Jungle Guards School - INTERATIVA escrita por Giovanna


Capítulo 30
Unsteady


Notas iniciais do capítulo

Eu amo horrores esse arco ♥
O final desse capítulo vai parecer muito que eu cortei ele no meio, mas foi proposital.
Boa leitura!



[Ilha remota, 2:23 AM]

Aurora nunca agradeceu tanto por possuir asas.

Elas permitiram que a jovem fosse uma das primeiras a chegar à ilha, depois de praticamente 16 horas de viagem até ali, ela sentia a tensão caminhar por sua pele. O plano girava em um loop infinito em sua cabeça, resgatar o primeiro que estivesse em sua frente e sumir dali.

Ela só não contava que seu desafio fosse o maior de todos.

Claire era sua dupla. Ninguém queria se aliar a ela e Penélope demoraria assim como os outros para chegar à ilha, por isso Aurora era a resposta lógica a equação. A castanha saiu da água enquanto sua áurea verde escura desaparecia, crocodilos eram conhecidos como ótimos nadadores.

— Espero que não tenha esperado por muito tempo, baby. – Claire piscou para Aurora que manteve o semblante sério.

A castanha conseguia manter-se seca quando estava na água, mas às 16 horas foram tempo demais para aguentar.  Apesar do próprio espírito animal manter o frio longe de sua pele pálida, ela ainda pingava água pelas roupas e cabelos e seu lápis de olho manchava suas bochechas. A figura perfeita do monstro do lago ness.

— Não estraga tudo dessa vez, Claire. – Aurora pediu.

A asiática andou sobre a neve fria com suas botas de combate, as roupas de inverno a mantinham quente, porém seu coração parecia mais gelado do que nunca. Os mesmos sentimentos de quando Penélope a havia deixado estavam se repetindo mais uma vez, a decepção, a culpa, a tristeza, mas ela não conseguia admitir para si mesma que tudo aquilo era porque finalmente havia encarado o fato de que estava protegendo Claire do seu destino final.

Ela havia criado sentimentos pela vilã de sua história mais uma vez e não sabia como reverter esse feitiço.

Claire seguiu Aurora sem dizer mais uma palavra. A frieza nas palavras da moça eram nítidas, ela não queria mais papo com Claire, ela estava construindo uma barreira contra a castanha. Claire se sentia desamparada, ela só queria que tudo voltasse ao normal.

Toda a ilha estava silenciosa, era madrugada e talvez Storm esperasse os visitantes, mas tudo era uma questão de quando, quantos e onde? Será que ele tinha homens o suficiente para para-los? Qual era o plano dele? Aurora se questionava.

O lugar possuía uma mansão, o que lhes dava a oportunidade de encontrar todos os amigos juntos ou a mais provável, cada um mais distante possível do outro. Ideia clássica vinda de uma mente maligna, digna de Claire. Pois se você quer pegar um vilão, você tem que pensar como um.

— Nos devemos chegar ao sul por esse janela. – Aurora especulava conforme seu conhecimento geral em estratégia de batalha.

— Ou talvez andar pelo lago. – Claire apontou pela vasta extensão do lago congelado que se estendia atrás delas.

Aurora virou a cabeça para entender do que Claire falava, se espantando com o que encontrava. Era Heather, amarrada com seus membros superiores esticados pendendo sob um buraco no meio do lago congelado. Havia neve empilhada em seus braços, gotas que derretiam com o calor do seu corpo anteriormente a cobriam de gelo. Seu cabelo estava branco pela neve, seus lábios roxos pelo frio e seu corpo tremia levemente.

Apesar do seu espírito mante-la quente no início, conforme as horas iam passando, a força do leão ia diminuindo. As horas sem comer, sem conseguir dormir. Logo ela não passaria de um picolé congelado.

— Heather. – Aurora queria gritar ao finalmente vê-la, voou até a amiga na intenção de solta-la, mas a leoa mexeu os lábios querendo dizer algo. – O que foi?

