Jungle Guards School - INTERATIVA escrita por Giovanna


Capítulo 29
Mais que um mero poema


Notas iniciais do capítulo

O capítulo de hoje ficou meio desconexo eu acho, entretanto eu estava querendo mais escrever o próximo do que o de hoje, então acho que foi isso.
Boa leitura.



[Casa dos Carpenter, sala de estar, 06:23 AM]

A casa do diretor havia se tornado o quartel general de toda aquela operação. Com o sumiço de mais dois importantes membros do grupo, todos estavam trabalhando incansavelmente para obtê-los de volta.

A revelação de Aurora havia enfurecido Lucian. Claire era a responsável por iniciar aquela guerra entre governantes e protetores e nem mesmo sentia remorso sobre isso.

A cobra olhava fixamente para a tela do celular onde a namorada sorria alegremente em uma foto tirada em uma das quartas-feiras de jogos na escola. Ele sentia falta da simplicidade que a vida tinha naquela época, pois se não fosse pela maldita filosofia da sociedade humana, ela estaria aqui agora.

Seus amigos estavam espalhados pela casa, alguns dormiam tentando recuperar alguma energia ao ficarem acordados por 36 horas. Aurora não tirava os olhos de Claire que dormia no sofá, como se ela fosse sumir magicamente e apunhala-los pela costa.

Maxine estava a ponto de enlouquecer naquela casa, por isso havia ido até o cais para conseguir se acalmar. Derek havia voltado para casa e alertado todos os pais sobre o que havia acontecido, não demorou muito para que os pais de Lucian ligassem querendo que o filho ficasse a vista deles.

Entretanto, ele se recusava a parar de buscar pelos amigos. Por estúpida que ela ideia fosse, de não deixar os adultos resolverem os problemas governamentais, ele não conseguiria ficar parado sabendo que tinha capacidade de fazer alguma coisa. Ele havia sido treinado como um soldado para aquilo, eles não podiam descarta-lo.

Penélope era a única que se mantinha de pé sem a ajuda da adrenalina e do café, como Lucian, Aurora e Pietro estavam fazendo. Ela já havia vivenciado missões parecidas ou até piores, seu corpo era ajustado para aguentar níveis de esforço maior do que eles podiam imaginar.

— Imagino que você esteja precisando disso. – Pietro estendeu um copo de café cheio para Lucian.

O castanho agarrou a caneca de bom grado, não pretendia dormir tão cedo e mesmo se quisesse, seu corpo não parecia estar cansado para isso. Ele se ajustou na cadeira para que Pietro se sentasse a sua frente, eles não precisavam falar nada.

Pietro sabia que Lucian amava Heather e estava louco só de pensar no que poderiam estar fazendo com ela. Contudo, ambos eram amigos de James e sentiam que eram péssimos amigos.

— Se nos estivéssemos lá... – Pietro iniciou. – Ele já teria nos achado.

— Eu não consigo imaginar como isso pode estar demorando tanto. – Lucian reclamou encarando a máquina recém-comprada por Pietro para descobrir de quem era o sangue encontrado na janela do quarto. – Os filmes fazem parecer tão fácil.

— Isso é a vida real. – Aurora comentou encostada nos pés do sofá vitoriano. – Nada vai se resolver facilmente.

— O problema é... – Lucian deu um gole no café. – que eu preciso que isso se resolva facilmente, ou as coisas vão ficar feias e não podem.

Aurora o encarou. Ele devia estar enlouquecendo, não parecia falar coisa com coisa. Entrementes, ela era a que mais sabia ali.

— Ela te contou não foi? – A abelha questionou.

Pietro observou os dois se encararem. Aurora mantinha sua feição incrédula enquanto Lucian baixou os olhos depois de encara-la por muito tempo. O que eles estavam escondendo?

— Sim. – A voz da cobra não passava de um sussurro. – Foi há pouco tempo, no Halloween.

