Jungle Guards School - INTERATIVA escrita por Giovanna


Capítulo 14
Complicated


Notas iniciais do capítulo

Finalmente um descanso merecido!
Enquanto eu viajo, fiquem com esse capítulo fresquinho.



[Colégio, Sala de Aula – Filosofia, segunda-feira, 09: 23 AM]

A aula estava acabando, por isso o professor não se importou que Natalia estivesse com a cara enfiada em mais um de seus novos livros. Por mais que o barulho da sala fosse alto e constante, a castanha não parecia se incomodar com isso.

Os livros eram seus refúgios dos problemas da vida, além de seu parque de diversão pessoal. Natalia já havia aprendido e se tornado tantas coisas através dos livros, já havia se identificado com tantos personagens e realmente sentiu a dor que muitos deles sentiram.

Sua história não era muito diferente da maioria. Os personagens clássicos sempre possuíam problemas com seus pais, no caso de Natalia, ela nem mesmo conhecia o seu progenitor. Sua mãe, Zafira, nunca comentava sobre o homem e ele nunca havia dado as caras.

Diferentemente da maioria, Natalia não ligava para isso. Se ele não sabia de sua existência ou se simplesmente não importava, não era problema dela. Sua conduta ao longo dos anos sempre lhe ensinou que as pessoas possuem o livre arbítrio e consequentemente o poder de escolha. O que ela podia fazer se ele havia tomado à decisão de nunca aparecer?

Assim como Natalia teve a opção de deixar o problema se tornar maior do que ela e sucumbir à falta de uma presença masculina em sua vida ou fazer o que ela escolheu, erguer singelamente o seu dedo do meio para a vida e mandar ele se foder.

Entretanto, isso não se aplicava ao seu desejo de poder iniciar um relacionamento. Suas bochechas esquentaram no instante em que a imagem do ruivo de óculos passou por sua cabeça. No inicio, não queria admitir. Porém agora ela já conseguia distinguir o que sentia: Ela realmente gostava de Pietro.

Natalia se lembrava das vezes em que contou para a mãe desde o inicio do ano que ficava observando Pietro ocasionalmente por cima de seu livro, vendo-o sempre acompanhado de uma menina diferente a cada semana e como mesmo sendo o garanhão da escola, ele era extremamente gentil com todos e sempre conseguia o que queria.

Era claro que Natalia se sentia um fantasma ambulante quando comparada a qualquer menina da escola, em sua mente qualquer menina teria chances com Pietro, menos ela. Porém ela era realmente a única que prestava atenção ao menino.

Ela não o via somente como um troféu ou como um cara gostoso que poderia gostar dela, não. Natalia conseguia observar as diversas vezes em que Pietro explodiu de raiva ao receber um não como resposta, o modo mimado que ele agia quando se tratava de suas coisas e como raramente ele compartilhava sobre sua vida.

Desse modo, ela se sentiu ligada a ele. Por isso nem mesmo conseguia acreditar que de fato eles eram amigos a praticamente 1 mês. Tanta coisa podia mudar em sua vida com o simples passar dos minutos. Ela sorriu, percebendo que já estava relendo o mesmo parágrafo pela quinta vez.

Natalia estava prestes a se levantar quando viu Rebecca, a raposa de sua sala se aproximar com mais um grupo de meninas.

— Hey, Nat. – Ela cumprimentou. – Sabemos que você é muito amiga do Pietro, então conta ai, você sabia que o pai dele era o depravado que ele é?

Natalia fechou os olhos, suspirando. “Como o próprio Pietro teve a audácia de pegar essa menina?” pensou.

— Você não acha que está se metendo em assuntos que não deve, Rebecca?

— Ah, qual é. – Rebecca revirou os olhos. – Não se faz de difícil, ele deve ter te contado alguma coisa.

— Se me contou ou não, isso não é da sua conta. – A voz da Natalia se mantinha neutra enquanto ela se movia para sair dali.

