Say you won't let go escrita por Fe Damin


Capítulo 1
Prólogo


Notas iniciais do capítulo

Olá, pessoal!
Estou muito feliz de finalmente criar coragem de postar essa shortfic que eu amo taaaaaaaaaaaaaaanto.
Ela é meio diferente de tudo o que eu já postei por aqui, mas espero que vocês deem uma chance para esse casal e se envolvam com a história assim como eu.
Começaremos com um prólogo, mas já digo que coisas inesperadas aguardam no primeiro capítulo.
O trecho no começo do prólogo é da música que deu nome e inspirou a fic, cantada pelo James Arthur, não deixem de dar uma olhada pra entender mais sobre a relação desses dois!

Espero que gostem :)



I met you in the dark

You lit me up

You made me feel as though

I was enough

 

De alguma forma, ela sempre esteve presente.

Mesmo na época em que ele era jovem demais para notar garotas, ou ainda quando já era velho demais para obedecer as ordens do pai e prestar atenção enquanto ele o apresentava a infinidade de bruxos e bruxas importantes que desfilavam por qualquer uma das festas enfadonhas as quais era obrigado a comparecer. O mais novo dos Malfoys nunca realmente notou, porém a garota loira de aspecto frágil corria os olhos atentos por todo o salão, se dando permissão de olhar alguns segundo a mais para o menino frio que nunca sorria e parecia preferir o coice de um hipogrifo à comparecer a qualquer evento social.

Ela era três anos mais velha e sua casa em Hogwarts não tinha as cores verde e prata, de forma que seus caminhos mal se cruzaram durante o período que ambos passaram no castelo. Vez ou outra, ele viu de relance um par de olhos violeta virando algum corredor e podia jurar que já os tinha visto em outro lado, mas nunca perdeu mais de alguns segundos pensando no assunto. Simplesmente viviam em mundos separados, por mais que suas vidas fossem mais parecidas do que pudessem imaginar.

No entanto, naquela festa foi diferente.

Draco estava prestes a começar seu quinto ano em Hogwarts e - por mais que ainda faltassem alguns dias até ter que tomar o trem para a escola - ele sentia que não havia nada que valesse a pena o esperando lá. Não havia nada de importante o esperando em casa também. As últimas semanas tinham sido estranhas. O pai o arrastava para reuniões suspeitas, com temas que sempre giravam em torno da suposta volta de Você-sabe-quem. Ele odiava o nó no estômago que insistia em sentir e que só confirmava os pensamentos do patriarca dos Malfoy que dizia que o filho não passava de um covarde.

Era covardia temer por sua própria vida? Talvez fosse realmente um covarde então, mas buscava ao máximo se esconder por detrás da máscara de indiferença que cultivou por tantos anos, ao passo que fazia de tudo para mudar o olhar de desgosto que recebia do pai.

Para isso, foi aconselhado - para não dizer obrigado - a fazer sala para bruxos velhos e chatos enquanto a mãe e o pai não faziam a entrada triunfal naquela que seria a última festa do verão. Era o orgulho da família Malfoy, anualmente juntar a elite bruxa e jogar na cara de todos o fato de terem mais dinheiro e bom gosto do que a maioria. Como sempre, Draco estava odiando cada segundo. Teria trocado sua Nimbus 2001 por qualquer chance de escapar daquelas pessoas que falavam sem que ele escutasse, daquele ambiente que o sufocava com toda sua pompa e aconchego fingidos.

Foi quando a notou de verdade pela primeira vez.

A garota de longos cabelos loiros estava a poucos passos dele e também parecia bem desconfortável conversando com duas mulheres que com certeza já tinham expirado em prazo de validade. Ele sabia que deveria executar bem o seu papel e ser o anfitrião da festa até os pais chegarem, porém o par de olhos violetas se prendeu aos seus e instantâneamente eles perceberam que sofriam do mesmo mal.

