2 Homens 1 Bala escrita por Sensei Oji Mestre Nyah Fanfic


Capítulo 5
Capítulo 5




 Victor viu seus carros luxuosos serem esmagados por duas picapes monsters ao mesmo tempo em que uma escavadeira se aproximava cada vez mais da sua casa. Ele pediu para os seus seguranças pararem o trator, mas os Red Necks deram cobertura ao policial.

— Preciso sair daqui. Não posso ser pego comprando cem quilos de droga. Vocês foram inúteis ao não me precaverem.

— Chefe, vai nos abandonar?

— Que se danem! Eu quero livrar a minha pele primeiro. Com certeza algum de vocês é dedo duro e contou para a polícia sobre o nosso conchavo. Agora se me pegam, eu levo uns 50 anos no mínimo.

Ele correu para dentro da casa a fim de pegar o helicóptero nos fundos. Mas um helicóptero policial sobrevoou sobre a casa.

Max não entendeu. A polícia também estava naquela invasão. O promotor deu a ordem de prisão tanto para o empresário quanto para o policial corrupto e todos que estivessem naquela reunião.

A escavadeira entrou com tudo pela porta da casa, destruindo tudo pela frente. Ted Franklin se abaixou e deixou a máquina adentrar na sala da casa. A destruição foi quase completa. O trator atravessou toda a casa, quebrando os vidros das janelas.

Ted conseguiu escapar da saraivada de tiros que os seguranças deram. Logo os policiais também trocaram disparos e logo começou uma trocação de bala.

— Minha casa... Minhas esculturas! Meus quadros, minhas mobílias. Tudo isso saiu caro do meu bolso!

Max aproveitou que todos estavam ocupados para sequestrar a doutora Laura quando a viu sair de uma das picapes.

Victor caiu no chão. Foi algemado por Ted.

— Você destruiu a minha casa. Eu vou te matar!

— Cala a boca. Agora quem tá por cima, hã? Eu devia te matar pelo que aconteceu com a minha ex-mulher, mas no meu revólver só existe um bala. E a destruição já valeu à pena.

— Quer dizer que resolveu fazer justiça com as próprias mãos? Que tipo de tira tolo é você? Se levando pelas emoções. Tudo bem, tudo bem, você venceu. Quanto você quer para me soltar?

 

— Como é que é? Tá me subornando mesmo depois de ter tentado me matar?

 

— Águas passadas, colega. Diga o seu preço.

A polícia chegou logo depois. Victor Strzok foi imediatamente preso em flagrante. O traficante também. Ted não deu ouvidos àquela baixaria que Victor havia falado.

— Ted, minha prima foi sequestrada. Ela tava com o Robson, mas aquele policial a levou para a floresta.

Calvin explicou que o ex-amigo de Franklin havia levado Laura para dentro da floresta atrás da casa.

— Vem. Não tente resistir!

— Me solta!

— Vagabunda. Se se comportasse melhor, eu poderia até gostar de você. Agora virou a concubina daquele paspalho, é? Quer ter o mesmo fim que a outra?

Laura mordeu a mão do bandido e fez com que ele soltasse a arma. Quando ele recuperou a arma, viu Ted apontando o revólver na sua direção.

— Podemos conversar. Não foi pessoal, Ted. Eu estava cumprindo ordens do Victor. No dia que eu a matei, ele exigiu que o fizesse ou me mataria. Eu escolhi a minha vida como opção.

— Mas não foi o Victor que matou minha mulher. Agora finalmente vou poder me vingar.

— Se me matar vai ser preso. Realmente vai sujar as suas mãos com o meu sangue? Não seria mais inteligente me deixar ir para a cadeia?

— Cala a boca, safado! Você não deu escolha pra ela. Você foi sanguinário, matando-a no ato. Acha mesmo que eu vou te livrar desta última bala? Esta bala tá guardadinha desde que você não a usou.

Aquele momento ficou silencioso por uns dez segundos até o barulho do helicóptero da polícia surgir numa irrupção. Max atirou contra Ted no braço esquerdo, porém ele teve tempo suficiente para diparar aquela bala no coração do policial corrupto. Maximilian caiu morto com a sexta e última bala daquele revólver.

— Oh, meu Deus. Você está bem?

— Vou precisar de um médico.

— Não brinca com essas coisas. Como vamos achar um médico aqui? Oh... eu sou médica.

Ele sorriu por ela ser muito atrapalhada. Pegou Laura pela nuca e deu um beijo com gosto. Ambos ficaram naquela pose até a chegada dos policiais.

— Vai voltar para a polícia?

— Não. Acho que vou trabalhar com outra coisa. Digamos que eu não tenho mais vontade de ser tira.

— Está traumatizado pelo que aconteceu ainda?

— Acredita que não! Eu queria me livrar dessa profissão há muito tempo.

Ele foi levado para dentro de uma ambulância para ser tratado.

...

Ted ficou internado no mesmo hospital que ficara em coma. Agora estava a se recuperar do ferimento da bala. Seus novos amigos da Red Necks foram visitá-lo, mas a sua sorte foi maior porque a sua médica era a Laura.

— Finalmente ficamos sozinhos. Atéparece que aquele povo conspirou para não nos deixar em paz.

— Você arranjou novos amigos. É compreensível.

Laura deu um beijo em Ted. Eles namoraram ali na própria maca. Calvin abriu a porta do quarto e atrapalhou o momento íntimo dos dois.

— Não querendo atrapalhar, mas atrapalhando. Muitos jornalistas estão do lado de fora do hospital loucos por uma coletiva sua. O que você vai fazer?

Sem receber a alta necessária, Ted se vestiu e foi embora do hospital pela porta dos fundos. O jeito dele fugir? Foi na garupa da moto com Calvin.

...

No final daquele dia, ele foi ao túmulo da mulher e levou um buquê de flores. Acompanhado de Laura, ele prestou uma última homenagem.

— Descanse em paz.

A morte dela foi vingada finalmente.

Laura segurou na mão do amado e o abraçou ali mesmo no cemitério. Agora se tornou a nova dona do seu coração.

— O que você pretende fazer agora que desistiu de ser policial?

— Sei lá. Talvez eu vire dono de uma pensão.

— Dono de pensão? Já vi que tenho um namorado cafona.

— Ué, não gostou?

E assim foi a história de Theodor Franklin, o policial íntegro e que foi vítima de sua própria sorte. Ele ficou livre para trilhar uma nova vida.





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