O Ministro da Magia - Dramione escrita por Annie Malfoy


Capítulo 2
Capítulo II - A proposta


Notas iniciais do capítulo

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19 de setembro de 2019

 

“Olá papai,

 

Gostaria que o senhor enviasse uma vassoura nova. Eu e Albus Potter perdemos a minha na floresta proibida. A propósito, o diretor Longbottom nos deixou na detenção.

 

Afectuosamente,

 

Scorpius Malfoy”

 

Detenção? De novo? O que será que se passa pela cabeça de Scorpius? Sempre fui monitor, aquele que leva os detentos para o diretor, não o contrário. Amassei a carta e chamei pelo assistente.

— Vá ao Vassourax e envie para Hogwarts o mais novo modelo. Também envie algumas roupas novas para os fins de semana e escreva alguma repreensão pelo meu filho ter ficado na detenção. - Falei colocando as mãos sobre o rosto e me jogando na poltrona de couro do escritório.

— Mas senhor, tenho de acompanhá-lo na coletiva de hoje. Temos uma hoje às 17:00 em Hogsmeade, e já são 15:30. Não chegarei a tempo se for no Beco Diagonal. - Avisou Donalvan, o secretário recém contratado pelos meus patrocinadores.

Donalvan, um senhor gordinho e pai de duas filhas. Assim como eu, viúvo. Às vezes criar os filhos sem a ajuda de alguém é uma situação bem delicada. Não há nada tão incômodo quanto o estado de viuvez.

Desde que Astoria morreu, não consigo me comunicar bem com Scorpius. É difícil porque sinto que ele me culpa pela morte da mãe, ou por não ter tempo para ele. Acredito que meu filho não terá muitas lembranças comigo. Afinal, para estar na lembrança dos filhos amanhã, temos de estar na vida deles hoje.

— Tudo bem então. Vamos para lá, chegar mais cedo fará com que eu tenha mais tempo com os repórteres. Vantagem sobre Davies. - Levantei da poltrona e segui para fora do escritório, sem ao menos esperar por Donalvan.

 

*****

 

Com tudo já arrumado e alguns repórteres já no recinto, eu adentrei sorridente. Enquanto me olhavam e fotografavam, sentei na banca e dei um gole no copo d’água que me esperava. Amigavelmente cumprimentei a todos, diferente do meu usual.

— Boa tarde a todos aqui presentes. Acredito que podemos ter uma conversa informal por enquanto, já que o candidato Roger Davies ainda não está presente. Se alguém tiver alguma dúvida quanto à política que eu pretendo instaurar no ministério, a hora de perguntar é agora, senhores e senhoras. - Comuniquei sorridente a todos os repórteres.

Perguntas vão e vem, respondo cada um deles sobre leis mágicas, nascidos trouxas, St. Mungus, proteção em Azkaban, liberdade de imprensa, livre comércio de poções e muitos outros assuntos.

— Candidato Draco Malfoy. É de conhecimento de todo mundo bruxo que o senhor foi um Comensal da Morte. Como o senhor acha que os eleitores se sentem a respeito da sua candidatura? Como podem confiar? O senhor diz em algumas entrevistas que mudou seu pensamento e ações, mas como pode provar isso? - Fiquei pálido.

Não, não fiquei pálido por causa da pergunta. A repórter é o problema. Hermione Granger. Não a vejo desde o dia 1° de setembro de 2017. O dia em que nossos filhos ingressaram em Hogwarts. Sinto-me ligeiramente incomodado com a sua presença, graças aos acontecimentos do passado.

— Candidato Malfoy? - Acordei de meu devaneio. A mulher continuava me encarando, esperando uma resposta.

— Já fui um garoto assim como todos aqui. Acredito que parte da comunidade bruxa se sente um tanto que incomodada com a minha candidatura ao cargo de Ministro. Como confiar? Bem, temos de nos tornar a mudança que queremos ver. Fui influenciado graças à criação que tive. Rígida e extrema. Após deixar Hogwarts me tornei auror. Foi o modo que achei para me desculpar com a sociedade. Meu sonho era virar jogador de quadribol, mas como muitos sabem, eu não sou muito bom nisso. Harry Potter e todos os outros que já jogaram comigo ou contra mim, sabem muito bem disso. - Ri um pouco.

