The Meta-Pony Project 6ª Temporada escrita por 2la1n


Capítulo 19
Ritual de Sangue


Notas iniciais do capítulo

Sinopse: Neste capítulo sendo o de maior importância da série, explicando a origem de vários arcos. As ladies Kane e Veronica enfrentam a pressão exercida pelo Rei Vlad sobre seu território, enquanto Veronica se lembra de como tudo isso e a Guerra Vampírica vieram a ocorrer.



"O meu nome é Lady Veronica... há 900 anos eu fui recrutada pelo líder dos vampiros, o Rei Vlad. Escolhemos nossos lados na guerra e somos uma raça diferente: os vampôneis. Junto com a ajuda de Lady Kane, minha braço-direito e Tina, líder de caça e nova imediata, nós 3 vamos descobrir 1 novo local de ritual, traremos de volta algo poderoso o suficiente para mudar a liderança dos vampiros, Equestria e o mundo como vocês o conhecem!"
                          
                                                   - Lady Veronica
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Correndo pela escuridão as cavernas estava Tina, ela investe em direção à câmara em que os vampôneis se estabeleceram por anos, com apenas construções específicas esculpidas na pedra e rocha da caverna. Haviam vários vamps reunidos ao redor de 1 pônei gritando de dor enquanto sangra e cai no chão. Lady Veronica, sentada em 1 trono de pedra, bebe e curte uma taça de vidro com sangue dentro, Tina chega perto dela enquanto ninguém estavba.

Tina: Lady Veronica!

V levanta uma sombrancelha na direção dela.

Lady Veronica: Mas o que isso significa? Deviam estar reconstruindo a fortaleza!

Tina: Houve 1 ataque!

Os vamps que ouviram isso olham para Tina de queixo caído, Lady Veronica se levanta em alta velocidade, olhando para ela com raiva e se lança pra frente dela em velocidades sobrenaturais, ficando de frente pra ela num instante.

Lady Veronica: COMO DEIXOU ISSO ACONTECER!?

Ela pergunta com raiva, Tina se afasta com cuidado e assustada enquanto V se aproxima dela.

Lady Veronica: Estamos comemorando pela reconstrução da nossa base, nosso templo, nosso altar.

Lady Veronica para e Tina também.

Lady Veronica: Obrigada por estragar o nosso descanso.

Ela olha pro lado lentamente, todos os vamps começam a se aproximar lentamente, Kane observa de canto de olho a situação.

Lady Veronica: Reconheço que estamos mais em risco do que nunca.

Lady Veronica encosta Tina contra 1 dos pilares naturais.

Lady Veronica: Você, eu e Kane vamos lá checar o território, ok!?

Tina: Ok...

Ela responde com medo, Lady Veronica se vira para os vamps.

Lady Veronica: Vampôneis, ouçam! Nosso tempo aqui está acabando, os vampiros estão chegando mais perto a cada dia. Peço que sejam fortes pois vamos virar esse jogo!

Ela fala para todos e eles se firmam seriamente.

Lady Veronica: Kane, reúna 1 grupo de assalto e escolta!

Lady Kane: Sim, milady!

Lady Veronica: Blonde, tá no comando aqui!

Ela fala para o vampônei que foi resgatada por Flash e Doutor.

Blonde: Sim, Lady V!

Lady Veronica se vira para a escuridão aberta da gruta, Tina estava do lado dela e ela abre suas asas, olhando pro lado esquerdo enquanto os vamps começam a se mexer.

Lady Veronica: Lady Kane, vamos indo!

Lady Veronica dispara contra a escuridão, correndo na frente, enquanto Kane corre atrás dela e Tina logo depois.

—_______________________FLASHBACK_________________________

900 anos atrás, uma pônei terrestre branca, de crina grande, mas descabelada e de uma cor vermelha que ia escurecendo até as pontas, usando trapos como roupa, corre por 1 beco até bater no fundo dele, ela se vira para frente e abre a boca em medo frente a 3 guardas de armadura prateada, ela escosta as costas na parede enquanto olha para eles e começa a pressionar os lábios.

?: Sem saída, mulher...

O guarda do meio olha pra ela com uma sombrancelha levantada.

?: Ela acha que pode roubar e se esconder aqui... você é patética, orfã e mendiga.

Ele fala com 1 sorriso.

Veronica: Não... eu sou só orfã... e também sou uma ladra.

Ela fala quase fechando os olhos e de uma forma meio orgulhosa.

??: Vamos tirar a roupa dela!

Diz o guarda da direita, com 1 sorriso de malandro, Veronica puxa uma adaga com a boca enquanto olha para eles ameaçadoramente, os 3 caem na risada.

?: Somos guardas, temos armadura!

Ela fala quase rindo de novo, ela avança até ele, levanta a adaga e a bate na palma da pata dele, ele dá 1 tapa na adaga e Veronica a vê sendo jogada pra sua esquerda e o guarda em seguida soca a cara de V de direita, eles avançam até ela, 1 começa a tirar as roupas dela enquanto outro a levanta em pé contra a parede e outro beija o pescoço dela.

Veronica: Aaaaagh!

Ela grita de medo, balançando os braços de medo, até que alguma coisa negra rapidamente bate nos guardas, Veronica cai de olhos fechados enquanto 1 deles voa e grita de medo.

???: Aaagh!

Ela ouve 1 barulho de coisa sendo cortada por dentes.

Veronica: Oh...

??: RRAAAH!

Ele grita de medo, Veronica abre os olhos e passa a pata no rosto, ela então olha pra cima e arregala os olhos de medo.

Veronica: O que em nome de Jesus!?

Ele se levanta e olha para cima, guardas pendurados e totalmente ensanguentados e com sangue pingando do alto.

Veronica: Meu Deus...

????: Ah!

Alguém grita a frente, ela olha para frente e vê alguém de capa negra, uma silhueta perto de uma lata de lixo.

Veronica: Senhor?

Ela inclina 1 pouco a cabeça e o pônei, escondido entre a crina escura que tinha, sibila igual 1 morcego, ela se aproxima dele lentamente.

Veronica: O senhor... precisa de ajuda?

Ele se vira para ela e sibila bem alto, seus olhos tinham formato de fenda com íris vermelha, Veronica solta 1 grito de susto e se vira, ele dá 1 enorme pulo, mas sente dor e cai no chão a frnete dela, ele estava sangrando 1 sangue bem escuro.

Veronica: Ai... calma, eu vou te tirar daí.

Ela coloca sua pata esquerda sobre a nuca dele, ele coloca o braço direito dele na nuca dela e ele se levanta lentamente.

Veronica: Não se mexa muito, vem.

Depois, o ser de pelagem marrom escura e cabelo igual carvão, sentado em uma cadeira de madeira meio quebrada em todas as pernas menos uma, permanecia sentado ali, com a cadeira suspensa no ar e ele em cima, olhando para baixo.

????: Ai, nem acredito que isso tá acontecendo.

Veronica: Esse é o melhor lugar... é minha casa... seu sangramento, como que tá?

Ela diz olhando para cima, o teto era de madeira massiça, várias tábuas unidas e ao redor estava tudo quebrado, como se fosse 1 bar abandonado, ela anda até ele.

????: Sua casa... aqui no porão abandonado de uma danceteria? E ... bom, está bom.

Ele olha para ela friamente.

????: Eu preciso de mais sangue para me alimentar... repor o que eu perdi.

Veronica: Já encontraram os corpos daqueles guardas, sinto muito. Acho que... talvez...

Ela olha para baixo.

????: Talvez o que? Não consigo pensar muito...

Veronica anda por trás da cadeira dele, fazendo uma cara séria enquanto ele olha para ela.

????: É assim que funciona com a minha raça, sem sangue não somos nada.

Ela extende a pata até ele.

????: Huh?

Veronica: Toma, vai... estou oferecendo.

????: Veronica...

Ele olha pro braço dela, ele sente o cheiro dele de longe antes, mirando os olhos friamente nele, ele então rapidamente pega o braço dela gentilmente e morde.

Veronica: Ah...

Mais tarde... ele anda pelo porão com Veronica de costas para ele.

????: Tá tudo bem?

Veronica: Tá sim.

Ela levanta o braço, haviam duas marcas de mordidas cicatrizadas.

Veronica: Você está bem, Dracula?

Ela se vira para ele e ele se vira em alta velocidade.

Dracula: Não no meu auge, mas me sinto bem.

Ela olha muda e sem expressão, ele inclina 1 pouco a cabeça para ela.

Dracula: Sua mente está cheia de dúvidas...

Veronica: Como sabe?

Dracula: Magia. Sim, o meu nome é Dracula.

Veronica balança a cabeça negativamente.

Veronica: Perdão... isso veio do nada.

Ela fala de olhos fechados.

Dracula: Sei...

V olha pra baixo.

Veronica: Já que eu salvei você, eu quero saber o que vocês são e também quem foi que fez isso com você.

Ela fala 1 pouco insegura.

Dracula: Isso como gratidão... eu entendo. Nós somos vampiros... somos uma raça de pôneis parecidos com morcegos, precisamos de sangue para nos alimentar e nos produzimos mais de nós caçando e transformando os pôneis à nossa vontade.

Veronica olha para trás.

Veronica: Minha nossa, então os contos e rumores são...

Dracula: ... verdadeiros. Eu sou o líder deles.

Ele se aproxima 1 pouco e ela levanta a cabeça.

Dracula: Nós podemos viver tanto quanto as princesas. Eu não costumo ser tão calmo com vocês, pôneis...  o nome dele é Gabriel Van Helsing... 1 mártir.

Ele fala com raiva.

Dracula:... ele já foi algo mais... agora apenas caça a mim e aos meus irmãos, não quero me aprofundar em detalhes!

Ela olha de boca aberta.

Dracula: Veronica... você não tem nada aqui, tem?

Veronica: Eu vivo aqui sozinha... e deve saber com sua magia que não tenho conhecidos.

Dracula: Agora tem...

Ela começa a circular ela lentamente enquanto ela olha lentamente para ele e acompanhando, virando a cabeça.

Dracula: Essas informações foram de gratidão... mas agora, vou cumprir com ela e te salvar.

Ela vira a cabeça para a esquerda, ambos trocam olhares enquanto ele passa pela esquerda dela, ele mantinha uma expressão séria enquanto ela parecia confusa, ele então para de frente para ela e encara o chão.