— Viu meninas? – Rebecca olhou para as outras que a seguiam. – Eu falei que ela é super chata, deve ficar fantasiando com o Pietro a noite, mas nunca vai ser igual a mim. – as meninas riram. – Conta pra gente, Nat? Você já conheceu o quarto do Pietro? Porque eu já e foi a melhor noite da vida dele.

Antes mesmo que Rebecca pudesse pestanejar, ela se encontrava encurvada na direção de suas amigas, com o braço colado em suas costas, seu ombro fazendo uma pressão enorme para se manter no lugar.

— Fale mais uma palavra e eu quebro o seu braço, vadia.  

E esse era o seu problema em comum com Pietro, ela era completamente explosiva e com certeza, não levava desaforo para casa.

[Colégio, jardim, 12:01 PM]

Aurora saia apresada do refeitório, as coisas na semana passada haviam virado sua cabeça para baixo. Primeiro com a chegada de Penélope, sua ex-namorada e agora, Heather possivelmente grávida.

Era insano pensar em quantos problemas Heather estava submetida agora, ela tinha sorte de pelo menos ter tempo para terminar o colegial, ou seria como Zafira, mãe de Natalia. Aurora havia conhecido a mãe da amiga, as duas semanas juntas como “guardiã” da menina haviam rendido bons momentos, era provável que seriam amigas por mais tempo.

Internamente, Aurora torcia para que Natalia conseguisse se abrir para Pietro logo. A castanha havia se tornado expert em ler pessoas e a única coisa que exalava de uma adolescente de 16 anos era sobre a paixão que sentia.

Diferentemente de Penélope, que exalava o cheiro preguiçoso e amadeirado que Aurora tanto gostava. Era difícil tê-la ali tão perto de novo, ela era seu motivo de decepção pessoal e não desejava que Penélope reabrisse a rachadura que havia feito em seu coração.

Por mais regrada e correta que Aurora podia ser, ela não tinha um senso muito bom com o seu coração. Ele sempre se rebelava contra suas ordens e sempre se apaixonava por garotas problemas. Ah, garotas. Penélope nem mesmo havia pisado o pé na escola e já havia espalhado a noticia “Aurora é homossexual gente, meninos, deem o fora!”.

A castanha não tinha vergonha da sua sexualidade. Ela só não achava que precisava andar com a bandeira do arco-iris e uma camiseta escrita: “Sou gay”. Sua sexualidade se tratava dela e da possível menina por qual ela se apaixonasse e não do restante do colégio.

Contudo, se Penélope pudesse, pintaria o seu cabelo com as cores do arco-íris para dizer a todos o que sentia. “O meu completo contrário” Aurora pensou, mas não dizem que os opostos se atraem?

Aurora visualizou seu alvo. Claire parecia pacifica em um banco do jardim do colégio escrevendo algo em um caderno, ela observava a sua volta algumas vezes. As pessoas a evitavam, pelo menos antes do artigo publicado pelo Burn Book, os novatos ainda caiam em sua lábia. Mas aparentemente o artigo havia acabado com sua raça.

— Claire. – Aurora chamou se juntando a ela no banco.

— Aurora Weeber. – Claire se virou para a castanha com um breve sorriso nos lábios, ela parecia muito mais tranquila do que da ultima vez no quarto 33. – o que a trás a minha bolha de paz?

— Precisamos conversar.

— Deixe-me ver. – Claire pousou o lápis no queixo. – Heather a está usando como pombo correio para me dizer que vai retirar o site do ar?

— Nem de longe isso aconteceria. – Aurora a olhou nos olhos. – Você pode desconfiar da Heather, mas ela não é dona do site.

— Então o que você faz aqui, exatamente?

— Eu vim deixar claro o que acontece quando você ameaça a minha colega de quarto. – Aurora deixou seu sorriso sumir do rosto. – Acho que isso pode ajuda-la a compreender do que sou capaz, minha cara.

Aurora estendeu uma folha a Claire que a pegou de bom grado e ficou quieta por alguns segundos enquanto lia a noticia. As letras vermelhas “Katastrophy” se destacavam no titulo, mas esse não seria o foco do publico e sim o que ele dizia: “Claire Meyer, a líder do grupo terrorista Katastrophy”.