— Não... – Ela balançou a cabeça, sua língua estava dormente e uma nuvem de fumaça saia de sua boca. - ...Solte.

— Mas eu vim te salvar. – Aurora não entendia o que ela queria dizer.

— Se soltar... – ela olhou para a ponta que a segurava na árvore a 20 pés de distância. - ...caio na água, congelo.

— Estamos em duas, podemos te pegar antes de soltar. – Aurora retirou o próprio casaco colocando em cima da menina. – Claire, venha aqui.

Claire andou até a borda da água, aquilo não parecia seguro. Ela colocou um pé no gelo e ele rachou. A camada era muito fina, ela cairia assim que entrasse. Eles não podiam chamar esse tipo de atenção.

— Está muito fina, me diga o que eu tenho que fazer. – Claire pediu.

Aurora olhou para os lados, ela teria que segurar Heather enquanto Claire cortava as cordas. Elas não tinham muita escolha, era tudo ou nada.

— Vá até as árvores e corte as cordas. – Aurora ordenou e Claire obedeceu.

Não foi fácil chegar até o topo da árvore sem um par de asas. Demorou mais do que elas podiam esperar, a tensão de serem descobertas ou de Heather de um ataque de hipotermia era grande, mas era o único jeito.

Claire respirou fundo ao finalmente se ajustar no topo da árvore, fez um sinal positivo para Aurora que segurava Heather e sacou uma de suas garras para fora.

— Vai a algum lugar? – Uma voz masculina penetrou sua mente e em seu estado de alerta, Claire virou a garra exposta para o alvo.

Entretanto a ciência é clara, entre um gato e um crocodilo em cima de uma árvore, quem é mais provável de cair de pé? Storm desviou do ataque com graça enquanto segurava Claire pela lapela e a jogava em direção ao lago.

Aurora se assustou com o impacto de Claire no gelo, ela afundou imediatamente fazendo o restante do gelo rachar até o buraco embaixo de Heather. A abelha ficou atenta, ele poderia estar em qualquer lugar.

— Aurora Weeber.  – A voz de seus pesadelos entoou em frente ao lago. – Estava ansioso para conhecê-la.

Aurora sobrevoava Heather como um pote de ouro, em nenhuma hipótese deixaria a ruiva sozinha mais uma vez. Seus olhos acompanhavam os movimentos de Storm, ele parecia despreocupado, como se tudo aquilo fosse até mesmo divertido.

— Você é doente, seu psicopata. – Aurora cuspiu as palavras sobre ele.

Storm sorriu vendo Claire surgir das águas mais uma vez, o ódio friccionando em seus olhos borrados em uma maquiagem negra. Ela trincou os dentes e Aurora percebeu que o plano inicial estava condenado, aquele poderia ser o momento de sua morte. Elas estavam partindo para uma luta direta com o vilão.

[Barco dos Nivans, 2:45AM]

Pietro olhava o painel do barco, de acordo com as coordenadas eles estavam próximos de chegar. Aurora e Claire já estavam lá, assim como Maxine e Natalia que havia concordado em viajar dentro da boca de uma baleia.

Aurora havia ficado com o Sul, Maxine com o leste, Penélope com o norte e Pietro com o oeste. Todos possuíam uma dupla e sabiam da missão, só esperavam não estragar ela antes do tempo.

A viagem de 16 horas havia servido para acalmar alguns ânimos. Lucian finalmente havia se entregado ao sono assim como Penélope, o que deixava o barco extremamente silencioso entre os antigos amantes Pietro e Jocelyn.

O ruivo não gostava muito de lembrar-se da época em que tivera um relacionamento sério com a negra, entretanto ao vê-la encolhida sob o sofá da suite do navio, com os olhos vidrados no mar, ele não podia negar que seu coração se compadecia.

— Você sente saudade dela? – Ele perguntou inocente.

