Complexo 01 escrita por Melissa Salvatore


Capítulo 1
Sobreviva


Notas iniciais do capítulo

*E autoral, espero que gostem, que se apaixonem pela historia, como eu estou aos escreve-la
* Sem capa, porem e temporário
*Sinopse temporária também.
* Nao copiem, blá, blá, blá, plagio é crime.
* Comentem...



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“Correr. Pular. Sobreviver. Tudo muito fácil, quer dizer teoricamente fácil, mas na pratica, bom, se torna um pouco mais dificil, adiciona isso o ao fato do cansaço, e ter todos querendo te matar. É realmente não e fácil.”

Olívia, pensava tudo e nada enquanto corria. Depois de ver Ethan pela ultima vez, e se materializar na floresta, ela tinha certeza de uma coisa, tinha que correr, tinha que sair da li, ficar o mais longe possível. Era incrível quando achava algo ou alguém pra se importar, tudo desmoronavam. E definitivamente sua vida não era fácil.

Todas meninas de 17 sempre, apesar dos séculos e décadas de diferenças pensavam em uma coisa, encontrar o amor verdadeiro. Bom Olívia não era assim. Pra ela oque importava era basicamente aprender tudo oque fosse essencial e interessante, ou seja, o amor pra ela não era nada essencial, pra si, amor era apenas uma ilusão, no final tudo era apenas uma ilusão.

Já que não se interessava por coisas típicas pra sua idade, a garota de 17 procurava aprender sobre sua condição. Desde de muito nova, sabia que era diferente, fazia coisas que ninguém que conhecia fazia, e não era como se sua família soubesse, era capaz de joga-la na rua ou ate mesmo prenderem em um hospício. “Tudo que e novo e desconhecido assusta”, era oque sua mãe dizia, em relação as mudanças da puberdade, “patético”, era oque Olivia pensava. Mas em uma só questão aquela frase se aplicava a ela, na questão de que era uma bruxa, não dessas de filme ou de desenhos, com narizes pontudos e verrugas, que voam em vassouras e cozinham crianças. Ela era uma bruxa. Uma real bruxa, podia fazer feitiços, se materializar onde quisesse, ter oque quisesse apenas com uma palavra. O problema? Olivia não tinha ninguém para guia-la. E isso seria sua ruína.

“Mamãe, mamãe”
“Sim querida?”
“Você vai virar uma estrela como a vovó?”
A menina perguntou com olhos cheios de lagrimas, pensar que sua mãe fosse lhe deixar, partia o seu coração, mesmo que tão pequena, sabia que ninguém podia ficar sem a mãe!
“Vou meu anjo, mas vai demorar muito ainda, até lá você vai estar pronta, e não vai precisar mais de mim”
A jovem mãe dizia pra menina de apenas cinco anos, nunca a enganara, ou lhe dizia que não, quando a resposta era sim, queria que sua menininha cresce sabendo que as coisas aconteciam, mas sempre tinham algum motivo e que poderiam ser mudadas.
“Promete mamãe?”
“Prometo Liv”

Infelizmente a promessa foi quebrada.

Antes de tudo

Olivia ou Liv, assim como Ethan foi presa, não sabia o motivo, não sabia por quem, simplesmente um dia deitou a cabeça no travesseiro e dormiu e acordou em um lugar totalmente diferente. Um quarto. Ele era branco, na verdade tudo era branco, cama, travesseiro, suas roupas, mobília, a única coisa colorida era a comida, mas Liv não sentia fome, na verdade estava enjoada. Aquilo era péssimo sinal, sempre que fica assim, não conseguia se controlar, sentou na cama, respirou fundo e pensou em coisas boas, coisas que lhe faziam bem. Pronto, não estava mais enjoada.

