Personas in my Ice Heart escrita por Haruyuki


Capítulo 12
Mask 12 ~ The Emperor


Notas iniciais do capítulo

Uma das coisas que me estranhou no jogo é como Madarame conseguiu vender quadros Sayuri falsos e nunca ninguem chegou para falar nada, já que o quadro era famoso.
Yuuri descobre um detalhe importante sobre o navegador. Detalhe que é canônico no jogo.
Layout do Palácio de Josef é similar ao de Madarame.



Até agora, eu não entendi o que aconteceu. O homem, Christophe, pediu desculpas e se afastou de nós, mas Victor continua me abraçando.

“Hmm, Victor?” Pergunto, girando minha cabeça para o olhar.

Victor me olha e então o vejo arregalar os olhos e me soltar, completamente embaraçado.

“Me desculpe.” Ele diz, levando a mão direita para a.cabeça.

“Está tudo bem.” Respondo, e de repente, noto um certo alvoroço perto da entrada da galeria. “O que está acontecendo?”

“Karpisek está sendo entrevistado.” Noto que Victor me olha com um sorriso no rosto. “Vamos lá ver?”

“Claro.” Digo, decidido a escutar o que o pintor tem a dizer.

Nós dois nos aproximamos, e eu começo a me preocupar caso Karpisek revele as duas condições restantes e o navegador acabe levando Victor junto comigo para o metaverso. E então, eu escuto.

“...O mundo da arte hoje em dia é como uma guerra. O vencedor e quem apresentar o melhor trabalho. Muitas vezes acontecem casos em que obras primas são alvos da inveja de terceiros, só por ser uma obra prima. Veja meu quadro ‘Masumi', por exemplo. Mesmo incompleto, apresentava uma grande beleza que poucos sabiam decifrar. Uma pena que um de meus pupilos roubou o quadro e até hoje, nunca soube o que aconteceu com ambos.” Karpisek diz, de postura ereta e mãos para trás.

“O que me diz sobre as acusações que pessoas estão.fazendo pela internet de que compraram o quadro ‘Masumi'?” Um dos repórteres, que noto ter uma aparência asiática, pergunta.

“Isso é um absurdo! Claramente todas essas obras são falsas e estão fazendo isso para me prejudicarem. Eu não sei se compraram ou não o quadro, mas não em hipótese nenhuma eu apoio a compra e venda ilegal de quadros.” Karpisek responde, olhando para o repórter friamente.

“Quais são seus planos para seus novos quadros?”

“Eu estou preparando um novo tema para minha próxima exibição. Além disso, estou feliz em anunciar que meu pupilo, Christophe Giacometti, também irá se juntar a mim.” Karpisek anuncia e eu franzo a testa.

“O senhor é um homem importante no mundo das artes, mas insiste em morar em uma cabana. Por quê?” Um dos repórteres pergunta e eu acabo escutando.

“Cognição incompleta.”

“Aquela cabana pode ser velha para os olhos de vocês, mas para mim, ela representa um valor muito importante, afinal todas as minhas memórias importantes foram nela. Eu…”

“Você ouviu algo de estranho?” Victor pergunta, ao meu lado.

“Eu não.” Respondo, engolindo em seco.

“Que estranho. Eu juro ter escutado uma voz feminina.” Victor comenta, e eu começo a entrar em pânico.

“Oh, eu… Eu estou com fome. E já está passando da hora do almoço.” Comento, olhando o relógio do celular.

“Então vamos comer. Eu conheço o lugar perfeito.” Victor diz, estendendo a mão para mim.

Eu a pego, sentindo meu rosto esquentar, e me deixo ser guiado por ele até o lado de fora da galeria. Ele me leva até um parque aberto, onde vejo mesas e cadeiras embaixo de uma grande árvore.

“Pessoas vêm aqui para ler, jogar entre amigos e conversar. O que acha?” Ele pergunta, e eu o vejo me olhar com um sorriso no rosto.

“É perfeito!” Exclamo, sorrindo também.

Logo, ele coloca a mochila em cima de uma das mesas e eu a abro, retirando as garrafas térmicas com café e sopa de misô, as caixas com a comida que eu e Toshiya-san preparamos e palitos e talheres.