Eu pausei, mas eu continuei a falar.

— Decidi ser ministro por acreditar na mudança. Por não ser intolerante da maneira que era antes. Assim como as estações, as pessoas têm a habilidade de mudar. Não acontece com freqüência, mas quando acontece, é sempre para o bem. Algumas vezes leva o quebrado a se tornar inteiro de novo. Às vezes é preciso abrir as portas para novas pessoas e deixá-las entrar. Na maioria das vezes, é preciso apenas uma pessoa que tenha pavor de demonstrar o que sente para conseguir o que jamais achou possível. - Completei o meu discurso. - Alguma outra pergunta?

Granger nada falou, apenas abaixou a cabeça e começou a ler o que sua pena mágica tinha redigido.

As perguntas continuaram. Algumas sobre Astoria, minha falecida esposa. Outras sobre meu filho, Scorpius. Sobre meu pai e minha mãe também vieram, coisa que me incomodou. Perguntas sobre minha vida pessoal não deveriam ser respondidas, mas como tenho de passar a imagem de uma pessoa gentil, não posso ser grosseiro. E como a situação é um pouco crítica e a disputa acirrada, também não posso deixar de responder.

E lá está ele, Roger Davies. Entrou e toda atenção foi voltada a ele. Eu não conseguia parar de encarar Hermione Granger, cujo ele fez questão de abraçar, mesmo sabendo que seria inoportuno mostrar favoritismo por um repórter.

— Olá, Malfoy. - Falou amigavelmente ao se aproximar. - Pronto para ser massacrado? - Sussurrou no meu ouvido ao me abraçar.

— Eu nunca perco, Davies. Os jogos estão apenas começando. - Sussurrei de volta enquanto sorria.

O mundo político é algo incrível, não é mesmo?

 

*****

 

— O senhor foi muito bem hoje. - Disse Donalvan enquanto desaparatavamos em frente ao casarão em que nasci.

— Obrigado. Eu sei que eu sou incrível. - Ri um pouco. - Está dispensado por hoje, Donalvan. Tome. - Joguei uma sacola com dez galeões. - Envie para suas filhas, elas vão para Hogsmeade no fim de semana, não é?

— Sim, senhor Malfoy. Muito obrigado! - Agradeceu com um sorriso no rosto. O homem aparatou para algum lugar enquanto eu colocava os braços para cima a fim de me espreguiçar.

Enquanto usava minha varinha para regar algumas plantas ainda na parte externa da residência, ouvi alguns barulhos. Parei no mesmo instante.

— Olá? - Fui acompanhando o pequeno barulho com a varinha apontada para frente. - Olá? - Fui me aproximando do final do arbusto, onde da a volta para o muro.

Pulei rapidamente em cima da pessoa, prendendo-a contra parede, e apontando minha varinha.

“Lumus” Rapidamente eu conjurei o feitiço de forma não-verbal, iluminando a ponta da varinha.

Ninguém menos do que Hermione Granger. Mudei de postura no mesmo instante. Afastando a varinha o suficiente para apenas iluminar, não ser ameaçador. E o suficiente para desgrudar meu corpo do dela.

— MALFOY! - Foi a única coisa que escutei de Hermione antes de ouvir um barulho maior e mais assustador ainda.

O flash de uma câmera.

Ambos viramos a cabeça para o lado, espantados.

— Senhor Malfoy, o que pode dizer sobre sua relação amorosa com a ex-esposa do Auror e também sócio das Gemialidades Weasley, Ronald Weasley? - Perguntou um repórter enquanto outros dois continuavam a tirar fotos.

— Isso tudo é um mal entendido. - Foi a única coisa que consegui falar. Puxei Granger pelo braço, andando mais e mais rápido enquanto os fotógrafos e repórteres continuavam atrás de nós.

