Série Paradise - Dakota escrita por moni


Capítulo 8
Capítulo 8


Notas iniciais do capítulo

FELIZ ANIVERSÁRIO DAY!!!!
Minha amiga querida, obrigada por todos esses anos de amizade! Sorte, amor, sonhos realizados e muita saúde a você e a nossa pequena princesa que já está uma mocinha!
PARABÉNS!



 Carl

   É diferente de como pensei, é melhor, mais doce, mais intenso e muito mais verdadeiro do que foi em todos os sonhos. Noite e noites, sonhando com o sabor do seu beijo e agora a realidade se revela ainda mais bonita do que pensei por toda a vida.

   Dakota me envolve, participa, ainda tem alguma timidez em seus lábios, no modo como ela corresponde, mas é ela, somos nós, finalmente somos nós entregues a um beijo e a hora certa ou errada deixa de existir porque só consigo sentir o sangue percorrer meu corpo, o calor invadir minha alma e a luz do sol brilhar.

   Quando nos afastamos o laranja do céu se mistura ao dourado dos seus cabelos, o dia surge imponente a nos presentear com sua luz que combina perfeitamente com o rosa das faces coradas.

   — É dia. – Ela me diz. – É dia em meu coração. – Toco seu rosto. – Não pensei que poderia ser assim, especial.

   —Acho que temos que ter certeza. – Ela parece surpresa. – É bem sério, não tenho certeza se foi especial, melhor repetir. – Dakota sorri, é só um sorriso, não pode tomar minha vida assim. Não é justo. Minhas mãos tocam o rosto delicado, volto a beijar Dakota, minha doce Dakota, princesa encantada dos meus sonhos de menino. Minha Dakota de toda uma vida de espera.

   — O que acha? – Ela pergunta quando nos separamos.

   —Que é especial. – Ela se recosta em meu peito, meus dedos correm por seus cabelos.

   —Deve ser algum anjo caminhando em torno de mim, tudo foi especial hoje.

   — Tudo? O que mais aconteceu hoje?

   —Coisas boas. – Todo mundo tem direito a segredos e se ela não quer contar, não vou insistir.

   — Está aqui mesmo comigo? – Pergunto ainda duvidando dos meus olhos.

   —Sim e você me beijou.

   —Você beijou de volta. – Ela afirma, se afasta para me olhar.

   —Beijei.

   —E já estou com saudade de beijar você.

   —Então é só matar a saudade. – Ela cora ao dizer e isso é tão Dakota que me faz o coração disparar.

   Minha boca toca a dela, primeiro um suave beijo que vai ganhando força conforme Dakota vai reagindo, participando, ela se deixa sentir, dessa vez com mais intensidade e talvez esse seja o começo de uma grande luta, uma batalha entre onde meu desejo quer nos levar e até onde ela está pronta para ir.

   Ainda vou ser cuidadoso, nada no mundo vale sua dor, será no tempo certo, ainda me corroa esperar.

   —Linda Dakota. – Digo quando nos separamos. Os olhos faíscam em um brilho delicado. – Vou levar você para casa e trabalhar.

   —Nem vai dormir? – Ela questiona surpresa. Nego e vejo seu abrir e fechar de boca. – Eu... eu nunca fiz isso, acho que sou mesmo uma boba. Pena que não tenho que trabalhar, queria ir direto. – Ela me arranca um sorriso.

   —Vamos fazer isso um dia desses.

   —Daisy deve estar se sentindo sozinha. – Beijo seus lábios, meio de surpresa, ela sorri, toca meu rosto. – Carl. Estou feliz.

   —Eu também. – Procuro sua mão. – Vamos?

   —Que jeito. – Ela diz encarando mais uma vez o céu e a vista. Depois olha para o terraço, copos, lamparinas agora apagadas, restos de comida e mantas e cadeiras. – Quem limpa?

   —O dono da festa. – Eu digo puxando Dakota pela mão. Descemos pela escada, ela sorri quando passa por uma das portas abertas e um casal aos beijos encostados no batente.

   —Casais! – Ela constata e afirmo.

   O dia começa a aquecer e quando chegamos em sua porta ela parece tão leve e feliz que me contagia.