Dracula: Você salvou 1 líder de 1 império duas vezes... me deixe retribuir te tirando dessa espelunca e te pondo ao meu lado... como líder!

Ele se vira e termina a frase com seus olhos brilhando vermelho na parte vermelha olhando para ela, os olhos dela brilham vermelho na parte clara de seus olhos azuis claros, ela então olha pra baixo pensativa e depois olha pra ele.

Veronica: Líder de 1 império...

Dracula: Você terá habilidades que irão te tornar uma líder fria.

Veronica: C-Claro...

Dracula: Irei transformá-la então...

Ele se aproxima dela, ela começa a olhar sem parar para os lábios dele.

Dracula: Você terá que me chamar de conde pois sou o líder supremo e lorde vampiro... você será uma lady. Deverá ser chamada desse jeito pelos seus súditos.

Ela avança até ele, beijando a boca dele, ele beija de volta enquanto ela solta alguns gemidos, ele inclina ela enquanto ela geme mais forte e coloca a pata esquerda no rosto dele, Veronica se joga pra cima dele e ele se levanta em 2, Veronica envolve suas pernas ao redor dele e o abraça, Dracula a abraça de volta enquanto a beija e a leva até uma gaveta de madeira sem nada em cima, a colocando deitada lá, ele começa a ir até o pescoço dela enquanto ela abraça a cabeça dele e de olhos fechados, cora, ele morde o pescoço dela.

Veronica: Ah... ah... Ah! Anh!

Ela solta gritos incompreensíveis, de dor e prazer. Em uma caverna iluminada por uma luz passando por 1 buraco enorme logo acima, Dracula fica de frente para o povo vampiro protegido pela sombra da caverna.

Dracula: Meu povo... curvem-se diante da sua nova lady!

Diz ele com 1 Valtar mais novo e de crina cinza ao lado dele.

Dracula: A 1ª lady vampira... Lady Veronica!

Lady Veronica pousa ajoelhada ao lado esquerdo dele, com suas asas triplas erguidas e sua crina, agora sinuosa, cobrindo sua faça, todos os vampiros começam a sibilar alto e ela ergue a cabeça, com seus olhos brilhando firmemente o vermelho aonde era azul, olhos de fenda, com 1 sorriso aberto e testa franzida.  Valtar olha para ela de canto com a testa franzida, não gostando muito.
1 tempo depois, 1 pônei segue correndo com uma carruagem de madeira em formato de caixa atrás dele pela floresta.

Lady Veronica: Em frente!

Ela fala enquanto pula de galho em galho atrás da carruagem.

Lady Veronica: Vamos, vampôneis, não sejam inúteis agora!

Os vampôneis seguem voando a frente dela enquanto 1 pônei terrestre de crina azulada e espetuda corre olhando para trás, 1 vampônei pousa na frente dele.

????: Oh!

Ele tropeça em uma pedra e cai deslizando para frente, ao lado do vampônei, Lady Veronica pousa ao lado e ambos olham para ele, ele olha para trás.

????: Eeergh...

Lady Veronica: Nunca... mais... fuja assim dos vampiros na vida.

Ela fala encara ele olho no olho e com muita raiva abre a boca para mostrar suas presas.

????: Não!

Ela avança até ele, ele grita de dor enquanto sangue é espirrado.

????: Aarrrrh!

Ela levanta com sangue escorrendo de sua boca, do lado esquerdo, se virando para a carruagem, os vamps a abrem e não tinha nada lá dentro.

 

 

Veronica: VAN HELSING!

Depois.

Dracula: Ele não estava lá?

Ele dá 1 tapa em 1 abajur e papéis que haviam em cima de uma mesa de madeira bruta , derrubando tudo, em uma sala velha com mobília de século 17.

Veronica: Não...

Ela responde olhando para baixo.

Dracula: Anos procurando ele até isso acontecer. A gente consegue... matar o pai dele, mas esse Helsing...

Ele fala com raiva, Valtar usando roupa social inglesa de século 14 entra no suposto escritório.

Valtar: Conde Dracula...

Dracula: Lorde Valtar...

Valtar: Trago importantes informações...

Dracula: Diga...

Valtar: Boas notícias... capturamos ela... os rumores estão certos.

Dracula: Ah... isso eu vou querer ver eu mesmo, fale logo a 2ª notícia.

Ele fala de costas para Valtar, olhando para a parede.

Valtar: Aquele grupo na qual ouvimos falar há muito tempo...

Dracula se vira para ele.

Dracula: Na Bitália... o que que tem ele?

Valtar: Ele existe, ser.. É 1 culto chamado Consilio.

Dracula arregala os olhos e se apoia na mesa, boquiaberto e sem expressão nos olhos.

Veronica: Não acredito que isso tá acontecendo.

Valtar: Sr., podemos estar perto da nossa maior conquista.

Ele abre 1 sorriso.

Dracula: Prepare a prisioneira para 1 interrogatório, Lorde.

Valtar: Sim, Conde.

Veronica olha pela janela oval, dando 1 sorriso. Ela anda pelo lado de fora do cercado por muralhas, castelo cheios de vampiros e vampôneis, até chegar 1 certo ponto aonde ela joga 1 rato em uma direção, alguém de asas amareladas levanta ela e pega o rato com a asa, era Tina, ela abaixa a asa e levanta 1 sorriso para Veronica.

Tina: Lady Veronica.

Veronica: Oi, pessoal.

Ela fala para 1 grupo de vampôneis.

?????: Estamos esperando!

??????: Fome!

Eles se afastam 1 pouco dela.

Tina: Ainda não nos alimentaram, a situação está perto de crítica.

Veronica levanta uma sombrancelha em dúvida.

Veronica: Vocês vão ter que segurar. Descobriram alguma coisa... alguma coisa nova e importante.

Ela olha para trás.

Tina: Não vamos poder lutar sem comer antes... ele enxerga que não podemos... quantos dos nossos vão ter que morrer de fome até que percebam isso?

Ela olha para Tina sem expressão.

Tina: Perdoe-me pela ousadia, milady.

Veronica: Vocês são o meu povo, é lógico que perdoo, mas vocês estão certos...

Ela afirma.

Tina: Somos vampôneis autônomos, vocês são vampiros... servimos vocês, mas do jeito que anda, não vai ser legal de ver.

Veronica olha preocupada para ela. Ela vira a cabeça pro lado esquerdo e vê 1 vampiro tratando mal 1 vampônei, dizendo para ele andar mais rápido, Veronica corre rapidamente até ele.

Veronica: Fica na sua!

Ela fala pro vampiro, o vampiro sai correndo e os vampôneis olham para ela, ela olha de volta para Tina.

Veronica: Muito bem, estamos saindo para caçar!

Ela fala para todos eles. Na floresta, os vampôneis derrubam alces, veados, cervos e javalis, Veronica passa por eles.

Veronica: Boa caçada, meus irmãos!

Ela fala com 1 sorriso no rosto, Tina balança a cabeça positivamente para ele e ela faz o mesmo de volta, até que Dracula pousa atrás de Veronica e ela olha para ele.

Dracula: MAS O QUE SIGNIFICA ISSO!?

Ele solta 1 berro tão alto que os vampôneis abaixam as orelhas e se curvam diante dele, estando o mais longe fazendo isso.

Veronica: Conde Dracula, eu vim alimentar o nosso povo...

Tina vê o que estava acontecendo.

Dracula: Eu não autorizei nada!

Ela fala com raiva, Tina se aproxima.

Tina: Conde, era necessário. Nossos estavam morrendo de fome!

Ele vira e bate a perna na frente dela, olhando com seus olhos brilhando vermelho, ela é jogada para trás, pro chão, com o impacto da perna.

Dracula: Cala a boca ou morre, mas pelas minhas presas!

Veronica vê o ato cruel de Dracula, abrindo a boca em surpresa.

Dracula: Não lhe dei permissão para se dirigir à mim!

Veronica se posiciona entre os 2, de asas abertas e encarando ele com raiva também.

Dracula: Lady Veronica... se explique!

Ele olha para ela, ela o encara e ele encara de volta, ambos com as testas franzidas.

Veronica: Eles seguiram as minhas ordens, se vai culpar alguém, culpe a mim! Não dá pra avançar sem alimentar seus súditos... os seus irmãos...

Dracula: Olhe bem pra mim e presta atenção, pois se você se opor a mim dessa forma mais uma vez, irá ter uma aula de combate... não queira fazer isso de novo.

Os olhos dele brilham vermelho e os de Veronica também brilham assim.

Veronica: Não, sr., meu conde.

Dracula: Perfeito. Venha! Traga esses súditos! Há uma importante tarefa!

Ele sai andando, Veronica vira a cabeça, com a testa bem franzida e enfurecida.

Veronica: EI! Vamos logo, tragam essa carne!

1 tempo depois, Veronica entra no escritório de Dracula.

Veronica: Conde, mencionou uma importante tarefa?

Dracula: Sim... e 1 tanto simples... quero que conheça minha nova aprendiz. Kane...

Ele dá 1 passo pro lado e lá estava Kane, com sua aparência que usa até hoje, até mesmo os costumes que lembravam a de 1 pirata.

Dracula: ... Van Helsing.

Veronica arregala os olhos.

Veronica: "Van Helsing"?

Veronica bate a pata esquerda na mesa, aonde havia uma espada, ela pega a espada no ar a gira e aponta ela no pescoço de Kane Van Helsing.

Dracula: Lady Veronica, se afaste dela...

Veronica: Mas meu conde, você-

Ele lança seu brilho nos olhos enquanto fala com Veronica.

Dracula: Você vai largar a espada e vai se curvar diante de mim!

Ela larga a espada e se ajoelha diante dele enquanto Kane olha para ele de canto, ele encara V se abaixando.

Veronica: Perdão, conde.

Ela fala arrependida.

Dracula: Ela mesma veio até mim.

Ele fala olhando para ela.

Kane: Sou filha de Abraham.

Ela diz com firmeza, V se levanta e olha para ela.

Veronica: Por que 1 Van Helsing viria até nós, até Conde Dracula... eu não estou entendendo.

Dracula: Eu mesmo me perguntei, mas ela me convenceu de uma coisa...

Ele fala olhando para V.

Kane: Van Helsing e Dracula, essa luta já cruzou gerações e eu não quero, nem morta, que vou continuar a linhagem de meu pai.