“Uau, tudo parece estar uma delícia!” Ele exclama, quando eu revelo a comida que eu trouxe.

“Itadakimasu.” Digo, juntando as mãos antes de pegar o primeiro onigiri.

Victor tenta me imitar, errando na pronúncia e me fazendo dar risadas. Ele pega um garfo e pega um rolo de tamagoyaki, o devorando inteiramente.

Vkusno!” Ele exclama, me fazendo rir mais alto. “Toshiya realmente cozinha bem. Estava sentindo falta da comida dos Katsukis.”

“Fico feliz que tenha gostado.” Comento, embaraçado pelo fato de que fui eu quem preparou o tamagoyaki, não Toshiya-san, mas Victor não sabe disso.

Comemos e conversamos um pouco juntos, onde descubro que ele está na universidade cursando direito, adora comer, música e leitura e tem uma poodle chamada Makkachin.

“Ela é tão fofa! Eu sempre quis ter um animal de estimação, mas meus pais nunca permitiram. Com certeza me ajudaria com minha ansiedade.” Comento quando ele me amostra uma foto de Makkachin no celular dele.

“Ansiedade?” Victor pergunta, surpreso.

“Sim.” Respondo, respirando fundo. “Eu tenho Transtorno de Ansiedade, o que me faz muitas vezes pensar coisas ruins de mim mesmo, muitas vezes me fazendo pensar em coisas que nem sempre é a verdade. Quer um exemplo?”

Victor afirma com a cabeça e eu abaixo o rosto, segurando o copo com a sopa.

“Agora, nós estamos aqui, mas uma voz fica insistindo que você só está comigo porque tem pena de mim e que não acredita que um encontro com alguém como eu seja divertido.” Eu digo, erguendo o rosto para olhar para ele.

“Mas eu estou me divertindo com você!” Victor diz, tocando nas minhas mãos. “Eu não tenho muitos amigos porque estou focado com meus estudos e meu estágio, então eu estou adorando poder estar aqui com você agora.”

“Oh. Que bom então.” Digo, abrindo um sorriso tímido. “Mas não é só isso. Em certas ocasiões, eu sou capaz de ter ataques de pânico. Eu estou em tratamento com a doutora Baranoskaya por causa disso, mas é algo que ainda estou batalhando o tempo todo.”

“Meu deus, isso me parece ser algo terrível!” Ele exclama, surpreso.

Terminamos de comer, e eu guardo os utensílios na mochila. O celular de Victor toca e o vejo soltar um suspiro.

“Me desculpa, Yuuri, mas ao que parece, terei de encerrar nosso encontro agora. Meu irmão mais novo está precisando de mim.” Victor diz, e eu afirmo com a cabeça.

“Está tudo bem.” Digo, retirando o paletó e a gravata dele da mochila e o entregando. “Muito obrigado por me acompanhar. Foi divertido.”

“Igualmente. Até breve!” E ele se afasta de mim, correndo com as roupas no braço.

Sozinho, eu decido voltar para casa, mas sou agarrado pelo braço.

“Ei!” Grito, me virando e me soltando.

“Me desculpe. Eu vi seu parceiro se afastando e decidi me aproximar de você novamente para insistir que aceite minha proposta. Por favor, garota! Seja minha musa e pose para mim! Eu tenho certeza de que com você, meu mestre irá ficar satisfeito.”

Eu o olho com surpresa. Afinal aparentemente, ele pensa que eu sou uma garota. Percebo que nao acho isso estranho, pois estou me sentindo como uma garota. Provavelmente, é culpa da Carmen. De novo.

“Posso ter um tempo para pensar? Eu não acho que deveria decidir algo assim tão rapidamente.” Respondo, e ele afirma com a cabeça.

“É claro. Eu compreendo o que quer dizer. Aqui está.o endereço da cabana onde moro com meu mestre.” Ele diz, me estendendo um pedaço de papel com um endereço.

Eu o pego e o guardo no bolso da calça, mordendo o lábio inferior para não mostrar que estou animado por ter recebido o endereço.