   —Quer subir e tomar café da manhã?

   —Não posso, preciso de um banho e correr para o trabalho.

   —Bom trabalho. – Ela não sabe o que fazer, eu quero conversar, falar sobre sentimentos, sobre tempo, sobre futuro, mas ela precisa ir com calma, não vou forçar nada.

   —Como faço para matar a saudade do seu beijo?

   —Leva um com você.

   —Parece bom. – Puxo Dakota para meus braços, nos beijamos, um longo beijo de despedida e então outro.

   —Com licença! – Uma voz masculina nos separa. Um homem de terno escuro e pasta tenta passar pela porta. – Bom dia senhorita. – Ele diz a ela que fica completamente constrangida e se encolhe deixando a passagem livre, depois me olha.

   —Que vergonha. – Sussurra quando ele se afasta, roubo mais um beijo.

   —Te vejo. – Digo me afastando o mais rápido que posso antes que aceite o café da manhã e nunca mais deixe sua casa.

   Beijei Dakota Jones. Penso enquanto caminho para casa. Beijei a garota que sempre amei. Eu tinha muita certeza daquele sentimento de menino, quando cresci, depois de tudo que vivemos, o sentimento adormeceu, aos poucos, quando a reencontrei, uma luz suave começou a surgir, não tinha nome, era só algo se acendendo, mas hoje a luz é forte, intensa e sei que é o amor de volta. Eu amo essa garota marcada pela vida. Como amei a doce menina romântica.

   Pode até ser que ame essa Dakota muito mais do que amei aquela Dakota, está aí algo que não posso mais ter certeza.

   Eu não me lembro de ir ao trabalho mais feliz. Principalmente depois de passar a noite em claro, tomar um banho rápido e estar em jejum, parece que estou flutuando e isso é sobre ela. Sobre minha garota.

   —Sua? Não... para isso precisa de violinos. É a Dakota e com ela é tudo, tudo ou tudo. Tem que ter violinos, flores, corações. – Eu sorrio enquanto encaro a tela do computador e falo sozinho. Estou indo bem com isso.

   Meu telefone toca e salto da cadeira com o susto. Pego o aparelho que quase escapa da minha mão e em um pequeno show malabarista o salvo no último segundo de uma queda desastrosa.

   —Alô, pai!

   —Oi garoto! – Sorrio. – Como vão as coisas por aí?

   —Bem, enviei um relatório, você leu?

   —Não.

   —Pai. – Ele não dá a mínima para o trabalho.

   —A loja é sua, tudo aí é seu, não quero ler relatórios, eu fiz relatórios a vida toda.

   —Seja ao menos curioso, leia para ver como estou indo bem.

   — Nunca duvidei. O que quero mesmo saber é sobre o resto, sobre a vida, eu e sua mãe queremos saber sobre você.

   —Bem. Pai... eu... eu reencontrei a Dakota.

   — Foi procura-la?

   — Não, foi uma coincidência.

   — Está bem com isso? Quer dizer, nem queria ouvir o nome dela. – Seu tom é de pura preocupação.

   — As coisas... mudaram, quer dizer, as coisas são as mesmas, o que sinto é o mesmo, mas agora... ela viveu momentos difíceis, pai, é a mesma, mas ao mesmo tempo... tão frágil, gosto dela como sempre gostei e ela... acho que gosta de mim.

   —O que está tentando dizer, Carl?

   —Que estamos começando algo. – Um silêncio pesado surge e leva um longo momento. – Sei o que estou fazendo, pai.

   —Carl, sempre gostamos dela, eu e sua mãe sempre gostamos das duas. Savannah é uma lutadora e admiramos isso nela, assim como gostamos da Dakota, aceitamos a distância dela todos esses anos, porque era melhor para vocês dois.

   —Mas?

   —Mas não quero que se machuque, está certo sobre o que está fazendo? Por que você ficou arrasado, levou um tempo para ser feliz de novo, perdemos você um pouco. Partiu sem pensar em nada, não precisava, mas foi embora e fez isso para ficar longe dela e agora... umas semanas de volta a Nova York e isso?