Ela era pequena, menor do que ele em muitos centímetros, e parecia que qualquer vento a levaria embora, porém foi a que teve coragem de dar o primeiro passo e fazer o que ambos gostariam naquele momento. Draco a viu se despedindo das duas velhas e andando até ele. Ainda tentou disfarçar, voltando o olhar para seus acompanhantes, não podia se distrair do que tinha que fazer, mas a garota alcançou seu grupo e não deu muita chance. Ela era uma bela visão no vestido prateado que usava, e o deixou sem escolhas quando começou a falar, numa voz muito mais decidida do que ele julgaria possível para alguém daquele tamanho.

—Aí está você! - ela olhou direto em seus olhos, deixando-o confuso, provavelmente já a tinha visto em algumas ocasiões, mas não fazia ideia de quem a garota era - procurei por toda parte!

—Eu… - ele não sabia o que dizer, mas o olhar incisivo que ela lhe lançou exigia que ele entrasse na dança e, por alguma razão, quis ver onde aquilo chegaria, não podia ser pior do que onde estava - eu me esqueci, desculpe.

—Podemos ir então? Estão nos esperando no salão principal - ela meneou a cabeça em direção a porta que levava ao cômodo onde a festa realmente aconteceria, apesar de todos os convidados ainda estarem esperando para serem chamados ao local - os senhores se importam se eu roubar a companhia de vocês por alguns instantes? - ela sorriu para os bruxos que os circundavam e, naquela hora, Draco percebeu que sorrisos podiam ser armas. Ele nunca conseguiria tal efeito, mas ela prendeu a atenção de todos apenas ao erguer os lábios delicadamente.

—Claro, Srta Greengrass, acho que já importunamos o pequeno Malfoy por tempo demais.

—Com sua licença então - ela respondeu com a educação de quem lidava com aquele tipo de gente a vida toda e, antes que ele pudesse fazer qualquer movimento, passou as mãos pelo braço dele, praticamente arrastando-o para fora dali.

Quando chegaram no salão vizinho, que ainda se encontrava vazio, Draco finalmente recobrou os sentidos e parou aquele “sequestro”, tirando as mãos delicadas de si e exigindo respostas com o tom ácido de sempre.

—Posso saber que maluquice é essa? Você me confundiu com outra pessoa?

—Não me pareceu que você estava gostando muito da sua conversa, eu também não estava gostando da minha - ela deu de ombros sem se intimidar nem um pouco com a cara de poucos amigos que ele tinha.

—Você é doida, só pode ser, eu nem te conheço!

—Mas eu te conheço, é o pequeno Malfoy, não? - ela deu um sorrisinho de canto, claramente debochando dele.

Se tinha algo que Draco detestava era que fizessem pouco dele.

—Não me chame assim, eu tenho nome! - percebeu apenas depois o quão infantil soou e, no auge de seus 15 anos, odiava parecer criança.

—Tenho certeza que tem - ela riu - mas de que importa, somos apenas os filhos de nossos pais, certo? Eu sou a pequena Greengrass, a mais velha tem sorte de não precisar vir mais nessas porcarias de festas.

Ele se admirou da honestidade das palavras da garota. Alguém que entendia a sensação que o envolvia desde sempre: não ser alguém, apenas um sobrenome.

—Conheço o nome, nossos pais tem negócios juntos - ele comentou.

—Imagina o tipo de negócio que aqueles dois tem juntos - ela revirou os olhos e decidiu andar até a mesa mais próxima onde o buffet de aperitivos já estava servido.

O jeito despachado e sincero dela o deixou intrigado. Não combinava com a carinha angelical e a figura passível que ela exibia e ele se pegou querendo continuar em sua companhia. Talvez - pela primeira vez na vida - aquela festa não fosse ser um completo pé no saco.

—Você vem sempre nessas reuniões que os nossos pais e os amigos inventam? - ele quis saber se perdeu a chance de encontrá-la em todas as ocasiões em que teve que aturar tudo sozinho.

—Provavelmente tanto quanto você, aliás, mais porque tenho alguns anos de vantagem.

—Não vejo muita “vantagem”.

—Realmente, nesse caso está mais para desvantagem - ela deu outra risada e pegou uma torradinha da mesa, comendo-a em pequenas mordidas.

—Pera aí, você é mais velha do que eu? - a informação chegou ao cérebro dele com algum atraso. Ela parecia tão jovem que era difícil de acreditar.