Dracula: Ela é perpicaz, descobriu a gente sozinha e logicamente a capturamos... ela tem intenções... prazeirosas.

Kane: Eu me junto aos vampiros, isso vai atingir o meu pai de uma forma que ele não vai suportar e não vai mais querer lutar, vai ficar com raiva! Ele morre, a guerra contra os Helsing acaba e 1 novo legado se inicia.

Ela fala olhando para Dracula.

Veronica: Isso pode ser 1 truque, acho que isso vale falar na frente de 1 Helsing.

Ela vira a cabeça para Kane.

Dracula: Ela já foi revistada. Lorde Valtar já está sabendo disso... com 1 Helsing do nosso lado, vamos conseguir.

Veronica: Mas e a vingança contra o irmão que te traiu? Van Helsing é 1 renegado, ele luta pelos pôneis!

Ela fala com raiva.

Dracula: Essa Helsing lutará pela gente e pelo nosso nome!

Kane: Não quero ficar presa num ciclo igual meu pai e avô.

Veronica: Pois bem então, criança, seja bem-vinda a nossa irmandade.

Dracula: Com o Consilio, poderemos descobrir como despertar ele.

Ele fala olhando para cima com orgulho em cada palavra.

Veronica: O último Espalha-Caos.

Dracula: E aí, poderemos andar fora das sombras!

Ele começa a dar uma risada maligna. Em uma caçada, 1 tempo depois, Veronica pega 1 pônei no meio da floresta e o leva às alturas enquanto Kane desce em cima de 1 pônei e fica em cima dele de boca aberta, Veronica soca 1 pônei e o faz voar e bater as costas em uma árvore.

Veronica: Bela caçada que você deu, imediata Kane.

Kane: Aprendi com a minha parceira!

Ambas sorriem uma para outra, uma das carruagens que havia sido atacada, explode e manda vários vampôneis ao ar, as duas chegam lá boquiabertas e começam a ouvir pôneis brigando.

???????: Oh!! Ei!

Kane: Abraham Helsing...

Veronica: Caçadores de vampiros! Peguem a comida e vão, recuar!

Ela grita para todo mundo, pegasus chegam por cima da floresta com várias cestas e buracos nelas, gotejando água dessas cestas para baixo.

Kane: ÁGUA BENTA!

Os vampôneis começam a sibilar pela ardência em sua pele, 1 pônei todo coberto de 1 tecido branco e com máscara ergue uma lança com 1 crucifixo no topo na cara de 1 vampônei, ele sibila de medo e sai correndo, outros começam a lutar e matar os vampôneis, 1 deles em cima de 1 vamp perfura as costas dele com uma estaca de madeira e outro dá 1 tiro de besta no peito de outro que estava correndo até ele, Veronica se vira e vê uma flecha indo na direção da cabeça dela, ela fecha os olhos e vira a cara mas 1 legue com pontas afiadas se abre na frente e a flecha perfura, mas o legue segue a ponta da flecha e Kane fecha o leque.

Kane: Ponta de prata com água benta.

Veronica: Foi o Helsing... vamos embora!

Ela olha pro chão e sai correndo, Kane também sai enquanto os que ficaram eram mortos. No castelo, 1 tempo depois...

Valtar: Nossa caçada foi mal sucedida.

Ela fala no escritório para Dracula, ele se vira com raiva e bate a perna no chão, rachando ele.

Dracula: Quero cada vampiro e vampônei armado e pronto. Eles 1º caçam e varrem a floresta da nossa principal refeição, exterminando tudo e sobrando apenas os pôneis para a gente.

Valtar: Todos estão sendo comandados por Abraham.

Dracula: Tirando a nossa comida... caçando pôneis. Estão procurando o nosso castelo. Eles já nos cercaram em tempos diferentes, em cada direção.

Valtar: Sim, eles impediram nossas caçadas ao Norte, Sul, Leste... e Oeste.

Dracula: Prepare as tropas, vamos invadir o Consilio essa noite. Com ele sobre o nosso controle, iremos produzir magia avançada e despertar o Porta-Caos para o ragdawn!

Ele fala com firmeza e abrindo 1 sorriso maligno, ao mesmo tempo, Lady Veronica e Kane entram correndo no escritório, Valtar se vira surpreso.

Veronica: Conde, impediram a nossa caçada de ter sucesso, estavam muito próximos, há 4 km daqui!

Dracula: Deixa então, eu vou avisar aos vampiros e aos vampôneis!

À noite, com tudo iluminado à luz de velas pelo castelo, Dracula se posiciona em uma varanda no seu castelo, e de cima olha para baixo na cidade para os vampiros e vampôneis.

Dracula: Se quisermos tornar o mundo seguro para a gente, vamos precisar invadir lá com toda a força que temos. Nós nascemos para isso!

Tina: Com nossa ajuda!? Mal estamos alimentados há anos e você quer nossa ajuda!?

Ela pergunta com raiva para ele, gritando.

????????: Precisamos de sangue! É por isso que lutamos!

?????????: A gente faz, mas só se houver comida!

Dizem 2 vampôneis.

Dracula: Eu prometo, irmãos, que haverá comida a vontade!

Tina: Uma guerra batalhada pelos famintos!

Ela grita.

Dracula: OBEDEÇAM, ESCRAVOS!

Ele berra para ambos, com seus olhos brilhando vermelho bem forte, os vampiros que olham caem sobre a sua hipnose, Tira vira a cabeça e fecha os olhos, assim como os vampôneis.

Tina: Não olhem, meus irmãos!

Dracula sibila bem alto, abrindo suas asas negras de 2 metros de envergadura para fora de sua capa enquanto alguns vampôneis caem sobre a influência dele.

Dracula: Eu sou seu pai! O CONDE! Não se revoltem! Capturem quem está se opondo à mim!

Então, uma bola de fogo atinge uma das torres do castelo e destroem o topo, na floresta, havia 1 exército de vários pôneis de lanças erguidas com catapultas lançando bolas de fogo contra o castelo.

Dracula: Soem o alarme! Se preparem para lutar! Todo mundo para dentro do castelo agora!

Tina: Sigam-me!

Ela fala para os vampôneis enquanto os vampiros saem correndo de 1 lado pro outro, alguns vampôneis também, aqueles que não ouviram Tina. Na escuridão, uma silhueta de pônei vestido e barbudo se lança de cipó para dentro das muralhas, esse alguém de luvas gira uma manivela e ativa uma alavanca, abrindo os portões da frente e deixando os guerreiros gritando por guerra e sedentos por combate entrarem dando gritos de guerra.

Exército: EEEEEEEEERRRRRRRRRRRHHHHHHHH!

As portas do castelo se fecham enquanto os soldados entram em combate com vampiros e vampôneis desarmados, lá dentro, atrás das portas, V corre até Tina.

Veronica: Estão todos bem?

Tina: Estamos. Lady Veronica, ele tentou nos controlar à força!

Veronica franze a testa.

Veronica: Ele faz isso o tempo todo! Temos que sobreviver a essa noite.

Tina: Como? Esse exército está munido com as nossas fraquezas.

Veronica: Eu incentivei alguns vamps e sobre minhas ordens, eles cavaram 1 túnel que ia dar em uma nova zona de caça, a leste, encontre o túnel no subsolo e vão!

Tina: Você vem atrás da gente, né?

Veronica: Tenho que ficar e lutar ao lado de Drac, ele vaio achar que o traí se fugir.

Tina: Estaremos a sua espera do outro lado!

Veronica: Mas é claro, vão logo!

Ela ordena.

Tina: Vamos embora!

Ela sibila alto para os vampôneis e eles saem correndo daquele corredor. Veronica parte pelos corredores do castelo, até que ela começa a sentir tremores vindos do lado de fora e cambaleia em meio à isso tudo, ela ouve barulhos de espadas batendo uma na outras e flechas sendo atiradas de todos os lados, ela corre até a sala de seu conde.

Veronica: Conde! Estão batendo com força!

Dracula: Eu sei... e ele está aqui!

Veronica: Aonde está o Lorde Valtar?

Dracula: Comandando as tropas. Venha comigo, lady. Vamos matar Van Helsing. A guerra termina aqui.

Kane também estava na sala, ela franze a testa de acordo com o que seu lorde diz. Os soldados arrombam a porta do castelo com uma tora de cerco.

Dracula: A sala do corredor principal!

Ele ouve a batida, da porta se abrindo.

Kane: Se eu o conheço bem, estão procurando você.

Dracula corre em alta velocidade até lá, as outras o seguem e ele chega nos corredores do térreo batendo as asas e lançando 1 ataque telecinético nos soldados a sua frente, os mandando ao ar enquanto gritam, com suas armas caindo no chão, Kane esmaga a cabeça de 1 soldado contra a parede, V passa em alta velocidade por 1 e o bate, o fazendo voar, ela retorna, o segura no alto de sua cabeça e o joga para frente, chuta as costas dele bem na coluna e o fazendo cuspir sangue pro alto, ele cai morto na frente dela com a boca toda ensanguentada, Kane flutua com 1 soldado e de frente pra ele, quebra o pescoço dele torcendo a cabeça, Dracula soca 1 soldado pro alto, o mandando pro teto, 1 monte deles saem correndo de Dracula enquanto eles avançam andando.

Dracula: Atrás daquelas lá!

Dracula aponta para os soldados correndo, ele e Kane avançam com V atrás deles, mas V para e olha pela janela, vendo a silhueta de 1 pônei agachado em cima de 1 galho, com uma besta apontada mais ou menos na direção em que ia.

Veronica: Conde, Kane, é uma armadilha!

Kane se vira e para, Dracula continua avançando.

Kane: Van Helsing...

Ela fala olhando para o pônei, Dracula para e olha para trás, já de frente para o exército.

Dracula: Abraham...

Ele sente a presença dele atrás, mas os soldados avançam contra Conde Dracula e ele olha para frente, com eles indo e gritando, eles erguem suas espadas e lançam as flechas, Dracula desvia de todas em altas velocidades, batendo em todos e os fazendo voar com os impactos, além de os fazer gritar com a dor dos socos e chutes, ao mesmo tempo, o pônei atira com a besta uma flecha pintada em negro com uma travessa de metal pontiaguda nela, também negra e de igual largura ambos os lados.

Kane: Conde!