Assim que abriu os olhos novamente uma moça apareceu no quarto, não sabia como ela tinha entrado, Liv não ouviu um barulho, pensando bem tudo ali era extremamente silencioso, assustadoramente silencioso. “Silencio demais nunca e bom”. A moça não falou nada, estava vestida toda de preto, os cabelos presos em um coque eram loiros, e carregava consigo uma prancheta. Aquilo atiçou a curiosidade de Liv que logo se pos de pé, prontamente a porta do quarto abriu, a moça saiu e seguiu pelo corredor que tinha ali, branco também, Olivia não demorou um minuto pra segui-la, quando chegaram no final do corredor entraram em um elevador. Este subiu ate o andar 100.

Olivia suava, incrível como seus instintos diziam pra conjurar um feitiço e fugir. Mas ela escolheu não o fazer, sua curiosidade era maior. Depois de saírem do elevador e entrarem em outra sala, branca de novo, a moca pediu pra Olivia se sentar, assim que ela o fez a moça saiu, fechou a poeta e a deixou lá sozinha. Vinte, trinta minutos depois, uma voz ecou pela sala: “senhorita boulevard, por favor poderia colocar fogo no papel a sua frente?” e misteriosamente tinha aparecido um papel na frente dela, bem no meio da mesa. Olivia achou que não tinha problema, colocou fogo no papel, com uma simples palavra uro.. Seu primeiro erro. Assim que o papel foi consumido a voz pediu uma sequência de coisas fáceis a se fazer, quando ela terminou tudo a porta se abriu, e a mesma moca apareceu a diferença e que com ela vinha uma outra mulher. Mais tarde Liv descobriria que ela era a mãe de Ethan.

“Senhorita boulevard, gostaria de dizer que se saiu muito bem, agora Clara, ira leva-la ate seu quarto seu novo quarto, espero que goste, será uma longa estadia”

Dito isso a moça de cabelos loiros e roupas pretas guiou Liv por um caminho novo, esse corredor já tinha cor, azul, parou em frente a uma porta e fez questão de deixar a garota entrar primeiro, o quarto era diferente do primeiro, não tinha janelas mas possuía uma porta que dava pro banheiro, duas cômodas e uma cama -espaçosa- além de um criado-mudo com alguns livros e um abajur, era tudo em tons pasteis, a parede era em azul claro, a única coisa escura do quarto era a cabeceira da cama. Olivia não tinha visto mas no instante que entrou, Clara fechou o quarto. Segundo erro.

Com o passar dos dias, Olivia se acostumou com a rotina, acordar, tomar banho, comer, e esperar ate duas e meia da tarde, horário que a buscavam pra fazer mais testes, era como ela chamava, e a cada dia o nivel aumentava. Porem naquele dia foi diferente, já começara que não foi Clara a buscar e sim um homem, alto, todo de preto, com cabelos castanhos, e olhos escuros, sem vida. Outra mudança foi o garoto na sala dos testes, Liv sempre ficava sozinha, bom não naquele dia, não mais, o garoto foi o primeiro a se apresentar.

“Ethan, antes que pergunte meu nome e Ethan”

“oh, sou Olivia, mas me chama de Liv, oque você faz aqui?”

“Bom olivia, acho que pelos mesmos motivos que você”

Assim que tiverem sua pequena conversa, descobriram que era pelos mesmos motivos, a diferença entre eles era que enquanto Ethan se esforça e gastava energia pra realizar as tarefas, Olivia nem se cansava, era claro que ela era mais forte que ele. Mas isso não a fazia se gabar, gostava de ver que apesar de tudo o garoto ao seu lado se esforçava e não deixava uma tarefa pela metade, aquilo a fez criar empatia por ele. Seu terceiro erro.

Com o passar das semanas os dois ficaram próximos, conversavam, Ian no quatro um do outro pra praticar ou trocar ideias, ate que a ideia de fugir surgiu. Bom eles conseguiram mas o preço que pagaram foi extremamente caro. Principalmente pra Olivia.


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Notas finais do capítulo

*posto o próximo semana que vem



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