Era estranho ver a relação de Heather e Jocelyn, depois da descoberta da ruiva sobre a verdade, ela estava tentando concertar o que havia feito naqueles anos. Mas para Jocelyn tudo era de uma diferente perspectiva, porque ela nunca teve culpa de nada e mesmo assim recebeu ódio gratuitamente. Era difícil perdoar as pessoas desse modo.

Mas ali estava ela, repassando cada momento que já tivera com a irmã na cabeça. Imaginando como seria se tudo tivesse sido diferente, pois agora o medo batia a porta, Heather podia sim estar morta.

— Isso não é obvio? – Jocelyn olhou para o ruivo. – Desculpa, é só...muita coisa no momento.

— Eu entendo. – Jocelyn o encarou. – O James e Ikky podem não ser meus irmãos de verdade, mas ninguém precisa de sangue pra ter uma família.

Jocelyn encarou o chão sentindo suas barreiras cederem enquanto suas lágrimas quentes desciam pelo rosto, Pietro a abraçou. Ele era o pilar mais forte naquele momento, todos podiam se apoiar nele, pois é para isso que família serve, para ser consolo em momentos ruins e alegria em momentos de felicidade.

O navio atracou às 3 da manhã no lado norte. Todos desceram, o clima hostil que o mar provinha naquela situação agredia a maioria deles, mas seus espíritos faziam a diferença.

— Lembrem-se: Resgatar e voltar para o barco o mais rápido possível. – Penélope alertou mais uma vez.

O grupo se separou em direções distintas, as busca precisavam começar. Seus passos eram silenciosos, um olhar cobrindo o outro, eles precisavam estar 100% comprometidos nesse momento, não havia tempo para falhas.

Penélope deixava que Jocelyn abrisse as portas para que a preguiça entrasse nas salas, a maioria estava vazia ou com móveis que não pareciam usados, aquele lado da mansão pareciam deserto.

— Não tem ninguém aqui. – Jocelyn resmungou.

Penélope a encarou para que ela fechasse a boca e continuasse procurando. Tendo a experiencia que tinha, Penélope sabia que no mais improvável instante, elas achariam algo.

Dito e feito.

A ultima porta do corredor não estava empoeirado como as outras, sua fechadura estava gasta e havia marcas pelo chão. Aquela era a porta que procuravam.  Com sua garra afiada, ela conseguiu destrancar a porta.

Jocelyn seguiu a líder pela sala. Ela não era grande e não possuía iluminação externa, havia um ventilador de teto, um mapa colado em uma das paredes, armários com livros e algumas relíquias incompreendidas pela jovem negra. Nada daquilo parecia fazer muito sentido, mas o rosto de Penélope se acendeu.

— O que foi, P?

Ela passava os dedos por anotações e seus olhos corriam pelo mapa do mundo e os diversos post-it que estavam espalhados pela sala. Era isso, aquilo era uma mina de ouro. Elas haviam achado o plano concreto de Storm para dominar o planeta.

— A gente precisa levar tudo isso pro barco. – Penélope ordenou. -  Isso pode acabar com a guerra antes mesmo de começa-la.

— Porque esses vilões nunca usam um pen-drive? – Jocelyn pensou alto enquanto agarrava uma quantidade enorme de diários.

Penélope foi em direção à porta, mas a surpresa foi instantânea. Somchai morto-vivo estava parado na porta olhando para elas, sua cauda foi em direção a Penélope que sentiu ser puxada para trás enquanto uma mesa era jogada em sua frente. Jocelyn havia a salvado.

Olhares de agradecimento foram trocados, mas era evidente: Estava na hora da batalha.

Jocelyn pulou a mesa com as garras prontas para ataque, mas ele já não estava mais ali. A cauda do escorpião veio do teto da sala, mas seu alvo foi jogado para a direita quando Penélope impulsionou os pés na mesa derrubando Jocelyn.

As meninas se levantaram desajeitadamente e correram corredor a fora, a ideia de combate estava fora dos planos. Penélope puxava uma Jocelyn levemente atordoada com o impacto da mesa enquanto desviavam das investidas do escorpião, ele estava se divertindo, brincando com a comida.