Ela e Veronica correm até ele que estava lutando sozinha na sala, ele joga o último soldado no chão, desmaiado, então ele vira e bate na flecha com sua pata protegida pela luva metálica que usava, conectada a sua armadura cinza prateado, a flecha levanta reto no ar após a defesa de Dracula e com as travessa metálica em negro e o corpo da flecha negro, forma uma cruz bem visível no ar, Dracula vira o rosto sibilando com raiva, a flecha brilha e explode em várias pequenas estacas de madeira, várias delas atingindo Dracula e uma sendo no meio do peito.

Dracula: IIIH!

Ele cai para trás e lança 1 sibilo alto que ecoa por toda a floresta, todos os vampiros e vampôneis param o que estão fazendo para lançar uma cara de terror em suas faces, Valtar vira a cabeça na direção do castelo, olhando em terror. Kane e V chegam até Dracula, que estava no chão segurando seu peito, ele perfurado por duas madeiras, mais 3 ao estômago.

Kane: Conde...

Ela olha preocupada para ele.

Dracula: Minhas lady e imediata...

V olha pela janela e Abraham já havia se mandado.

Kane: Não... eu sinto, mas não quero que nada aconteça.

Dracula: Mas vai acontecer...

Ele abre os olhos fracamente, a boca sangrando, Kane começa a chorar.

Kane: E se eu remover?

Dracula: Atingiu o coração.

V olha para ele preocupada.

Dracula: Não fará diferença.

Kane: Por favor, não!

Ela fecha os olhos e deixa as lágrimas escorrerem mais ainda.

Dracula: Vocês terão que ser fortes. Irão comandar na minha ausência. Este anel...

Ele o seu anel.

Dracula: ... eu nunca contei pois nunca precisei, mas é hora de saber que ele contém o meu sangue... vão queimar o castelo e minhas coisas...

Do lado de fora, várias flechas flamejantes começam a ser atiradas contra o castelo. Kane pega o anel dado a ela, V olha para o anel também.

Dracula: Isto vai permitir 1 dia a minha ressurreição... não deixem nada acontecer.

Ele franze a testa.

Kane: Não posso te perder.

Ela fala entre choros e resmungos.

Veronica: Eu te amo!

Ela dispara longo, olhando mais preocupada para ele, ele vira oa solhos para ela.

Veronica: Você me deu uma vida... 1 caminho... me deu 1 destino... e eu vou lutar todo dia para fazer juz ao seu nome!

Ela fala com força.

Veronica: Os pôneis acham que podem tirar tudo de nós assim?

A parede atrás dela começa a rachar.

Veronica: Nós vamos caçar eles com muito mais força que já tivemos.

Dracula: Essa é a minha garota.

Ele começa a fechar os olhos, ela rapidamente o beija na boca e deixa uma lágrima escorrer pelo seu olho direito, ela se afasta lentamente e Dracula cai para trás de olhos fechados, morto.

Kane: Não!

Ela fala chorando ainda mais, Kane fecha os olhos e franze a testa, deixando mais lágrimas escorrerem.

Valtar: Não, não...

Veronica: Anh?

Ela levanta a cabeça, Lorde Valtar estava correndo até lá, Kane levanta a cabeça.

Valtar: O que vocês fizeram?

Kane: Valtar...

Valtar: Conde... irmão!?

Ele empurra Kane pro lado e vira de frente para o corpo de Dracula.

Valtar: Não. Dracula! Orion!

Valtar deita sua testa no peito de Dracula enquanto o abraça, o olho de Dracula começa a virar poeira e a se espalhar.

Valtar: Aaarrhhh!

O corpo do conde vira totalmente pó, uma enorme pilha de poeira, Valtar pega 1 pouco dele e a deixa cair sobre o resto.

Valtar: Não! Mas o que aconteceu aqui?!!

Ele pergunta com muita raiva e berrando, V encara com raiva.

Veronica: Van Helsing aprontou uma armadilha pra ele!

Kane: Mas conseguimos agir.

Ele também fala com raiva. Valtar seu torso segurando suas lágrimas, afinal, seu irmão e amigo de infância estava morto, ele levanta uma sombrancelha.

Valtar: Agir?

Ele olha para a parede e se vira para elas.

Valtar: Vocês... não... 

V levanta uma sombrancelha em dúvida.

Valtar: Duas vampiras de alto escalão com Dracula... 1 vampiro sempre se sacrificou por ele! Por que vocês não se sacrificaram por ele!?

Ele fala com muita raiva, seus olhos ficando vermelho e ele mostrando as suas presas.

Kane: Não é-

Ele balança a cabeça negativamente.

Valtar: Oh! Uma Van Helsing... uma comandante dos vampôneis.

Ele anda até elas e Kane dá 1 passo para trás.

Valtar: Eu ouvi falando com a Tina, Veronica! Você estava apoiando os movimentos de revolta dos vampôneis.

Veronica: Nós não assassinamos o Dracula!

Ela fala de olhos arregalados para ele.

Kane: Foi o meu pai!

Valtar: Sim... mas não o salvaram, portanto são traidoras.

O teto daquela sala começa a pegar fogo do lado de fora.

Valtar: e POR ISSO VÃO MORRER!

Ele se lança contra Kane sibilando altíssimo e com as presas de fora, os 2 caem no chão e ele começa a sufocar Kane.

Kane: Valtar, para!

Veronica corre até Lorde Valtar, ele chuta ela para trás, acertando o estômago dela e ele cai deslizando e agachada, madeira pegando fogo começa a cair ao redor deles.

Veronica: Para!

Valtar: Não!

Ele começa a fazer pressão no pescoço de Kane, esmagando ele, Veronica se lança contra ele, dando uma cotovelada nele e o tirando de cima de Kane.

Veronica: Eu mandei parar!

Valtar voa até uma pontiguada afiada de metal na parede e tem o seu estômago perfurado, ele sibila de dor e olha para baixo.

Valtar: Drog!!!

Veronica: O anel ta com você?

Kane: Sim.

Valtar: Essa guerra está longe de acabar! Me tirem daqui!

Veronica ajuda Kane a se levantar pegando ela pelo braço e a levando de frente para a porta em que vieram.

Veronica: Você traiu o seu povo fazendo isso!

Ela fala de cara franzida para Valtar, ele começa a se debater e a sibilar enquanto a madeira pegando fogo cai ao redor dele.

Veronica: Vamos, nosso povo nos espera!

Ela solta Kane e Kane concorda com ela, ambas correm para fora daquela sala que começava a queimar ainda mais, o castelo inteiro é consumido pelas chamas, que se extendiam mais alto do que a copa das árvores.
—_____________________________________________________________

No meio da noite, Lady Veronica e Kane checam as ruínas da sua fortaleza destruída, 1 templo que fora destruído por Flash Sentry, agora todo despedaçado e com fumaça saindo de algumas partes que eram iluminadas por velas, a fortaleza era subterrânea no meio de uma clareira na Floresta da Liberdade, Kane olha pro chão e vê montes e mais montes de poeira, vampôneis que haviam morrido, atingidos no coração.

Veronica: De fato o massacre aqui é considerável.

Ela fala com raiva enquanto olha para os "corpos" de seu povo.

Kane: Esse cara é maluco, 1000 anos nos culpando por algo que não fizemos!

Veronica: Isso até 16 anos atrás, mas... para ter certeza... as tropas estão prontas?

Ela se vira para Kane.

Kane: Sim, eu ouvi o chamado delas.

Tina pousa na frente de Veronica.

Veronica: Tina, comande as tropas e procure por 1 novo local aonde poderemos executar o ritual de ressurreição. O futuro da nossa raça depende disso.

Tina sai correndo em alta velocidade em direção à floresta.
—_______________________FLASHBACK_________________________

800 anos após os últimos acontecimentos, na Floresta Sempre-Livre, ano de 1997, naquela mesma clareira, V e Kane saem de 1 lado da floresta, aonde estava cheio de vampôneis e seguem até o meio da clareira, Valtar segue do outro lado até la, com Midnight Glad do ado dele.

Kane: Isso... é surpreendente.

Na fortaleza de Valtar, Kane e V estão sentada de 1 lado de uma mesa bem alongada e medieval, com Valtar do outro extremo, haviam várias taças de sangue a mesa.

Kane: Isso... é surpreedente.

Ela olha para baixo e fala gozando.

Valtar: É, né? Estivemos de olho por muito tempo...

Ele explica.

Veronica: Propõe então uma trégua na guerra para revivermos Dracula usando tecnologia pônei.

Valtar: Eles ainda estão pesquisando, mas estão quase fazendo os metas, pôneis aprimorados.

Kane: Pôneis melhores?

Valtar: É. Vamos precisar de alguém infiltrado.

Veronica: Temos algo que pode ajudar a reviver Dracula.

Kane: Como assim!?

Ela vira para Veronica.

Veronica: Tentamos por séculos, precisamos de mais poder do que imaginvávamos para revivê-lo.

Ele puxa o anel de Dracula e mostra para vALTAR.

Veronica: Este é o anel dele... contém sangue dele no interior.

Valtar: Só precisamos de magia para isso. O Projeto Meta-Pônei, antigamente conhecido como Consilio, mira em, sempre mirou, em conseguir absorver magia e redistribuí-la. Magia antiga de anti-magia... só as civilizações mais poderosas como a das Farlands conseguiu.

Kane: Mas a terra dos centauros não é só uma lenda?

Valtar: Não sei, já mandei morcegos irem atrás e nenhum voltou bom. Temos uma trégua?

Veronica: Precisaremos de gente infiltrada, qual é o seu plano?

Valtar: Eles são o meu plano.

De trás dele, surgem 2 pôneis extremamente familiares, uma pônei terrestre de toca e jaqueta e 1 unicórnio, sem roupa, de crina e pelos cinzas em diferentes tons, eram os Irmãos Delsin.

Valtar: Os Irmãos Delsin. Sem lar e família, recrutados à dedo pelo Glad.

Ken: Kenneth.

Rose: Mary Rowe Delsin.

Ken: Nós voluntariamente nos damos por uma causa maior.

Ele fala sem expressão.

Kane: Ok, entendi.

Valtar: Temos uma trégua?

Veronica: Sim.

Em algum lugar, dentro de uma sala branca de escritório, 1 pônei terrestre de chaleco passa para o corredor segurando uma carta, ele tinha rabo de cavalo e alguns fios de cabelo negros que iam até perto de seus olhos castanhos, usava óculos redondo, sua pelagem era marrom claro, ele guarda a carta e entra el outra sala, também branca em seu interior, e lá perto da mesa,estava Valtar com Veronica sentada na cadeira apoiada na mesa.