   — Não foi algo sem pensar, eu sei o que sinto e sei que ela sente também. Não é nada oficial, é só um começo.

   —E se não tiver um meio? E se do começo for direto para o fim?

   —Supero, como superei daquela vez, eu... sou adulto, sabe disso. Sei que se preocupam, mas eu estou feliz, pai. Quero viver isso.

   —Certo. Acho que só quero mesmo que vocês dois resolvam isso, de algum modo essa história ficou pelo meio.

   — Pai, é algo definitivo, é ela, Dakota é a garota que amo. Ainda é ela, sempre vai ser ela.

   —Nesse caso, não seja um idiota, não fuja correndo como fez, fique e lute, não desista.

   —É que ela é romântica, então... isso tem que ser... pai, talvez ache que sou jovem demais, mas quero tudo.

   —Tínhamos vinte anos quando nos apaixonamos, vinte e um quando casamos, vinte e dois quando você nasceu. Somos felizes até hoje. Então... quem sou eu para dizer que é cedo?

   —Obrigado por me compreender, pai.

   —De nada. Ela continua linda?

   —Muito mais. Muito mais do que sempre. Linda como nunca, nos beijamos hoje, então eu estou meio que flutuando, de casa aqui no trabalho, foi como vir por sobre as nuvens.

   —Seja feliz. Trabalhe menos, é tão jovem. Boa sorte, de um beijo nela por nós, sua mãe está aqui me olhando com ares de desespero, preciso explicar a ela.

   —Da um beijo nela por mim, diga que ligo assim que...

   — Está namorando a Dakota? – A voz da minha mãe soa urgente, suspiro, sabia que ela não aguentaria esperar para ouvir a história do meu pai.

   —Ainda não, mãe. Só... começando algo. Quero ir com calma.

   —Se deixar algum idiota atravessar seu caminho vou pessoalmente resolver isso. Se a quer não a deixe. Essa história já se prolongou por tempo demais.

   — Está brava comigo? – Pergunto um tanto confuso. – Não nos quer juntos?

   —Adoro aquela garota, sempre achei que mereciam ficar juntos, que você era perfeito para ela, eu e a mãe dela desejamos isso quando eram ainda dois garotinhos mal saídos das fraldas, na porta da escola assistindo vocês entrarem para aula risonhos e de mãos dadas. – Sua voz soa tremula. Ela está emocionada. – Minha velha amiga não está aqui, mas eu estou e vou ficar muito feliz se isso der certo.

   —Mãe, não vai ficar espalhando por aí. Eu contei para vocês, mas não é para sair falando com a Savannah.

   —Cada pedido difícil. Vou me esforçar, mas se ela perguntar eu conto, Savannah está sempre preocupada com a Dakota.

   — Tá bom, mãe, eu tenho que trabalhar. Te amo. Até mais.

   —Tchau. Seja firme. Não perca a garota. – Ela desliga. Eu devia ter ficado de boca fechada, claro que ela não vai aguentar, antes do fim do dia será assunto público. O Arizona todo vai estar comentando sobre isso.

   Fico contando os minutos para telefonar para ela. Acho que no fim da tarde é o melhor. Uma ligação para saber se está bem, um convite para jantar. Acho que ela vai gostar.

   —Alô. – A voz dela soa doce e ansiosa.

   —Oi.

   —Oi. – Ela responde. – Está bem?

   —Muito bem, com saudade.

   —Eu também. – Ela admite. – Não está morto de sono?

   — Não. Estou ótimo. Quer jantar comigo?

   —Sim. – Ela diz sem rodeios. – Se estiver cansado eu posso...

   —Não. Quero sair, jantar, comprar um presente para a sua amiga, o que acha? Depois te deixo em casa.

   — Claro. Vou gostar muito. Quer que encontre você?

   — Me encontrar? – Levo um tempo pensando. – Parece muito bom. Que acha de passar aqui no escritório? Seis, pode ser?

   —Sim. Está perfeito.

   —Então até mais tarde.

   —Quero beijar você. – Conto a ela que parece um tanto perdida e gosto disso.

   —Eu também quero. O beijo... encaixou. – Ela diz me fazendo sorrir.