Jocelyn se virava para jogar rajadas poder para trás, três linhas amarelas e brilhantes saiam de suas mãos em direção ao menino, mas o efeito simplesmente o atordoava por alguns instantes. A negra não conseguia acreditar, era como se os ferimentos externos nem mesmo importassem para o Herdeiro que dominava Somchai.

Penélope só queria sair daquele maldito corredor, se não houvesse como fugir de combate, que pelo menos fosse em um campo favorável e sem outra vítima. Ela olhou para Jocelyn e gritou.

— Encontre sua irmã e os meninos e saia dessa ilha!

Jocelyn fez cara de confusa, até Penélope a agarrar com as duas mãos e tacar ela para fora dali. Seu corpo rolou pela neve, mas a porta atrás de si se fechou, nem mesmo Penélope e Somchai passaram dali.

Jocelyn correu para a porta mais uma vez, mas nem mesmo sons eram escutados do lado de dentro. O que quer que Penélope tenha feito era irreversível.

[Ilha remota, quarto do James, 3:10 AM]

O lado oeste era o mais próximo do mar, as janelas mostravam as rochas que havia a distância e o mar violento batendo nelas. Ele parecia saber de algo, já que suas investidas eram cada vez mais altas.

Lucian e Pietro eram parceiros de equipe a muito tempo no colégio, estavam acostumados com a rotina de procura de reféns, mas a escola não te prepara para o que fazer quando encontra eles.

James estava preso a uma cadeira de ferro. Suas roupas da Jungle estavam empoeiradas, sujas de sangue e rasgadas. Ele estava mais magro, havia adquirido uma barba rala e havia sangue pela extensão de seu nariz e pescoço. Seus olhos não conseguiam se manter abertos por muito tempo, o medo de dormir e ter pesadelos mais uma vez era constante.

Lucian ficou sem reação. Aquele não podia ser seu amigo, amarrado a uma cadeira como um criminoso, tremendo de frio como um mendigo, mas também de medo como um drogado.

Pietro se aproximou cautelosamente, não querendo assusta-lo. James parecia um bicho do mato, pronto para desistir de tudo. O ruivo encarou os olhos claros do amigo, apesar da aparência distorcida, seus olhos continuavam os mesmos, aquele ainda era seu amigo.

James soltou o pouco ar que tinha nos pulmões, aquela brincadeira de mal gosto de o felino fazia consigo ou que o seu próprio cérebro já fazia consigo mesmo por vontade própria, era o fim da picada. Ele juntou energia para afastar a cabeça do encosto da cadeira, as duas figuras a sua frente esperavam atentas, ele bateu a cabeça com tudo no ferro frio da cadeira.

Pietro seguro a cabeça do amigo imediatamente com a estranha reação dele, para então notar o acumulo de sangue que havia no encosto de ferro. O cabelo loiro estava vermelho seco, havia cortes em seu couro cabeludo, ele estava se machucando, mas porque?

— James, James. – Lucian correu até o amigo e se abaixou em suas pernas. – Somos nós.

— Pietro e Lucian. – O ruivo quebrou a enorme algema de metal que segurava o elefante. – Viemos salvar você.

James titubeava. Aquilo parecia tão real, as mãos de Lucian em seus joelhos, o afago de Pietro em sua nuca. A liberdade em seus pulsos. Mas nunca havia sido, em nenhuma das vezes, nunca era verdade, ele sempre voltava para lá de novo.

— Me deixem em paz. – O menino pediu.

Os outros dois se entreolharam, ele havia perdido a esperança? Ele queria ficar ali? Eles não conseguiam entender.

— Eles nunca vão vir mesmo. – James se lamentou sentindo lágrimas caírem dos olhos.

Pietro sentiu o coração se despedaçar. O que quer que tenha acontecido ali, levou a única pessoa que ele conhecia que nunca perdia a esperança a desistir de tentar. Ele havia perdido seu rumo.