— É por isso que você estava desesperado quando ela sumiu. – Aurora finalmente entendia o que estava acontecendo. – Ela te contou do bebê.

— Ah, é disso que vocês estão falando? – Pietro interferiu chamando a atenção.

— Ela te contou também? – Lucian perguntou confuso.

— Tá mais pra Claire espalhou o boato pela escola inteira. – Pietro apontou para a crocodila deitada no sofá.

— Mas eu a fiz jurar que não contaria. – Aurora se sentiu traída. – Foi por isso que eu não contei da Katastrophy antes.

— Você estava tentando proteger a Heather? – Lucian ficou surpreso.

Aurora deu de ombros tentando não levar o crédito. Era difícil ficar bravo com a menina sabendo que ela estava tentando proteger sua namorada, mas ao mesmo tempo, ele se questionava se não havia mais algum motivo para que ela não tivesse contado.

— Tecnicamente, - A voz de Claire emergiu do sofá. – Ela protegeu. Eu não contei a você, o que de fato estava no nosso pequeno segredo, mas isso não me impedia de contar pro restante da escola. Que eu imaginei que eventualmente contaria a você, mas aqueles maricas não conseguiam ser ousados a perguntar.

— Você nunca se cansa de fazer maldade na vida, Claire? – Pietro perguntou bufando.

— Na verdade não. – Ela se sentou no sofá se espreguiçando. – está no meu DNA.

No mesmo instante a máquina parou de girar e seu porta se abriu,estava na hora de descobrir quem era o vilão da história.

[Ilha remota, mansão, quarto do Ikky, 15:12 PM]

O felino abriu a porta do quarto e viu seu antigo parceiro de crime jogado no canto do cubículo. Seu ferimento ainda parecia terrível, a respiração de Ikky fazia um chiado e ele continha a dor das costelas fraturadas.

O homem sorriu ao ver seu trabalho bem feito. Gostava de ver o quão quebrado o brinquedo de seus gatinhos podiam ficar, ainda mais um passarinho como aquele. Ele puxou uma cadeira de ferro e se sentou de frente a Ikky, a mão apoiada no queixo o analisando.

— O que você quer agora? – O jovem perguntou com dificuldade, mal suportando ficar sentado.

— Conversar. – Ele respondeu. – É sozinho aqui, Ikky, você é meu único amigo.

— Eu não sou seu amigo.

— Não era o que parecia nas nossas reuniões. – Ele sorriu sádico. – Eu realmente gostava de você, sabia? Seu espírito jovem, sua velocidade, força, determinação, mas você tinha que ter essa moral.

Ele revirou os olhos não suportando pensar na moral heroica que o mais novo possuía. De sempre fazer o bem, de tentar seguir o bom caminho e de consertar as coisas.

— Você era o escolhido. – O felino se levantou. – Você seria a minha primeira criação, o meu sucessor... Mas você desistiu do plano.

— Do que você está falando?

— Você queria entregar a Katastrophy, Ikky. – O felino parecia desapontado ao olhar para ele. – Você queria se redimir com seus amigos. Isso não é coisa que um líder se faça.

— Líder do que? Você só sequestrou adolescentes, cara.

— Ikky, sua mente é tão fechada. Eu não sequestrei adolescentes, eu peguei três peças chaves para o jogo. Você era pra ser uma delas, mas foi tirado do jogo porque queria falar mais do que devia. – ele explicou. – Vamos ver se você entende dessa forma. Eu trabalho para o governo, eu trabalho com os Anjos da Lei, eu faço parte da Katastrophy e sou um Protetor. Quer combinação mais perigosa do que essa?

— Você é a merda de um agente duplo.

Ikky sentiu as informações caírem como uma bomba nuclear em sua mente. O homem a sua frente havia planejado começar a guerra que eles tanto falavam nas sessões da Katastrophy. Claire pensava ser a líder do grupo, mas ele a carregava como uma marionete de bolso.

