Storm escrita por Morgana Salvatore


Capítulo 6
Capitulo 06


Notas iniciais do capítulo

Seguindo o cronograma aí está o capitulo. Como a fanfic recebeu mais uma recomendação daqui a pouco tem o capitulo dedicado a fofa da Camila que recomendou a história, só não dediquei esse capitulo a ela porque esses é um dos capítulos que eu menos gosto e não vou dedicar a ninguém.



—Então senhorita Denali qual era usa relação com a réu? —A promotora perguntou e só ali eu entendi o que ela queria colocando a Irina pra testemunhar, ela queria um confronto e fazer daquela mulher vitima e eu mais culpada ainda. Aquele seria o momento em que eu seria pintada como um monstro.

—Nos pertencemos ao mesmo ciclo social, nos víamos em festas, jantares. Mas nunca passou disso. —Claro que não eu jamais daria confiança pra uma biscate como aquela que descaradamente sempre tentou roubar meu marido.

—Como iniciou sua relação com o senhor Cullen? —Eu simplesmente controlei minha vontade de ri. Que relação ela tinha com o meu marido, eles apenas tinham trepado uma vez e disso tinha gerado a gravidez pelo menos essa era a história que o Edward tinha me contado quando depois de muito eu quis saber.

—Eu e ele fomos ao mesmo evento, quando o evento acabou partimos para um bar e depois para o apartamento dele. —Eu fiquei feliz em pelo menos ela ter contado a mesma história que o Edward significava que pelo menos naquilo ele não tinha mentido pra mim. Ele disse que estava muito cansado  —Nos acabamos dormindo juntos naquela noite, na manhã seguinte eu e ele nos sentimos muito mal pelo acontecido ele é casado e eu não sou o tipo que aceita ser amante, mas já tinha acontecido e prometemos que nunca mais aconteceu. —Quem ouvia falar até podia acreditar, mas as histórias que cercavam (como ela mesmo chamou) nosso ciclo social era que ela saia com qualquer um que pudesse pagar um champanhe mais caro a ela, independente do status. Até mesmo meu pai deu um risinho diante da mentira dela, até ele tinha sido alvo a alguns anos atrás. —Depois de alguns meses eu descobri que estava grávida e como ele tinha sido o único que eu tive relações sexuais eu sabia que era dele então contei a ele.

—Como foi quando ela descobriu sobre a sua relação com o senhor Cullen? —Olhei não acreditamos que iríamos voltar aquele assunto eu só queria poder me desligar como eu tinha feito quase todo o tempo até aquele momento, mas eu simplesmente sentia uma necessidade de ouvir o que ela tinha a falar.

—Bom eu não sei por que o Edward não queria falar sobre isso comigo, mas nos nós encontramos uma vez que eu fui ao hospital fazer o pré-natal e a atitude dela comigo não foi nada agradável. —Eu me lembrava daquele dia, apenas um encontro foi o suficiente pra colocá-la no lugar dela.

(...)

—Isabella? —Não acreditei no que eu estava vendo, aquela mulher realmente não estava ali. —Meu Deus que surpresa te ver aqui. —Nem mesmo qualquer pessoa que visse de fora acreditaria naquela cena, todos sabiam que eu estava ali eu nunca saia dali, aquele era o andar seis e qualquer pessoa, afinal aquela história era publica, sabia que aquele andar era só para o tratamento do meu filho então aquele golpe de surpresa de me ver ali era ridículo. —Eu vim para mais uma consulta do pré-natal. —Ela levou a mão a barriga já evidente. —Sabe como é esse período varias consultas e tudo mais...A me esqueci você teve uma gravidez diferente. —Até aquele momento eu tinha me mantido indiferente a presença dela, mas diante daquilo eu não consegui manter a pose e me levantei encarando-a.

—Saia daqui. —Só não gritei porque meu filho estava naquela sala no corredor.

—Eu soube que ele teve mais uma recusa como ele está agora? —Por mim eu manteria o estado do meu filho em sigilo, mas eu tinha sido convencida pela assessoria de imprensa a notificar tudo a mídia assim evitaria os infelizes paparazzos que no começo viviam invadindo o hospital atrás de fotos e noticias.  Fechei os olhos tentando não me abalar, era o segundo transplante e mesmo sendo totalmente compatível ainda sim meu filho tinha recusado o órgão.

—Não é da sua conta, agora saia antes que eu chame a segurança pra te tirar daqui e eu nem vou me importa com seu estado.

—Eu sou uma paciente e você não pode me expulsar daqui.

Olhei pra ela não acreditando que ela estava mesmo me desafiando. Larguei o livro em cima da poltrona que eu estava sentada e cruzei os braços pra ela.

—Não esqueça que enquanto você é uma mera paciente eu sou uma das donas e se eu mandar te tirarem daqui à força isso vai ser feito sem problema algum. —Nunca antes eu tinha usado o fato de ser dona daquele lugar pra nada, mas diante de tudo aquilo eu precisa e iria fazer aquilo e com prazer.

—E eu estou esperando um filho do herdeiro de tudo isso aqui. —Eu vi os olhos dela brilharem enquanto tentava me atacar usando aquilo.

—Como advogada vou te explicar uma coisa, seu filho tem apenas vinte cinco por cento de poder sendo herdeiro já eu como esposa e casada com comunhão total de bens tenho acesso a cinqüenta por cento ainda mando mais do que você então saia do meu hospital. E seu filho só terá algo quando nascer e fizer o exame de DNA e depois do resultado for registrado pelo MEU marido então ... meio obvio que você não manda em nada ainda. —Fiz questão de jogar o lance do exame de DNA na cara dela nada era mais constrangedor do que precisar provar que o filho era de quem você dizia ser. —Agora saia antes que eu mesma te tire a tapas.