Valtar: Olá. professor. Professor Hojo, como o senhor está?

Hojo: Magnífico. Quem é essa aí?

Ele pergunta com 1 sorriso.

Veronica: Lady Veronica, sou uma conhecida do Lorde Valtar.

Valtar: É isso mesmo, ela vive... em Conundrum.

Hojo: Hmm... mais 1 dia de progresso.

Ele põe a carta na mesa.

Veronica: Ele me disse que você é biólogo.

Ela se levanta e fala com 1 sorriso para ele.

Hojo: Eu comando uma divisão inteira. Já encontraram alguém voluntário para testes?

Valtar: Já sim.

Ele levanta a cabeça, dando  sorriso para ele.

Hojo: Bom... vou precisar de fichas, permissão de maiores de idade, parentesco...

Valtar: Eu dou permissão...

Ele fala desanimado para Hojo.

Valtar: São orfãos e maiores de idade.

Hojo balança a cabeça negativamente dando 1 sorriso.

Hojo: Alguma identidade, vou precisar preencher papelada e muito mais coisa.

Valtar: Professor...

Ele anda até Hojo e lança 1 olhar para ele, os olhos de ambos brilham vermelho.

Hojo: O-...

Veronica levanta uma sombrancelha e abre 1 sorriso irônico.

Valtar: Quero Kenneth Delsin registrado como seu estagiário.

Hojo: Quem?

Valtar: Seu novo estagiário, agluém que mantenha uma conexão com a gente dentro do Projeto Pônei.

Hojo: Claro.

Valtar: Mas isso só irá acontecer se eles passarem no teste.

hojo: Haverá mais de 1?

Valtar: São 2 para testar a fórmula do Projeto Meta.

Hojo: Sabe que isso vai ser ilegal... fazer testes fora do prazo.

Valtar: Nossa espécie precisa disso... iremos te dar poder em troca.

Hojo: Claro... sim, eu entendo.

Na fortaleza de Valtar, no quarto dele, Veronica anda até Valtar.

Veronica: Há quanto tempo se conhecem, e quantas vezes já fez aquilo?

Valtar: 3 meses... e... 5... ele é bem obediente. Tem uma família que dirige toda essa instalação e que mantém segredo até de chefes da divisão.

Veronica: É o caso dele.

Valtar: Ele vai fazer de tudo para ter acesso a todas as pesquisas do projeto. É só questão de tempo até termos magia de alicórnio para ressucitá-lo.

Veronica: Como eles vão conseguir?

Valtr: Eles vão esperar a oportunidade perfeita para isso!

E assim, meses depois, Hojo aplica uma seringa com o elixir do urânio com magia no braço de Kenneth em uma sala em que só estavam eles lá.

Hojo: Este é o mais simples de se fazer, ele aprimora a magia de 1 pônei.

Ken: Ei, isso ardeu!

Ele fala reclamando da agulha. Hojo aplica outra seringa, dessa vez em Rose, também no braço.

Hojo: O seu é de transformação em gás retirado da magia de 1 esqueleto de dragão e também eletrocinesia, de abelhas raio.

Kenneth olha para aonde foi agulhado e fecha os olhos, com força.

Valtar: Está pronto...

Ele franze a testa e dá 1 sorriso maligno, Ken começa a sentr dor e abre 1 berro, ele inclina para frente e uma asa começa a crescer enquanto ele grita de dor, Rose começa a exibiri os mesmos sintomas, os olhos dela brilham e ela abre a boca, uma fumaça cinzenta começa a sair de sua boca e as correntes em suas duas patas começam a eletrocutar.

Hojo: Temos que nos afastar... agora!

Valtar: Retire ele daqui!

Ele fala para Kane e Kane o pega pela nuca da jaqueta e corre para trás com ele, o levando para fora da sala com força.

Hojo: Agh!

Após saírem da sala, Valtar se vira para os 2.

Valtar: Escutem o seu meste com atenção! Quando acabar, saibam que irão servir a mim!

Ele afirma, Rose range os dentes olhando para Valtar e Ken solta 1 grito de furia, carregando seu chifre e atirando uma rajada de laser, Rose atira de sa pata direita 1 jato de fumaça cinza, Valtar corre pra esquerda e desvia, ele soca Rose em alta velocidade na cara.

Valtar: Eu vou treinar vocês...

Ele dá 1 soco de direita na cara de Kenneth. Ambos desmaiam, Kane abre a porta e Hojo aparece atrás dela.

Valtar: Eles perderam a cabeça como você disse...

Ele olha para os 2 no chão e Hojo entra.

Hojo: O Elixir com urânio funciona.

Kane: Esse é seu estagiario, agora.

Hojo: Ele virou 1 alicórnio... essa é a forma máxima de poder de 1 pônei.

Valtar começa a abrir 1 sorriso bem maligno e malandro. Na fortaleza de Valtar, Kane se encontra com Veronica descendo algumas escadas.

Veronica: Kane...

Kane: Milady?

Veronica: Isso está indo muito rápido... já estão treinando os Delsin e o filho do hojo já assinoupar aser a cobaia final dos testes que começam em breve. Eles são chamados meta-pôneis, os 2... estamos perto de rever o nosso mestre.

Ela fala incrédula, desacreditando.

Kane: Eles vão usar magia de alicórnio no anel...

Ela vira a cabeça para ela.

Veronica: Isso, mas será preciso algo mais, que é o corpo de alguém.

Kane: Eu não me voluntario.

Veronica: Será no Sephiroth. O Valtar não especificou por que precisa da gente.

Ela vira o rosto para a esquerda e termina essa frase com raiva.

Kane: Ele, Dracula, vai precisar da gente quando voltar. Ele não iria gostar que nos separassemos, ou que retornassemos em guerra.

Veronica: Só precisamos da magia de alicórnio, do Kenneth... só de 1 pouco dela.

Ela fecha a testa e fala com firmeza e também com ambição.

Kane: Por isso ele treina para aprimorar as habilidades.

As duas param e olha pela janela, vendo Kenneth atirando rajadas com Valtar desviando delas em 1 campo gramado e aberto dentro da fortaleza, o campo era cercado de construções conectadas.

Veronica: É só uma questão de tempo...

No escritório de Hojo, ele, Ken e Valtar tem uma conversa.

Hojo: Então você conseguiu, foi aprovado por nós.

Ele fala para Kenneth, agora seu novo estagiário.

Ken: Só pelo dever maior.

Valtar: É isso que você e eu desejávamos. Vamos preparar algo que nos deixe mais no controle da situação. Assim como do Projeto.

Ele olha para Hojo, Veronica abre a porta do escritório e entra, olhando para Valtar.

Veronica: Mais controle sobre O Prjeto?

Valtar: Se algo der errado e descobrirem a gente e o Hojo, teremos que tomar medidas drásticas.

Hojo: Proponho uma guerra civil, uma rebelião ou desativação do Projeto.

Todos olham para ele.

Valtar: Uma desativação não silencia pôneis.

Veronica: Uma ameaça, talvez...

Valtar: Uma ameaça... claro que sim! Eles... podem pensar que estão sobre ameaça constante com os segredos do Projeto. Vamos criar uma boa conspiração dessa vez, e você, Ken, vai espalhar estes boatos da nossa forma. Pode fazer 1 certo drama, deixar uma menssagem duvidosa no ar para o mundo exterior.

Veronica: Os experimentos seus, dr. Hojo, podemoscausar 1 certo pânico.

Hojo: Se fala de corpos e descobrirem algum, vão suspeitar!

Ken: E só encobertar.

Valtar gosta da idéia e Veronica também. Anos depois, Merrymark Walpike anda por uma sala de computadores, até que ouve uma explosão e vê fumaça vindo do seu lado esquerdo, ele olha amedrontado para a fumaça subindo e se vira, Kenneth vinha correndo até Merrymark.

Merrymark: Kenneth.

Ken: Oi... mas o que aconteceu aqui?

Merrymark: Alguém entrou e isso acnteceu!" Soa o alamre!

Ken: Sim, senhor!

Merrymark se vira para a fumaça e Ken sai correndo de lá, ele vira a direita olhando apra trás e então alguém de capuz fica de frente para Ken e Ken se vira para ele, o pônei tira o capuz e era Rose.

Rose: Consegui mais informações.. está tudo indo de acordo.

Ken: Ok, tira logo isso daqui, então.

Ela coloca de volta o capuz e sai correndo, Ken dá 1 sorriso vendo ela indo embora e subindo escadas de metal para uma sala, ele se vira e havia 1 guarda de armadura de olhos arregalados olhando para Ken, ele se vira carregando seu chifre, e então aparece no escritório de Hojo com o guarda inconsciente, Hojo pega uma seringa brilhando verde, Veronica estando do lado dele, ele pega o braço do guarda e aplica a seringa.

Hojo: Assassinato é disperdício de material.

Veronica: Para gente inútia como ele, é claro que sim.

O guarda acorda e começa a sentir dor, ele mantém os olhos fechados e começa a gritar antes de abrir os olhos arregalados e gritar mais alto ainda.

??????????: AAAARRHH! AHR!!

O braço dele começa a ganhar eletricidade enquanto ele grita, o corpo dele inteiro faísca em eletricidade e ele arregala os olhos enquanto sente dor, uma fumaça sai da cabeça dele e os olhos estouram em sangue, ele cai de frente morto.

Hojo: Teste 1900 falhou.

Kane: Pena que contamina o delicioso sangue.

Ken: Ai, porra, isso é frustrante e dá agonia!

Ele fala olhando para o cadáver.

Veronica: Oh, se dá, quanto disperdício!

Ela fala para Hojo, 2 vampôneis chegam e pegam o cadáver.

Ken: A cidade procura pelos desaparecidos há anos.

Veronica: Muitos anos mesmo...

Ken: Não esquenta, eles não sabem por onde começar.

Valtar passa por uma passagem secreta que havia na parede, uma porta com a mesma característica da textura branca da parede que ia dar em uma caverna escura, ele passa e fecha a porta empurrando ela pro lado.

Valtar: Para de mentir. Eles suspeitam 100% desse projeto aí, eles querem explicações.