—Recém formada de Hogwarts, você ainda está por lá, não?

—Começo meu quinto ano em breve - ele explicou.

—Foi o que eu pensei, lembro do ano da sua cerimônia de seleção - ela apertou os olhos como se tentasse recordar o momento, mas pareceu desistir.

—Você me conhece da escola? Acho que te vi algumas vezes…

—Digamos que é meio difícil não notar você e seus coleguinhas com toda a confusão em que se metem, principalmente quando o Potter está envolvido. - ela deu de ombros.

—Prefiro não falar nele - Draco fechou a cara frente à menção do garoto que era a causa de muitas de suas dores de cabeça, já que o pai o importunava em relação a tudo o que dizia respeito ao menino que sobreviveu.

—Tudo bem - ela se serviu de uma taça de vinho, enquanto ele apenas olhava, sentindo que estavam fazendo algo idiota que acarretaria para si uma bronca - sempre te vi em volta dos seus pais também - ele apreciou a mudança de assunto.

—Por que não nos conhecemos então? - parecia estranho imaginar que nunca foram apresentados.

—Acho que você tem problemas de atenção - ela debochou novamente, rindo ainda mais com a cara feia que ele fez - nossos pais nos apresentaram há muitos anos, você era um pirralhinho emburrado naquela época.

—Ei!

—Parece que não mudou muito.

—Você é muito engraçadinha pro meu gosto - ele resmungou, mas apenas porque achou que era o esperado dele, na verdade estava achando aquilo engraçado. Ninguém nunca falara com ele daquela maneira.

—Temos que desenvolver mecanismos para sobreviver com as famílias que temos - ela zombou.

—Qual é o seu nome? - Draco estava incomodado de não saber.

—Já falei, Greengrass.

—Não, não o nome da sua família, o seu.

—Isso tanto faz, amanhã você não vai lembrar mesmo - ela deu de ombros e tomou mais um gole do vinho.

—Você sabe o meu, não é justo.

—Meu prêmio por ser uma pessoa muito mais atenta - ele ia retrucar, mas ela não deixou - anda, vamos sair daqui antes que todos cheguem.

—O que? - ela estava louca? Não podia sumir da festa.

—Você conhece a mansão toda, onde podemos nos esconder?

—Não posso fazer isso, meu pai….

—Vai fazer o que? Gritar um pouco? Aposto que você já está acostumado, não é melhor pelo menos ter uma noite agradável?

O loiro ponderou por alguns instantes aquelas palavras e enxergou a lógica por trás delas.

—E você vai ser a responsável pela noite agradável? - ele não saberia dizer de onde veio a provocação, mas gostou de ver o sorriso zombeteiro no rosto dela.

—Sem ideias erradas, pequeno Malfoy! - ela balançou o dedo e ele até esqueceu de brigar por conta do nome - mas sou expert em organizar festas particulares, só precisamos de uma bandeja dessa - ela pegou uma bandeja de comida e colocou nos braços dele - e duas dessa aqui - ela puxou duas garrafas de vinho do balde onde gelavam.

—Se ficarmos na biblioteca de estudos, ninguém vai nos importunar, nunca é usada.

—Ótimo, já temos um lugar então! Mostre o caminho.

A noite passou diferente de todas as outras que Draco já tinha vivido. Eles se esgueiraram até a biblioteca e - como ela prometera - fizeram a própria festa particular. Ela tinha uma personalidade mais expansiva e aberta do que a dele, então não foi surpresa que a conversa tenha sido praticamente toda guiada por ela, mas o garoto se pegou falando mais do que já falara para qualquer outra pessoa. Discutiram a escola, os amigos e suas respectivas famílias deprimentes. Tudo regado a muito vinho.

—Não sei se eu devia te deixar beber, você só tem 15 anos! - ela se deu conta quando já estavam na metade da primeira garrafa, cada um jogado em uma das confortáveis poltronas do cômodo.

—Você também não tem idade para beber, ninguém se forma com 21 anos em Hogwarts - ele rebateu, já um pouco solto em prol da bebida.

—Touchè, pequeno Malfoy! - ela riu.