Ela me olhou com um ódio evidente, mas fez como eu ordenei e se virou antes que ela dasse o primeiro passo eu voltei a falar não agüentando e nem sendo controlada o suficiente pra simplesmente deixar isso passar.

—E não se esqueça que você não passa de uma cadela que jamais vai ocupar o meu lugar não enquanto eu viver. —Deu um sorriso ganhador pra ela mesmo que eu não me sentisse ganhando nada eu nem podia afirma aquilo que eu tinha afirmado não enquanto eu vivia dentro daquele hospital e meu marido estava livre do lado de fora, mas o que eu podia fazer. Era errado e machista odiar apenas ela pela traição afinal o único culpado era meu marido, minha relação era com ele e não com ela, mas eu quando a vaca vinha até mim me provocar ai ninguém podia me culpar por querer arrancar aquele aplique mal colocado dela. Eu não podia dizer que eu não sentia medo de quando aquele bebê nascesse ela usasse ele pra querer roubar meu marido e eu não faria nada, não enquanto meu filho estivesse naquela situação.

Ela saiu pisando duro esperei que ela estivesse dentro do elevador e voltei a minha poltrona e peguei o livro que eu estava lendo pra retornar ao capitulo em que eu estava.

(...)

Eu dei um risinho baixo e meu pai me catucou eu sabia que aquele tipo de coisa podia ser ruim pro resultado final, mas como eu iria me importa se as únicas opções que eu tinha era pena de morte ou ficar internada o resto da minha vida então fodasse eu pelo menos podia me diverti um pouco com aquilo.

—Como assim? Pode ser especifica?

—Ela ameaçou me tirar do hospital a tapas. — E eu não me arrependia nem um pouquinho e se tivesse oportunidade faria de novo.

—Mesmo a senhora estando grávida? —Eu realmente não bateria nela grávida e nem se não estivesse afinal só de altura ela tinha quase o dobro de mim, com certeza eu que iria apanhar, mas...

—Sim ela até falou que meu estado não importaria que ela me bateria da mesma forma. —Meu pai olhou pra mim me interrogando querendo saber se aquilo era realmente verdade afinal eu não era agressiva. Apenas balancei a cabeça afirmando que sim aquilo era verdade não exatamente daquela forma, mas eu tinha dito tudo aquilo. —Depois jogou na minha cara que meu filho era um bastardo e que nunca faria parte da família e que ela era dono do hospital e que iria proibir minha entrada. Foi muito humilhante. —Eu apenas balancei a cabeça não acreditando que ela realmente estava distorcendo o que eu tinha dito.

—Porque a senhora abriu mão da guarda do seu filho? —Era uma excelente pergunta eu tinha que confessar.

Revirei os olhos até parece que ela tinha aberto mão, com a criança ela teria o Edward sempre por perto e um boa mesada. Qualquer pessoa que fosse próxima da familia sabia que o que o Edward tinha feito tinha sido ameaçar entrar com um pedido de guarda. Todo mundo sabe daquela regra que nenhum juiz tira a guarda da mãe e isso até podia ser verdade se não estivesse na equação o sobrenome Cullen, sendo dono de praticamente toda Chicago o juiz teria que ser bem corajoso pra não entregar a guarda a um Cullen principalmente levando em consideração de que a mãe da criança era uma modelo não tão popular(desempregada) e vinda de uma família falida. Okay ainda sim dá pra afirma que dinheiro não é tudo, mas qualquer juiz que se preze avalia outros pontos como, por exemplo, a estabilidade emocional, estabilidade familiar e ai a Irina não teria nem uma chance afinal o Edward não tinha um pai envolvido e preso por corrupção, uma mãe alcoólica e viciada (várias internações) e nem era visto nas capas de revista como fácil que estava único e exclusivamente atrás de um homem rico. Então sabendo que não teria nenhuma chance ela abriu mão da guarda e ainda saiu recebendo uma mesada vitalícia que ela se fez muito antes de finalmente aceitar.

—Não a como negar que viver com pai era a melhor opção pro meu filho. —Ela pegou um lencinho e passou no rosto por baixo dos enormes óculos que ela usava, mesmo não suportando aquela caça tesouro era impossível não sentir pena dela e eu tinha que admitir que ela estava sendo mil vez mais forte do que eu. Quando eu perdi meu filho eu mal tive condições de sair da cama. —Se eu soubesse do perigo que ele corria eu jamais teria permitido, mas eu imaginei que ela jamais faria algo contra o meu bebê, ela acabou de perder um filho. —Ela soluçou e me doía muito ouvir envolverem meu filho naquela sujeira, mas eu precisava ficar quieta porque eu sabia que qualquer atitude minha seria mal vista pelo júri. —Hoje eu vejo que talvez tenha sido melhor mesmo Deus ter tirado o filho dela... —Antes que ela pudesse concluir o pensamento eu me levantei e antes que eu pudesse sair de onde eu estava e fazer ela engolir todas aquelas palavras os braços do meu pai me seguraram.

—Não fala do meu filho. —Eu sentia um ódio mortal eu só queria fazer ela engolir aquilo que ela tinha dito. —Me solta. —Eu me debatia nos braços do meu pai tentando me soltar e chegar até ela, mas ele era incrivelmente forte e mesmo que eu estivesse lutando com toda a minha força ele ainda sim conseguia me segura. —Ela não vai falar do meu filho.

—Ou o que? A verdade dói não é? Talvez tenha sido você mesma que matou seu filho já que você não saia do lado dele talvez tenha ficado lá só pra poder desligar os aparelhos do pobrezinho. —Eu simplesmente senti tudo ficar escuro.



Notas finais do capítulo

Comentes e fiquem a vontade pra xingar essa vaca da Irina...

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