“Me desculpe se por algum motivo estou te deixando desconfortável. É só que estou muito ansioso, pois você pode me ajudar a ser digno de meu mestre.” Ele diz, e eu abro um sorriso, inclinando o rosto.

“Não se preocupe. Eu entendo como é desejar poder ser digno de alguém. Agora se me der licença, eu preciso ir.” Digo, acenando para ele e me afastando.

“Claro.” Eu o vejo me olhar com surpresa, antes de olhar para frente.

~x~

Eu ergo meu celular e começo a estranhar o fato de que o navegador não ter me transportado. Decido ver onde é que ela fica, antes de voltar para Leblanc e ergo o papel com o endereço. Com o celular, abro o Google Maps e coloco o endereço, notando que é longe dali e vejo como posso chegar perto de ônibus.

Quando chego, me surpreendo com o que vejo, pois o local mais parece que está para desabar.

“Cognição encontrada. Local: Cabana. Segundo andar liberado. Iniciando navegação para Yuuri Kunogi.”

Eu me surpreendo ao ser teletransportado. Me vejo de frente para um local escuro e noto que estou usando minhas roupas de Phantom Thief.

Eros?” Escuto Phichit, e abro um sorriso.

“Phichit, o que me diz sobre este lugar?” Pergunto, notando que não dá para entrar pela entrada do Palácio.

Cara, e o seu encontro? Não vai me dizer que o navegador levou você e Victor para o metaverso?” Escuto, e solto um suspiro.

“Não. Victor acabou tendo problemas familiares, então eu estava sozinho quando o navegador me trouxe para cá.” Digo, soltando um suspiro.

Oh? Me conta depois como foi. Como seu cupido e futuro padrinho de casamento, quero saber de tudo.” Escuto e fico embaraçado quando ele fala de casamento. “Bem, este lugar é estranho. Hmm… estou vendo uma janela semi-aberta no telhado. E dá para pular pelos pilares.

“Certo.” Digo, vendo um caminhão parado. “Estou invadindo.”

Pulo em cima do caminhão e subo no muro. De cima, vejo seguranças andando do outro lado dos arbustos, mas onde estou no momento não possui ninguém. Cautelosamente, eu desço do muro e sigo pelo jardim, usando meu Third Eye para detectar itens ocultos. Subo nas pilastras e sigo, até finalmente chegar no telhado. Vejo uma corda e a uso para descer.

“Quantas pinturas.” Eu comento, observando os quadros e notando que há algo de estranho neles. “Theodore Mansur… Charlene Evans… Renée Grant…”

Eros, você não deve perder muito tempo.” Phichit me avisa e eu avanço para outra sala.

Lá eu vejo algo que me assusta. Um quadro grande, com o retrato do homem que ajudei em Mementos. François Veton.

Espera, eles são pupilos de Karpisek?” Phichit pergunta, e eu olho em volta.

“Aparentemente sim.” Digo, me escondendo em uma das paredes e esperando o Shadow se aproximar.

Salto nele e o agarro, arrancando a máscara dele e me preparando para entrar em modo de combate.

“Carmen!” Invoco, assim que volto para o chão. “Agilao!”

Continuo seguindo em frente, derrotando mais e mais shadows e encontrando um quadro com a imagem de Christophe Giacometti, até chegar em uma ala estranha, onde há uma sala de segurança no início, vidros grandes que protegem outros quadros e um vaso dourado brilhante no meio. Meu Third Eye detecta item nele, mas no momento que aproximo minha não no vaso, detecto um sistema de segurança nele. Volto para a sala, mas percebo que ela está trancada.

“Anteros?” Pergunto, notando Necronomicon vagando pela sala.

Existem botões que desabilita parte da segurança entre os quadros. E detecto um sistema de tubulação que dá para o interior da sala.” Ele diz e eu noto que dá para atravessar o outro lado dos vidros por cima.

Eu subo e me agacho, descendo e desligando o primeiro botão de segurança. Volto a subir e atravesso para o outro lado, desligando o segundo botão. Mas infelizmente ele faz surgir um Shadow.

“Zorro, Wind Break!” Grito, tirando a resistência do Shadow e desviando do golpe dele. “Garula!”