Trabalhando para o governo, ele podia borbulhar os casos da Katastrophy para que eles ganhassem nome em meio político e os Protetores recebessem o ódio merecido quando a hora chegasse.

Ele fazia parte dos Anjos da Lei, por isso nem mesmo os Protetores ligados ao governo conseguiam descobrir o que o governo estava fazendo e quem estava atacando as empresas. Ele estava atrapalhando as investigações.

Ikky se sentia estúpido, havia sido usado para começar tudo aquilo. O governo havia atacado seu colégio por causa da Katastrophy, o governo queria a cabeça dos membros da Katastrophy a prêmio e os poderes dos Protetores a preço de venda.

— Mas você é um protetor, porque fazer isso?

— Protetores são uma evolução da espécie humana. – O felino andou de um lado para o outro. – Isso é fato. Somos poderosos, devíamos trabalhar para proteger a Terra, mas mesmo assim somos tão falhos quanto os humanos. Nos envolvemos com eles, miscigenamos a pureza de nossa espécie, deixamos que os inferiores acabem com o que é nosso e devemos proteger o que resta escondidos? Essa não é a raça que me foi prometida. Eu sou um ser superior e pretendo continuar assim.

— Então você detesta os humanos e quer começar uma guerra por causa disso? – Ikky sentiu que não havia mais saída, ele estava condenado.

— Os governantes humanos vão ser culpados pela morte desses ilustres jovens que eu tenho comigo. – ele explicou seu plano. – Os protetores se rebelam diante a ideia da Katastrophy, os governantes que estão mais interessados do que nunca em nossos poderes, recrutam todo tipo de soldado para nos combater. Protetores vencem a batalha facilmente, sem questionamento. Entretanto, eu vou ter escolhido os melhores deles e os transformado em meu exército puro e pessoal. Esmagamos a raça dos protetores e um novo mundo começa, onde eu possa governa-lo, meu exército seja o mais forte já existente e ninguém ouse questionar a minha decisão.

— Então vamos ver se eu entendi. – Ikky se concentra. – Você passou esse tempo todo infiltrado em todos esses grupos, pra vira-los uns contra os outros. Os humanos e os protetores batalham por você, você derrota quem ganhar porque achou um jeito de criar uma nova raça de protetores, mais pura e mais forte?

— Colocando desse jeito fica mais simples, mas é isso mesmo. – ele concordou.

— E se eu entendi bem, se eu não fosse moralmente bom, eu seria o seu primeiro soldado puro e forte e possivelmente seu sucessor ao trono nessa bizarrice? E eu achando que morrer era o fundo do poço.

— Brinque o quanto quiser, Ikky. Mas o futuro é inevitável.

[Cais, 18: 20PM]

Maxine não conseguia acreditar que Ikky fazia parte da Katastrophy.

Quando assistiu as imagens de Aurora, seus olhos parecia estar lhe enganando. Aquele não podia ser o mesmo Ikky que via todos os dias, que conversava e que tinha criado uma conexão tão forte. Ela se sentia perdida.

O som das águas lhe acalmavam o coração. As gaivotas mesmo em um clima tão frio saiam para se alimentar, o mundo animal continuava o mesmo, mesmo que o mundo humano estava a um triz de estourar. Havia momentos em que Maxine simplesmente ansiava em ser um animal, para não precisar se preocupar dessa maneira.

Doris, a baleia amiga de Maxine se aproximou da cais. Maxine estranhou, talvez a tivesse chamado sem ter percebido. Havia passado 12 horas naquele maldito banco frio e congelado, as vezes suas ações eram involuntárias.

— O que faz aqui, amiga? – Maxine se aproximou da baleia, que instintivamente respondeu e abriu a boca. – O que? Sério?

Maxine agarrou o animalzinho com a maior esperança que tinha. Precisava levar aquilo para Lucian, ele e Natalia haviam levado uma resposta para o grupo, mas isso poderia resolver tudo.

— Doris, você se importa de me dar uma carona?