   —Um bom jeito de descrever. Te vejo a noite.

   — Tchau.

   O beijo encaixou é mesmo muito coisa dela. Podia passar em sua casa, levar mais flores, bombons, mas gosto de deixa-la livre, não quero que ela se sinta de novo presa, dependente.

   As seis em ponto ela surge, tão linda que meu coração descompassa, ainda sinto falta da cor, da luz, ainda tem um tom antiquado em seu modo de vestir, não é a Dakota romântica em um vestido florido. Talvez ela só tenha crescido, mas ainda acho que é apenas um resquício do passado.

   Deixo minha sala e a encontro no galpão, ela tem um sorriso suave, o rosto queima de vergonha, nitidamente não sabe como agir e beijo seu rosto. Não somos namorados, ainda não somos, não até que eu peça formalmente como sei que ela sonha.

   —Cheguei cedo?

   —Pontual. Vamos? – Ela afirma. – O que quer jantar?

   —Não sei. Você escolhe.

   —Não, a senhorita é que escolhe.

   — Hambúrgueres!

   —Ótima escolha, milk shake de chocolate para acompanhar.

   — Muito bom. – Ela diz quando procuro sua mão para prender a minha e deixamos a empresa.

   A rua está movimentada, as pessoas como sempre têm pressa e nos misturamos a elas.

   — Pensei que podíamos comprar primeiro o presente da sua amiga e em seguida jantar.

   —Ótimo. O que pensa em dar a ela?

   —Não tenho a menor ideia. – Eu admito. – Por isso está aqui.

   — Para escolher o presente?

   — Sim, não é a desculpa perfeita para ver você de novo? – O sorriso se amplia em um par de covinhas que a deixam absolutamente linda.

   Dominique é uma mulher elegante e rica, dar um presente para alguém como ela não é nada fácil, Dakota me ajuda a escolher uma echarpe. Nunca teria pensado nisso, mas Dakota é sua amiga, ela deve ter acertado na escolha.

   Nos sentamos em um pequeno restaurante, quero envolver Dakota e beija-la até o próximo amanhecer, mas me contenho enquanto fazemos o pedido.

   — Me conta da Daisy. Estou com saudade dela. Agora só fico com ela na segunda-feira, ela vai me esquecer até lá.

   —Claro que não, Carl, ela já sabe que vai vê-lo e entra na caixinha animada. Embora... eu queria falar sobre isso.

   —O que?

   —É que ela não come mais a cada duas horas e na verdade, não precisa mais ficar com ela, então... se preferir...

   —Pelo visto vamos ter que lutar na justiça. – Ela me olha encantada. Procuro sua mão e prendo a minha. – Tenho direito de ficar com ela pela manhã três vezes por semana.

   — Eu levo. – Ela diz animada. – Acho que ela ficaria mesmo triste sem ir ao seu escritório. Acho até que ela sabe quando é dia de ir te ver, fica miado até entrar na caixinha.

   — E você? Ficaria triste sem me ver?

   — Sabe que sim. – Me curvo e beijo sua mão. – Acho... – Ela não continua, deixo meu lugar diante dela para me sentar ao seu lado, passo meu braço por seu ombro, ela me olha longamente.

   — Não precisa guardar nada, pode me contar qualquer coisa, se for dizer que sente minha falta, que está envolvida, essas coisas, pode dizer sempre, estou aqui para ouvir.

   — Não sei direito o que está acontecendo, eu sei que gosto de ter você comigo e que eu... eu... estou tão feliz que parece que vou acordar.

   — Não vai não, precisaria estar dormindo e isso é real.

   — Você sabe o que vivi, Carl, não foi uma história bonita, não foi fácil e não é algo que goste de me lembrar, mas ainda está marcado em mim e ainda me causa reações, as vezes tenho medo de isso estragar tudo.

   — Não vai estragar nada. – Toco seu rosto, seu olhar encontra com o meu, um lindo par de olhos verdes escuros e cheios de emoções controversas, por isso temos que ter calma. Beijo seus lábios, um beijo leve que quando termina parece que nem aconteceu. Ela ergue a mão e acaricia meu rosto e então nos beijamos, dessa vez o beijo é longo e nos separamos com o barulho da bandeja sobre a mesa, Dakota cora e eu sorrio.