Ele fala olhando para Hojo.

Hojo: Algum pônei daqui terá que desmentir esses boatos de décadas.

Valtar olha para baixo, pensativo. Algum tempo depois, Hojo entra na casa dele e joga seu chaleco pro lado, ele vai até uma cadeira na sala de estar e se senta lá, tirando os óculos e botando em 1 criado-mudo.

Hojo: Ai, ai,ai...

Ele olha para a porta e alguém desliza uma carta por debaixo dela, ele coloca de volta os seus óculos e anda até la, ele pega a carta e a levanta, vendo verso e frente, não havia nenhuma escritura ou marca naquela carta branca.

Hojo: Sephir...

Semanas depois, em uma sala com vários arquivos, Hojo fala com Veronica.

Hojo: Eles querem reduzir toda a direção para a família deles! Maldito, Walpike!

Ele fala com muita raiva.

Veronica: Isso significa sua demissão, temos que impedir isso!

Hojo: Não dá, eles tem e dão a palavra final, aceitando ou não! Apesar de ser 1 negócio familiar e de CEO, não há votos...

Veronica: Desgraça, você tem que continuar nessa porra! Pode dar a palavra final na próxima reunião, ameace eles!

Hojo: É o que eu estava pensando. E... meu filho... ele disse que quer participar do experimento final.

Veronica: Seu filho? Tem família?

Hojo: Sim. Ele acha que eu tenho estado muito ocupado fora, no Projeto, e eu o convidei para também fazer parte nos testes.

Ela solta 1 grunhido de surpresa.

Hojo: Relaxa, ele aceitou.

Ela olha pro lado pensativa.
—_____________________________________________________________

No meio da escuridão, V encara os corpos com raiva, Kane estava atrás dela andando e observando ao redor.

Kane: Cansada de esperar? Por que eu também tô.

Ela fala sarcasticamente.

Veronica: Tenho que receber uma resposta da Tina sobre esse lugar de imediato!

Kane: Porque a nossa-

V se vira para ela.

Veronica: Cala a boca, infeliz!

Ela grita com Kane.

Veronica: São séculos em jogo! Vários vampôneis que vieram e se foram!

Kane: São a porra do meu povo também, eu sei, caralho!

Veronica: Não dá pra errar, avê... caceta...

Ela se vira e sai andando com raiva enquanto Kane assiste ela, intediada e chutando alguns dos destroços.

Veronica: Pode voltar para as cavernas e dar assistência para a Blonde, estará no comando de lá quando voltar!

Ela vira para Kane.

Kane: Sim, Lady Veronica.

Ela sai correndo em alta velocidade de volta para a mata, Veronica olha para trás com raiva e começa a olhar para cima.
—___________________________FLASHBACK_____________________

16 anos atrás, Hojo sai dos Laboratórios do Projeto em Las Pegasus, olhando para baixo sem saber o que fazer, ele olha para frente.

Hojo: Huh?

Ele olha confuso para o chão, 1 vampônei chega e coloca uma sacola na cabeça dele por trás, ele tenta lutar mas outro chega e soca a cara dele, o fazendo desmaiar. Hojo acorda sendo jogado para trás, Valtar e Veronica o seguram e ele começa a ofegar, Hojo passa a pata na cabeça e se vê no palácio da fortaleza de Valtar na Floresta da Liberdade.

Valtar: Está tudo bem? Consegue se lembrar?

Tina anda mais perto deles e Hojo senta em uma cadeira que havia atrás dele com Valtar o ajudando a se sentar, Veronica pressiona seus lábios olhando para ele e esperando uma resposta enquanto Hojo apenas encara o chão, parecendo desacreditar em alguma coisa que havia acontecido, ele estava surpreso, perplexo ou até assustado, ele então franze a testa de raiva e abre 1 berreiro.

Hojo: Sim, Walpike e a família dele destruíram tudo! Ameacei expor e aí me apagaram!

Valtar: Suas memórias se foram, eu as recuperei com minha magia!

Hojo: Agradeço... logicamente eu avisei com antecedência...

Ele vira 1 pouco a cabeça pra Valtar.

Valtar: Eles assumiram o comando então, não tem problema, vamos continuar as atividades aqui mesmo.

Hojo: Vamos fazer história... e planejar como enterrar O Projeto e o legado dele tão fundo na terra que ambos irão ATINGIR O INFERNO!!!

Ele grita de raiva.
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Veronica encara a direção em que Tina foi até que olha para trás, mexendo as orelhas e vê uma fumaça negra enorme subindo, ela começa a correr na direção da fumaça, entrando de volta na floresta e passando pelas árvores em alta velocidade pela escuridão, até dar de frente com uma fogueira enorme feita no meio da mata, ela para e a encara surpresa.
—__________________________FLASHBACK—________________________

16 anos atrás, Merrymark se posiciona em 1 palco de frente para os pôneis de Las Pegasus.

Merrymark: Boa tarde! Estou aqui para me dirigir a vocês sobre os boatos de uma conspiração envolvendo tecnologia não experimental avançada...

Alguém de capuz se posiciona entre os pôneis, bem na frente de Midnight Blitz.

Merrymark: ... Essas alegações são falsas, nós fazemos experimentos apenas em animais, químicos, testamos todos os tipos...

O pônei de capuz vira e empurra Blitz pro lado, ela olha para ele enquanto ele passa.

Capuz: Sai da frente!

Blitz olha para trás, reconhecendo a voz enquanto ele passa por todos os pôneis até chegar no final, ele tira o capuz e era Kenneth Delsin quem estava de capuz ali no meio, ele dá 1 sorriso maligno. Na fortaleza, Ken fala para uma elite de vampiros na frente dele.

Ken: Ele mentiu para todos após a pressão que fizemos em cima deles! Vocês ficam aí parados só observando e agindo dessa forma, indo e voltando, há anos! 

Os vampiros o encaram com raiva, eles estavam sendo atormentados e enfurecidos por ele, com certeza.

Ken: Que foi, perderam a língua!?

Lorde Valtar se aproxima, com sua cara bem enfurecida, ele então suspira e Kenneth vira para ele, ainda com raiva.

Valtar: Chega de gritar com meu povo, Ken. Nós já ouvimos, vamos agir... teremos que treinar algo importante.

Kenneth abre 1 sorriso para ele. 2 meses depois, em 1 jardim em LP, Hojo, V, Tina, Glad, Ken, Rose, Kane e Valtar, com os vampiros e vampôneis espalhados atrás deles, olham de frente para 1 pônei sentado em uma cadeira. O pônei tinha 1 corte de crina igual a de 1 príncipe, mas era longo e prateado bem claro, seu pelo é branco, e a cor de seus olhos é azul clara, ele tinha asas de cor azul escuro, completamente tomadas por essa cor, sua cauda era lisa e com os pelos bem juntos, sua cutie mark é a forma de uma bola de fogo azul flamejante e em queda igual a 1 meteoro, com uma parte branca iluminando o centro dela, como se fosse 1 cometa.

???????????: Ah... eu estou pronto...

Hojo: Os experimentos que fiz foram com magia de outros seres. Neste caso, é preciso 1 corpo, alguém para hospedar a magia desse anel.

Ele levanta o anel e mostra para seu filho.

Hojo: Magia de alicórnio é o suficiente para estabilizar o poder do anel, assim como para despertá-lo. Kenneth, o seu casco.

Ken dá 1 passo a frente e Hojo se vira para ele, ele extende o urânio brilhando roxo para perto de Ken e Ken extende a pata dele.

Hojo: O urânio mágico vai puxar 1 pouco da sua magia.

O urânio puxa uma aura azul clara da pata de Ken, o chifre dele brilha 1 pouco azul nos aneis e Hojo levanta o anel perto do urânio.

Hojo: O anel faz fermento.

O urânio transfere uma magia verde e roxa para o anel, Hojo coloca o anel no chão e puxa uma seringa.

Hojo: Foi só triturar e pôr nessa solução aquosa 1 pouco do que tem no urânio com magia.

A seringa brilhava roxo por dentro, ele perfura o anel com dificuldade e puxa 1 pouco do sangue de Dracula, apenas uma gota.

Hojo: Kenneth, por favor, conserte o anel.

Ken levita o anel pra cima, a parte perfurada estava com sangue saindo dela, ele mira com seu chifre e atira 1 pequeno laser para soldar aquela parte.

Ken: Que coisa chata.

Hojo: Filho, tem certeza que quer fazer esse experimento??

Ele se agacha de frente para Sephir.

Hojo: Nunca fiz nada semelhante antes.

Sephir: Claro, você é o meu pai, 1 gênio.

Ele concorda em fazer isso.

Sephir: Quantos experimentos fracassados deram em morte?

Hojo: Este teste é exclusivo, só que... bem amis do que eu imaginava.

Ele puxa o braço de seu filho e puxa a agulha com o sangue de Dracula dentro e a solução mágica.

Sephir: Espera, como é que é?

Ele arregala os olhos, abaixando 1 pouco o braço.

Hojo: É...

Ele aplica a injeção intravenosa no braço de seu filho, Sephir olha para a agulha.

Sephir: Pai! Eu ia rejeitar!

Hojo: O que? Mas por quê?

Sephir: Porque você disse isso de morte, agora vai até o fim!

Ele briga com seu pai.

Hojo: Sephiroth... eu não posso perder o meu filho para isso...

Sephir: Não vai, eu te amo.

Hojo puxa a agulha após aplicar toda a injeção em Sephir, e olha para Sephiroth com 1 sorriso, Sephir sorri de volta para seu pai e Valtar franze a testa, abrindo 1 grande sorriso maligno.

Valtar: Isso, seja bem-vindo de volta, irmão!

Kane olha surpresa e esperando, V olha preocupada.

Veronica: Drac...

Sephir: Huh?

Ele arregala os olhos e cai de frente da cadeira, pro chão, vomitando sangue.

Hojo: Sephiroth! Preciso de mais magia de alicórnio para estabilizar.

Ele se vira para Ken, Hojo puxa o urânio com magia e Ken extende o braço, ele começa a pegar 1 pouco mais da magia de Ken, mas o chifre de Ken começa a brilhar totalmente em azul, ele olha para cima e franze a testa.

Ken: Oh! Tá pegando demais!

Hojo: Eu tenho que provar... tenho que fazer por ser o melhor dessa instalação!