Quando a segunda garrafa chegou ao fim, os dois tinham o corpo leve, a cabeça nublada e o humor nas alturas.

—Tive uma ideia! - ela declarou de repente - não pode ser uma festa completa sem dança!

—O que? - as palavras dela não pareciam fazer muito sentido para ele.

—Anda, levanta essa bunda daí, vamos dançar - ela foi até ele e puxou seu braço.

—Mas não tem música! - ele reclamou, além do fato de não gostar de dançar, por mais que tivesse tido aulas desde pequeno.

—Que garoto mais sem imaginação - ela revirou os olhos, e logo em seguida retirou a varinha da bolsa que trouxe consigo e com um leve aceno, conjurou um objeto que Draco nunca tinha visto.

—O que é isso?

—É um objeto trouxa que toca música, deixa eu ver se lembro como funciona - ela mexeu nos botões por alguns instantes até os dois escutarem uma melodia suave ecoando no ambiente - prontinho.

—Onde você aprendeu isso? - ele olhou admirado.

—Minha melhor amiga é nascida trouxa - ela explicou e ele pensou que devia achar aquilo ruim, mas o vinho o impediu de entender o porquê - essa música não dá pra dançar sozinho.

—Hã? - antes que ele pudesse protestar, ela pegou as mãos dele e depositou em sua cintura, colocando as dela em volta do pescoço dele - o que você está fazendo? - mesmo gostando de se achar muito confiante, contato com garotas, ainda mais bonitas daquele jeito, era algo muito recente para Draco,

—Não tem mais ninguém aqui para dançar comigo - ela falou como se não fosse nada, o sorriso permanente enfeitando o rosto.

Ela apoiou a cabeça no ombro dele e começaram a se mover lentamente pelo espaço, seguindo o ritmo da música. Draco não conseguiu pensar em nada no momento, apenas em como o corpo dela parecia quente de encontro ao seu. Seu cérebro tinha desligado, culpa de todo o vinho que tomaram. Ficaram assim por alguns minutos, mesmo quando a música mudou para outra, até que a mente alcoolizada da loira teve outra ideia.

—Você já beijou alguma garota? - ela perguntou do nada, o encarando, ainda sem se separar dele.

—Claro que sim! - ele se apressou a dizer, fazendo-a gargalhar.

—Vamos ver se você é bom nisso então - ela puxou o rosto dele para si e o garoto não fez nenhum esforço para impedir. Estaria mentindo se dissesse que não tinha pensado em como a boca dela parecia macia, mas a realidade se mostrou ainda melhor do que a imaginação.

O que começou com um simples roçar de lábios, logo evoluiu para um beijo mais profundo assim que ela abriu caminho para que sua língua pudesse explorar a boca dele. Ele era muito mais inexperiente, mas retribuiu com o mesmo entusiasmo. As mãos indo parar nos cabelos dela, da mesma forma que ela fazia com os dele. Os beijos roubaram os fòlego de ambos e - quando se afastaram à procura de ar - a mente da garota pareceu clarear momentaneamente.

—Acho que eu estou tonta - ela falou, encostando a testa no peito dele e se concentrando em controlar o sobe e desce de sua respiração.

—Você está bem? - ele perguntou preocupado.

—Acho que não…. muito vinho - ela realmente começou a se sentir enjoada, não era acostumada a beber e tinha certamente passado da conta, ainda mais com as emoções alteradas no momento - tem um banheiro?

—Claro - ele a guiou até a porta no final do corredor em que estavam e esperou do lado de fora, porém escutou o barulho de algo caindo e ficou alarmado - Greengrass, tudo bem aí? - ele bateu na porta.

—Não… Draco… - ela chamou baixinho e ele se surpreendeu com seu nome soando na voz dela e acabou deixando de lado as boas maneiras e virando a maçaneta para ver se estava destrancada.

Por sorte estava, ele entrou e viu a garota praticamente verde em frente ao vaso sanitário.

—Eu vou passar mal - ela avisou e ele viu a mortificação em seu olhar.

—Está tudo bem, deixa eu te ajudar - aquela reação era tão anormal para ele. Não fora ensinado a ajudar ninguém, a se importar com nada, mas nem passou por sua cabeça deixá-la ali sozinha. Ela o tinha salvado de uma noite insuportável, era o mínimo que podia fazer.