Não falou nada, não relutou, apenas me acompanhou obedientemente, coisa que estranhei.

— Senhores, boa noite. Terei de deixá-los, mas se quiserem agendar alguma entrevista, reunião ou coletiva, falem com meu assistente Rupert Donalvan. Mas tenham em mente, senhores, de que eu nunca teria algo com a senhorita Granger. - Completei sorrindo ao fechar os portões da entrada da Mansão Malfoy.

Apressei o passo junto à mulher. Como o caminho é longo demais para ser feito à pé, aparatei logo na entrada. Virei para Granger e engoli seco. Difícil falar com ela depois do ocorrido no último ano em que estivemos em Hogwarts. Aquilo ficou na minha cabeça por meses, até que conheci Astoria.

— Olha o que você fez, estúpida. - Xinguei-a. - E agora? Você acabou de prejudicar minha candidatura.

— Nada disso teria acontecido se você não tivesse me atacado! - Ela retrucou, fazendo-me revirar os olhos.

— Tanto faz, pagar danos morais ou St. Mungus é fácil, mas desmentir coisas em público sobre minha vida pessoal não é, Granger. Consegue entender isso? Agora como terei apoio do meu próprio departamento? Se você não lembra eu já fui auror assim como seu ex-marido!

A moça ficou gélida quando mencionei Ronald. Cocei o pescoço.

— Olha, não é sua culpa. Mas de verdade, estou numa situação complicada no momento. É uma eleição difícil, estou ganhando por pouco, e também estou ganhando apenas por enquanto. Não sei o dia de amanhã. - Olhei para baixo. - Vamos entrar por enquanto, aqui está frio e não estamos agasalhados devidamente.

Abri a porta e entrei. Esperei Granger entrar e fechei a porta. O hall da mansão Malfoy me deixava sério, por ter quadros e fotos de meus ancestrais. Incluindo meu pai.

— Vamos para a sala. Direi para Lucinda lhe trazer um chá. - Falei já andando até a sala, acompanhado da mulher.

— Não aceito nada vindo de elfos domésticos, sou a favor da liberdade dos mesmos se você já esqueceu, Malfoy. - Hermione cruzou os braços, fazendo-me revirar os olhos.

— Bem, esquecer seria um pouco irresponsável da minha parte já que doei boa parte da renda de 2015 da sua ONG para Elfos. - Sorri debochado. - Não é um Elfo, Granger. É apenas a empregada. - Expliquei. - Ou será que você também é contra o trabalho delas?

A mulher de cabelos castanhos revirou os olhos e cruzou os braços, fazendo-me querer sorrir. Mas é claro, nunca sorrio.

— Malfoy, o que vamos fazer? Eu só precisava publicar uma matéria sobre você, não estar numa matéria COM você.

— Querida Granger, se queria fazer uma matéria, era só avisar, não invadir minha propriedade.

— Em momento algum invadi. Eu estava do lado de fora. - Manifestou-se já mau humorada.

— Bem, uma pena que outras pessoas tiveram o mesmo pensamento que você. - Olhei para o fogo da lareira que aquecia o ambiente.

— E o que vamos fazer agora? Simplesmente esquecer, não é? - A garota perguntou, puxando a poltrona de couro para mais perto do fogo.

— Granger, se você esquece algo no fogão, o que acontece? - Perguntei enquanto passava os dedos pelo queixo.

— Obviamente queima, Malfoy. - Ela respondeu e eu apenas sorri. Rapidamente a garota franziu o cenho e me olhou. Aposto que entendeu o que eu quis dizer. - Está tentando me convencer de fazer algo quanto a isso?

— Mas é claro. Você não é política, mas eu sou. - Exclamei de maneira óbvia.

— O que você pretende fazer a respeito? Por acaso uma coletiva de imprensa, sua Doninha?! - Insultou-me.