Ele começa a triturar todo o urânio com a magia de Kenneth nela e aplica novamente a seringa no braço de Sephir, o levantando e aplicando tudo.

Sephir: Gaaah!

Ele cospe sangue e vomita em jato, se ajoelhando, após isso, ele olha para seu pai, nariz, orelhas e olhos estavam sangrando.

Sephir: Uuuuuhhh... pai...

Ele diz com uma voz cadavérica.

Hojo: Aguenta, rapidinho, já vai dar o tempo, segura firme!

A injeção termina e os olhos de Sephir começam a afundar na poeira, Hojo arregala os olhos enquanto seu filho se transforma em pó de cima para baixo.

Hojo: NÃO! NÃÃÃÃÃÃÃO!

Ele joga a seringa e o urânio pro lado, tentando pegar o que restava do corpo de seu filho antes de virar poeira com a pata esquerda, Hojo ajoelha.

Hojo: NÃO... NÃO...

Valtar observa perplexo, de olhos arregalados e de queixo caído, Veronica olha para a situação de maneira totalmente contrária, seu olhar preocupado e queixo caído em tristeza, Hojo olha para baixo e começa a lamentar conforme  o silêncio toma conta.

Hojo: Iiihh... não... 

Ele lamenta e suspira várias vezes, Kane olha não muito diferente de V e V se aproxima de Hojo ainda preocupada, ela chega alguns centímetros atrás dele.

Veronica: Eu sinto muito... todos falhamos com ele...

Ela fala com palavras de lamentação.

Hojo: Eu ainda mais... infinitamente mais... eu era pai dele...

Valtar olha pro lado, arregalando os olhos, ele olha de 1 lado pro outro, perdido e sem saber o que fazer, as esperanças de reviver o seu irmão se foram, a parede das muralhas do jardim começam a rachar do nada e a rachadura só aumentava.

Hojo: Meu único filho... eu devia saber que era pra ter aplicado mais magia.

Veronica: Magia de alicórnio não foi suficiente?

Hojo: Não...

Ele fecha os olhos e chora em silêncio.

Kane: E agora, o que é mais poderoso que magia de alicórnio? Draconneqqus não existem mais...

Valtar: Não.

Ele franze a testa, seus olhos começam a ficar totalmente vermelhos e brilhantes, o chão começa a tremer e Valtar solta 1 berro ensurdecedor.

Valtar: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAARRRRRRRHHHHHH!

Ele solta esse berro, surtando de vez, ele pula para trás e dá 1 soco em 1 vampônei, o fazendo bater em uma árvore e cair morto.

Valtar: Ora, mas como ousam!? ELE DEVIA ESTAR AQUI COMIGO ESTA NOITE!

Ele pisa de frente para os vampôneis, os fazendo voar com o impacto de uma onda de choque telecinética, ele chuta outro vampônei pro alto em alta velocidade, algo mais rápido do que qualquer 1 poderia perceber ali.

Valtar: Vampiros, destruam tudo, comecem por aqui! Queimem esta instalação e a cidade também!

Veronica e Kane se viram para ele, ele estava de frente para ambos os povos misturados, os vampiros começam a atacar os vampôneis e vice-versa.

Veronica: Mas o que você está fazendo?

Kane: A TRÉGUA!

Valtar vira seu olho vermelho brilhante para as duas.

Valtar: Trégua? Eu devia ter encarado os fatos há muito tempo. 

Ele se vira de frente para Veronica.

Valtar: O Dracula não vai voltar, isso por culpa de vocês duas!

Elas encaram sem resposta.

Valtar: Nada nesse mundo pode trazê-lo de volta, e vocês são a causa disso, por isso vão morrer!

Ele se lança com tudo contra Veronica, ambos sibilando, 1 vampiro corre até Kane e tenta socar ela, mas ela abaixa.

Kane: Vero-

Ela desvia do vampiro, dando 1 mortal para trás e o acertando no queixo. Rose leva Hojo para trás de uma árvore e retorna para lá atirando gás na cara de vampôneis, todo mundo se comendo na porrada, lutando sem armadura ou armas, alguns voam e lutam de espada ou adaga. Kenneth conjura 1 machado vermelho mágico e decapita 1 vampônei na sua frente, Tina sai atirando rajadas nos vampiros. Valtar soca bem forte a cara de V enquanto ela tenta afastar ele, ele a segura e ela segura de volta, encarando ele com fúria, mas leva 1 gancho de esquerda na bochecha direita, sibilando de dor, Valtar aproveita, a levanta pelos ombros e a desce de volta com tudo no chão, a fazendo gritar de dor com o impacto.

Veronica: Ah!

Valtar: A partir de agora, eu sou 1 lorde vampiro supremo! Não me chamarei mais Lorde Valtar! Meu nome agora é Rei Vlad!

Os vampiros que executaram os vampôneis ouvem isso e observam ele falando isso na cara de Veronica, sorrindo e torcendo para ele, o agora auto-intitulado Rei Vlad, soca mais uma vez a cara de V e abre sua boca, mostrando suas presas e descendo elas até o pescoço de Veronica enquanto ela tenta afastar ele, o lorde vampiro desce ainda mais, ficando a centímetros do pescoço branco e liso de V.

Veronica: Kane!!

Ela chama por sua imediata com desespero, Kane soca 1 vampiro na sua frente e se lança contra Rei Vlad, dando 1 gancho de direita nele e o fazendo voar de cima de V para o lado.

Rei Vlad: Ugh!

Veronica: Continuem a lutar!

Os vampiros voltam a lutar contra os vampôneis, V se levanta e sai correndo para o outro lado, na direção da portaria.

Veronica: Manobras evasívas, vamos sair!

Ela entra e os vampôneis vão acompanhando ela logo atrás, Rei Vlad retorna correndo até os vampiros.

Rei Vlad: Matem o máximo de vampôneis que puderem!

Kane: Barreira defensíva!

Ela fala olhando para trás, os vampôneis restantes cercam a portaria, Rei Vlad avança socando eles, Ken segue atirando rajadas e os vampiros os seguem para cima enquanto os vampôneis na porta começam a entrar 1 de cada vez, V e Kane ficam uma do lado da outra, passando pelos corredores.

Veronica: Retirada!

Ela grita para os vampôneis no jardim, V se vira e fica encarando Vlad, Kane segue com os outros e V tranca uma porta, Vlad mata o último vampônei que sobrou do outro lado da porta.

Rei Vlad: Vamos avançar para Las Pegasus. Hipnotizem quem encontrar pela frente e façam lutar contra os outros, vamos apagar tudo! Podem vir comigo!

Rei Vlad leva todos os vampiros a frente, eles saem pela portaria e marcham pela cidade de Las Pegasus, os vampiros avançam na frente, hipnotizam pôneis e os fazem atacar outros pôneis, alguns vampiros chegam e começam a morder os pôneis e a sugar seus sangue, Ken e Rose marcham atirando nos pôneis com prazer, Rose joga sua corrente em 1 pônei e o eletrocuta até a morte, Vlad anda com raiva pela cidade e ela começa a ser devastada, casa são destruídas para as chamas se erguerem, Vlad se vira para Hojo, que estava no meio da multidão de vampiros.

Rei Vlad: Professor Hojo, eu sei que está sofrendo com a sua perda, mas quero que faça isso pelo seu filho, pegue Ken e Rose e invada os laboratórios, destrua ele!

Hojo: Será 1 prazer!

Ele fala friamente para Rei Vlad, Vlad extende a pata para ele e Hojo a aperta.

Hojo: Por Sephiroth!

Os 2 se separam e Hojo anda até Ken e Rose.

Hojo: Ken, Mary, venham comigo!

Ken: Aonde vamos?

Ele pergunta com seu chifre carregado.

Hojo: Queimar 1 lugar.

Hojo passa pela multidão, indo contra o fluxo, Ken segue do lado direito atrás dele, enquanto Rose segue pelo esquerdo e também atrás. Las Pegasus era destruída mais por pôneis hipnotizados do que outra coisa, pegasus e mais pegasus lutando no corpo a corpo no céu, Ken e Rose passam atirando nestes pôneis que ousavam atacá-los, Rose atira gás em guardas pegasus com toda a força que tem, Kenneth atira no estômago de 1 guarda voando e o faz voar para longe enquanto grita de dor, 1 guarda voa na frente de Hojo.

Guarda: Ei, que isso?

Ele pergunta surpreso para Hojo, Professor Hojo o pega pelos ombros e o coloca de frente para ele.

Guarda: Oh!

Hojo: Isso é vingança!

Ele responde alto e friamente, rangendo os dentes de raiva, Hojo puxa uma seringa contendo o elixir e finca no pescoço do guarda, o empurrando para trás após isso, o guarda grita de dor após arregalar os olhos e cai morto de frente para Hojo, Hojo passa por cima dele. No laboratório, os 3 ficam de frente para a sala principal. Kenneth atira 1 laser contra uma máquina de ventilação e ela explode em fogo, começando 1 incêndio a partir dali e deixando apenas as silhuetas dos 3 irem embora, os 3 saem andando calmamente para fora, Kenneth e sua irmã estavam felizes por terem feito isso.

Ken: Isso foi muito bom. O que faremos agora?

Ele franze a testa, querendo mais.

Hojo: Os testes poderiam ter dado certo se ainda tivesse no Projeto. Sephir poderia ainda estar vivo a essa altura. Merrymark Walpike, Larassol Solaria e sua família devem morrer.

Ele olha para Kenneth.

Rose: Os donos do Projeto, aonde estão?

Hojo: Na casa deles, venham comigo! Não podem haver testemunhas do Projeto vivas.

Ele caminha com os 2 até a casa de Walpike, pai de Flash, Soarin e Blitz.

Hojo: É ali...

Ele abre 1 sorriso maligno.

Ken: Vou conjurar máscaras para não nos identificar.

Ele segue com 1 sorriso no rosto e conjura 1 feitiço que da a ele e sua irmã máscaras e trajes negros.

Hojo: Matem todos! 

Os 2 seguem para lá, Hojo se vira.

Hojo: Vou procurar o endereço de outros membros da família. Eles não me escapam.

Ele segue de volta para o centro da cidade. V corre pelas imediações de LP com seu exército.

Veronica: Por aqui!

Kane se vira para a direita e vê 1 dirigível enorme saindo das docas, nas sessões mais inferiores da cidade.

Kane: 1 zeppelin!