Claire desatou a rir no mesmo instante. Porém o rosto de Aurora se manteve sereno, esperando Claire terminar seu show.

— Você acha mesmo que eu sou líder de um grupo terrorista? – Claire devolvia a folha a Aurora.

— Eu não acho, eu tenho certeza. – Ela deu de ombros. – Sabe qual é um dos dons mais aperfeiçoados das abelhas, Claire? Sua visão.

— O que isso tem a ver comigo, Aurora? – Claire fingia levar tudo aquilo na piada, mas sua cabeça revisava diversas maneiras de se safar daquilo.

— Eu só estou dizendo que mesmo do outro lado da cidade, eu podia vê-la. – Aurora sorriu. – Você e seu grupo disfuncional de crianças barulhentas num bar abandonado, fingindo serem os reis do mundo. Planejando atacar a empresa do pai do Pietro e infelizmente, conseguindo.

— Como você sabe?

Aurora estalou os dedos e uma abelha mecânica saiu zunindo do ouvido de Claire e pousou sobre o dedo estendido de Aurora.

— Conheça, Dora. – Aurora se divertia com aquilo mais do que imaginava. – Minha abelha aventureira.

— Você colocou uma abelha dentro da minha cabeça? – Claire possuía um misto de raiva e admiração em seus olhos. – Ok, você não me contaria isso para nada. O que você quer?

— No momento? – Aurora fingiu revisar seus planos enquanto a abelha sumia dali. – Nada, mas o vídeo em full HD que aquela abelha tem dentro do organismo dela e que eu já salvei na nuvem, garantem que você ficara quietinha sobre o segredo da Heather, ou o natal chega mais cedo para os policiais da cidade.

Claire sentiu suas narinas inflarem e tremerem de raiva. Ela parecia pronta para o ataque, mas relaxou os músculos. Claire Meyer nunca era pega em seu próprio jogo, não por muito tempo.

— Ok, sua garantia está salva. – Ela voltou a sorrir. – Me conta, você que planejou tudo isso?

Aurora franziu o cenho, não esperava essa reação, mas sabia que Claire era a rainha do disfarce, seu rostinho bonito e angelical convenciam até seus próprios pais de que aquele demônio era um anjo. Entretanto, Aurora sabia ser a própria encarnação de Lúcifer quando precisava.

— Você não tem aula de ginástica agora? – Aurora olhava o próprio relógio. – Você devia ir, fiquei sabendo que seus pais podem aparecer aqui se você se atrasar de novo.

Claire levantou impetuosa, Aurora estava brincando com fogo. Mas Claire estava realmente se divertindo, há tempos não possuía uma adversária de tão alto nível quanto Aurora.

— Não se preocupe querida. – Claire beijou a bochecha de Aurora docemente. – Você não vai conhecer seus sogros tão cedo.

Aurora revirou os olhos, era claro, ela sabia de Penélope. Claire podia não ter ido a fundo dos segredos de Aurora, mas a própria abelha havia marcado um alvo em si mesma. Porém a castanha aguentaria algumas provocações de Claire, ela já era vacinada contra venenosas como ela.

— Eu gostaria de conhecê-los. – Aurora se virou para Claire de modo simpático. – Mas não acho que eles teriam tempo para mim, com certeza esses abutres chamados adolescentes precisariam de muito tempo para contar tudo o que você fez.

Claire riu mais uma vez, revirando os olhos. “Ela é boa” pensou.

— Você é mais interessante do que eu imaginava, Weeber. – Claire elogiou. – Agora sei o que Penélope viu em você.

Aurora desviou o olhar de Claire por um instante, mostrando algum sinal de fraqueza.

— Parece que eu estou chegando ao seu mel, Aurora. – Claire provocou. – Não facilite isso, eu estou louca para brincar.

E com essa frase, Claire deixou o jardim com suas coisas. Mas não estava longe o suficiente para que Aurora não ouvisse o seu suspiro aliviado, um breve sinal de que Aurora havia atingido seus objetivos.

[Colégio, Ala X, porão, 21:18 PM]

— Alguém pode me explicar o que estamos fazendo aqui em plena segunda feira? – Ikky resmungou.