Derroto os Shadows e uso meu Third Eye, percebendo que um dos quadros estava torto. Eu o retiro e aperto o botão, desativando a segunda parte do sistema de segurança. E então, vejo a entrada do sistema de tubulação e uso a senha que escutei momentos atrás para desativar o resto. Retorno para o vaso e o quebro, e dele vejo uma grande jóia púrpura saindo e passando a flutuar perto de mim.

Mona diz para você tocar na jóia.” Escuto Phichit e avanço para a pedra, a tocando. Para a minha surpresa, entro em modo de combate.

“Um Shadow?” Pergunto, surpreso.

Eu o derroto e me assusto com o dinheiro dropado por ele.

“Ai meu deus!” Exclamo, surpreso.

Eros, você precisa seguir em frente!

Eu continuo a avançar, derrotando mais Shadows. Encontro uma Safe Room e continuo, até encontrar um estranho jardim.

Tome cuidado, há cercas elétricas prontas para ativar o alarme.” Escuto e respiro fundo, olhando de frente para uma enorme porta com desenho de uma cauda de pavão. “Mona diz que você não pode avançar mais porque a cognição de Karpisek não permite sua passagem.

“E agora?” Pergunto, retornando para a Safe Room.

Se houvesse um meio de entrar na cabana de Karpisek, Mona disse que poderia dar um jeito de encontrar e destrancar a porta.” Phichit diz e eu abro um sorriso.

“Eu acho que irei aceitar o pedido de posar para Giacometti.” Comento, erguendo o celular para encerrar a navegação.

Espera, o que quer dizer com isso?” Escuto, mas ignoro, pois estou deixando o metaverso.

~x~

Celestino me ensina a fazer latte e cappuccino, e se surpreende ao me ver aprendendo rapidamente. Imediatamente eu já sirvo, recebendo elogios pelos clientes.

...

Arcana Bond Update: The Hierophant ~ Nível 02

...

Professora Katsuki também é um desses clientes. Ela espera por mim e quando meu turno acaba, subo com ela até o quarto de Phichit.

“Yuuri Katsuki, meu querido filho. Que história é essa de posar para Giacometti?” Ele pergunta e eu vejo a professora me olhar com a sobrancelha erguida.

“Ele me fez a proposta hoje de manhã.” Digo, dando de ombros. “Morgana?”

“É uma boa idéia.” Ele diz, se sentando na cama de Phichit. “Agora, acredito que você tenha uma pergunta para mim.”

“Sim.” Respondo, franzindo a testa. “O que é aquele shadow que saiu do vaso?”

“Ele é um Treasure Shadow. Esses tipos de Shadows são raros, inofensivos, mas quando derrotados, dropam muito dinheiro e itens especiais.” Morgana explica, se lambendo. “Para esses tipos de Shadows surgir, você precisa usar um item que o atraia.”

“E por isso que eu estou aqui. Pois irei te ensinar a criar um Treasure Map.”

...

Arcana Bond Update: The Magician ~ Nível 04

Arcana Bond Update: The Temperance ~ Nível 03

Crio novos itens, e retorno para os Katsukis. No dia seguinte, preparo comida para o metaverso junto com Toshiya-san, tomo café da manhã e vou para a escola. Depois das aulas, sigo para Leblanc para fazer café e esconder Morgana na mochila.

Sigo para a cabana, e quando chego, noto um dos repórteres de ontem vigiando o local. Ele possui aparência asiática e cabelos negros espetados para cima. Quando ele me nota, ele se aproxima de mim.

“Olá.” Ele diz, seriamente e me estende um cartão de visitas. “Meu nome é Hisashi Morooka e sou Repórter do Cardeal de Richelieu. Eu lembro de ter te visto ontem na galeria de Karpisek.”

“Yuuri Kunogi.” Digo, aceitando o cartão.

“Por que está aqui, Yuuri?” Ele pergunta, mas quando eu vou responder, a porta da cabana se abre e vejo Christophe Giacometti sair e se aproximar de nós.

“Nos deixe em paz, Morooka.” Ele diz, me tocando no ombro. “Venha, Yuuri.”