A baleia esguichou água demostrando estar feliz em ajudar. Maxine entrou na boca da baleia e como o próprio Pinóquio, teve a experiência de viajar para solucionar um mistério.

[Casa dos Lancaster, 18: 30 PM]

Maxine havia chego a tempo recorde a casa do diretor. Apesar de Doris tê-la deixado um pouco longe do condomínio, suas pernas nunca funcionaram tão bem. Bem o suficiente para chegar a tempo de impedir Lucian de atacar fisicamente Claire enquanto todos os outros tentavam separa-los.

— Eu achei uma pista. – ela gritou entrando na casa. – Ela meio que chegou até mim na verdade, mas isso não importa, Lucian vai ter que ouvi-la, acho que só ele consegue fazer isso.

Todos ficaram atentos quando a jovem entregou o escorpião a Lucian que deixou que o mesmo o picasse em seu pulso. Não demorou muito para que palavras se formassem pelo ante-braço do jovem, uma mensagem de Somchai.

— Isso é impossível. – Lucian se recusava a acreditar. – O sangue que achamos é dele, porque ele nos mandaria uma mensagem?

— A Natalia foi levada até a borda do oceano pelo mar, faz sentido ele estar em uma ilha. – Aurora raciocinou ao ver coordenadas escritas no braço do castanho.

— Ele diz que está sendo manipulado. – Pietro terminava de ler o escrito. – Isso é possível?

— Eu conversei o máximo possível com meu avô sobre o Herdeiro das Trevas, ele disse que essa é a lógica do Herdeiro, ele foi criado para causar caos e servir a quem provocaria desordem. – Derek respondeu. – Faz sentido ele estar sendo manipulado.

— Mas isso ainda pode ser um truque. – Penélope alertou.

— Não é como se tivéssemos alternativa melhor do que essa. – Lucian estava convencido de que a menor chance de ter o que perdeu de volta era válida para lutar.

— Não podemos ser imprudentes também. – Aurora contestou. – Se ele está sendo manipulado desde que sequestrou Heather, como mandou para nós a localização da ilha de livre e espontânea vontade?

—Momento de lucidez? – Maxine arriscou. – Se o Somchai está lá dentro, ele não deve ter desistido de lutar para retomar o controle.

— Isso ainda soa muito arriscado. – Até mesmo Claire concordou.

O braço de Lucian voltou a arder enquanto novas palavras se formavam com o veneno. “Burn Book. Cara dos olhos de gato.”

— O que isso significa? – Maxine ficou confusa.

— O Herdeiro não tem acesso às memórias do Somchai. Esse é o modo dele de mostrar que é ele mesmo. – Derek suspirou aliviado. – Podemos confiar nele.

— Cara dos olhos de gato? – Pietro se questionou. – É algum tipo de enigma?

— Ele está descrevendo alguém. – Penélope explicou.

— Provavelmente quem o está controlando. – Aurora complementou.

— Olhos de gato são famosos por hipnose e controle mental. – Claire chamou a atenção de todos. – E eu conheço o único homem com força o suficiente pra isso.

Ela agarrou a abelha eletrônica de Aurora da mesa e jogou para cima para que ela pudesse repassar as imagens da Katastrophy. O time inteiro era focado, um a um e então ele passava. Com um sorriso inocente e olhos felinos expressivos, uma postura de portador de conhecimento e arrogância, aquele que sempre sabia o que dizer e como agrada-la.

Storm, o protetor dos gatos.

— Você estava ao lado do cara que nos ferrou esse tempo todo? – Lucian queria pular no pescoço da jovem mais uma vez.

— Eu cometi um erro! – Claire gritou. – Ele era o melhor para o meu plano, não achei que estivesse sendo usada.

— Talvez agora você saiba como a gente se sente. – Aurora jogou as palavras fora, com desprezo.

Claire fitou a asiática. Desde o momento que havia pisado o pé naquela casa, Aurora a olhava com desprezo. Com ódio. Quando qualquer outra pessoa a olhava dessa maneira, ela não se importava, entretanto ao vir de Aurora aquilo remexia com seu coração.

