tio Elijah e a família dela inteira, invadem a enfermaria. Quando a Senhora Cullen vê a barriga, ela desmaia.

—Bella! Bella!

Felizmente, ela rapidamente recuperou a consciência.

—Aparentemente, é uma menina saudável e já está se preparando para sair.

—Mas, já?

—A quanto tempo está escondendo a gestação?

—Não sei. Mas, eu não fiz coisas erradas. Não bebi, não fumo, comi vegetais, iogurte, fiz atividade física.

—Por isso começou a passar mal nas aulas de educação física e faltar nos treinos de torcida?

Ela fez que sim.

—Querida devia ter informado a médica. Nos informado para poder ter acompanhamento durante a gestação.

—Eu só ficava tendo pesadelos com o homem da agulha! Ai. Ai! Ta doendo.

De repente, água.

—A bolsa rompeu.

—O que?! Eu não sei parir! Ai tá doendo!

—Por favor vou ter que pedir que saiam.

—Eu vou ficar este filho é meu.

—Tudo bem, agora o resto, fora.

—Sou médico posso ajudar.

—Eu quero a minha mãe!

—Certo. O médico, o Original e a mãe ficam. O resto... fora!

Tivemos que sair. O que não significa que o resto da escola não tenha ouvido a gritaria.

—O que aconteceu?

—A Ness tá tendo um bebê.

—Como assim mano?

—Ela tá tendo um bebê. É uma menina. Ai, vamos sair pra comprar o enxoval. Tá?

—Tá. É. Boa ideia.

Nós compramos tudo ás pressas. Saída de maternidade, fraldas, mamadeiras, um carrinho, um berço. Compramos só o essencial.

P.O.V. Renesmee.

Meu Deus como isso dói.

—Mãe eu vou morrer!

—Não vai morrer. Só respire fundo querida.

Eles me colocaram no quarto que era a enfermaria.

—Empurra querida. Empurra!

Eu tava segurando a mão da minha mãe e a do Elijah.

—Ai! Ai ela tá quebrando a minha mão!

—Cala a boca! Eu to empurrando a criatura pra fora!

Acho empurrei umas duas vezes. Senti o meu corpo abrir de um jeito que... Caramba. Então, ouvi o choro.

—Meus parabéns. Você acaba de dar a luz a uma garotinha saudável.

Respirei aliviada porque tinha acabado.

—Posso segurá-la?

—Claro. Aqui. 

—Own, ela é linda. E desculpe por ter... te mandado calar a boca. E quebrado sua mão.

—Eu lhe perdoo.

—Bom, eu pari o alien que estava na minha barriga. E ela é uma fofa.

—E que nome vamos dar?

—Clarissa.

—Porque?

—Porque ela tem cara de Clarissa.

—Então, é Clarissa. Não me olhem assim, estou chocado demais para reagir. Clarissa Mikaelson.

—Clarissa Cullen Mikaelson. Tem que colocar meu sobrenome também. Eu que pari essa criança.

—Bom, vamos precisar de um local para alojarmos a pequena Mikaelson.

—Descansa querida. Que nós vamos arrumar um lugarzinho pra ela.

Então, finalmente pude deixar a inconsciência me levar.

P.O.V. Elijah.

Eu tenho uma filha. Meu Deus, eu tenho uma filha.

—Então, você é oficialmente papai.

—Ainda estou processando a informação Niklaus. Você teve tempo para se preparar, eu não. Quando fiquei sabendo que seria pai, a criança já estava vindo ao mundo.

—Porque ela esconderia a gravidez?

—É uma menina de sete anos Niklaus. Ela foi sequestrada, drogada e fica falando de um homem com uma agulha.

—E que agulha ein irmão?

—Alguém nos drogou e nos fez de reféns. E se o indivíduo realmente a espetou ou sei lá o que.

Infelizmente, graças a algumas peculiaridades da nova raça de vampiros só tive algumas horas para aproveitar a fase bebê da minha filha. Porque logo ela virou uma criança.

O problema era que por motivos que ninguém sabia explicar, Clarissa podia enxergar coisas que ninguém mais conseguia. Porém, contanto que ficasse dentro dos limites do Instituto não havia problema.





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