— James tem algum tipo de comunicado. – Aurora respondeu parcialmente fria, havia visto o rosto de Ikky no bar abandonado, agora se perguntava quantas coisas não sabia sobre o pássaro.

— É importante. – Lucian ressaltou. – Vocês vão gostar de saber.

— Espero que seja algo legal. – Heather reclamou enquanto comia algumas gomas doce. – Estou precisando de boas noticias ultimamente.

— Você está precisando de boas noticias? – Pietro olhou para Heather por baixo dos óculos de grau. 

— Desculpe. – Heather proferiu e abraçou o ruivo que estava ao seu lado. – Esqueci sobre a noticia do seu pai.

— Você sobreviveu a esse dia. – Ikky mordia os lábios, “claramente culpado” Aurora pensava. – Você não tem culpa se todos que estão com raiva do seu pai querem descontar em você.

— Meu pai faz a merda e eu pago o pato. – Pietro suspirou.

— Pense pelo lado positivo. – Lucian o aconselhou. – Histórias tristes trazem mais garotas para o barco, pelo menos para o meu barco.

Aurora, Natalia e Heather reviraram os olhos com o comentário. Enquanto Ikky, Lucian e Pietro faziam um Hi Five triplo.

— Para o barco de todo mundo. – Pietro concordou. – Você não é todo especial assim, Lucian.

— Não é o que os fatos comprovam. – Ele sorriu enquanto mexia em seu cabelo.

— Egocêntrico narcisista. – Aurora cantarolou se sentando ao lado de Natalia.

— Pessoal, desculpa a demora. – James anunciou sua chegada, porém todos os olhos recaíram não sobre a figura loira e sim sobre o tailandês acompanhado do negro careca.

— O que eles fazem aqui? – Ikky perguntou meio confuso.

— Eu também fiquei meio confusa. – Natalia se pronunciou. – Vocês não são tipo, inimigos?

Seus dedos apontavam Lucian e Somchai. Os dois se entreolharam e Lucian suspirou virando a cabeça, ainda não eram amigos.

— Infelizmente, ele faz parte do plano. – Lucian admitiu a contra gosto.

— A Penélope também? – Aurora perguntou estática vendo a morena entrar no porão.

— Penélope é o motivo disso tudo na verdade. – James proferiu um pequeno pedido de desculpas a amiga castanha. – Acho que todos vocês a conhecem já, mas algo que vocês não sabem é que, minha prima é um Anjo da Lei.

[1hora e meia depois]

— Então esse é o plano? – Heather perguntou olhando para James. – Nos vamos fazer o trabalho da sua prima e descobrir quem é o criador do Burn Book?

— Porque ela não faz isso sozinha? – Natalia perguntou. – Não querendo ser grossa.

— Eu chamo isso de “jeitinho brasileiro”. – Penélope respondeu com um sorriso. – Porque fazer algo se eu posso deixa-los fazer e levar todo o crédito?

— Isso é errado. – Ikky observou. – Mas legal.

Aurora revirou os olhos, esse era o jeitinho Penélope de ser, nem todos os brasileiros eram como ela. Mas conhecendo muito bem a ex-namorada, sabia que ela tinha o potencial para descobrir o criador, mas algo devia impedi-la disso.

— O que te impede de descobrir ele de vez? – Aurora perguntou.

— As informações que tenho são claras, eu devo descobrir quem é o dono do site antes que mais artigos sejam publicados. – Penélope explicou. – Mas meus poderes de bicho-preguiça me permitem coletar dados muito lentamente.

— Então o seu problema é falta de mão de obra? – Pietro perguntou rindo.

— Eu sou a melhor, mas não sou a mais rápida. – Penélope confirmou. – Metade da escola está limpa, assim como vocês. Porém eu preciso de mais pessoas para me ajudarem nessa.

— Não devia ser proibido você compartilhar segredos assim? – Natalia perguntou.

— Ninguém do projeto precisa saber. – Penélope deu de ombros. – O que eles buscam é resultados e eu dou, não importa como.