— Não importa. Se ele está fazendo isso, eu fui traída e quero vingança. – Ela olhou para Lucian. – O que você acha que ele deve estar fazendo com sua preciosa Heather?

— Claire, pare. – Derek avisou.

— Vocês precisam imaginar. – Ela soou franca. – Não esperem chegar lá e encontrarem eles inteiros, isso é a vida real e vocês vão estar lidando com o pior dos meus ajudantes.

— Então chega de falatório, vamos atrás deles. – Lucian decidiu.

— Se ele é poderoso dessa forma e obtêm a ajuda de Somchai, devemos levar os mais velhos. – Derek lembrou.

— Não temos tempo pra isso. – Penélope cortou. – Um de vocês fica para fazer isso e os outros vem comigo, se o que a doidinha estiver dizendo for verdade, talvez alguém já esteja morto e não saibamos.

Todos se movimentaram para sair dali. Eles estavam indo em direção a uma longa viagem para uma ilha deserta, para lutar contra o louco dos gatos. Não soava como o melhor plano para o fim de semana.

— Derek. – Aurora chamou o menino de lado. – É melhor você ficar encarregado de chamar os adultos.

Ela se sentia completamente fora de sua zona de conforto. Ir para uma batalha não era seu sonho, mas ela sentia que a urgência crescia em seu peito ao imaginar que talvez James ou Heather estivessem mortos agora. Um segundo poderia fazer a diferença, então por apenas um minuto, ela resolveu jogar seus princípios de lado e partir para a batalha.

— Por quê? Eu sou o único que tem um espírito adulto aqui.

— Porque todos nós vamos lutar contra o seu namorado. – Ela foi direta. – Seu julgamento pode não ser o mesmo perto dele, eu vejo a esperança nos seus olhos ao imaginar que ele não está mais possuído pelo Herdeiro, mas isso pode ser completamente diferente.

— Você acha que eu não dou conta?

— Na verdade eu acho que você pode representar um perigo e Somchai pode usar sua vulnerabilidade contra você. – ela foi sincera. – Assim como eu não acho uma boa ideia levar o Lucian, mas pelo menos não vamos ter que lutar contra a Heather.

Derek manejou a cabeça entendendo o ponto de Aurora. Ele ficaria para trás, mas levaria o reforço. Eles precisariam de toda a ajuda possível.

— Não esquece de trazer o Ursão. – Maxine lembrou. – Agora ele vai ser útil.

Kenai havia se afastado das buscas por causa de seus problemas de controle. Literalmente qualquer coisa em relação ao caso estava o tirando do sério e isso estava se tornando um problema.

— Isso é um plano de resgate, pessoal. – Penélope chamava a todos no centro da mesa. – Não podemos chegar concentrados, o foco principal é salvar quem está preso e sumir dali.

— Vocês somem, eu mato o Storm. – Claire contrariou.

— Ninguém vai atrás dele. – Penélope alertou. – Isso é assunto pros adultos que o Derek vai trazer, nos vamos resgatar e sumir.

— Formem duplas para não enfrentarem nenhum desafio sozinhos. – Aurora ressaltou.

— Maxine e Claire vão pela água, Aurora pelo céu. Natalia, Pietro, Lucian e eu vamos com algum veículo. – Penélope tentava pensar na estratégia. – Se pelo menos tivesse sobrado alguma coisa dos Anjos.

— Talvez eu possa ajudar. – Pietro rodou a chave da sua casa no dedo, onde ele possuía um helicóptero e um jetski a sua espera.

— Todos estamos entendidos? – Lucian sentia uma chama de esperança acendendo em seu coração. – Então por favor, não morram!



Notas finais do capítulo

O plano do vilão finalmente revelado! O vilão finalmente revelado!
Ele realmente já havia aparecido, mas ainda tem coisinhas para se explicar dele pela frente.
Beijinhos



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