— Não sei. Donalvan, meu assistente já está vindo para cá junto de meu assessor de imprensa, que você já conhece. Minha querida amiga Pansy Parkinson.

— Você só pode estar brincando com a minha cara, Doninha albina. Nem morta que eu fico na mesma sala que a cara de Buldogue! - Levantou.

Antes que eu pudesse responder algo, ouvimos palmas solitárias e algumas risadas. Pansy havia chegado.

— Oi, Draquinho… Granger. - Pansy a olhou de cima a baixo, com certa repulsa. Andou normalmente ao lado de Donalvan, ambos sentaram no sofá de couro mais extenso.

— Você deve ser a senhorita Granger, é um prazer. - Donalvan a cumprimentou sorridente, estendendo a mão. Hermione apertou sua mão sorridente. - Sou o assistente do senhor Malfoy. Espero que não ligue para minhas vestes. - Apontou para si mesmo, referindo-se à blusa de pijama e a calça jeans.

— Está tudo bem, não se preocupe com isso. Só queremos acabar com isso logo, certo Draco? - Ela olhou pra mim, frisando meu nome.

— Certo. - Acenei com a cabeça.

— É uma pena. - Pansy pousou a mão nas próprias bochechas. - Porque vocês terão que se ver mais algumas vezes, queridinhos. - Riu com sua voz fina, coisa que irrita às vezes.

—  COMO ASSIM?! - Eu e a garota de cabelos castanhos perguntamos, incrédulos.

— Granger, essa é uma ótima oportunidade para voltar ao ministério, conseguir seu emprego e também sua credibilidade de volta. E claro, conseguir a guarda de seus filhos. - Pansy começou a falar e Hermione parecia um pouco confusa. - Querida, eu trabalho com mídia, eu sei de tudo. Você pode ter tudo de volta se ajudar o meu Draquinho.

Odeio quando ela me chama assim.

— Eu não acredito em você. Continue. - Granger voltou a cruzar os braços. Parkinson sorriu como nunca a vi sorrindo antes para uma nascida trouxa.

Todos começamos a tomar o chá, que Lucinda finalmente trouxe após um bom tempo de espera.

— Draco precisa de alguém para aparecer ao lado dele. E a primeira opção seria eu, é claro… Mas como você surgiu de um modo um pouco… Delicado, atrapalhou os planos. Vocês dois juntos só mostra como ele mudou: Draco Malfoy se relacionando com uma nascida trouxa. E claro: Draco Malfoy, mais amoroso que o famoso auror Ronald Weasley. Querida, veja isso como a oportunidade para conquistar novamente sua independência financeira. Seu emprego, filhos e vida boa que costumava ter. Só que a melhor parte: Solteiríssima.

— Você não quer que eu finja ser namorada do Malfoy, certo? - A moça fitou Pansy, pasma com a proposta.

— Não, minha querida. - Parkinson riu negando com a cabeça e ajeitando os fios loiros. - Você será a esposa dele.

Me engasguei com o chá, desequilibrando a xícara e deixando cair um pouco do resíduo nas pernas. Me apressei a limpar e olhei para Pansy, com os olhos arregalados.

— VOCÊ TÁ LOUCA? - Berrei, bravo.

— Assim você me ofende, Draquinho.

— Continue, Buldogue. - Para minha surpresa Hermione se pronunciou calmamente, como se estivesse considerando a proposta.

Recuei e encostei a cabeça na poltrona. Olhei para Donalvan que apenas concordava com tudo que Pansy dizia.

— Vocês anunciam amanhã o noivado de vocês numa coletiva de imprensa que está marcada para às 9:00. Se casam em um prazo de quinze dias. Fazem aparições em público sempre até o dia da posse de Draco, que com certeza vai ganhar. Ficam no mínimo seis meses casados após a posse, graças ao número de eventos que Draco terá de ir para diminuir o percentual de rejeição. - Ela olhou para mim. - Draco ganha tudo o que quer. - E voltou a olhar para Granger. - Você volta para seu emprego no ministério, já que o ruivo do seu ex-marido não pode fazer nada quanto a isso, pois o seu status vai te livrar do boicote dele. Você estará livre para subir de novo por mérito próprio, em qualquer departamento que achar melhor para si.