— Por isso vamos precisar da ajuda de todos. – James pediu. – Precisamos que vocês distraiam o pessoal, enquanto vasculhamos seus computadores.

— Seu pai não pode fazer isso? – Heather perguntou para James. – Ele é o diretor.

— Ele precisaria de um mandato, que demoraria meses. – James explicou.

— E o caos que essa busca aberta causaria seria intensa. – Somchai completou.

— Dando tempo para o culpado se livrar de tudo. – Lucian finalizou.

— Por isso o diretor sempre age na surdina. – A voz de Claire preencheu o porão enquanto ela e Jocelyn entravam. – Não me convidaram para festa? Que feio.

— O que ela faz aqui? – Aurora questionou.

— Ela criou a porra do site! – Somchai se exaltou. – Ela não devia estar aqui.

— Não devia por causa da briga idiota que vocês tem.  – Penélope confirmou. – Mas ela está tão limpa quanto vocês.

— Jocelyn também? – Heather revirou os olhos enquanto Jocelyn sorria satisfeita com seu efeito.

— Minha conta foi hakeada por algum gênio da lâmpada. – Claire explicou. – E antes que a cobra ali surte, sim eu tive culpa no cartório e blá, blá, blá.

— Eis que meu punho apreciaria alguns minutos com sua face. – Lucian fechou a mão vendo Claire sorrir. – Se tu sabes que não és bem vinda aqui, porque vieste?

— Porque eu não ligo para suas brigas idiotas e convidei ela. – Penélope cortou a tensão que se criava ali.

— Claire não ajuda ninguém. – Pietro disparou. – Ela é uma caçadora solitária.

— Sinceramente, crianças. – Jocelyn anunciou. – Eu odeio estar aqui tanto quanto vocês, mas sabe de uma coisa? Eu estou pouco me fodendo pra o que vocês pensam. Só estamos aqui pelos mesmos motivos que vocês, achar aquele filho da puta e acabar com a raça dele.

— Muito obrigada pelas palavras de amor. – Penélope ria internamente. – Vocês não precisam se gostar, só vão trabalhar juntos por essa semana.

— Quando começamos? – Ikky como sempre, parecia disposto a salvar o dia.

— Amanhã.

— O que faremos? – Natalia perguntou.

— Vamos contatar a melhor hacker da escola. – Kenai abriu a boca pela primeira vez na noite. – Maxine Hyde.

[Colégio, sala de edição do jornal, terça-feira, 14:22 PM]

— Aqui não é o clube da Luluzinha, galera. – Maxine recebeu Ikky, Kenai, Pietro e James com a piada.

— Precisamos conversar, Max. – Kenai avisou a amiga que pressentiu algo importante vindo.

— O que foi? – perguntou sem parar de mexer em seu computador.

— Precisamos de um lugar mais... reservado. – James pediu.

— Uh, ménage? – ela brincou fazendo somente Ikky rir. – Eu posso ser uma baleia bissexual, mas não vou atacar vocês galera.

— O assunto é sério, não estamos com muito humor. – Lucian cortou o clima dela.

— Ok, pra minha sala.

Os 5 se dirigiram para a sala da diretora do jornal, que ao ouvir o plano abriu seu melhor sorriso. Ela tinha o material perfeito para vasculhar computadores alheios e achar informações necessárias em menos de minutos, isso adiantaria em 1000x o trabalho de todos. 

Suspirando de alegria e êxtase, Max se deixou saborear o momento. 

— Eu sempre esperei por isso.



Notas finais do capítulo

[http://www.hawtcelebs.com/wp-content/uploads/2017/11/camila-mendes-for-men-s-health-magazine-december-2017-5.jpg]
Gata da foto é a famosa Penélope! Aurora se deu super bem né gente?

Um capitulo grandinho, mas cheio das informações hihihi
O que acharam da ameaça da Aurora? A Natalia finalmente admitindo que gosta do ruivinho! E o melhor, os dois times se juntando para resolver os problemas.

Estou ainda mais ansiosa para o próximo capítulo! Nos vemos no sábado.
Beijinhos



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