Dentro da cabana, eu retiro minha mochila das costas e a abro, fazendo com que Morgana pule para fora e se esconda.

“Me desculpe, Yuuri. Aquele peste insiste em dizer coisas ruins de meu mestre. Ele tenta investigar por conta própria, mas tenho certeza de que meu mestre é um homem humilde e inocente de tudo que acusam ele.” Christophe fala, de costas para mim e não notando o que eu fiz.

Ele me leva até um quarto, onde vejo diversas telas pintadas, mas claramente incompletas. Ele me olha de cima para baixo, com a sobrancelha erguida.

“Você é um garoto.” Ele diz, e eu dou risada.

“Sim.” Respondo, colocando a mochila na parede, perto da porta. “Algum problema?”

“Não. É até interessante.” Ele diz, pegando um banco e o colocando no chão.

Eu me sento, de frente para ele. Eu faço pose e ele começa a pintar, claramente concentrado na tarefa. O tempo passa, até que Christophe abaixa o pincel.

“Não dá. Eu não consigo.” Ele diz, se levantando. “Me desculpe, Yuuri.”

Eu me levanto também, esticando meus músculos.

“Não tem problema.” Digo, me aproximando dele. “Posso usar o banheiro?”

“Claro, venha comigo.” Ele diz, e eu o sigo.

Logo noto Morgana abrindo uma porta igual a que vi no Palácio, ao mesmo tempo que Karpisek entra na cabana, logo notando a porta aberta.

“O que tem aqui?” Pergunto, entrando no aposento aberto e me assusto ao ver diversos quadros iguais surgem.

Atrás de mim, Christophe se assusta.

“Esses quadros… Masumi?” Ele pergunta, surpreso.

“O que pensam que estão fazendo? Saia daqui imediatamente ou chamarei a Polícia!” Escuto, mas ergo meu celular em pânico. “Saiam do meu museu!”

“Terceira cognição encontrada. Desejo: Museu. Iniciando navegação para Yuuri Kunogi e Christophe Giacometti.”

Antes que Karpisek pudesse nos ver, somos transportados para o museu. Me vejo de volta ao pátio, com a porta aberta e ao mesmo tempo, escuto a voz de Karpisek.

“Mais, pintem mais, meus escravos.”

“Hahahahaha! É tão fácil que parece piada. Basta dizer aos idiotas que os quadros não prestam, que eles os abandonam. Aí é só pegar os quadros, dar umas pinceladas aqui e ali, e pronto. Eis uma nova obra prima de Karpisek.”

“Espero muito de você, Christophe. Se depender de mim, você nunca será famoso. Mas seus quadros irão me dar muito dinheiro.”

“Masumi é minha mina de ouro, mas não por muito tempo.”

“Cabana? Eu nem vivo naquele lixo. Só banco para abrigar os trouxas que insistem em ser meus escravos.”

“Então é isso que ele realmente pensa.” Digo, colocando as mãos no bolso.

“Yuuri?” Ele pergunta, surpreso. “Que roupa é essa?”

“Eu sou Phantom Thief Eros e estou aqui para ajudar você a ver a verdadeira face de Josef Karpisek.” Digo, o olhando. “Christophe, eu prometo a você fazer com que seu mestre se arrependa de tudo o que fez com você e os outros pupilos.”

“Se você me permitir ajudar, temos um negócio fechado.”

New Arcana Bond Adquired: The Emperor ~ Nivel 01

New Mask Adquired: Goemon

“Interessante. Gostei de você, garoto. Eu sou você, você sou eu. O frio da caixa de pandora que lhe dá a capacidade de compartilhar a experiência que você adquire em batalhas entre seus outros personas.”



Notas finais do capítulo

Armand Jean du Plessis, Cardeal de Richelieu, Duque de Richelieu e de Fronsac foi um político francês, que foi primeiro-ministro de Luís XIII de 1628 a 1642; foi arquitecto do absolutismo na França e da liderança francesa na Europa. Nas obras de Alexandre Dumas, Lady Clark Milady de Winter era a espiã dele.

Status
Compendium active
Personas: 06 - active
Arcana Bonds: 08
Hearts Changed: 03



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