A garota escorregou para o chão e se apoiou na louça brilhante. Ele se acomodou atrás dela, ajoelhando para conseguir prender os longos fios loiros em suas mãos. Draco já tinha tomado mais de um porre com os colegas, sabia muito bem o quão mal ela devia estar se sentindo. Não se importou de ficar ali enquanto ela esvaziava tudo o que tinha no estômago, ele acariciou o ombro da garota, assegurando de que ele não a deixaria só. Depois de alguns instantes, ela estava muito melhor.

—Melhor agora? - ele perguntou, passando uma toalha para que ela limpasse o rosto.

—Sim, apenas exausta - ela respondeu com a voz sonolenta, já que além de tudo, o horário era avançado - vou dormir só um pouquinho - ela se encostou para trás, apoiando seu corpo no dele e fechando os olhos.

—Aqui não, você vai ficar desconfortável.

—Está ótimo aqui - ela retrucou.

—Mas é um banheiro! Vem, vou te levar para um quarto. - ele se impulsionou para levantar e tentou ajudá-la a ficar de pé também, mas a garota já ressonava - Greengrass! - ele chamou, mas só capturou sua atenção por alguns instantes.

—Pelo menos levanta, vai! - ele pediu mais uma vez e ela ficou com os olhos abertos o suficiente para se por de pé.

Sem outra alternativa, o garoto passou as mãos por debaixo dos joelhos dela e - agradecendo pela menina ser tão pequena - levantou-a nos braços e saiu do banheiro. Mesmo ela sendo muito menor do que ele, Draco não estava acostumado a carregar peso algum, então sabia que não iria muito longe. O quarto de hóspedes mais próximo ficava a um andar de distância, sem chances de chegar lá. A última alternativa era seu quarto no lado oposto daquele mesmo corredor.

Abriu a porta do cômodo que mais amava na mansão de maneira desajeitada, entrou e colocou a loira no macio colchão de sua cama. Ela se aconchegou rapidamente entre os vários travesseiros e ele não sabia o que fazer. Deveria ficar ali? Procurar por alguém? Os pais dela, talvez?

Draco estava se levantando para decidir o que fazer, quando sentiu uma mão segurando sua camisa e mantendo-o no lugar.

—Fica mais um pouco - ela sussurrou, provavelmente ainda dormindo - só um pouquinho.

Ele não conseguiu recusar o pedido. Algo naquela garota o compelia a fazer o que não se imaginava fazendo. Ele acabou se deitando do outro lado da cama enorme, a mão dela ainda presa a ele. Ficaria alguns minutos e iria atrás de alguém. Mas o cansaço o alcançou também. Entre lembranças de uma dança finalizada por beijos, o garoto acabou dormindo.

Acordou só no dia seguinte com o sol fustigando seu rosto em virtude das cortinas que foram deixadas abertas. Procurou imediatamente pela pessoa que devia estar ao seu lado, mas o local estava vazio. Apenas um bilhete denunciava que alguém estivera ali.

 

“Desculpe pela bagunça de ontem, eu devia saber que uma garrafa de vinho era demais para mim. Espero que não tenha muitos problemas com seus pais.

Tenha uma boa vida, pequeno Malfoy, os últimos anos em Hogwarts são os melhores.

Obrigada por tudo.

 

Com carinho

Astória”



Notas finais do capítulo

Então o que acharam???
Draco e Astória sempre estiveram perto un do outro, porém sem se conhecer.
Acabaram se envolvendo numa noite meio "ilicitamente"....
mas será que vão se encontrar de novo? Tem uma guerra prestes a acontecer... Ele já era o complicadinho que conhecemos, enquanto ela era um espírito muito mais livre e feliz, isso vai dar certo?
Bom.... só no proximo capítulo para saber.
Não esqueçam de me dizer nos comentários tudo o que vcs acharam e o que esperam para a continuação, como é uma shortfic que já está praticamente terminada, se a resposta for bem positiva eu posto logo (sem pressão hauhaua)
Bjus e até o próximo capítulo



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