   Depois do jantar caminhamos de volta, eu a deixo na porta, estou cansado, mas não é por isso, quero mesmo ter calma, conhece-la de novo, viver o que não tivemos chance de viver antes de sermos um casal ou algo assim.

   —Posso passar aqui para irmos juntos ao Paradise?

   — Seria perfeito. – Ela se anima. – Oito?

   —Em ponto. – Beijo Dakota levemente. – Dez minutos e te ligo.

   —Espero.

   Assisto a porta se fechar e corro para casa, tomo banho antes de telefonar, dessa vez sou eu a pegar no sono conversando com ela. Mais de vinte e cinco horas sem dormir. Sabia que precisaria descansar.

   Sou pontual, ela desce e está absolutamente linda. Dessa vez deixo tudo de lado, envolvo Dakota e beijo seus lábios sem me preocupar com nada. Um pouco de espontaneidade é bom.

   —Já chegou todo mundo. – Ela diz enquanto caminhamos. – Dominique descobriu a surpresa, então não é mais uma surpresa. Ela sempre descobre, está feliz mesmo assim.

   —Ela parece muito divertida, me lembro que ela era contra o casamento e filhos.

   — Se apaixonou! – Dakota explica. – O Jardineiro... Aron é muito legal.

   —Jardineiro? – Finjo não saber.

   — Uma bobagem. Coisa das garotas Paradise.

   —Me lembrei, vocês se chamavam assim. – Ela concorda.

   —Sim. Ainda nos chamamos e os garotos se chamam de garotos Paradise.

   Atravessamos a rua e estamos diante do Paradise. Tantas coisas passam por minha cabeça. Primeiro o menino que ficava sonhando em crescer e poder frequentar o bar, depois aquela noite, a última vez que vi todos eles, que entrei no bar, quando a sineta toca ao passarmos pela porta eu revivo as emoções daquela noite e acho que Dakota também, sinto sua mão apertar a minha. Quero dizer que tudo está bem, mas isso pode trazer de volta lembranças que só estragariam a festa.

   Ainda vamos falar sobre isso, precisamos, mas não hoje, hoje vamos nos divertir como sonhamos na adolescência.

   — Toda vez que o bar abria eu tinha que sair, aí, quando fiz vinte e um, na primeira vez que aconteceu de estar aqui, Ethan disse que iria abrir e eu já me levantei para deixar o bar, foi engraçado, fiquei e foi bem diferente. Fiquei o tempo todo com a sensação de que estava fazendo algo errado.

   —Se te consola estou me sentindo assim agora mesmo. – Ela sorri e eu a abraço, caminhamos por entre as mesas com minha mão sobre seu ombro e então as quatro garotas se encontram.

   Muitos abraços, parabéns, riso, presentes, logo estamos cada um com um drink diferente na mão, o dela tem uma cor avermelhada e um guarda-chuva enfeitando a borda e acho que isso é a única coisa que ela gosta no drink, porque o copo fica pela mesa enquanto ela não se afasta de mim.

   A música está alta, tem muita gente dançando e rindo, no bar, Ethan e os outros maridos conversam encostados no balcão.

   — Acho que vou até lá um pouco para conversar com suas amigas. – Digo em seu ouvido para ser ouvido, ela olha para o balcão, seu sorriso é bonito. Dakota balança a cabeça afirmando.

   — Tudo bem, vou ficar aqui um pouco com elas, depois vou te encontrar. – Beijo seus lábios, um leve beijo que não merecia os aplausos das garotas, mas elas não resistem para constrangimento de Dakota.

   — Acho que temos que fazer por merecer os aplausos. – Digo trazendo Dakota para junto de mim, mesmo tímida, ela me envolve e então eu a beijo. Um beijo cheio dos meus sentimentos por ela. Agora além de aplausos, tem assobios e sei que ela tem a face rosada e está linda, ainda que meus olhos estejam fechados e meu corpo seja uma extensão dela eu sei que está simplesmente linda.



Notas finais do capítulo

BEIJOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!



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