Veronica: Vampôneis...

Ela para e todos param de correr.

Veronica: Abram suas asas, vamos voar!

Tina: Nem todos tem asas!

Veronica: Se segurem em quem tem!

Ela fala rapidamente e assertiva, se lançando daquela imediação na cidade, uma praça que seguia com arcos e pequenos pilares na beirada, toda aquela extensão cheia de vampôneis. Veronica pula primeiro, abrindo suas asas triplas e enormes, os vampôneis seguem atrás em diferentes alturas com sua líder logo na frente, Kane e Tina se seguram em outros vamps enquanto eles planam até o zeppelin, pôneis que estavam na proa olham para eles voando em sua direção, uma visão que parecia de vários demônios descendo dos céus com suas asas nada angelicais.

?: Mas o que é aquilo?

Veronica: Derrubem todos!

Ela fala bem alto, os pôneis do zeppelin começam a correr de 1 lado pro outro.

?: Pros canhões, derrubem aquelas coisas!

Veronica desce com as presas abertas e o pior começa a acontecer enquanto o zeppelin já havia zarpado de LP, seguindo para baixo enquanto é invadido, e a cidade queima ao longe, com alguma coisa angelical voando ao fundo e o zeppelin também.
—_____________________________________________________________

Veronica se lembra disso enquanto olha a chama queimando, ela então ouve 1 sibilo vindo da clareira e olha para trás, era Tina com os vampôneis, V retorna para lá.

Veronica: Finalmente...

Tina: Encontramos 1 lugar perfeito para o ritual.

Veronica: Agradeço. Alguém acendeu uma fogueira para lá.

Ela aponta com a pata direita.

Tina: Quem foi?

Ela olha a fumaça.

Veronica: Não sei. Não tem ninguém lá, deve ser algum tipo de distração.

Tina: Entendo, cadê a Kane?

Veronica: Voltou para a caverna... agora só falta a Arca.

Ele olha para Tina, Tina levanta uma sombrancelha e olha para cima confusa enquanto os vampôneis olham impressionados uns para os outros e começam a comentar sobre isso.

Tina: Quem garante que a Arca da Aliança existe?

Veronica: Ela tem que existir para o Dracula ter almejado ela. Já sabemos aonde encontrar poder o suficiente para abri-la , só temos que ter ela. Vamos voltar!

Ela fala para todos e se vira para a Floresta.
—___________________________FLASHBACK_____________________

15 anos atrás, na atual caverna em que os vampôneis residem, eles andam de 1 lado para o outro na câmara recém-descoberta por ali.

Kane: Aqui atrás é ótimo.

Vampônei: Vamos poder nos estabelecer.

V, com sua atual vestimenta de capa negra e sapatos vermelhos, olha para os vampôneis vendo como era a câmara e as cavernas e abre 1 sorriso confortável.

Vampônei: Há uma cidade próxima, podemos ir caçar de vez em quando.

Kane anda até V.

Kane: Há uma tribo próxima. Vamo fazer barulho, galera!

Ela fala para todos e eles então correm com ela para fora da caverna, Tina chega até V enquanto ela vê seu povo indo caçar.

Tina: Lady Veronica, descobri aonde ele tá.

Ela vira a cabeça em uma alta velocidade para ela, seus olhos estavam em formato de fenda e uma expressão fria crescia na sua face. Em algum lugar, era escuro da noite, e uma prisão, aonde a silhueta de 1 pônei familiar se encontrava, sentado ao lado da parede e olhando para baixo, V pousa lá silenciosamente, o pônei levanta a cabeça... era Professor Hojo, estava com uma roupa de detento.

Hojo: Lady... Veronica, o que está fazendo aqui?

Ele pergunta fracamente e ela levanta a cabeça.

Veronica: Nossas facções estão em guerra.

Hojo: Eu sinto muito.

Veronica: Huh?

Ela fica em pé

Hojo: Eu acho que sabemos do que se trata, é o meu filho...

Veronica: Eu sinto por vocês 2... não posso deixar que o Vlad obtenha informações de você. Nesta guerra, é importante não recorrerem a você, não mais!

Hojo: Eu entendo...

Ele fala olhando para ela.

Veronica: Por que está aqui?

Hojo: Eu fiz coisas horríveis e meu filho que paga pela justiça? Eu acabei com a vida dele, mas muitas outras também, foi tudo em vão! Nada saiu além de perdas... me entreguei por isso... sou só 1 garanhão que errou e paga por eles.

Veronica: Não disperdice sua vida, ta ok? Você devia seguir em frente pelo Sephir.

Ela ergue o cenho.

Veronica: Eu fiz pior que você por séculos e continuo em frente...

Hojo: Não faz diferença agora...

Veronica: Você fez a diferença para mim nestes anos, Hojo. Você é meu amigo, sinto por ter que tomar essa decisão pelo meu povo.

Ela fala preocupada.

Hojo: Você também é minha amiga... eu já cumpri a minha parte... perdi meu filho, me vinguei também daqueles que me puseram no buraco, e que me levaram por este caminho...

Ele fala enquanto se levanta lentamente.

Hojo: A cidade queimou e a família de meu inimigo, Walpike, sucumbiu... fizemos o certo em destruir O Projeto. Ele em patas erradas poderia causar uma calamidade em escala global. Estou pronto para a minha recompensa: reencontrar minha esposa e filho.

Ele afirma, V se aproxima dele e fica de frente.

Veronica: Sinto ser assim...

Nas sombras, V morde o pescoço dele e rapidamente recua mordendo o pescoço, explodindo a garganta de Hojo em sangue e o fazendo cair morto na hora.
Anos a frente, Veronica e alguns vamps correm pela fortaleza de Vlad.

Veronica: Avancem, abram o portão!

3 vamps correm na frente por 1 corredor bem largo e comprido, Rei Vlad, nas suas atuais roupas e corte de crina, segue correndo atrás deles.

Rei Vlad: Eu quero vampiros em cada corredor deste caminho!

Vampiros chegam por trás dos vampôneis levantando o portão da frente com manivela e mordem os pescoços deles, o portão começa a descer e Veronica passa deslizando por debaixo dele antes dele fechar, ela levanta e continua correndo, Rei Vlad bate a cara no portão.

Rei Vlad: VERONICA!!

Ela ouve o grito dele e só para de correr quando termina dentro das cavernas na Floresta da Liberdade, ela chega e os vampôneis se curvam para ela.

Veronica: Lady Kane!

Ela chama por sua segunda no comando e Kane pula até ficar de frente para ela.

Kane: Lady Veronica...

Veronica: Quero que rode Equestria e descubra o que é a União TORPOR.

Kane: Descobriu com os vampiros isso?

Veronica: É, faça 1 bom trabalho.

Ela fala indo até seu trono de pedra, Kane olha para a escuridão a caverna. 
Alguns meses depois, os vampôneis que estavam caçando com Lady Veronica e Tina olham para cima e vêem 1 zeppelin gigante, do tamanho de uma cidade, passar por cima da Floresta da Liberdade, e com vários jatos e outros veículos se atacando em pleno ar, atirando de várias formas, com explosões e rajadas acontecendo, o zeppelin cai e uma parte estoura na Floresta da Liberdade, Lady Veronica e os vampôneis chegam até a borda da floresta e vêem vários meta-pôneis lutando e usando suas habilidades contra pôneis atirando neles. Uma série de metas correm para dentro da floresta.

Tina: O que é isso?

Veronica: Isso é comida, isso é armadilha, isso é a maior caçada de nossas vidas e também da história!

Ela fala emocionada, ao ver centenas de metas correndo na direção deles.

Veronica: Avancem neles na floresta, podem se alimentar a vontade.

Ela começa a correr até eles e os vampôneis a seguem atrás.

Tina: Sinto o cheiro do sangue deles!

Ela fica animada e mostra as suas presas, vampôneis atingem os metas de todos os lados. Depois, 1 vampônei deixa 1 meta cair morto no chão e arrasta o corpo dele.

Vampônei: Esse sangue é muito bom.

Veronica: Também... me sinto mais forte.

Ela fala com alto vigor, extendendo as suas asas após chupar o sangue de 1 deles, ela abre 1 sorriso e olha para cima.

Veronica: Acho que existe algo mais em Equestria. Vamos embora, arrastem os corpos para a caverna!

Ela aponta e os vampôneis começam a pegar os cadáveres e a levar em alta velocidade para o fundo da floresta.
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Atualmente, V continua correndo sobre a floresta iluminada pela luz da Lua cheia, eles penetram nas cavernas, mas V levanta uma sombracelha, havia algo de diferente nas cavernas, ela então muda de cara e fica séria, franzindo sua testa ao chegar e parar e ver que Rei Vlad estava na sua câmara, encarando Veronica com 1 sorriso, a fogueira estava bem alta, vampôneis cercados por vampiros armados e de armadura, e Kane, no alto de uma pedra, com Amethyst atrás dela e segurando uma adaga contra seu pescoço. Todos os vampôneis do lado de V mostram suas presas e Tina franze a testa para eles, Rei Vlad dá 2 passos a frente e abre a boca para falar.

Rei Vlad: Lady Veronica... viu o meu sinal lá fora?

Veronica: Foi uma distração.

Rei Vlad: Não é necessário 1 ataque-

Veronica: Aé? E o que é esse cerco, afinal!?

Ela grita com ele.

Rei Vlad: Eu quero uma trégua.

Veronica: Igual da última vez?

Blonde: Não somos seus escravos!

Ela fala com Vlad, 1 vampiro soca a cara dela enquanto sibila e outro sibila para ela, Vlad olha para Blonde.

Rei Vlad: Soltem todos os vampôneis!

Eles soltam, soltam também Kane.

Rei Vlad: Encontramos 1 jeito, a hora de nosso verdadeiro mestre despertar está chegando. Chegou a hora de nos unirmos como uma facção para sempre, para recebê-lo e servi-lo.

Veronica: Como não dar errado dessa vez?

Rei Vlad: Estamos mais perto dessa realização do que nunca, e 1 inimigo em comum entre nós... 

Ele fala abrindo 1 sorriso cheio de dentes.

Glad: Os Originais!

Rei Vlad: SÓ EU FALO!

Ele grita com Glad e depois olha para Veronica. Lady Veronica o encarae balança uma só vez, a cabeça, concordando, enquanto Vlad sorri para ela.

FIM...





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