— Eu não sei o que esse doido fez com você. – Lucian olhava para James. – Mas nós vamos te concertar, você está me ouvindo? Você é meu amigo e eu não permito que você desista de si mesmo.

James o encarava com olhos descrentes. O coração duvidoso, suas alucinações nunca haviam falado daquela forma, tão convincente. Pietro pegou o amigo no colo, já que  suas juntas estavam atrofiadas demais para fazer seu trabalho.

Os três refizeram o caminho de volta para fora da mansão. O ar gelado os atingiu, fazendo James estremecer. Ele nunca havia sentido o ar de fora, sua visão foi atacada pela luz do sol nascente no horizonte. O som da água continuava ali, mas havia os pássaros, o cheiro de sal. Aquilo era real. Ele sentiu as lágrimas brotarem mais uma vez em seus olhos, ele estava sendo resgatado.

— Vocês são reais. – Ele agarrou a blusa de frio de Pietro.

Pietro sorriu para o amigo ao vê-lo chorando como uma criança, lavando a fuligem do rosto. Ele parecia acreditar que aquilo era verdade. Lucian sorriu satisfeito, parte dele estava de volta, ele esperava conseguir ir atrás de Heather ou conseguir vê-la agora.

— Jocelyn? – Lucian questionou ao vê-la próximo a entrada mais próxima do lado norte onde o navio ficava. – Onde está Penélope? Vocês acharam alguém?

— Somchai achou a gente. – Ela explicou. – Tentamos lutar, eu acho, mas ela ficou sozinha com ele.

Pietro encostou James perto do mar, escorado em uma rocha enquanto prestava atenção na história. Eles haviam achado James, mas ainda faltava Ikky e Heather, eles precisavam contar que as meninas tivessem essa sorte, mas abandonar Penélope com Somchai não era uma opção.

— Eu já tentei abrir a porta, mas eu não consigo nem mesmo escuta-la. – Jocelyn se sentia culpada. – Ela disse para que eu fosse atrás de Heather e de vocês.

— Mas não podemos deixar ela aqui. – Pietro rebateu.

— Penélope é grandinha, ela sabe se cuidar. – Lucian raciocinou. – Vamos fazer o que ela diz. Achamos Heather e fugimos dessa ilha.

No mesmo instante uma explosão jogou os três para longe da porta, Somchai saiu das sombras com um sorriso singelo no rosto. Sua cauda balançava de um lado para o outro, seus olhos recaíram sobre James que estava indefeso.

— Hoje não, Herdeiro das Sombras. – Lucian apareceu em seu campo de visão fazendo seus olhos brilharem. – Seu problema é comigo.

Somchai se curvou pousando as mãos no chão, cada vez mais parecido com um real escorpião. Seus olhos dourados cintilaram fazendo seus ferimentos abertos por Jocelyn há alguns minutos se fecharem, sua língua passeou pelos lábios saboreando antecipadamente o gosto de Lucian.

O escorpião mudou de lado facilmente quando Lucian atacou, enquanto a cobra deslizou pela neve ficando embaixo de seu oponente e o perfurando. Por mais que veneno não fosse sua maior arma nesse momento, Lucian precisava de uma distração e nada melhor do que um prato perfeito ao seu dispor.

Com seus olhos focados em Lucian, Somchai não viu a figura do gorila agarrando sua cauda e a partindo em dois.  O problema? Quando se corta uma cauda, duas crescem no lugar.



Notas finais do capítulo

O próximo capítulo fecha o arco da batalha, então vem pancadaria por ai, mas não muita.
É lá que eu vou explicar o que a Penélope fez também.

Depois desse arco vem o ultimo arco, ou seja, a história ta realmente acabando gente! Eu não consigo nem acreditar nisso. É muito surreal pra mim, mas eu agradeço muito a vocês que me incentivaram a chegar até aqui. Amo vocês ♥

Beijinhos



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