— Vocês por acaso pensam em comprar meu cargo? Tsc. - Revirou os olhos.

Eu nunca gastaria dinheiro ou tempo para conseguir um emprego para Granger. Pff. Tempo é dinheiro. E Granger significa perda de tempo.

— Claro que não, querida. Tudo por conta própria. Do zero. Terá dinheiro suficiente para sustentar sua família, e claro, terá conforto o suficiente para trazer seus filhos para morar contigo. Poderá fazer o que quiser com trabalhos filantrópicos, que vai ser o seu foco principal durante os primeiros três meses nesse jogo. Bem, você começa com a vida dos sonhos e pode reconquistar o seu título de mulher independente mesmo ao lado do Draquinho. Assim que se divorciar novamente, lhe daremos todo o apoio necessário para casa nova, alimentação, compras do material escolar e qualquer outra coisa que achar necessário enquanto não se estabilizar totalmente com o emprego do ministério.

Infelizmente Pansy Parkinson vê as coisas além. Ela sabe como é o comportamento da sociedade bruxa, e como é o comportamento da mídia. Infelizmente ela também sabe quais são as melhores opções, e ela nunca me faria passar por isso se não fosse a única plausível. As vantagens desse plano para ambos lados são nítidas. Hermione pode ter tudo de volta e eu posso continuar tendo o que sempre tive e um pouco mais.

— Tentador. - Hermione olhou para o chão. - Eu aceito. Mas quem faz os termos sou eu.

— E EU! - Gritei, já nervoso. Quem ela pensa que é?

Sinto como se estivesse tendo o sonho mais lindo… E o pesadelo mais terrível ao mesmo tempo.

— Como posso acreditar em vocês? - Minha possível futura esposa perguntou. Pansy apontou para mim.

Revirei os olhos. Isso é tão irritante.

— Quando as pessoas fazem promessas falsas, as palavras deixam de ter significado. Logo, não haverá mais respostas, apenas melhores e melhores mentiras, e mentiras não nos ajudarão a vencer essa eleição. - Discursei.

— Mas essa história toda já é uma mentira, Malfoy.

— Granger, essa mentira é para beneficiar os dois. O relacionamento é falso, não as promessas, não o que você fará na parte de filantropia do ministério, não o que farei pela comunidade, não a promessa que Pansy te fez sobre reconquistar tudo o que perdeu. - Me alterei, fazendo a garota se calar.

— Ótimo. Amanhã já entrego minhas exigências e limitações. Faça o mesmo, Malfoy.

Deixou a xícara de chá na mesa de café e simplesmente aparatou, sem ao menos se despedir de nós.

— Será que isso foi um sim? - Perguntei retoricamente.

— Isso com certeza não foi um não. - Sorriu Donalvan.

— Boa noite, Draquinho. - Pansy se aproximou e beijou meu pescoço, o que me deixou incomodado. Sempre odiei esse jeito dela de tentar coisas que não deveria.

E assim aparatou também.

— Temos de ficar preparados caso senhorita Granger não compareça amanhã às nove. Entendido? - Donalvan comentou e eu apenas balancei a cabeça concordando. - Mas acredito que ela não recusará, ela parece sentir algo pelo senhor. Não sei dizer o que, mas parece ser algo bom.

— Desde quando repulsa é algo bom? - Indaguei passando a mão na testa. - Vá para casa. São duas horas e você estará aqui NO MÁXIMO às oito horas. Entendido?

— Com certeza, senhor Malfoy. - E após dizer isso, o velho secretário aparatou velozmente.

É, Malfoy… Você se meteu em uma enrascada. O que vai fazer agora, loiro?

 

Isso nunca teria acontecido se eu tivesse deixado as plantas morrerem.

 

 

 



Notas finais do capítulo

Oi, não esqueçam, viu?



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